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segunda-feira, 5 de outubro de 2026

800 anos de São Francisco de Assis, apelos à paz e recomeços pastorais

Bom dia!

A evocação dos 800 anos da morte de São Francisco marcou a atualidade noticiosa este domingo, com apelos à oração e à construção de pontes na sociedade, como aconteceu com Leão XIV, desde o Vaticano.

Em Fátima, a Família Franciscana Portuguesa reuniu-se  num aniversário que é ocasião para «espalhar a paz e o bem», afirma presidente nacional da JUFRA. No recinto de oração da Cova Iria, D. José Rodríguez Carballo, antigo ministro geral dos Franciscanos, apelou a uma conversão inspirada em São Francisco de Assis. 

Já no Convento de Santo António do Varatojo, em Torres Vedras, D. Rui Valério assinalou o legado de paz do Santo de Assis.

Em dia de feriado nacional, os professores universitários Sílvia Mangerona e Jorge Bacelar Gouveia apontam a uma “laicidade cooperante”, distinguindo-a do “laicismo”, no âmbito do 5 de outubro, que assinala a implantação da República Portuguesa. Para ouvir no Programa ECCLESIA (RTP2), a partir das 12h56.
 

NA AGENDA:

O 20.º encontro nacional da Família Vicentina decorre no Santuário de Fátima, com o tema «FamVin Portugal: celebrar 20 anos a crescer como Família».

O patriarca de Lisboa convocou as paróquias e movimentos eclesiais para o Encontro Diocesano de Lançamento do Ano Pastoral, intitulado «Recomeços» a partir das 08h30, no Auditório Senhora da Boa Nova, no Estoril.

No jubileu dos 250 anos da dedicação da catedral, a Diocese de Lamego vai homenagear D. Jacinto Botelho, celebrando o dia da família diocesana.

A Arquidiocese de Évora começa um novo ciclo pastoral no ano 2026/2027, um triénio onde quer apostar na formação e renovação dos agentes e comunidades, no Dia da Igreja Diocesana, no pavilhão dos Salesianos. D. Francisco Senra Coelho evocou Santa Beatriz da Silva, beatificada há 100 anos e canonizada há 50.

A assembleia da Diocese de Portalegre-Castelo Branco realiza-se em Ponte de Sor, e tem como mote «Constrói a minha Igreja. Unidos na Missão».

Despeço-me com votos de boas notícias, sempre,

Octávio Carmo

 

 


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domingo, 4 de outubro de 2026

Quatro atitudes para definir a «cartografia educativa» na atualidade

Olá, bom dia! Nestas linhas, damos-lhe conta do ultimo dia do Simpósio sobre Educação, “Traçar mapas educativos para uma Magnífica Humanização”.

D. António Moiteiro, membro da Comissão Episcopal da Educação Cristã e Doutrina da Fé (CEECDF), afirmou a importância da “complementaridade” com a Escola Católica no sistema de ensino em Portugal, quando a escola pública “não tem capacidade para responder a toda a procura”; o teólogo Pedro Valinho Gomes afirmou que a educação deve promover a escuta “sem avaliação”, ir além do “mundo fortemente polarizado”, criar “mediações de esperança a cada jovem” e acreditar “na potencialidade de cada pessoa humana”; a psicóloga e professora universitária apresentou quatro propostas para a educação, no contexto atual, centradas na humanização, na integração, na necessidade de dar sentido e construir esperança.

“Humanizar é substituirmos a lógica do déficit pela lógica do potencial”, afirmou Susana Costa Ramalho, professora da Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica Portuguesa.

Outra tema a que damos destaque na página da Agência ECCLESIA são os 800 anos da morte de São Francisco de Assis. 

O ministro nacional da Ordem Franciscana Secular (OFS) apelou ao despojamento dos católicos portugueses, salientando que o atual ano jubilar dedicado a São Francisco de Assis deve potenciar a partilha solidária; o frei Hermano Filipe, religioso capuchinho, apelou à redescoberta do “legado” de despojamento e simplicidade de São Francisco de Assis, que vê simbolizado nas suas “sandálias”; 

“Não celebramos o que aconteceu há 800 anos, celebramos esse legado hoje e no contexto em que somos chamados a viver”, sustentou.

Os 800 anos da morte de São Francisco de Assis vão estar em destaque na emissão do programa ‘70×7’ (RTP2), este domingo, pelas 13h30.

