Cardeais no Facebook e Twitter, acessíveis
Treze cardeais dos 115 eleitores têm conta de Twitter. Scola deu baixa exactamente ao começar as congregações gerais!
Actualizado 8 de Março de 2013
Jorge Enrique Mújica / ReL
Quando foi eleito Bento XVI no Conclave de 2005 Twitter todavia não existia. Entre as novidades do Conclave 2013 encontra-se o facto de que 13 dos 115 cardeais eleitores tem uma conta na famosa rede de microblog (poderia dizer-se 14 se se toma em conta o perfil da Secretaria de Estado - @TerzaLoggia - e se considera como o do cardeal Bertone).
Eram 14 os cardeais com conta no Twitter mas o arcebispo de Milão, Card. Scola, decidiu dar baixa precisamente no contexto das congregações gerais dos cardeais que tem lugar em Roma (usava a conta @angeloscola). O último a excursionar no Twitter foi o cardeal ganês Peter Turkson, que mandou o seu primeiro twitt no passado 28 de Fevereiro (@TurksonCardinal).
Outros cardeais são menos activos no Twitter (por exemplo Norberto Rivera, da Cidade do México - @primadodemexico -; ou Luis Antonio Tagle, de Manila - @AntonioTagle -). O resto é utilizador habitual e, no seu conjunto, gozam de uma grande quantidade de seguidores:
Timothy M. Dolan, de Nova Iorque (@Cardinal Dolan)
Gianfranco Ravasi, italiano (@CardRavasi)
Odilo Scherer, de São Paulo (@DomOdiloScherer)
Sean P. O’Malley, de Boston (@CardinalSean)
Rubén Salazar Gómez, de Bogotá (@cardenalruben)
Wilfrid Napier, de Durban (@CardinalNapier)
Lluis Martínez Sistach, de Barcelona (@sistachcardenal)
Jesús López Rodríguez, de Santo Domingo (@CardenalLopez)
Roger M. Mahony, de Los Angeles (@CardinalMahony)
Donald Wuerl, de Washington (@Cardinal_Wuerl)
No Facebook as coisas não são muito diferentes. Certamente é um ambiente onde o líder absoluto é o cardeal Tagle, de Manilas (http://www.facebook.com/ArchbishopTagle, com mais de 120 mil seguidores), mas há outros que excursionaram fazendo participativa a sua conta.
É o caso do cardeal Rubén Salazar, arcebispo colombiano, que na sua página de fans chegou inclusive a pedir opinião sobre a pessoa que deve eleger Papa.
«O Senhor nos dará um Pastor segundo o seu coração. Mas, que esperas tu do novo Papa? Gostaria muito de conhecer a tua opinião», disse num comentário posto na sua página do Facebook.
Se substituirá o famoso fumo branco da chaminé da Capela Sistina por um twitt ou post nas redes sociais? Seguramente não. O que é verdade é que a comunicação actual mudou inclusive a maneira de perceber e aproximar as pessoas de um evento mediaticamente interessante como a eleição de um Papa.
Treze cardeais dos 115 eleitores têm conta de Twitter. Scola deu baixa exactamente ao começar as congregações gerais!
Actualizado 8 de Março de 2013
Jorge Enrique Mújica / ReL
Quando foi eleito Bento XVI no Conclave de 2005 Twitter todavia não existia. Entre as novidades do Conclave 2013 encontra-se o facto de que 13 dos 115 cardeais eleitores tem uma conta na famosa rede de microblog (poderia dizer-se 14 se se toma em conta o perfil da Secretaria de Estado - @TerzaLoggia - e se considera como o do cardeal Bertone).
Eram 14 os cardeais com conta no Twitter mas o arcebispo de Milão, Card. Scola, decidiu dar baixa precisamente no contexto das congregações gerais dos cardeais que tem lugar em Roma (usava a conta @angeloscola). O último a excursionar no Twitter foi o cardeal ganês Peter Turkson, que mandou o seu primeiro twitt no passado 28 de Fevereiro (@TurksonCardinal).
Outros cardeais são menos activos no Twitter (por exemplo Norberto Rivera, da Cidade do México - @primadodemexico -; ou Luis Antonio Tagle, de Manila - @AntonioTagle -). O resto é utilizador habitual e, no seu conjunto, gozam de uma grande quantidade de seguidores:
Timothy M. Dolan, de Nova Iorque (@Cardinal Dolan)
Gianfranco Ravasi, italiano (@CardRavasi)
Odilo Scherer, de São Paulo (@DomOdiloScherer)
Sean P. O’Malley, de Boston (@CardinalSean)
Rubén Salazar Gómez, de Bogotá (@cardenalruben)
Wilfrid Napier, de Durban (@CardinalNapier)
Lluis Martínez Sistach, de Barcelona (@sistachcardenal)
Jesús López Rodríguez, de Santo Domingo (@CardenalLopez)
Roger M. Mahony, de Los Angeles (@CardinalMahony)
Donald Wuerl, de Washington (@Cardinal_Wuerl)
No Facebook as coisas não são muito diferentes. Certamente é um ambiente onde o líder absoluto é o cardeal Tagle, de Manilas (http://www.facebook.com/ArchbishopTagle, com mais de 120 mil seguidores), mas há outros que excursionaram fazendo participativa a sua conta.
É o caso do cardeal Rubén Salazar, arcebispo colombiano, que na sua página de fans chegou inclusive a pedir opinião sobre a pessoa que deve eleger Papa.
«O Senhor nos dará um Pastor segundo o seu coração. Mas, que esperas tu do novo Papa? Gostaria muito de conhecer a tua opinião», disse num comentário posto na sua página do Facebook.
Se substituirá o famoso fumo branco da chaminé da Capela Sistina por um twitt ou post nas redes sociais? Seguramente não. O que é verdade é que a comunicação actual mudou inclusive a maneira de perceber e aproximar as pessoas de um evento mediaticamente interessante como a eleição de um Papa.
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