O bispo de Maiduguri, a área mais atingida pelo Boko Haram, nota o progresso, mas alerta: a situação permanece dramática
Roma,
13 de Novembro de 2015
(ZENIT.org)
Depois de muita e brutal violência, vem da Nigéria uma notícia
relativamente tranquilizadora: dom Oliver Dash Doeme, bispo de
Maiduguri, a diocese do nordeste do país mais atingida pela violência do
Boko Haram, diz que a segurança na região está melhorando "graças aos
esforços da presença militar", que tem diminuído os ataques dos
terroristas islâmicos. Nos últimos seis anos, cerca de 150 mil pessoas
foram mortas em Maiduguri, e 60 mil fiéis, de um total de 125 mil, foram
obrigados a fugir. 50 igrejas foram destruídas.
"O principal problema são os muitos refugiados e deslocados internos ainda presentes na nossa diocese, tanto aqui em Maiduguri quanto em algumas aldeias. Precisamos de apoio material e financeiro para ajudar essas pessoas. Temos dois grandes grupos de pessoas para ajudar: as que ainda estão deslocadas e as que voltaram para as aldeias de origem, mas não têm nada porque tudo foi destruído pelo Boko Haram. Eles não têm comida nem trabalho".
Dom Oliver faz um apelo à comunidade internacional para intervir na Nigéria. Ele está promovendo uma coleta de assinaturas a ser enviada aos representantes da União Africana, da União Europeia e das Nações Unidas pedindo intervenção mediante ajuda às populações afetadas pelo terror.
"O principal problema são os muitos refugiados e deslocados internos ainda presentes na nossa diocese, tanto aqui em Maiduguri quanto em algumas aldeias. Precisamos de apoio material e financeiro para ajudar essas pessoas. Temos dois grandes grupos de pessoas para ajudar: as que ainda estão deslocadas e as que voltaram para as aldeias de origem, mas não têm nada porque tudo foi destruído pelo Boko Haram. Eles não têm comida nem trabalho".
Dom Oliver faz um apelo à comunidade internacional para intervir na Nigéria. Ele está promovendo uma coleta de assinaturas a ser enviada aos representantes da União Africana, da União Europeia e das Nações Unidas pedindo intervenção mediante ajuda às populações afetadas pelo terror.
(13 de Novembro de 2015) © Innovative Media Inc.
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