Páginas

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Jornada de oração pelos cristãos perseguidos em Lisboa e Setúbal

Fundação Ajuda à Igreja que Sofre (AIS) em colaboração com diversas organizações da Igreja Católica portuguesa, organiza jornada no sábado, dia 23 de Janeiro


Com eventos nas dioceses de Lisboa e Setúbal, esta jornada terá início pelas 17 horas, com a oração do Terço na via pública, no largo defronte da Igreja de São Domingos, junto ao Rossio, prosseguindo-se assim a iniciativa realizada em Janeiro do ano passado.

Então, recorde-se, mais de quatro centenas de pessoas responderam afirmativamente ao desafio lançado pela Fundação AIS, em resposta à situação dramática que já se vivia em diversas partes do mundo, nomeadamente no Médio Oriente e em África.

A jornada de oração de sábado, dia 23 de Janeiro, irá prosseguir depois, pelas 21 horas, na Igreja Nova de Almada, com a realização de um grande concerto pela paz, com a presença da Irmã Kelly Patrícia, do Brasil.

A Irmã Kelly é fundadora, juntamente com a Irmã Jane Madeleine, do Instituto Hesed de vida religiosa de adoração perpétua, que tem como carisma experimentar, viver e cantar a Misericórdia de Deus, numa vida de oração e missão.

A entrada para o concerto é livre e todos são convidados a participar neste evento que pretende ser, acima de tudo, também, uma grande manifestação de solidariedade para com os milhares de cristãos perseguidos no mundo por causa da sua fé.

Nesta dupla iniciativa procura-se ter presente, na oração e no coração de todos, o sofrimento indizível de tantos cristãos que se viram forçados a fugir de suas casas, que perderam familiares e amigos, e que vivem agora confinados a campos de refugiados depois de terem sido espoliados de tudo o que possuíam.

Na véspera do Natal, a Fundação AIS recebeu uma carta do Arcebispo de Aleppo, em que D. Jean-Clément nos suplicava para não o deixarmos sozinho, e pedia encarecidamente que o acompanhássemos com as nossas orações.

Nessa carta, D. Jean-Clément dizia-nos que a vida nesta cidade síria, agora em ruínas, é um suplício. Por lá falta tudo: água, luz eléctrica, alimentos, medicamentos.

Em Aleppo, as pessoas têm medo. Mesmo após cinco anos de guerra, ninguém se habitua verdadeiramente à morte. Todos os dias se ouvem tiros, rebentamentos de bombas. Todos os dias alguém fica ferido. Todos os dias morre mais alguém. Todos os dias. Isto é assim em Aleppo, é assim em muitas outras cidades na Síria.

“Não me deixem sozinho”, pediu-nos D. Jean-Clément. Sábado, dia 23, vamos estar unidos a ele, vamos estar unidos a todos os cristãos perseguidos na Síria, mas também no Iraque, na Nigéria, no Sudão, na Coreia do Norte… enfim, em todos os países do mundo onde não há liberdade religiosa.

#RezarPelaPaz #PrayForPeace

info@fundacao-ais.pt | www.fundacao-ais.pt


in


Sem comentários:

Enviar um comentário