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Bom dia e boa semana
para si que nos acompanha. Hoje, em Fátima, tem início a 201ª Assembleia Plenária da Conferência Episcopal Portuguesa, a reunião magna dos bispos católicos, cujo programa inclui uma celebração pelas vítimas da pandemia no último dia do encontro, esta quinta-feira. Sínodo, JMJ 2023, itinerário de iniciação à vida cristã e proteção de menores estão na agenda dos trabalhos. De domingo, chegaram
duas entrevistas sobre a COP
26: na Antena 1 da rádio pública, conversei com Catarina António e Teresa
Rebelo de Andrade, da Fundação Fé e Cooperação, que partiram para Glasgow
entre “a inquietação e a esperança”. Já na entrevista conjunta
Renascença/Ecclesia, Francisco Ferreira fala numa cimeira
“absolutamente decisiva” para o futuro da humanidade. Do Vaticano, chegou
uma reflexão do Papa sobre a figura da viúva pobre – se esteve atento à
celebração dominical sabe do que se trata -, sustentando
que é preciso libertar a religião de “laços com o dinheiro”. No final da
oração do ângelus, como habitualmente, Francisco olhou para a atualidade
internacional, alertando para a crise que se vive na região do Corno de
África e em particular na Etiópia. Se ainda não viu,
pode rever o programa ‘70x7’
dedicado aos 50 anos de sacerdócio de D. António Marto. Já esta tarde, o
programa ECCLESIA (RTP2, 15h00) apresenta a próxima edição da ‘Praça
Central’, atividade promovida pela Conferência Nacional das Associações do
Apostolado dos Leigos (CNAL), que vai decorrer a 20 de novembro, em Almada
(Diocese de Setúbal), com o ttema “A difícil arte da amizade social. Como é
importante sonhar juntos!”. Na Antena 1, sempre pelas 22h45, conversamos até
sexta-feira com o diretor do Departamento Nacional da Pastora Juvenil (DNPJ),
padre Filipe Diniz, num momento em que os símbolos da Jornada Mundial de
Juventude percorrem as dioceses portuguesas. Despeço-me com votos
de boas notícias, sempre. Octávio Carmo |
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