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quinta-feira, 7 de março de 2019

A Maravilha de ser Mulher

No dia 8 deste mês comemoramos a Dia Internacional da Mulher. Atualmente surgem umas ideologias que tentam negar a importância da existência dos dois sexos. É uma atitude ridícula, pois está demonstrado que essa diferença se manifesta ao nível genético afetando profundamente a sua personalidade. S. Josemaria, fundador do Opus Dei, lembrava que esta diferença está chamada a enriquecer a sociedade através da sua delicada ternura, da sua generosidade incansável, o seu amor pelo concreto, a sua agudeza de engenho, a sua capacidade de intuição.

S. Josemaria, como recordou Jutta Burggraf, professora da Universidade de Navarra, em 2002, esperava que as mulheres encarassem a sua vida profissional realmente a sério, animava-as a aceitar responsabilidades de maior envergadura e cargos de mais difícil desempenho, não para “brilhar” pessoalmente, mas para servir mais e melhor, para amar com eficácia.

Ao longo da História, encontramos grandes mulheres por todos conhecidas, Nossa Senhora é claro, a mais excelsa de todas as criaturas, Joana D’Arc, Rainha Santa Isabel de Portugal, Santa Teresa de Calcutá, nas artes encontramos Madalena Sá e Costa, no mundo das letras Sophia de Mello Breyner, e muitas outras. Nenhuma destas celebridades negou a sua condição feminina, mas aproveitou ao máximo as suas características peculiares rendo-as ao serviço os outros. Contudo, há uma imensa multidão de mulheres que, não sendo publicamente conhecidas, não deixam de prestar um serviço nobilíssimo à sociedade: são todas as mães que generosamente se desvelam para educar o melhor possível os seus filhos, aquelas que no silêncio da noite passam horas sem dormir ao lado de um filho doente, sem uma queixa com um sorriso mostrando quanto o amam. Não aparecem nos anais da História, mas deitam verdadeiras sementes de paz cujos frutos se fazem sentir à sua volta.

Defendamos sempre a maravilha de ser mulher!

Maria Guimarães



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