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terça-feira, 10 de março de 2015

São Domingos Sávio

"Pequeno, porém um grande gigante de alma" dizia o Papa Pio XII de Domingos Sávio


Horizonte, 09 de Março de 2015 (Zenit.org) Fabiano Farias de Medeiros


"Se Domingos, com tão pouca idade, pôde santificar-se, por que não poderei também eu?” dizia Dom Bosco sobre seu aluno Domingos Sávio que nasceu no povoado de Riva de Chieri na Itália no dia 02 de Abril de 1842. Filho de Carlos Sávio e Brígida Agagliate, um casal pobre, mas de austera e sólida fé católica, Domingos Sávio desde cedo teve um coração inclinado para a santidade. Devido aos trabalhos, seus pais mudaram-se para Murialdo em Castelnuovo e lá o jovem iniciou seus primeiros estudos do catecismo católico.

Dotado de grande inteligência, logo aprendeu de cor todo o catecismo e seu desejo fervoroso de unir-se a Cristo na Eucaristia levaram seu pároco a autorizar sua Primeira Comunhão aos sete anos. Estudava em um vilarejo distante chamado Mondonio, mas devido às dificuldades financeiras, não deu continuidade, sendo então entregue aos cuidados de Dom Bosco. Ao encontrar-se com ele no dia 02 de Outubro de 1854 narrou Dom Bosco: “Era Domingos algo débil e delicado de compleição, de aspecto grave e ao mesmo tempo doce, com um não sei quê de agradável seriedade".

Domingos foi então admitido no oratório, onde se destacou pela piedade e espiritualidade. Seu desejo pela santidade o fez declarar “guerra” ao pecado no que ficou celebremente conhecido na hagiografia por suas palavras: “Antes morrer do que pecar!” Seu desejo de santidade se ampliava no desejo de evangelização do jovem garoto. Desejava atingir toda a Inglaterra com a Palavra de Deus e assim dizia: “Quantas almas esperam nosso auxílio na Inglaterra! Oh! Se eu tivesse forças e virtude, quisera ir agora mesmo, e com sermões e bom exemplo, convertê-las todas, a Deus”.

Seu sonho também de ser padre foi interrompido pelo precoce falecimento que ocorreu no dia 09 de Março de 1857 aos quinze anos. Domingos Sávio foi beatificado no ano de 1950 e canonizado em 12 de Junho de 1954 pelo Papa Pio XII.

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