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O encontro que esta
tarde evoca os sete anos da assinatura da declaração sobre a Fraternidade
Humana, o «Documento sobre a Fraternidade Humana em prol da Paz Mundial e da
Convivência Comum», que condena o terrorismo e a intolerância
religiosa - que em 2019 juntou o Papa Francisco e o grande imã de Al-Azhar,
Ahmad Al-Tayyeb, foi lido pelo padre Adelino Ascenso e pelo Xeque David
Munir, imã da Mesquita central de Lisboa. Na véspera da
celebração do Dia da Fraternidade Humana, e antes da tarde
de reflexão no Convento de São Francisco, em Coimbra, o director da
Subcomissão para o Diálogo Inter-Religioso da Comissão Episcopal Missão e
Nova Evangelização da Conferência Episcopal Portuguesa, pediu
que esta declaração inspirasse o Conselho de Paz, a ser criado, e também a
refundação das Nações Unidas. “Estamos a ver, a sentir e a ouvir uma barbárie. Tudo acabou por
agudizar-se. Além das guerras, das dificuldades no que diz respeito à
aceitação do outro, do racismo, da xenofobia, da islamofobia, surgiu um outro
elemento que é a lei do mais forte. É terrível e a carta poderá ajudar a que
nos tornemos mais irmãos, que nos reconheçamos como irmãos”, convida. Também o Xeque David
Munir pede que este documento, que “em parte ficou na gavta durante sete
anos”, possa inspirar a
educação de novas gerações. Temos apostar muito na nova geração, na educação, na formação,
para um maior respeito às outras culturas, às outras crenças, às outras
tradições; aprendê-las, ensiná-las, tendo esta mente mais aberta, para
aceitar outros não como membros de uma crença ou cultura, mas como seres
humanos” Este encontro pode
ser acompanhado nas redes
sociais da Agência ECCLESIA. Fraternidade Humana
tem sido conjugada em localidades de Portugal afetadas pela tempestade
Kristin Vasco
Alves é um dos rostos da solidariedade originada tendo conduzido desde
Felgueiras, no Porto, até Leiria uma carrinha com vários materiais e bens,
entregues este sábado num dos pontos de recolha promovidos pela Cáritas. A Cáritas Diocesana
de Leiria-Fátima lançou uma campanha
de ajuda às vítimas da tempestade Kristin em Portugal, que visa recolher bens
essenciais e materiais para distribuição imediata e que podem ser entregues
na sede da instituição; além disso, criou um Fundo de Emergência Social
Diocesano, que já angariou um valor superior a 500 mil euros. Marcelo Rebelo de
Sousa foi recebido
em audiência privada pelo Papa Leão XIV, com quem conversou durante cerca de
25 minutos, numa conversa que abordou os efeitos do mau tempo no país e uma
eventual visita do pontífice a Portugal. “Eu agradeci-lhe
muita carta e ela exprimiu a sua bênção especial para todos os que sofreram e
para as comunidades em geral, surpreendido por serem tantos municípios a
serem atingidos”, disse o presidente da República Portuguesa aos jornalistas,
após o encontro que decorreu no Palácio Apostólico do Vaticano. O chefe de Estado
português tinha estado no Vaticano a 18 de maio, para a Missa de início de
ministério petrino de Leão XIV; Marcelo Rebelo de Sousa deslocou-se ao
Vaticano no início da sua presidência, em 2016, e, agora deslocou-se à Santa
Sé com o aproximar do término das funções presidenciais. Em agencia.ecclesia.pt encontra
mais informações para ler, ver e ouvir. Tenha um, excelente
dia! |





