Bom dia e uma boa
semana para si que nos acompanha, Foi muito comovente
(e corajosa) a intervenção
que o Papa dedicou à Ucrânia, após a recitação do ângelus deste domingo, na
Praça de São Pedro. Evocando os “rios de sangue e de lágrimas” que correm
naquele país, perante o olhar de todo o mundo, Francisco renovou o seu grito:
“A guerra é uma loucura, parai por favor! Olhai para esta crueldade”. Em Lisboa, o cardeal-patriarca celebrou a Missa deste primeiro domingo da Quaresma com a comunidade ucraniana, greco-católica, em Arroios. Uma Eucaristia num rito diferente da mesma fé e que me lembrou, de alguma forma, o Salmo 137: “Como poderíamos cantar um cântico do Senhor, numa terra estrangeira?”. Estes imigrantes, que encontraram em Portugal uma nova casa – como disse D. Manuel Clemente -, puderam cantar e nós estamos unidos a eles, no desejo de paz. Por falar em Quaresma:
este domingo, o Papa iniciou os seus exercícios
espirituais, a semana dedicada à oração e reflexão, em preparação para a
Páscoa, na qual são cancelados todos os compromissos públicos. Por cá, o
cardeal Ricardo Blásquez Pérez, arcebispo de Valladolid (Espanha), vai
orientar o retiro do episcopado português que se realiza em Fátima, entre
hoje e sexta-feira. O Programa ECCLESIA
volta à sua companhia, na RTP2, apontando ao dia 8 de março, particularmente
dedicado às mulheres, numa conversa com a médica Sílvia Monteiro, da Diocese
de Coimbra, sobre uma Igreja de rosto feminino. A não perder, pelas 15h00.
A data é também
assinalada na Universidade Pontifícia Urbaniana, em Roma, que acolhe entre
hoje e amanhã uma conferência internacional sobre “Mulheres Doutoras da
Igreja e Padroeiras da Europa”. Despeço-me com votos
de paz e de boas notícias, Octávio Carmo |
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