«Se me ponho nas mãos de Jesus, uso a sua sabedoria», disse
Actualizado 7 de Março de 2013
Fernando de Navascués / ReL
Sendo de origem italiana, não é muito difícil concluir que nasceu no seio de uma família católica. Certo.
E tão certo como que metido no mundo dos artistas, do cinema, e da televisão… A sua fé ficou estacionada em algum momento e em algum lugar da sua vida.
Efectivamente, Rambo, Rocky ou simplesmente Sylvester Stallone foi assim. Mas também Deus teve uma chamada especial para que voltasse à fé: a enfermidade da sua filha Sophia.
Porno em 1970
Sylvester Stallone nasceu em Nova Iorque, em 1946, no seio de uma família de imigrantes católicos. A sua mãe era professora de dança e o seu pai, barbeiro. Sylvester logo reclamou para si um lugar marcante no mundo da cena.
No princípio teve alguns papéis secundários para Woody Allen e, inclusive, na famosíssima série de Kojak, mas os estúdios eram caros e o trabalho não abundava. Assim que lamentavelmente se abria uma das páginas mais obscuras da sua carreira cinematográfica participando em 1970 numa película pornográfica.
O pugilista Rocky, o seu grande êxito
A seca continuou até que em 1975 escreveu o guião de Rocky e no ano seguinte estreava-se a película convertendo-se num êxito internacional, e fazendo do pugilista um ícone do mundo do cinema que haveria que passar de geração em geração, e onde a presença da fé cristã não anda muito longe.
Uma enfermidade, a porta até à fé
Os tempos mudam, deixou de ir à igreja e preferiu procurar fama e fortuna, mas Deus chamou de novo à sua porta e encaminhou-o de novo até à fé da sua infância. Para isso o Senhor valeu-se da sua filha Sophia.
Sophia nasceu com uma enfermidade do coração. Em Novembro de 1996, com somente dois meses de idade, teve que submeter-se a uma operação de coração aberto. Afortunadamente a operação correu bem, encontra-se em perfeito estado e, inclusive, faz vida normal.
Parece que tudo ficou arranjado. Sem dúvida numa entrevista concedida aos medias, Stallone trata de encontrar as palavras para descrever o que provocou o abandono da sua fé e o revulsivo que causou a enfermidade da sua filha. Algo muito clássico e que sucede a tantas pessoas: “Não o sei. É a vida. A tua carreira profissional está-te levando por um lado, e deixas de estar em comunicação com a tua família”.
Para os actores, o peso da fama é “muito forte”, e acrescentou: “Eu não tinha nenhuma base sólida detrás de mim ou gente que me ajudasse a manter os pés no chão. Seduziu-me extremamente a nova liberdade que tinha alcançado”.
Ao terceiro matrimónio
E quanto à sua vida afectiva, em 1974 casou-se com a actriz Sasha Czack, da qual se divorciou em 1985. Neste mesmo ano casou-se com Brigitte Nielsen, cujo matrimónio se rompeu dois anos depois.
Sem dúvida, tudo começou a mudar a partir do casamento com a sua terceira e actual esposa, Jennifer Flavin, a mãe de Sophia. “Quando me casei, tudo mudou”, disse, sobretudo “quando a minha filha nasceu enferma e me dei conta de que realmente se necessita um pouco de ajuda aqui. Comecei a por tudo nas mãos de Deus, da sua omnipotência, do seu perdão”.
Stallone explica que ser católico “me põe onde devo estar. Estava só no mundo. Pensei que ia ter que manejar as coisas à minha maneira.”
Então “pensei que se me ponho nas mãos de Jesus e peço compreensão e orientação, basicamente estou-me livrando do jugo de cima e usando a Sua inteligência e sabedoria para tomar as decisões correctas”.
A mensagem cristã nas suas películas
Se trata de um processo que não só afecta a sua vida pessoal, mas também a sua profissão: “Realmente sinto que quando escrevi o primeiro guião de ‘Rocky’, alguém dirigia a minha mão”.
Algo muito similar sucede com a última película da saga, “Rocky Balboa”, onde o actor finaliza a película “assinalando com o seu dedo para cima e mostra respeito a Jesus”.
Nela se procura que o espectador, quando veja a película, trate “de ser capaz de escutar o seu coração e não tanto a sua mente, seguindo a orientação de alguém muito mais poderoso que tu: Jesus”, explica Stallone.
Em Rocky I: antes que ninguém, Jesus Cristo
“Em ‘Rocky I’, a primeira pessoa que vimos foi Jesus”, explicou em referência a uma cena de abertura do clube de boxe onde há um grande mural de Jesus Cristo numa parede do fundo.
E se um sexto “Rocky” não é suficiente, há “Rambo IV” onde a mensagem é mais clara: “Rambo é um ateu que não crê em nada. O Seu trabalho consiste em levar um grupo de missionários católicos rio acima num território muito hostil, e Rambo está ali para levar a Palavra de Deus e a medicina aos nativos”.
Parece que o herói do grande ecrã, de corpo descomunal, experimentado lutador, para quem a vida e a morte não valem nada, enquanto se dedica a salvar o mundo também está necessitado de Deus.
Actualizado 7 de Março de 2013
Fernando de Navascués / ReL
Sendo de origem italiana, não é muito difícil concluir que nasceu no seio de uma família católica. Certo.
