O relativismo e a sua influência no pensamento e na política à luz de Jacques Maritain e de Bento XVI. Este o ponto de partida para a tese de mestrado de Diogo Madureira que e da qual resulta agora o livro “Maritain e Bento XVI – Sobre a modernidade e o relativismo”, com a chancela editorial Cáritas. O livro foi ontem apresentado, no Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica, em Lisboa. O livro retrata o confronto da cultura e da filosofia contemporânea quando colocadas perante a “ditadura do relativismo”, a expressão é de Bento XVI e é recuperada aqui por Diogo Morgado. “Essa ditadura o que os diz é que todas as ideias são relativas, que não é possível ao homem determinar o que é verdade e o que é o bom. Todas as concepções morais e de verdade são produtos históricos e partilho a opinião do Papa Bento XVI de que esta posição é muito prejudicial para a democracia e para os direitos humanos”, explica Diogo Morgado. ler+
"Maritain se debruça sobre a particularidade do cristianismo e o papel que pode ter na defesa da democracia e dos seus fundamentos políticos e morais. O problema não está, note-se, na busca do consenso de base - mais que legítimo, indispensável - para a sã convivência em sociedades multiculturais como as nossas, onde as diversas crenças convivem com as não-crenças. O problema reside na estratégia adoptada, fundada na aspiração a um neutralismo secular ilusório que lança um anátema sobre as verdades da religião ao afastá-las do discurso político público e ignora a dimensão comunitária da vivência religiosa." (in Maritain e Bento XVI – Sobre a modernidade e o relativismo)
Maritain e Bento XVI Sobre a Modernidade e o Relativismo
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