És um pincel dócil para Ele?
Actualizado 5 de Março de 2013
Gilberto Pérez/ReL
"É todo um mundo o que temos que reconstruir desde as suas fundações". Assim de claro o dizia o Papa Pio XII há já várias décadas. E é que se trata da missão iniludível de todo o baptizado: "Ide por todo o mundo...".
Sem dúvida não são poucos os que se sentem desalentados ao constatar a imensidade da tarefa e as dificuldades que entranha: muitas vezes este mundo não está disposto a ser transformado e repete-nos sem cessar que isto é simplesmente impossível, que qualquer intento é vão, que se trata só de um idealismo infantil e pouco realista.
Mas tampouco são poucos os que crêem que a renovação se é realizável e que "digam o que digam, se podemos mudar o mundo!"
Assim é como o subtítulo do livro que apresenta Ediciones De Buena Tinta, "Os pincéis de Deus", da autora Mónica Lobo Leyder que desde uma focagem personalista e testemunhal persuade o leitor das possibilidades reais da mudança apresentando dez personagens que "se deixaram apanhar pelo Grande Artista e contribuíram para reparar zonas danificadas da Grande Obra".
"A História da Humanidade - aponta a apresentação da obra - pode ser entendida como um grande quadro impressionista no qual interactuamos com Deus. Com as nossas vidas pintamos uma série de pontos que se inserem no plano da grande obra de arte que é a Criação. Não obstante, como criaturas livres, frequentemente não seguimos o plano traçado pelo Artista e a borramos e afeamos. Mas o grande amor de Deus, servindo-se de pincéis dóceis, sabe dotar os nossos estropícios de uma beleza que só poderemos apreciar quando nos encontramos com Ele e contemplamos essa peça desde o seu ponto de vista".
Segundo assinala a editora, "em cada uma das histórias que se relatam descrevem-se encontros ´casuais´ entre duas pessoas que se falam numa situação limite. Uma aporta a visão pessimista e sofrimento de quem vive para o mundo, sem respostas e, com frequência, escravizada pelo sofrimento; enquanto a outra apresenta a sua visão desde a mirada amorosa do Senhor impregnada de luz e esperança, carregada de sentido e fortaleza para enfrentar acontecimentos semelhantes".
A autora
Mónica Lobo Leyder nasceu em Madrid em 1962. Pela sua profissão, o ensino – que a apaixona –, desenvolveu uma grande capacidade de observação que, unida à sua profunda fé, a leva a interessar-se vivamente nos anseios e sentimentos mais profundos do coração humano.
Actualizado 5 de Março de 2013
Gilberto Pérez/ReL
"É todo um mundo o que temos que reconstruir desde as suas fundações". Assim de claro o dizia o Papa Pio XII há já várias décadas. E é que se trata da missão iniludível de todo o baptizado: "Ide por todo o mundo...".
Sem dúvida não são poucos os que se sentem desalentados ao constatar a imensidade da tarefa e as dificuldades que entranha: muitas vezes este mundo não está disposto a ser transformado e repete-nos sem cessar que isto é simplesmente impossível, que qualquer intento é vão, que se trata só de um idealismo infantil e pouco realista.
Mas tampouco são poucos os que crêem que a renovação se é realizável e que "digam o que digam, se podemos mudar o mundo!"
Assim é como o subtítulo do livro que apresenta Ediciones De Buena Tinta, "Os pincéis de Deus", da autora Mónica Lobo Leyder que desde uma focagem personalista e testemunhal persuade o leitor das possibilidades reais da mudança apresentando dez personagens que "se deixaram apanhar pelo Grande Artista e contribuíram para reparar zonas danificadas da Grande Obra".
"A História da Humanidade - aponta a apresentação da obra - pode ser entendida como um grande quadro impressionista no qual interactuamos com Deus. Com as nossas vidas pintamos uma série de pontos que se inserem no plano da grande obra de arte que é a Criação. Não obstante, como criaturas livres, frequentemente não seguimos o plano traçado pelo Artista e a borramos e afeamos. Mas o grande amor de Deus, servindo-se de pincéis dóceis, sabe dotar os nossos estropícios de uma beleza que só poderemos apreciar quando nos encontramos com Ele e contemplamos essa peça desde o seu ponto de vista".
Segundo assinala a editora, "em cada uma das histórias que se relatam descrevem-se encontros ´casuais´ entre duas pessoas que se falam numa situação limite. Uma aporta a visão pessimista e sofrimento de quem vive para o mundo, sem respostas e, com frequência, escravizada pelo sofrimento; enquanto a outra apresenta a sua visão desde a mirada amorosa do Senhor impregnada de luz e esperança, carregada de sentido e fortaleza para enfrentar acontecimentos semelhantes".
A autora
Mónica Lobo Leyder nasceu em Madrid em 1962. Pela sua profissão, o ensino – que a apaixona –, desenvolveu uma grande capacidade de observação que, unida à sua profunda fé, a leva a interessar-se vivamente nos anseios e sentimentos mais profundos do coração humano.
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