Em entrevista a um jornal italiano, J-Ax, couch da irmã no programa, revela que o único motivo dos ataques foi o de ser uma religiosa católica
Roma, 10 de Julho de 2014 (Zenit.org) Thácio Siqueira
Ateu, embora a sua “viagem espiritual ainda esteja em
andamento”, como ele mesmo diz, Alessandro Aleotti, músico italiano,
mais conhecido como J-Ax, alcançou esse ano a capa do New York Times.
Mas, não sozinho. Ao seu lado uma freira, Irmã Cristina Scuccia, que
quis dar ao mundo o seu talento musical. Assim, como a "água benta e o
diabo" - como o próprio J-Ax os definiu no início do programa - deram a
volta ao mundo, por meio dos meios de comunicação e a internet, levando
muita esperança e também - por que não? - o nome de Jesus.
Pela primeira vez na história uma freira no The Voice para
disputar a batalha com outros profissionais da música. A sua primeira
apresentação no programa alcançou 54 milhões de visualizações no
youtube.
No dia 7 de Julho, segunda-feira passada, em entrevista ao jornal
italiano “Il Garantista”, J- Ax revelou que a Ir. Cristina foi duramente
perseguida ao longo do programa italiano, e, simplesmente, por ser uma
religiosa católica.
Embora reconhecendo, diante do jornalista, que os budistas tiveram as
suas perseguições, J-Ax afirma que “está de acordo”, porém, tiveram
“bem menos do que a Ir. Cristina”. “Muitos viram-na como uma invasão da
Igreja”, disse o músico.
Depois de dar-lhe vários conselhos, afirma J-Ax na entrevista, disse à
religiosa que agora partia para a gravação de um novo disco e voltava
para o lugar de onde tinha vindo. No entanto, deixou claro para a Ir.
Cristina e sua superiora, que “se estiver precisando de mim, se se
sentir em perigo, que me ligue”. “Dei a minha palavra àquela jovem e
disse que a defenderia, que teria sido seu escudo, e assim o fiz e farei
sempre”, assegurou.
(10 de Julho de 2014) © Innovative Media Inc.
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