Páginas

domingo, 22 de março de 2026

«A poesia não cabe no nosso quintal» - D. José Tolentino Mendonça

Desde 2005 que os utentes do Centro de Apoio e Reabilitação para Pessoas com Deficiência, em Touguinha, Vila do Conde, encenam a Via-Sacra. Não a fazem apenas uma vez – têm de a repetir porque o auditório enche e esgota cada sessão. A reportagem da Agência ECCLESIA foi conhecer esta instituição em Vila do Conde, ver os ensaios e perceber de que forma pessoas com diferentes limitações, físicas e intelectuais, se ultrapassam para encenar, protagonizar e se superar num trabalho que este ano envolveu 47 pessoas.

O diretor do CARPD, Sérgio Pinto, disse ao jornalista Carlos Borges e ao repórter de imagem João Gralha:

“Não são eles que se adaptam ao centro; somos nós que procuramos ir atrás das potencialidades deles, dos gostos deles, e exige de nós uma atenção permanente para cada um”,

Leia por agora a noticia, e aguarde pela reportagem televisiva dentro de alguns dias em agencia.ecclesia.pt

Ontem foi Dia Mundial da Poesia. O cardeal e poeta português José Tolentino Mendonça disse que a poesia “está do lado da paz” porque as suas palavras são “desarmadas” e convidou a incluir a arte poética na formação nas escolas e nos seminários.

“O algoritmo tem um pacto com o passado. O poema tem um pacto com o futuro porque trabalha continuamente a possibilidade. Dizer ao ser humano ‘é possível, é possível, é possível’, nesse sentido, a poesia tem uma aliança com a esperança, tem uma aliança com a elaboração da paz. A poesia vai além da declaração fatalista de que é impossível. O algoritmo é um mapa dos passos percorridos. O poema é um mapa dos caminhos a percorrer”, finalizou.

D. Nuno Almeida defendeu o valor inalienável da vida humana, desde a conceção até à morte natural, falando aos participantes na Caminhada pela Vida, que decorreu em Bragança. Por Lisboa, D. Rui Valério condenou um ato de violência que encerrou a iniciativa. 

No Vaticano, o Papa recebeu os membros do Movimento Focloares a quem pediu que continuem a trabalhar pela “unidade”, num tempo em que o mundo fomenta divisão e tende para a conflituosidade, mas pediu que o trabalho pela unidade não signifique “uniformismo” de pensamento, e pediu a capacidade para a “responsabilidade do discernimento comum”.

Assinalando ainda os 25 anos da criação do anal de notícias da Mediaset e à redação ‘TGcom24’, por ocasião do 25.º aniversário da sua fundação, o Papa sublinhou a “importante missão” dos meios de comunicação social, pediu que possam “construir pontes de diálogo”, favorecendo o aprofundamento.

No portal de informação agencia.ecclesia.pt encontra mais noticias para ver, ler e ouvir!

Aproveite o sol que a Primavera traz e passe um bom Domingo!

Lígia Silveira

 



agencia.ecclesia.pt

      



Sem comentários:

Enviar um comentário