domingo, 28 de junho de 2020

Domingo a sonhar com novos destinos

Olá!

Em tempo de pandemia os dias parecem quase iguais mas eis que nos chega o dia de domingo. Para quem pode o convite é participar das celebrações comunitárias, com os devidos cuidados.

E o fim do mês de junho traz-nos o horizonte das férias, este ano também com limitações geográficas e muitos cuidados, mas podendo sonhar com novos destinos.

Vale a pena ler a nota que a Obra Nacional da Pastoral do Turismo escreveu apontando redescobertas de locais, espaços de natureza e diferente beleza, bem como várias propostas pastorais que podem ser uma mais valia em tempo de descanso. 

E, se para alguns o tempo pode já ser de descanso para os professores ainda são dias de trabalho, com exames e reuniões de final de ano letivo. A ECCLESIA falou com dois professores de diferentes geografias, mas com as mesmas preocupações e sentimentos: um «sabor amargo» e «ciclos por fechar», para ler aqui.

O portal de notícias ECCLESIA tem lá estas e outras notícias em atualização permanente. Por ser domingo o programa 70x7 chega à RTP 2, pelas 17h56, hoje com a perspetiva de "ressurgir".

 

Desejo-lhe um bom domingo e uma vida feliz!

Sónia Neves

 

 


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sábado, 27 de junho de 2020

vocação




“O Senhor escolhe-nos, mas não nos impõe”. As palavras são do diácono Francisco Molho, um jovem de Moura que, aos 25 anos, vai ser ordenado padre na Sé de Beja, no próximo domingo, dia 28. A primeira vez que viu uma missa já tinha sete anos e ficou fascinado. Depois, passou a assistir às celebrações de forma assídua, fez parte do grupo de acólitos e cantou salmos. A vocação começou provavelmente logo ali, e ao longo do tempo entendeu que fazia “cada vez mais sentido entregar a vida a Deus e ao serviço da Igreja”.

Só aos sete anos de idade é que Francisco Molho entrou, pela primeira vez, numa igreja. “Fiquei fascinado”. Este fim de semana vai ser ordenado padre na Sé de Beja

Cada exercício espiritual dura uma hora e são cinco por dia. Durante oito dias. Esta é a matéria dos retiros de preparação, neste caso para a ordenação presbiteral. A experiência proposta por Santo Inácio de Loyola, para facilitar o encontro com Deus, pode passar pela leitura de textos bíblicos para a reflexão de um tema, ou para a contemplação de uma passagem da vida de Jesus. “O importante é encontrarmo-nos com o Senhor e não há uma forma de o fazer. Cada um, de acordo com a sua própria personalidade, cultura e maneira de estar no mundo é que vai percebendo o que o ajuda mais nesse percurso”, observa o diácono Francisco Molho, que acaba de regressar dos seus sextos exercícios espirituais.

Os primeiros aconteceram no terceiro ano de seminário, no final dos seis anos de curso somava quatro. Antes deste último, fez o de preparação para a ordenação diaconal. O jovem de 25 anos, que será ordenado padre no próximo domingo, dia 28 de junho, na Sé de Beja, diz que estes períodos de isolamento temporário para efeitos de oração e reflexão “são especiais e singulares”.

Este último veio chamar-lhe “mais a atenção para a necessidade de encontrar Deus no presente, na simplicidade da vida, despertando a capacidade para o reconhecer nas coisas simples do dia a dia, na minha vida, na vida dos outros, e nas situações que vivemos”. Na prática, entre outras coisas, pode trata-se de dar sentidos às palavras: “Tentar entender se o que uma pessoa me está a dizer pode ser aquilo que Deus me quer transmitir naquele momento, e o faz através dela. Ou perceber que uma pessoa precisa de uma palavra de ânimo, porque está numa situação difícil, e, então, eu possa ser a voz de Deus para ela”.

