A notícia foi dada por Mons. Dario Edoardo Viganò, Prefeito da
Secretaria para a Comunicação, explicando que pode ser necessário uns 5
anos para a reforma da media do Vaticano
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| Mons. Eduardo Viganó, Prefeito das Comunicações no Vaticano |
Depois do Twitter, o Papa Francisco chega agora à outra rede social
bem conhecida: Instagram. A conta oficial do Papa, com o nome
“Franciscus”, terá início no sábado, 19 de Março, festa de São José.
Quem deu a notícia foi o prefeito da Secretaria para a Comunicação,
mons. Dario Edoardo Viganò, na apresentação do seu livro “Fedeltà è
cambiamento – La svolta di Francesco raccontata da vicino”, (Fidelidade
mudança – a reviravolta de Francisco contata de perto”, organizada na
noite de ontem pela Fundação Biagio Agnes na Casa do Cinema, em Roma.
Com os jornalistas, o prelado falou das novas modalidades de
comunicação introduzidas pelo Papa argentino: “Francisco – disse – segue
os grandes ensinamentos da Igreja, mas ao mesmo tempo, mudou muito o
seu modo de comunicar o pontificado. Não só simplificando a figura do
Pontífice, mas também contando história e parábolas; basta pensar nas
homilias de Santa Marta nas quais entra nos sentimentos das pessoas
através do Evangelho”.
De acordo com Viganò, o Papa Bergoglio pode definir-se “um perfeito
contador de histórias”, que representa plenamente “uma reviravolta do
ponto de vista comunicativo”. Questionado sobre a reforma da media do
Vaticano, o prefeito explicou que “a necessidade já surgiu no 2000” e
que “há anos se fala de reforma”. “A plataforma digital pretende
repensar de forma unitária de acordo com o modelo top down procurando
compreender quem são os usuários, os nossos interlocutores. Faremos
confluir em um único portal os textos, a rádio e os vídeos. Começamos a
fazer grupos de trabalho mistos para juntar todas as coisas boas que
existem”.
Sobre os tempos da reforma, segundo Mons. Viganò poderia ser “daqui
aos próximos quatro anos. Este – acrescentou – será um ano importante
porque vai haver a fusão de TV e Rádio”, em um único “Centro de Rádio e
TV Vaticano”. “A ideia não é cortar, mas passar aos investimentos e
queremos que cada euro gasto tenha, tanto a força comunicativa quanto a
semente de missão apostólica. Para dar voz ao Papa pela interface
simples, mas de “sistema complexo”.
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