Ajudemos as crianças a desenvolver o senso crítico e a escolher programas de televisão úteis para a sua educação
Nos últimos anos, na televisão, temos visto uma
grande mudança no mundo dos desenhos animados e dos programas para as
crianças. A mudança deve ser analisada com atenção para compreendermos a
fundo o significado de certas mensagens enviadas pelas telas.
Recorde-se que os personagens de desenhos animados não são apenas bonecos criados para fazer sorrir. Por trás deles se escondem emoções, histórias, filosofias de vida que atingem o coração das crianças. Por esta razão, hoje é mais importante do que nunca saber escolher os programas a ser vistos.
Recorde-se que os personagens de desenhos animados não são apenas bonecos criados para fazer sorrir. Por trás deles se escondem emoções, histórias, filosofias de vida que atingem o coração das crianças. Por esta razão, hoje é mais importante do que nunca saber escolher os programas a ser vistos.
Como fazer essas escolhas de televisão?
A primeira regra a ter em mente é que nem sempre o género "desenho
animado" é sinónimo de entretenimento adequado para crianças. Não basta
ver um boneco se mexendo na tela e já pensar: “Pronto! Achei um programa
para os meus filhos”.
Há programas, ainda, com aparência “agradável”, mas que, se você olhar com cuidado, verá que contêm mensagens enganosas. O problema está na origem: há desenhos animados e programas de televisão projectados no estrangeiro para de adolescentes e adultos: não são de forma alguma adequados para crianças, apesar do visual “infantil”.
Alguns pais deixam seus filhos estacionados na frente do ecrã sem perceber que eles estão vendo conteúdos totalmente inadequados. É necessário que os pais e mães prestem mais atenção e se comprometam a sério em ajudar os seus “pequenos espectadores” a escolher os programas certos para a sua sensibilidade.
E se a criança não quiser parar de ver o seu desenho ou programa favorito? Não é fácil explicar aos filhos que é melhor deixar de lado um determinado programa da TV. Uma boa solução seria vê-lo juntos e falar sobre o conteúdo, fazendo, com bom senso, algumas observações sobre imagens e mensagens duvidosas. O importante é conversar com as crianças e ajudá-las a desenvolver seu senso crítico. Por que, afinal, não poderíamos convidar os pequenos a descobrir desenhos animados e programas de TV que lhes ofereçam verdadeira formação?
Há programas, ainda, com aparência “agradável”, mas que, se você olhar com cuidado, verá que contêm mensagens enganosas. O problema está na origem: há desenhos animados e programas de televisão projectados no estrangeiro para de adolescentes e adultos: não são de forma alguma adequados para crianças, apesar do visual “infantil”.
Alguns pais deixam seus filhos estacionados na frente do ecrã sem perceber que eles estão vendo conteúdos totalmente inadequados. É necessário que os pais e mães prestem mais atenção e se comprometam a sério em ajudar os seus “pequenos espectadores” a escolher os programas certos para a sua sensibilidade.
E se a criança não quiser parar de ver o seu desenho ou programa favorito? Não é fácil explicar aos filhos que é melhor deixar de lado um determinado programa da TV. Uma boa solução seria vê-lo juntos e falar sobre o conteúdo, fazendo, com bom senso, algumas observações sobre imagens e mensagens duvidosas. O importante é conversar com as crianças e ajudá-las a desenvolver seu senso crítico. Por que, afinal, não poderíamos convidar os pequenos a descobrir desenhos animados e programas de TV que lhes ofereçam verdadeira formação?
Há belas histórias de fantasia que podem ensinar valores importantes: amizade, lealdade, amor genuíno, respeito mútuo. O que não podemos é cair no erro de deixar as crianças sozinhas na frente da TV.
Aprendamos a acompanhá-las e orientá-las no mar infindável das
propostas de televisão! Isso irá ajudá-las a crescer melhor e dará um
contributo decisivo para a sua educação.
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