A duas semanas de ser ordenado padre, quando este trabalho para o “Diário do Alentejo” começa a ser preparado, garante que não está nervoso nem tem dúvidas de que esse é o seu caminho. Está confiante. “Sinto que fui escolhido mas, claro, depois também há uma decisão livre da minha parte que decidiu responder. O Senhor escolhe-nos mas não nos impõe”.

Explica que a vocação pela vida eclesiástica, no fundo, “foi um desejo que foi crescendo e amadurecendo” dentro dele. Depois, há um dia em que se exterioriza. No caso foi ao comunicar a decisão de entrar no Seminário, ao terminar o 12º ano do ensino secundário. Tinha 18 anos. “A vocação já vinha de trás, e cada vez fazia mais sentido a ideia de poder entregar a minha vida a Deus, e ao serviço da Igreja.”

A DESCOBERTA DA VOCAÇÃO A primeira vez que entrou numa igreja Francisco Molho nasceu em Moura, onde cresceu. Em criança não jogava à bola, gostava de andar de bicicleta, e de brincar na rua com os amigos, entre outras coisas, aos polícias e ladrões – foi umas vezes uma coisa, outras vezes outra.

Até aos sete anos, sensivelmente, não teve contacto com a Igreja, nunca tinha assistido ou sequer visto uma missa, pois nascera no seio de uma família não praticante. É por esta altura que entra na Associação de Escoteiros de Portugal (AEP) e tudo muda. Conta que nas reuniões de sábados à tarde havia uma rapariga das mais velhas que saía sempre mais cedo do que ele, e um dia, por curiosidade, decidiu segui-la, descobrindo que ia para a missa. “A primeira imagem forte que tenho é de ir atrás dela e ela entrar na igreja, que estava cheia de gente jovem, ainda por cima era a missa das crianças da catequese. Não sei explicar muito bem, sei que fiquei fascinado”.

Passou a ir à eucaristia todos os sábados e domingos, mais tarde todos os dias. A comunidade acolheu-o muito bem, integraram-no e, aos poucos, começou a fazer parte do grupo de acólitos, a cantar os salmos. Mais tarde entrou para o grupo de
jovens que, entre outras coisas, animava a celebração da missa com a música.

Francisco Molho não tinha ido para o primeiro ano da catequese porque a mãe tinha considerado mais prudente não o inscrever. O irmão, que é mais velho (atualmente é casado e pai de filhos) tinha frequentado a catequese e depois desistido, e a mãe, que achava que se os filhos se metiam nas coisas era para as levar até ao fim, “não quis correr riscos também com o mais novo”.

No dia que comunicou à família que queria seguir a vida eclesiástica, provavelmente não surpreendeu os pais e o irmão “Eles viam que eu estava bastante ligado à Igreja e, portanto, que isso podia vir a ser uma possibilidade”. Mas, naturalmente, a notícia provocou um certo impacto. “Os meus pais aceitaram, embora não compreendendo totalmente tudo o que estava por trás da minha decisão. Sempre me disseram que aquilo que me fizesse feliz era o que os faria felizes a eles”, comenta, acrescentando que o apoiaram sempre, foram levá-lo ao seminário, e nunca tentaram dissuadi-lo.

A escolha de Francisco também não surpreendeu os amigos, grande parte também ligada à Igreja. Todos ficaram contentes por ele, o que não evitou que alguns, por brincadeira, dissessem que não acreditavam que ele chegasse a ser padre. Está quase lá!

FAZER A DIFERENÇA A formação no seminário, que dura seis anos, é exigente e completa. A nível académico é muito vasta, com disciplinas como filosofia, teologia, sociologia e psicologia. “Depois, o facto de vivermos ali 24 sobre 24 horas, a rezar, a comer e a ir à escola com as mesmas pessoas, dá-nos uma grande estrutura humana. Pois somos todos diferentes, cada um com o seu feitio, e, portanto, para vivermos em comunidade, é preciso ir aprendendo a tolerar muita coisa, a aceitar que as pessoas são diferentes de nós e a gostar delas por o que são”, observa.

