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sexta-feira, 18 de março de 2016

Ideologia do género

Ainda com o dia da Mulher por perto e a recente notícia do novo brinde do Happy Meal da McDonald’s poderíamos questionar nos o que se passa?
 
Por um lado celebra-se o dia da mulher, por outro defende-se a ideologia de género e não se deixa as meninas serem meninas e os meninos, meninos.
 
Será que é porque as meninas ainda não são mulheres? Ainda podem mudar de género?
 
É precisamente nos tempos de hoje que temos de defender cada vez mais o ser mulher e também o ser homem.
 
Somos diferentes. Iguais em direitos, mas diferentes fisicamente, psicologicamente e mesmo na forma de estar e de ser.
 
Vivemos tempos que se querem “tempos modernos” mas caímos no ridículo de querer relativizar tudo, repensar tudo, questionar tudo. Nesse caso, porquê continuar chamar cadeira a uma cadeira e não passar a chamar mesa? Se uma criança não tem género, é apenas um individuo, então também uma mesa é apenas um objecto e posso fazer dela o que quiser ou chamar o que quiser.

Se entramos em campos tão absurdos e , ainda por cima, começando logo no ser humano, que se estenda esta onda de pensamento para tudo o que está à nossa volta.

Repensar a moda. Porque a roupa feminina se está a masculinizar mas o contrário não acontece? Porque não se cria uma colecção de vestidos para homens?

Há que remar contra esta maré absolutamente ridícula e anti natural! Em filosofia estuda-se a essência do ser .  A essência do ser e imutável e é o que é!
Somos diferentes homens e mulheres e ainda bem! Que se continuem a notar as diferenças na feminilidade e na masculinidade. É isto que torna a natureza e o ser humano tão especiais. É isto que torna uma relação tão frutífera pois ambos se complementam nas suas diferenças.







Rita Parreira Anes de Oliveira

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