Esta é uma data sem comemoração. Será uma data para lembrar: a 24 de fevereiro de 2022 a Ucrânia foi invadida por tropas russas. Depois desta data, muitos de nós teremos outras data na memória: os ucranianos também – sobre quem morreu, quando as suas vidas mudaram, o dia em que os vizinhos deixaram de o ser porque foram mortos, saíram do país ou foram chamados a combater. E quase três anos depois, a escalada de violência e incerteza é maior ainda: quando a vida de muitos depende apenas da vida de alguns. O Papa Francisco quis lembrar esta data: “A guerra é sempre uma derrota” e apelou a uma “paz justa e duradoura”. “A guerra é sempre uma derrota. Peço mais uma vez que se ponha fim à loucura da violência e de um comprometimento por uma paz justa e duradoura”, escreve Francisco, na conta @Pontifex_pt, na rede social ‘X’ – interessante ter sido na rede social ‘X’! Em nove idiomas o Papa pediu que se rezasse pela população ucraniana. Por cá, a coordenadora do Grupo VITA, que acompanha situações de violência sexual de crianças e adultos vulneráveis na Igreja Católica, afirmou que a cultura do cuidado se “está a espalhar”, salientando que o prazo para pedidos de compensação “não é uma barreira que fecha o processo”. A Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) anunciou o alargamento, até 31 de março de 2025, do prazo para pedidos de compensação financeira de vítimas de abusos sexuais por membros do clero ou em instituições eclesiais - o Grupo VITA assinala que “esta mensagem pública”, de que o prazo aumentou, “conforta algumas pessoas” que têm “mais tempo para decidir, porque muitas oscilam”, “sentem-se um bocadinho mais confortáveis, menos pressionadas pelo tempo”, e “é muito importante passar esta mensagem de que o prazo não é uma barreira, uma parede rígida que fecha o processo”. Oriente a sua agenda para que possa aproveitar estes dias em que o padre Tomás Halik está em Portugal para apresentar o seu mais recente livro ‘O sonho de uma nova manhã – cartas ao Papa’ para o poder escutar. Vale a pena acompanhar a experiência, a visão e a análise da oportunidade que a tarde do cristianismo vive, que o padre checo desenvolve, desafiados por este tempo de continuar a viver a sinodalidade, a escuta e o diálogo. Amanhã ele estará na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, para um encontro que será emitido online. Quase a passar os símbolos da JMJ, que em 2023 estiveram em Lisboa – será o próximo fim de semana, no Vaticano – esta noite, na antena 1, vou receber Duarte Almeida, um jovem de 15 anos que hesita no caminho cristão, mas persiste depois da sua participação na JMJ Lisboa 2023, entre perguntas e orações. Será mais logo, pouco depois da meia noite, na antena 1, ficando depois disponível no podcast «Alarga a tua tenda» - disponível nas plataformas digitais. Já o conhece e está nos seus favoritos? Em agencia.ecclesia.pt encontra toda a informação para ler, ver e ouvir. Visite o portal e encontramo-nos por lá! Tenha um excelente dia! |
quarta-feira, 20 de novembro de 2024
Passaram mil dias (e hoje mais um!)
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