| CICLO JOAQUÍN ACHÚCARRO |
| TEATRO NACIONAL DE SÃO CARLOS ABRIL 10 às 21 horas, 12 às 16 horas, 17 às 21 horas e 19 às 16 horas |
Em abril, o pianista Joaquín Achucarro protagoniza quatro concertos em São Carlos, acompanhado pelos corpos artísticos do Teatro Nacional de São Carlos: Orquestra Sinfónica Portuguesa e Coro do Teatro Nacional de São Carlos (coro feminino). Como anunciado em edição anterior, o pianista Joaquín Achúcarro é homenageado com um ciclo que lhe é inteiramente dedicado durante este mês. A 10 de abril, Joaquín Achúcarro, a Orquestra Sinfónica Portuguesa e Joana Carneiro abraçam o desafio de interpretar a Abertura Egmont e o Concerto n.º 4, em Sol Maior para piano e orquestra, de Ludwig van Beethoven (1770-1827) e a Sinfonia n.º 3, em Fá Maior, de Johannes Brahms. A 12 de abril (este Domingo) às 16 horas, Joana Carneiro dirige um concerto no qual o pianista Joaquín Achúcarro e a Orquestra Sinfónica Portuguesa interpretam o Concerto em Lá Menor para piano e orquestra, op. 16, de Edvard Grieg (1843-1907) e Finlândia, op. 26, de Jean Sibelius (1865-1957). Les Préludes, poema sinfónico n.º 3 de Franz Liszt (1811-1886), encerra o programa da tarde de Domingo. A 17 de abril, às 21 horas, o pianista Joaquín Achúcarro apresenta-se em concerto, com a Orquestra Sinfónica Portuguesa e o Coro do Teatro Nacional de São Carlos (coro feminino do TNSC), interpretando-se, nessa ocasião, o Concerto para a mão esquerda, de Maurice Ravel (1875-1937), Músicas de cena para Calígula, para coro feminino e orquestra, de Gabriel Fauré (1845-1924) e a suite para bailado O Pássaro de Fogo, de Igor Stravinsky (1882-1971), segundo a versão de 1919. A 19 de abril, às 16 horas, ocorre a estreia absoluta de Vita Brevis, para coro feminino e orquestra, nova encomenda do TNSC ao compositor português Eurico Carrapatoso (1962, 53 anos), seguindo-se as Variações sobre um tema de Paganini para piano e orquestra, de Serguei Rachmaninov (1873-1943) e a Sinfonia n.º 7, em Lá Maior, de Ludwig van Beethoven (1770-1827). |
"Joaquín Achúcarro [...]
registou uma trintena de discos e tocou com 206 orquestras e 358 maestros, entre os quais se contam nomes como Abbado, Chailly, Colin, Davis, Mehta (que garante que só ouviu sonoridade de piano comparável em Arthur Rubinstein), Ozawa e Rattle." TimeOut Lisboa "The piano is a percussion instrument. Some extraordinary pianists, and Joaquin is one of them, can make it appear that the piano goes legato and that the notes grow into each other... there is a very particular sound that he can make that now very, very few pianists can make. It's a very rare thing and it's instantly recognizable" Sir Simon Rattle |
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