Mais noticias em agencia.ecclesia.pt

Tenha um excelente domingo!

Lígia Silveira



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sábado, 3 de outubro de 2026

Os novos mapas devem ajudar-nos a compreender para onde queremos ir

Bom dia, paz e bem!!

“Os novos mapas de que precisamos não servem simplesmente para descrever o mundo em mudança, devem ajudar-nos a compreender para onde queremos ir” - D. José Tolentino de Mendonça

‘Traçar mapas educativos para uma Magnífica Humanização’, é o tema do Simpósio sobre a Educação e a Escola em Portugal, de dois dias, começou esta sexta-feira, em Fátima. O cardeal português, prefeito do Dicastério para a Cultura e a Educação (Santa Sé), fez a conferência inaugural a partir do tema.

“A escola que cria cidadãos livres é uma escola que cria mulheres e homens capazes de dizer não e de pensar pela sua própria cabeça”, declarou. O colaborador do Papa exortou ao combate contra a exclusão tecnológica e à superação das desigualdades socioeconómicas na escola católica.

“Nós sabemos todas as dificuldades porque passam os projetos educativos católicos que não têm do Estado o apoio que merecem e que necessitam; nós temos de inventar e de perseguir sempre soluções para que o sistema educativo católico possa ser inclusivo em relação aos mais pobres.”

 “Cumprir a verdade constitui um fator essencial, que deve integrar qualquer projeto educativo e que tem necessariamente de fazer parte do ideário de uma escola e da sua forma de funcionamento” - Eduardo Marçal Grilo

O antigo ministro da Educação em Portugal alertou para os desafios da inteligência artificial (IA), sublinhando a importância de manter uma “formação de base” no ensino das novas gerações, aos 420 participantes; explicou que “os grandes perigos da inteligência artificial têm a ver com a imprevisibilidade”, fez dois apelos aos presentes: “ponham os miúdos a ler”; “nunca desistam de fazer aquilo em que vocês acreditam”.

“Aprender é uma forma de nos tornarmos humanos. E delegar na máquina esse exercício é prescindir o direito a ser humano.” - João Couvaneiro

O professor universitário e membro do Conselho Nacional de Educação alertou para “mecanismos de ativação dopamínica das redes sociais” e desafiou os professores a ensinar “com paixão” e com as ferramentas de hoje, nomeadamente a Inteligência Artificial (IA).

Um painel com um professor e professores de EMRC, com a diretora de um colégio, uma escola católica, e um representante da Confederação Nacional das Associações de Pais refletiu sobre a área temática nr. 2 do simpósio ‘Contributos da Educação Cristã perante uma realidade que (se) transforma’.

Na sessão de abertura do simpósio, o presidente da Comissão Episcopal da Educação Cristã e Doutrina da Fé defendeu que o Estado deve contar com todos para responder aos desafios do ensino, em Portugal.

“Educar é sempre um ato de esperança no futuro e de confiança na humanidade” - D. António Augusto Azevedo

O simpósio reúne 420 participantes, entre educadores, investigadores e responsáveis educativos, numa iniciativa da Comissão Episcopal da Educação Cristã e Doutrina da Fé, no Centro Pastoral Paulo VI, em Fátima.

Esta newsletter já vai longa, lembro que estamos nas vésperas da memória litúrgica de São Francisco de Assis, fim do Tempo da Criação 2026. Convido o leitor a ver ou rever o Programa ECCLESIA, desta sexta-feira, com Ana Filipa Nogueira, animadora do grupo de jovens da igreja de Santa Clara, no Vale de Chelas, no Patriarcado de Lisboa, e frei Tibério Zílio, franciscano Conventual.

Os 800 anos da morte de São Francisco de Assis também vão estar em destaque na emissão do programa ‘70×7’ (RTP2), este domingo, pelas 13h30, com vários convidados que vivem este carisma de diferentes formas. Já hoje, vão poder ler as notícias com frei Hermano Filipe, Capuchinho, e o Ministro nacional da Ordem Franciscana Secular.

A Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade (CNIS) vai realizar o seu 7º Congresso, nos dias 7 e 8, em Aveiro; e o  seu presidente, o padre Lino Maia, é o convidado da entrevista conjunta à Agência Ecclesia e Renascença, emitida e publicada este domingo. A não perder.

Um bom fim de semana, acompanhe o site www.agencia.ecclesia.pt.
Cumprimentos, Carlos Borges

 

 


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