Forte apelo do Conselho Mundial de Igrejas sobre questões de imigração e acolhimento.
Roma,
16 de Junho de 2015
(ZENIT.org)
Staff Reporter
"Todos os membros da comunidade internacional têm a obrigação moral
e legal de salvar a vida das pessoas em perigo, independentemente da
sua origem e do seu status", reafirma o comité executivo do Conselho
Mundial de Igrejas (CMI), em declaração emitida após a visita feita na
semana passada a Echmiadzin, a sede da Igreja Apostólica Arménia.
O comité ecuménico prestou homenagem às vítimas do Metz Yeghém, o genocídio do começo do século passado, e aproveitou a oportunidade para considerar questões prementes na Igreja e no mundo de hoje: em especial, a "profunda preocupação com a vida de um número crescente de pessoas, em todo o mundo, que, fugindo de situações de violência, opressão, ocupação ou privação económica, são levadas a fazer viagens desesperadas e arriscadas". Por exemplo, a dos rohingya que fogem de Mianmar e a das pessoas do norte da África que fogem em massa para as costas europeias.
Para o CMI, a imigração é um "crescente desafio global" que exige resposta rápida e eficaz nos "diferentes contextos". Basta pensar na "morte de um número sem precedentes de imigrantes e refugiados que tentam atravessar o Mediterrâneo rumo à Europa" ou na tragédia dos "rohingya e de Bangladesh no mar de Andaman". Mas também preocupam "os recentes assassinatos de trabalhadores migrantes cristãos etíopes por parte do auto-proclamado Estado Islâmico na Líbia e a violência xenófoba contra imigrantes na África do Sul".
Todas estas situações têm em comum a "vulnerabilidade" de pessoas forçadas a deixar os seus países de origem em busca de uma vida melhor para si e para as suas famílias. Diante de tal situação, o Conselho Mundial de Igrejas "reconhece e respeita" a prerrogativa de cada Estado de "controlar suas fronteiras e as condições de entrada e residência", mas também reconhece "o desafio representado pelo volume de migrantes em situação irregular".
A organização ecuménica espera que todos os países "honrem o espírito das suas obrigações de direito internacional, incluindo os direitos humanos e o direito dos refugiados". Neste sentido, "acreditamos que é legal e eticamente inaceitável que os países abdiquem às suas responsabilidades de salvar vidas humanas e de fornecer-lhes proteção".
O comité ecuménico prestou homenagem às vítimas do Metz Yeghém, o genocídio do começo do século passado, e aproveitou a oportunidade para considerar questões prementes na Igreja e no mundo de hoje: em especial, a "profunda preocupação com a vida de um número crescente de pessoas, em todo o mundo, que, fugindo de situações de violência, opressão, ocupação ou privação económica, são levadas a fazer viagens desesperadas e arriscadas". Por exemplo, a dos rohingya que fogem de Mianmar e a das pessoas do norte da África que fogem em massa para as costas europeias.
Para o CMI, a imigração é um "crescente desafio global" que exige resposta rápida e eficaz nos "diferentes contextos". Basta pensar na "morte de um número sem precedentes de imigrantes e refugiados que tentam atravessar o Mediterrâneo rumo à Europa" ou na tragédia dos "rohingya e de Bangladesh no mar de Andaman". Mas também preocupam "os recentes assassinatos de trabalhadores migrantes cristãos etíopes por parte do auto-proclamado Estado Islâmico na Líbia e a violência xenófoba contra imigrantes na África do Sul".
Todas estas situações têm em comum a "vulnerabilidade" de pessoas forçadas a deixar os seus países de origem em busca de uma vida melhor para si e para as suas famílias. Diante de tal situação, o Conselho Mundial de Igrejas "reconhece e respeita" a prerrogativa de cada Estado de "controlar suas fronteiras e as condições de entrada e residência", mas também reconhece "o desafio representado pelo volume de migrantes em situação irregular".
A organização ecuménica espera que todos os países "honrem o espírito das suas obrigações de direito internacional, incluindo os direitos humanos e o direito dos refugiados". Neste sentido, "acreditamos que é legal e eticamente inaceitável que os países abdiquem às suas responsabilidades de salvar vidas humanas e de fornecer-lhes proteção".
(16 de Junho de 2015) © Innovative Media Inc.
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