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A nova coordenadora
nacional da Liga Operária Católica/Movimento de Trabalhadores Cristãos
(LOC/MTC) classificou
as propostas de alteração ao código laboral como um retrocesso histórico. “Consideramos estas
alterações ao código laboral não um código para o século XXI, mas um
autêntico retrocesso quase que para o século XX e, se calhar, nos últimos
anos do século XX”, afirmou Fátima Pinto, em entrevista ao Programa ECCLESIA
(RTP2). A Associação Cristã
de Empresários e Gestores (ACEGE) apelou
ao Governo, partidos políticos e parceiros sociais para que afastem “visões
ideológicas do debate” das alterações ao Código de Trabalho e regressem ao
diálogo, para que este possa prever a “alteração contínua e acelerada das
condições de trabalho e de mercado”. Vários parceiros
sociais anunciaram, esta segunda-feira, o fim das negociações em sede de
concertação social sobre o anteprojeto do executivo PSD/CDS-PP, informa a
Lusa, mas, de acordo com o Jornal de Negócios e o Eco, as confederações
empresariais, do Comércio e Serviços, do Turismo e a UGT já manifestaram
disponibilidade para sentarem-se novamente à mesa. No Vaticano o Papa sublinhou
a necessidade de abertura e unidade nas comunidades católicas, apresentando a
Igreja como sinal de esperança num mundo em guerra. “Unificada em Cristo,
Senhor e Salvador de todos os homens e mulheres, a Igreja nunca pode
fechar-se em si mesma, mas está aberta a todos e é para todos”, disse,
durante a audiência geral no Vaticano, prosseguindo o ciclo de reflexões
sobre a constituição dogmática “Lumen Gentium”, do Concílio Vaticano II. Deixo-lhe ainda o
convite para que procure o podcast da Agência ECCLESIA, «Alarga
a tua tenda» e descubra diferentes caminhos que hoje sonham a Igreja e a
sociedade. O mais recenbte convidado foi
Nelson Costa, da Cáritas Diocesana de Leiria. No portal de
informação agencia.ecclesia.pt
encontra todas as noticias que atualizamos diariamente para si! Tenha um excelente
dia! |
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