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Bom dia! Lembra-se onde estava quando soube do início da guerra na
Ucrânia? Assinalam-se hoje
quatro anos desde 24 de fevereiro de 2022, o dia
que não sai da memória do povo ucraniano que desde então é um símbolo de
resistência. Histórias de perda, sofrimento e
coragem marcam este conflito que parece não ter fim à vista. Continuam os
ataques, os bombardeamentos, a violência, apesar dos apelos à
paz. Ao programa Ecclesia,
o general Valença Pinto lamentou que a guerra esteja a ser colocada em
“segundo plano na opinião pública” e refere que a
Ucrânia deve ter, neste momento, “um grande sentimento de injustiça e até de
perplexidade”, depois de “quatro anos de luta muito heroica”.
A Liga Operária
Católica/Movimento de Trabalhadores Cristãos aprovou, no sábado, “por
unanimidade”, a moção “Trabalhamos para viver, não vivemos para
trabalhar”, que contesta o novo pacote laboral em debate. “Esta reforma,
que sendo apresentada como modernizadora, é uma perigosa regressão histórica
e um retrocesso civilizacional que segue a lógica da desregulação neoliberal”,
pode ler-se no documento. Amanhã inicia-se
a Bolsa de Turismo de Lisboa e nela vão marcar
presença dois organismos da Conferência Episcopal Portuguesa: a
Pastoral do Turismo (PTP) e o Secretariado Nacional dos Bens Culturais. O
diretor do PTP adiantou que vai ser criada uma aplicação (app)
com diversas informações sobre o património que se encontra nas igrejas e Rui
Unas, conhecido apresentador e ator português, vai ser a voz do
projeto. Na esfera
internacional, o presidente do Comité para as Migrações, da
Conferência Episcopal dos Estados Unidos, manifestou-se
contra novos megacentros de detenção de migrantes e
criticou o plano de Washington de duplicar o número de
vagas disponíveis. “A ideia de manter milhares de famílias em
enormes armazéns deveria pôr à prova a consciência de todos os
estadunidenses”, referiu. O monge
trapista D. Erilk Vaden está a orientar o retiro de Quaresma do Papa e
dos seus colaboradores da Cúria Romana. Na primeira meditação, o bispo afirmou que este tempo litúrgico conduz a “um espaço
livre do supérfluo” e alertou para a “instrumentalização
da linguagem e dos símbolos cristãos”. A Fundação
portuguesa Gaudium Magnum emprestou cinco pinturas da sua coleção para serem
expostas no Museu Diocesano de Barcelona. A exposição
propõe uma reflexão aprofundada sobre a representação da vida monástica e da
experiência espiritual na história da arte. Convido-o a manter-se
informado sobre a atualidade religiosa no site agencia.ecclesia.pt ou
na televisão, através do programa Ecclesia que chega pelas 15h à RTP2. Desejo-lhe uma ótima
terça-feira Leonor João |





