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O contexto eclesial
de "igrejas a abarrotar de gente: crianças, adolescentes, jovens,
adultos" e o contraste vivido em Portugal foi evidenciado pela
irmã Maria do Céu Marizane e pelo padre Marcos Canjongo, que
participaram no Curso de Integração Missionária, e sublinharam que a formação
os ajudou a “entender melhor” o meio onde foram chamados a desenvolver
a sua missão consagrada e enfrentar o "medo das igrejas vazias" Natural de Angola, o
padre Marcos Canjongo veio para Portugal como estudante de Teologia, em 2022
e, após a ordenação sacerdotal, a congregação dos Missionários Espiritanos
nomeou-o para trabalhar em Portugal, nomeadamente na região de Mértola;
a irmã Maria do Céu Marizane é natural de Moçambique e pertence à
congregação das Irmãs do Precioso Sangue, que tem em Lisboa uma comunidade de
referência na história da congregação, por acolher religiosas que passavam
por Portugal para aprender português e depois serem enviadas como
missionárias para os países lusófonos. De uma igreja cheia,
trabalham hoje numa "Igreja mais recatada, não diria pacata, mas mais
silenciosa, menos participativa, do ponto de vista celebrativo, pouco
sacramental”. A Diocese de
Ávila
apelou à calma e à unidade, disse que os párocos acompanham as populações
que tiveram de sair das suas localidades por causa dos incêndios e colocou à
disposição das autoridades “todos os meios de que dispõe”. Os incêndios nas
províncias de Madrid, Ávila e Toledo, no centro de Espanha, queimaram 77000
hectares e obrigaram a confinar ou a evacuar mais de 90000 pessoas, desde
quinta-feira; a evolução de um incêndio na região de Valência, no leste do
país, já queimou 6500 hectares e obrigou 18000 pessoas a sair das suas casas. A Diocese de Aveiro
vai reorganizar
territorialmente as 101 paróquias em 29 comunidades pastorais. D. António
Moiteiro lembra que o documento “indica o modo específico de viver e agir da
Igreja”, que manifesta e realiza concretamente o seu ser comunhão no
‘caminhar juntos’, “na reunião em assembleia e na participação ativa de todos
os seus membros na sua missão evangelizadora”, e vai ser “analisado e votado”
na Assembleia Diocesana Sinodal de 24 de outubro, e em novembro, dias 7 e 22. O bispo da Guarda divulgou
as nomeações pastorais 2026, considerando o processo sinodal de
corresponsabilização pastoral e missionária de todos, tendo por horizonte o
Jubileu 2033. No decreto, D. José Pereira assinala que “tem ressaltado a
necessidade” da “animação da vida espiritual e comunitária, da oferta de
formação, da reconfiguração da organização pastoral, da participação dos
leigos e dos jovens, do cuidado do dinamismo vocacional da vida da fé”. No Vaticano, a
Secretaria Geral do Sínodo dos Bispos divulgou as indicações para preparar as
assembleias de avaliação em cada diocese, no primeiro semestre de 2027, para
identificar indicadores de um “estilo cada vez mais sinodal”. O documento,
que tem por título “Fazer memória”, lembra que cada Assembleia de Avaliação
“constitui o ponto culminante da etapa das Igrejas locais (Dioceses e
Eparquias) no percurso de implementação do Sínodo”. No portal de notícias
agencia.ecclesia.pt
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