A ideologia do género, recorrendo a uma
linguagem manipuladora, tem essencialmente como fim desmantelar a família
natural, marginalizar as religiões monoteístas, nomeadamente o cristianismo,
exaltar o desejo de autonomia pessoal sobre todas as coisas, menos sobre o
estado o qual não admite, na sua lógica marxista, ser suplantado por nada nem
por ninguém.
A aparente preocupação com as minorias sexuais
é uma capa para atrair a atenção e a comiseração por estas situações, que aliás
sempre existiram, embora agora com mais protagonismo nos casos de homossexualidade,
atendendo a que desde há anos é tema nos filmes, nas novelas, etc, etc…
Surgida dum feminismo radical e dum desejo de
liberdade gay, esta revolução sexual tem as suas raízes em sistemas filosóficos
ateus, marxistas e nihilista, profundamente empenhados em destruir toda e
qualquer vestígio de matrimónio, de valores morais, de família, de afectos e de
relações familiares, destruindo assim no seu todo a integridade humana.
A agenda política LGBTQ tem recorrido a
inúmeras estratégias políticas, educativas e médicas, contando com o apoio de um
número gigantesco de forças económicas, filantrópicas, líderes intelectuais,
governos, empresas, organizações internacionais, enfim, uma panóplia invejável
de protectores e apoiantes. Grandes e pequenas empresas são convidadas,
assediadas ou mesmo obrigadas a partilhar destas ideias, caso se recusem, há
represálias, processos judiciais ou outras formas de perseguição intimidatória.
Criar o caos moral,
subverter e destruir a sociedade, confundir com novos vocábulos e fazer
“lavagens ao cérebro” em algumas empresas, sempre que detetem que algum dos
funcionários não está em sintonia com os seus delirantes e utópicos devaneios
ideológicos, já é prática corrente por esse mundo, incluindo Portugal.
Não se equivoque leitor amigo, pode ser
homossexual, pode até simpatizar com o grupo LGBT, mas acredite que a ciência,
a biologia, as características psicológicas, mesmo que alguns representantes
destas ciências o desejem, não se alteram, tal como os homens não nascem com um
útero.
É muito o dinheiro que está a ser investido nesta
batalha anti-natureza, é uma força perversa em queda livre, que fustiga a
medicina, o ensino e a normalidade antropológica.
Tem também como objectivo, negócios muito rentáveis
segundo as suas expectativas científicas e manipuladoras de “construção
humana”, mas a ciência não existe para estes fins…
José M. Esteves

Artigo fantástico! A realidade aqui muito bem exposta, nua e crua. É isto mesmo que se passa! É necessário que as pessoas abram os olhos e não se deixem enganar por ideologias que necessitam do autoritarismo para se conseguirem implantar, por serem tão baseadas no erro e no irreal.
ResponderEliminarÉ inacreditável como estas coisas horríveis estão a ser implementadas e e de forma impune…
ResponderEliminarFelizmente ainda vai aparecendo quem escreva sem medo e nos conte a verdade que os outros mass media ocultam.
Quem poderá ter mão neste terror, num mundo que mais parece alheado da verdade e desligado da verdadeira realidade? Tenhamos confiança e parabéns a este querido senhor que ousou pôr a mão na ferida...