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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2022

Boas notícias e o rosto da humanidade

Bom dia e boa semana para si que nos acompanha.

Este domingo, no Vaticano, o Papa emocionou-se a falar de notícias que mostram o melhor da humanidade, evocando a mobilização do povo marroquino para salvar uma criança, e não só. Infelizmente, as notícias tristes continuam a chegar, em especial para muitas mulheres e meninas em todo o mundo, que são vítimas de práticas humilhantes. O dia não acabou sem uma surpresa, quando fazia zapping, na televisão cá de casa: Francisco esteve em conversa, durante cerca de uma hora, no programa ‘Che tempo che fa’, da Rai3, na Itália, onde denunciou as lógicas globais de guerra e a indiferença perante o sofrimento humano.

Por cá, foi dia de celebrar a Universidade Católica Portuguesa, data em destaque na emissão do Programa 70x7 (para ver ou rever aqui) e na entrevista conjunta Renascença/Ecclesia. Em Lisboa, o cardeal-patriarca presidiu à Missa de ação de graças, pela instituição, e saudou o seu contributo para a Igreja e a sociedade.

Por falar na UCP, as jornadas de Teologia do Centro Regional do Porto começam hoje, com o tema  ‘O Reconhecimento da Fraternidade. Fundamentos, Hermenêuticas e Desafios da Fratelli Tutti’.

Já a Diocese de Bragança-Miranda viveu um dia de ação de graças pelo ministério episcopal de D. José Cordeiro, que se prepara para assumir a nova missão que lhe confiada pelo Papa Francisco, como arcebispo de Braga.

A nossa programação regressa hoje à RTP2, pelas 15h00, numa conversa com o médico Luis Parente Martins sobre cuidados paliatiavos para insuficientes cardíacos, apontando à celebração do próximo Dia Mundial do Doente (11 de fevereiro).

Na Antena 1 da rádio pública, esta vai ser uma semana especial: o Programa Ecclesia, emitido pelas 22h45 de segunda a sexta-feira, vai mudar de horário, 12 anos depois. A alteração justifica uma série de conversas sobre o significado deste espaço, a começar pelo nosso diretor, Paulo Rocha. Não perca.

Esta mensagem vai longa, mas exige-se uma nota final para o calendário litúrgico, dado que hoje celebramos a festa das Cinco Chagas do Senhor, uma devoção muito viva entre os portugueses, desde os começos da nacionalidade – tanto que se relaciona com as armas da bandeira nacional. A partir de Bento XIV (séc. XVIII), os Papas concederam para Portugal uma festa particular, que veio a ser fixada neste dia.

Despeço-me com votos de boas notícias, sempre,

Octávio Carmo

 


www.agencia.ecclesia.pt

      



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