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Bom dia! A viagem
tem início esta manhã, em Madrid, com uma cerimónia oficial de boas-vindas no
Palácio Real, seguida de uma visita de cortesia aos reis de Espanha e de um
encontro com autoridades, sociedade civil e corpo diplomático. Aqui, o Papa
profere a primeira das 22 intervenções previstas, entre discursos, saudações
e homilias, que vamos acompanhar de perto, como sempre. Num mundo cada vez
mais automatizado, frio e digital, como podemos permanecer humanos? Esta é a
questão central que o Secretariado da Pastoral Social da Diocese do Porto
propõe debater hoje, entre as 10h30 e as 12h00, na conferência sobre a
encíclica ‘Magnifica Humanitas’, que decorre no Auditório de Vilar, no Porto. A este respeito, o
presidente da APEC sublinha
a importância de os alunos desenvolverem consciência crítica e deixa um
alerta claro para o risco da "preguiça" face à Inteligência
Artificial. Na mesma linha, o bispo do Funchal destaca
que as orientações mais recentes sobre o tema são "muito mais do que dar
normas", assumindo-se como um verdadeiro chamamento "para não
perdermos o humano". A agenda informativa
ainda está marcada pelos apelos deixados na última solenidade do Corpo de
Deus. Em Évora,
o arcebispo lançou um forte desafio, pedindo que a Igreja se torne um
"pálio contra o abandono e a solidão". Uma realidade dura e bem
visível no terreno, atestada
pelo alerta de uma missionária da Canção Nova sobre o drama da solidão,
tantas vezes silenciosa, nas aldeias do Alentejo. Em Leiria, D. José
Ornelas recusou
atitudes racistas e elogiou a força da solidariedade. No Funchal, o núncio
apostólico em Portugal pediu
um anúncio renovado da fé a um mundo "distraído e fragmentado". Já
o bispo de Bragança-Miranda apelou
à construção de uma nova sociedade e alertou para o poder imenso (e a
responsabilidade) das nossas palavras. No Algarve, D. Manuel Quintas afirmou
que "só uma Igreja apaixonada pela Eucaristia se torna geradora de
vocações e ministérios". Despeço-me com votos
de boas notícias, sempre, Octávio Carmo |