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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

IV Congresso Scholas em Roma apresenta novas iniciativas

Nesta quinta-feira, o Papa conversará via web com jovens estudantes de vários países, um deles brasileiro, Pedro.


Roma, 04 de Fevereiro de 2015 (Zenit.org) Sergio Mora, Thácio Siqueira


Nesta quinta-feira o papa Francisco estará em uma nova iniciativa de Scholas, ‘Scolas Lab’, que terá como protagonista jovens de muitos países, incluindo deficientes, que também é um sinal do derrubamento dos limites na área das relações interpessoais.

O director da Sala de Imprensa da Santa Sé, disse que o Papa tem muito interesse nesta iniciativa.

Scholas realiza o seu IV congresso em Roma, do 2 ao 5 deste mês com o lema ‘Responsabilidade social e educativa, um compromisso de todos os actores”.

O porta-voz do Vaticano lembrou que Scholas é "uma aplicação da cultura do encontro, porque é o esforço de reunir jovens e crianças de todas as áreas das sociedades e da humanidade”.

"Por isso se entende (acrescentou Lombardi) por que o Papa aprecia e apoia tanto Scholas, porque traduz na educação o conceito da cultura do encontro”.

Além disso, "o Papa é a pessoa universal por definição. E assim é aquele que, melhor do qualquer outro, pode ajudar este projecto a expandir e tornar-se universal".

"É um projecto (concluiu Lombardi) coerente com a era da globalização, na qual estamos, e coloca a serviço da educação e da paz, em um mundo globalizado, os métodos educacionais mais simples e concretos para alcançar os jovens".

Scholas Occurrentes
O Scholas Occurrentes nasceu em 2013, quando o papa Francisco solicitou a criação de uma rede de escolas voltada a mudar a maneira dos estudantes aprenderem. A iniciativa se inspira em dois projectos que Bergoglio criou quando era arcebispo de Buenos Aires: a Escola de Vizinhos e as Escolas Irmãs. Os dois projectos compartilham as problemáticas dos estudantes de bairros de diversos níveis sociais para procurar soluções conjuntas, promovendo assim a participação e o intercâmbio.

Dar a esta ideia uma escala global exigiu uma plataforma robusta, mas fácil de usar. Com este objectivo, três empresas tecnológicas se uniram à iniciativa e doaram seu trabalho: a empresa de desenvolvimento de software Globant desenhou e concebeu o site, enquanto a Line64 fez a programação. O Google foi o responsável pela integração dos aplicativos para educação.

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