E tão certo como que metido no mundo dos artistas, do cinema, e da televisão… A sua fé ficou estacionada em algum momento e em algum lugar da sua vida.
Efectivamente, Rambo, Rocky ou simplesmente Sylvester Stallone foi assim. Mas também Deus teve uma chamada especial para que voltasse à fé: a enfermidade da sua filha Sophia.
Porno em 1970
Sylvester Stallone nasceu em Nova Iorque, em 1946, no seio de uma família de imigrantes católicos. A sua mãe era professora de dança e o seu pai, barbeiro. Sylvester logo reclamou para si um lugar marcante no mundo da cena.
No princípio teve alguns papéis secundários para Woody Allen e, inclusive, na famosíssima série de Kojak, mas os estúdios eram caros e o trabalho não abundava. Assim que lamentavelmente se abria uma das páginas mais obscuras da sua carreira cinematográfica participando em 1970 numa película pornográfica.
O pugilista Rocky, o seu grande êxito
A seca continuou até que em 1975 escreveu o guião de Rocky e no ano seguinte estreava-se a película convertendo-se num êxito internacional, e fazendo do pugilista um ícone do mundo do cinema que haveria que passar de geração em geração, e onde a presença da fé cristã não anda muito longe.
Uma enfermidade, a porta até à fé
Os tempos mudam, deixou de ir à igreja e preferiu procurar fama e fortuna, mas Deus chamou de novo à sua porta e encaminhou-o de novo até à fé da sua infância. Para isso o Senhor valeu-se da sua filha Sophia.
Sophia nasceu com uma enfermidade do coração. Em Novembro de 1996, com somente dois meses de idade, teve que submeter-se a uma operação de coração aberto. Afortunadamente a operação correu bem, encontra-se em perfeito estado e, inclusive, faz vida normal.
Parece que tudo ficou arranjado. Sem dúvida numa entrevista concedida aos medias, Stallone trata de encontrar as palavras para descrever o que provocou o abandono da sua fé e o revulsivo que causou a enfermidade da sua filha. Algo muito clássico e que sucede a tantas pessoas: “Não o sei. É a vida. A tua carreira profissional está-te levando por um lado, e deixas de estar em comunicação com a tua família”.
Para os actores, o peso da fama é “muito forte”, e acrescentou: “Eu não tinha nenhuma base sólida detrás de mim ou gente que me ajudasse a manter os pés no chão. Seduziu-me extremamente a nova liberdade que tinha alcançado”.
Ao terceiro matrimónio
E quanto à sua vida afectiva, em 1974 casou-se com a actriz Sasha Czack, da qual se divorciou em 1985. Neste mesmo ano casou-se com Brigitte Nielsen, cujo matrimónio se rompeu dois anos depois.
Sem dúvida, tudo começou a mudar a partir do casamento com a sua terceira e actual esposa, Jennifer Flavin, a mãe de Sophia. “Quando me casei, tudo mudou”, disse, sobretudo “quando a minha filha nasceu enferma e me dei conta de que realmente se necessita um pouco de ajuda aqui. Comecei a por tudo nas mãos de Deus, da sua omnipotência, do seu perdão”.
Stallone explica que ser católico “me põe onde devo estar. Estava só no mundo. Pensei que ia ter que manejar as coisas à minha maneira.”
Então “pensei que se me ponho nas mãos de Jesus e peço compreensão e orientação, basicamente estou-me livrando do jugo de cima e usando a Sua inteligência e sabedoria para tomar as decisões correctas”.
A mensagem cristã nas suas películas
Se trata de um processo que não só afecta a sua vida pessoal, mas também a sua profissão: “Realmente sinto que quando escrevi o primeiro guião de ‘Rocky’, alguém dirigia a minha mão”.
Algo muito similar sucede com a última película da saga, “Rocky Balboa”, onde o actor finaliza a película “assinalando com o seu dedo para cima e mostra respeito a Jesus”.
Nela se procura que o espectador, quando veja a película, trate “de ser capaz de escutar o seu coração e não tanto a sua mente, seguindo a orientação de alguém muito mais poderoso que tu: Jesus”, explica Stallone.
Em Rocky I: antes que ninguém, Jesus Cristo
“Em ‘Rocky I’, a primeira pessoa que vimos foi Jesus”, explicou em referência a uma cena de abertura do clube de boxe onde há um grande mural de Jesus Cristo numa parede do fundo.
E se um sexto “Rocky” não é suficiente, há “Rambo IV” onde a mensagem é mais clara: “Rambo é um ateu que não crê em nada. O Seu trabalho consiste em levar um grupo de missionários católicos rio acima num território muito hostil, e Rambo está ali para levar a Palavra de Deus e a medicina aos nativos”.
Parece que o herói do grande ecrã, de corpo descomunal, experimentado lutador, para quem a vida e a morte não valem nada, enquanto se dedica a salvar o mundo também está necessitado de Deus.
in
"Queridos filhos, muitas pessoas vão à igreja protestante pensando ser de Deus. Estão enganadas. As pessoas que fazem parte da mesma, tende certeza, caminham para perdição. Queridos filhos, a religião fundada por meu Filho, e que é de viva fé, é a Católica. As demais são do demônio. Ficai em paz."
ResponderEliminar29ª Mensagem de Nossa Senhora Rainha da Paz. Em 09/04/1988.
APELOS URGENTES