A partir do quinto ano de formação no seminário de Évora, Francisco passa a vir aos fins de semana para a sua diocese, a de Beja, e colabora nas paróquias da cidade. Agora está na paróquia de Grândola, de Melides e do Carvalhal. É ainda assistente espiritual no Estabelecimento Prisional de Pinheiro da Cruz e responsável do Departamento Diocesano Pastoral Juvenil de Beja. Depois da ordenação presbiteral no final deste mês, à partida vai manter estas mesmas funções, nas mesmas comunidades, pelo menos até setembro. Por estes dias, irá também apresentar a sua tese de mestrado na Universidade Católica, em Lisboa.

À pergunta se durante os anos de formação nunca vacilou ou quis desistir dos planos de seguir a vida eclesiástica, a resposta surge direta, entre sorrisos: “Nunca fiz as malas para vir embora, mas a dada altura questionamo-nos se esse é mesmo o caminho que queremos percorrer. Acho que isso é perfeitamente normal, e até seria mau se não acontecesse.” Reafirma que foi conseguindo responder a todas as perguntas e integrá-las na sua vida. O que fará de diferente
quando for padre, ainda não sabe. “Depende das paróquias e dos serviços que me forem confiados, e o que for possível fazer em cada sítio. Muitas vezes não basta querer, é preciso que haja condições para fazer”.

Gostaria de marcar a diferença não para “sobressair ou exaltar-se”, como diz, mas para deixar marcas positivas na vida das pessoas e no mundo. “Todo o ser humano tem sonhos nesse sentido e, aí, eu não serei diferente certamente. Agora em que é que isso se concretiza, ainda não sei”.

OPÇÃO PELO CELIBATO Antes de ser ordenado diácono, Francisco Molho assinou a declaração em que diz que é de sua livre vontade que vai ser celibatário. O preceito da igreja católica, que de vez em quando está na ordem do dia e acende discussões na sociedade civil entre os que estão a favor e contra, é explicado de forma simples, depois de esclarecer que há padres católicos casados. “A igreja católica é composta por 24 ritos. O latino, que é o nosso e o mais numeroso, é dos que inclui esta obrigação”.

“O que nós entendemos pelo celibato é não casar, resumidamente. Ora a privação, pela privação em si, não tem sentido nenhum, não significa nada. Aqui o que faz sentido é a finalidade pela qual nos privamos. Nós usamos muitas vezes a expressão teológica do celibato por amor do ‘reino dos Céus’, mas a ideia no fundo é esta: é pelo amor que temos a Deus e às pessoas, que não nos casamos”

E quando morrermos, vamos todos para o céu? “Isso não sei responder, só Deus saberá. Nós acreditamos que Ele, com a sua infinita misericórdia quer, de certeza absoluta, levar-nos para o céu, quer salvar-nos, mas também respeita a nossa liberdade. Nem seria de esperar outra coisa! Que Deus seria esse se, contra a vontade das pessoas, as obrigasse a viver a eternidade junto dele?”, interroga. 

Mas há outras questões associadas ao celibato. Explica que uma delas “é a configuração com Cristo, que também não casou” e, portanto, “tornamo-nos mais semelhante a ele em muitas coisas e também nesta”. A outra diz respeito à “disponibilidade não só de tempo, mas sobretudo afetiva e psicológica”, que permite. Especifica: “Quando amamos alguém de forma especial, todas as outras, necessariamente, passam para segundo e terceiro planos, para darmos prioridade aquela que, digamos assim, nos enche o coração. O facto de abdicarmos desse amor permite-nos estar mais disponíveis para amar a todos por igual, para que toda a gente tenha a mesma preferência no nosso coração”.

“O facto de vivermos ali 24 sobre 24 horas, a rezar, a comer e a ir à escola com as mesmas pessoas, dá-nos uma grande estrutura humana. Pois somos todos diferentes, cada um com o seu feitio, e, portanto, para vivermos em comunidade, é preciso ir aprendendo a tolerar muita coisa, a aceitar que as pessoas são diferentes de nós e a gostar delas por o que são”.

