Actualizado 1 de Janeiro de 2014
Carmelo López-Arias / ReL
Carmelo López-Arias / ReL
| O único sobrevivente está baseado numa história real. |
Uma das grandes películas do ano, O único sobrevivente [Lone Survivor], estreia-se em Espanha este 1 de Janeiro. Dirigida por Peter Berg, conta uma história real sucedida no Afeganistão em 2005. Quatro Navy Seal, a unidade de elite dos marines, são encarregados de eliminar um chefe talibã. O cumprimento da missão exigirá aos membros do comando dar o melhor de si mesmos, numa prova de patriotismo e irmandade (ver abaixo o trailer).
Mark Wahlberg, de conhecidas convicções católicas, é o protagonista do filme, e numa das entrevistas de promoção não duvidou em reafirmar a sua fé quando o interrogaram sobre isso.
A fé "é a parte mais importante da minha vida. Não empurro ninguém para ela, nem tento ocultá-la", declara a Parade. E esta é a sua resposta quando lhe perguntam como passa os domingos: "Se as crianças foram boas, compro-lhes donuts às 6:30 da manhã e digo-lhes que deixem dormir a mamã. Então vou à igreja às 7:30, e quando volto estão todos tomando o pequeno-almoço. Logo, se as coisas não estão demasiado agitadas, volto à missa à 10:30. Mas se algum dos rapazes tem jogo, vamos vê-lo. É um bom dia para estar em família".
Mark acaba de demonstrar o importante que são para ele os quatro filhos que tem com a modelo Rea Durham, com quem se casou pela Igreja em 2009, depois de oito anos de convivência, depois da sua conversão. Em Junho passado o actor, de 42 anos, tirou o seu título de bacharelato, estudos que deixou na sua juventude, rebelde e cheia de problemas inclusive com a lei. Ainda que tem a vida resolvida e para nada necessitava desse papel, quis fazê-lo por uma única razão, como explicou a People: "Não quero que os meus filhos me digam: ´Tu não o fizeste, porque tenho que fazê-lo eu?´. Todas as coisas que querem fazer no futuro exigem educação".
Obter o título, além disso, foi para ele "um grande alívio", pois teve que ir, entre outras aulas no seu velho instituto, às de matemática: "Perguntei-me: ´Porque não o fiz quando estava aqui? É muito mais difícil ter que voltar já quarentão a resolver todos estes problemas´".
Além disso brinca comentando que com esses conhecimentos de matemática levará melhor os seus negócios. Além de interpretar, Wahlberg produziu O único sobrevivente, pois desde há anos combina a sua faceta de actor com a de produtor. Sem saltar o preceito dominical, isso sim. Por partida dupla se é preciso.
Mark Wahlberg, de conhecidas convicções católicas, é o protagonista do filme, e numa das entrevistas de promoção não duvidou em reafirmar a sua fé quando o interrogaram sobre isso.
A fé "é a parte mais importante da minha vida. Não empurro ninguém para ela, nem tento ocultá-la", declara a Parade. E esta é a sua resposta quando lhe perguntam como passa os domingos: "Se as crianças foram boas, compro-lhes donuts às 6:30 da manhã e digo-lhes que deixem dormir a mamã. Então vou à igreja às 7:30, e quando volto estão todos tomando o pequeno-almoço. Logo, se as coisas não estão demasiado agitadas, volto à missa à 10:30. Mas se algum dos rapazes tem jogo, vamos vê-lo. É um bom dia para estar em família".
Mark acaba de demonstrar o importante que são para ele os quatro filhos que tem com a modelo Rea Durham, com quem se casou pela Igreja em 2009, depois de oito anos de convivência, depois da sua conversão. Em Junho passado o actor, de 42 anos, tirou o seu título de bacharelato, estudos que deixou na sua juventude, rebelde e cheia de problemas inclusive com a lei. Ainda que tem a vida resolvida e para nada necessitava desse papel, quis fazê-lo por uma única razão, como explicou a People: "Não quero que os meus filhos me digam: ´Tu não o fizeste, porque tenho que fazê-lo eu?´. Todas as coisas que querem fazer no futuro exigem educação".
Obter o título, além disso, foi para ele "um grande alívio", pois teve que ir, entre outras aulas no seu velho instituto, às de matemática: "Perguntei-me: ´Porque não o fiz quando estava aqui? É muito mais difícil ter que voltar já quarentão a resolver todos estes problemas´".
Além disso brinca comentando que com esses conhecimentos de matemática levará melhor os seus negócios. Além de interpretar, Wahlberg produziu O único sobrevivente, pois desde há anos combina a sua faceta de actor com a de produtor. Sem saltar o preceito dominical, isso sim. Por partida dupla se é preciso.
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