No dia 8 deste mês comemoramos
a Dia Internacional da Mulher. Atualmente surgem umas ideologias que tentam
negar a importância da existência dos dois sexos. É uma atitude ridícula, pois
está demonstrado que essa diferença se manifesta ao nível genético afetando
profundamente a sua personalidade. S. Josemaria, fundador do Opus Dei, lembrava
que esta diferença está chamada a enriquecer a sociedade através da sua delicada ternura, da sua
generosidade incansável, o seu amor pelo concreto, a sua agudeza de engenho, a
sua capacidade de intuição.
S. Josemaria, como recordou Jutta
Burggraf, professora da
Universidade de Navarra, em 2002, esperava que as mulheres encarassem a sua vida profissional realmente a
sério, animava-as a aceitar responsabilidades de maior envergadura e cargos de
mais difícil desempenho, não para “brilhar” pessoalmente, mas para servir mais
e melhor, para amar com eficácia.
Ao
longo da História, encontramos grandes mulheres por todos conhecidas, Nossa
Senhora é claro, a mais excelsa de todas as criaturas, Joana D’Arc, Rainha
Santa Isabel de Portugal, Santa Teresa de Calcutá, nas artes encontramos
Madalena Sá e Costa, no mundo das letras Sophia de Mello Breyner, e muitas
outras. Nenhuma destas celebridades negou a sua condição feminina, mas
aproveitou ao máximo as suas características peculiares rendo-as ao serviço os
outros. Contudo, há uma imensa multidão de mulheres que, não sendo publicamente
conhecidas, não deixam de prestar um serviço nobilíssimo à sociedade: são todas
as mães que generosamente se desvelam para educar o melhor possível os seus
filhos, aquelas que no silêncio da noite passam horas sem dormir ao lado de um
filho doente, sem uma queixa com um sorriso mostrando quanto o amam. Não
aparecem nos anais da História, mas deitam verdadeiras sementes de paz cujos
frutos se fazem sentir à sua volta.
Defendamos
sempre a maravilha de ser mulher!
Maria Guimarães

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