20 ORDENAÇÕES NOS ÚLTIMOS ANOS

Segundo dados cedidos pela Diocese de Beja, entre 2000 e 2015, foram ordenados 20 padres nesta diocese, sendo que o maior número aconteceu em 2015, com seis ordenações presbiterais. Dos 20, nove são do Alentejo: três de Moura; dois de Alvalade-Sado; um de Safara; um de Sines; um de Cuba e um de Grândola. De acordo com a mesma fonte, nos últimos dezanove anos, foram ordenados dez diáconos permanentes que, como o próprio nome indica, vão sê-lo pela vida fora. Ou seja, não seguem para o sacerdócio. Uma vez que isto acontece, podem contrair matrimónio se, à data da ordenação, já for este o seu estado civil. Neste caso, a mulher tem que concordar – sem este consentimento, não há ordenação. Mas, se enviuvarem, já não poderão voltar a casar.

O SACERDÓCIO É UMA VOCAÇÃO

Francisco Molho diz que “o sacerdócio é uma vocação, algo que estrutura a vida”. Não tem dias nem horas para expressar-se, não funciona com base num horário ou contratos. “Neste momento sou diácono desde que me deito até que me levanto, e inclusive enquanto estou a dormir”. Diz que isso implica um estilo de vida. “Não se trata de fazer coisas, mas de ser, essencialmente em ser. É claro que também fazemos coisas, trabalhamos [enquanto homens da Igreja], e alguns têm também outras profissões”. Há padres médicos, outros são professores. Francisco Molho é também professor de religião e moral numa escola, lecionando uma hora semanal.


TEXTO JÚLIA SERRÃO
in Diário do Alentejo, 26 de Junho de 2020



""In principio omnes," Hildegard von Bingen. Júlia Coelho (voice and crystal singing bowl)"





«Vem e vê, a alegria de ser EMRC»

Bom dia e paz e bem!!

Terminou o atípico ano letivo 2019/2020 e as incertezas quanto ao novo ano escolar em setembro é uma das marcas deste final que teve festa e alegria. Como explicou Liliana Ventura, professora de Educação Moral e Religiosa Católica e mãe de dois filhos, à Agência ECCLESIA.

«Vem e vê, a alegria de ser EMRC», é o mote que é um convite, um desafio e um incentivo para as matrículas que também vão começar nos próximos dias.

O bispo de Aveiro convidou todos os estudantes das escolas na diocese a inscreverem-se em Educação Moral e Religiosa Católica no próximo ano letivo 2020/2021.

“Os que estão matriculados continuem, os que não estavam não tenham medo, sejam corajosos; Esta disciplina vale pena e ajuda-vos também a crescer como seres humanos, seres em serviço, e seres em amor aos outros para construirmos um mundo melhor”, disse D. António Moiteiro.

No caso do bispo de Portalegre-Castelo Branco o convite foi dirigido aos pais. D. Antonino Dias explicou que a disciplina de EMRC é “um apoio às famílias na educação dos filhos para a vida em sociedade, para a cidadania e para a vida com sentido e valores”.

“Também é um testemunho de fé no meio escolar e da presença da Igreja no espaço que lhes é oferecido”

 

O religioso franciscano Hermínio Araújo, que há vários anos acompanha doentes nos cuidados paliativos, afirmou que o debate sobre a legalização da eutanásia em Portugal, num contexto de pandemia, revela “falta de seriedade”.

“Há evidência científica até à exaustão para perceber que a espiritualidade é uma mais-valia e o sofrimento existencial pode ser acompanhado. Introduzir o debate da eutanásia neste contexto é falta de seriedade”, explicou na entrevista semanal conjunta Renascença/Ecclesia que é publicada e emitida à sexta-feira.

O arcebispo de Évora também alertou para a agenda política da eutanásia numa nota onde afirma que 2020 “mergulhou numa espiral temática em torno da Covid-19” e apela à “vigilância” para conter os contágios do vírus que “não dá tréguas”.

“O país que lutou incansavelmente por salvar a todo o custo as vidas humanas assiste agora à insensata agenda política de alguns que cismam em ser profetas da morte pela eutanásia” - D. Francisco Senra Coelho

 

O Conselho de Ministros aprovou dia 25 de junho a resolução que dá continuidade ao processo de desconfinamento declarando a situação de alerta, contingência e calamidade.

A Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) informa que continuam a poder ser realizadas as celebrações comunitárias das Missas na Área Metropolitana de Lisboa, seguindo as suas orientações de 8 de maio e as da DGS publicadas no seguinte dia 29.

Votos de um bom sábado e excelente domingo.
Cumprimentos,
Carlos Borges

 

Todas as notícias sobre o novo diretório numa nova página (hiperligação na imagem)

 

 


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sexta-feira, 26 de junho de 2020

A catequese do século XXI

As linhas orientadoras foram ontem divulgadas com a publicação pelo Vaticano, do novo Diretório para a Catequese. O terceiro documento do género em 50 anos, sublinha o impacto das novas tecnologias e da globalização na transmissão da fé. As recomendações apontam para uma transmissão da fé menos unidirecional e a apostar mais na dimensão evangelizadora. O Vaticano incentiva o recurso aos meios digitais afirmando que: “Estas propostas, serão cada vez mais digitais, exigindo “formas inéditas de evangelização” que levem a “ações pastorais globais, tal como é global a cultura digital”. A Agência Ecclesia já olhou o documento e elenca as suas linhas essenciais.


Esta noite arranca um Curso Alpha totalmente online. “Que todas as pessoas possam ter a oportunidade de fazer as grandes questões de vida, num ambiente sem julgamentos ou pressões” é a definição desta abordagem, como realça a nota enviada à Agência ECCLESIA. O Curso Alpha nasceu em 1977 na Holy Trinity Brompton, uma igreja anglicana no centro de Londres e, atualmente, “acontece em 169 países, com mais de 100 idiomas e 30 milhões de participantes”.

 

 

Mais logo, há «Diálogos com António 2020».  Com o tema tema «Europa, para onde vais?» Graça Franco, Gonçalo Cadilhe, Paulo Rangel, Carlos Fiolhais e Américo Pereira são os oradores desta iniciativa que foi interrompida devido à Covid-19 mas que recomeçou no passado dia 13. A iniciativa tem transmissão em direto, nas redes sociais e projeção ao vivo no adro da Igreja de Santo António dos Olivais (lugares limitados a 140) daquela cidade, lê-se num comunicado enviado à Agência ECCLESIA.

 


Pelas 15h00 na RTP2 o programa Ecclesia traz o comentário à liturgia do próximo domingo, e mais logo, pelas 22h45 a sua edição rádio pode ser sintonizada na Antena1.

 

Tenha um grande dia

 

Henrique Matos

 

 


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quinta-feira, 25 de junho de 2020

Formação Gratuita – LIDERANÇAS EM SERVIÇO – Secretariado e Gestão Administrativa – (Inscrição até 13/julho) – 18/07/2020, 9h30m-12h30m, on line

O saber não ocupa lugar e pode mesmo fazer a diferença numa liderança.

Para melhor servir as pessoas, propomos esta formação.

 

Contamos consigo!

 

Link formulário de inscrição:

 https://forms.gle/uzNsoP4asa1TGp8K9




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FORMADORA

 

Dr.ª Anabela Costa Silva

 

- Mestrado em Empreendedorismo e Serviço Social (Universidade da Beira Interior)

- Licenciatura em Comunicação e Relações Públicas (E.S.E. da Guarda)

- Bacharelato em Gestão Administrativa (Instituto Santa Sofia, Coimbra)

- Pós-Graduação em Ensino Especial, domínio cognitivo e motor (E.S.E. de Castelo Branco)

- Formadora

 

 

INSCRIÇÕES:

 

- Inscrição online

- Correio eletrónico: adav.leiria.formar@gmail.com

- Telemóvel: 963 051 000

 

Plataforma informática a usar:

Cisco Webex Meetings

 

- Formação Gratuita – Com inscrição até 13 de julho

 

Inscrição fora de prazo:

- Inscrição depois de 13 de julho: 10€

- Inscrição no próprio dia: 15€

- Material da formação (opcional) – ver no questionário de inscrição.

- Certificado (opcional) – ver no questionário de inscrição.

 

(Esta formação/workshop não é creditada.)

 

O novo endereço de correio eletrónico da ADAV-Leiria, Associação de Defesa e Apoio da Vida, é adav.leiria@gmail.com. Por favor, queira enviar a sua mensagem para este novo endereço.



Cinco anos depois, poucas foram as mudanças

O presidente da Associação ambientalista ZERO, Francisco Ferreira, gostaria de ter visto maiores mudanças após a publicação e reflexão da encíclica do Papa Francisco «Laudato Si».

“As questões ainda estão mais prementes. Temos um novo contexto em que não apenas a pandemia serviu de alerta para a necessidade de revermos aquilo que o próprio Papa já tinha dito em 2015, em termos do nosso modelo económico, social, ambiental, mas também porque as mudanças foram poucas”, assinalou numa entrevista à Agência Ecclesia, no contexto da publicação do documento «A caminho para o cuidado da casa comum – cinco anos depois da Laudato Si».

Mas este é um trabalho que se faz pedagogicamente e por testemunhos de vivência, mais do que por decreto, e é nessa linha que surge também o documentário «‘VI(R)AGENS’», apresentado pela realizadora Patrícia Pedrosa e por Patrícia Fonseca da Fundação Fé e Cooperação.

De conversão se fazem também as férias, pelas quais muitos já sonham. Consciente do contexto em que esta pausa vai acontecer o Papa Francisco deixou alguns conselhos para as férias em tempo de Covid-19.

“Apesar de todas as medidas de segurança ligadas à ameaça de contágio do coronavírus, que este seja um tempo sereno de descanso, de gozo da beleza da criação e de reforço dos laços com os homens e com Deus”, disse, na biblioteca do Palácio Apostólico, naquela que foi a última audiência antes da pausa de verão.

Mas temos mais para si o portal de informação da agência, para ver na RTP2 ou escutar na Antena 1, a cada noite: esta semana Fernando Magalhães, presidente da Associação Portuguesa de Escolas Católicas, olha para este ano escolar atípico mas fecundo em termos sociais e comunitários.

Desejo-lhe um excelente dia!

Lígia Silveira

 

 


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quarta-feira, 24 de junho de 2020

São João vivido «de forma bem diferente»

Olá!

Um pouco por todo o país o dia de São João é lembrado, a noite teria sido de festa,  música e foguetes, martelinhos e alhos porros pelo norte, mas este ano tem de ser assinalado de "forma bem diferente".

O pároco de Cedofeita, na Diocese do Porto, destaca a “oportunidade” para “redescobrir” o martírio de São João, “em nome da verdade e da família”, num ano em que a festa não se comemora nas ruas por causa da pandemia.  

Já por Coimbra a paróquia de São João Batista marca os 10 anos de existência neste dia e por Évora o santo popular dá uma ajuda à solidariedade.

 

Pela Universidade Católica Portuguesa o ano vai ser dedicado à encíclica Laudato Si, um desafio para a instituição como  a reitora anunciou, esta terça-feira.

“O desafio do Papa Francisco é um desafio para que a Universidade questione também a forma como está a interagir com o espaço social, cultural, científico, e sobretudo, como o seu contributo participa na construção de um mundo melhor, mais inclusivo, mais responsável”, disse à Agência ECCLESIA a reitora da UCP, Isabel Capeloa Gil.  

O portal Ecclesia tem lá estas e outras notícias em atualização permanente. Já o programa Ecclesia chega à RTP 2, pelas 15h00, e na Antena 1 da rádio pública há encontro marcado pelas 22h45. 

Desejo-lhe um bom dia, um bom feriado (para alguns) e uma vida feliz!

Sónia Neves

 

 


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