quinta-feira, 10 de maio de 2018

A destruição da família

A 29 de maio será debatido no parlamento a legalização da eutanásia O Os projetos de lei sobre a morte medicamente assistida serão debatidos a 29 de maio projetos de lei sobre a morte medicamente assistida serão debatidos a 29 de maio.


A Irmã Lúcia, confidenciou ao Cardeal Carlo Caffarra, Arcebispo de Bolonha, na Itália: “A batalha final entre o Senhor e o reino de Satanás será sobre o matrimónio e a família”, e é justamente isto que vemos em nossos dias. Dos maiores males que mais nos afligem actualmente são: o divórcio, o materialismo, o feminismo, o aborto, a eutanásia e a ideologia de género com a sua parente mudança de sexo nas crianças aos 16 anos. No entanto, todas estas estratégias diabólicas, não são fins em si mesmos, embora a argumentação a que recorrem para nos convencer, mas apenas meios premeditados e subtilmente vindos a ser instalados, para alcançar um fim hediondo que se propõem: A DESTRUIÇÃO DA FAMÍLIA, com consequente degradação do ser humano e dos seus afectos.

Ao longo de décadas de evolução, foram-se encontrando soluções científicas e técnicas para minorar o sofrimento das pessoas, com tratamentos, apoios, especialidades sem fim, mas todas com o objectivo de facilitar a vida em algumas doenças.

Agora que existem tantos recursos, fazem uma inflexão, mudam de rumo e decidem que, se aparenta ou tem deficiência, mata-se antes de nascer, se não está bem de saúde, liquida-se através do profissional de saúde que estudou para tratar, salvar e ajudar e não para ser assassino devidamente legalizado, se tem algum problema psíquico, está deprimido, tem algum desajuste em relação à sua sexualidade, altera-se com consequências inimagináveis em termos hormonais, psicológicos, sociais e afectivos. Enfim, um verdadeiro furacão em nome duma mal interpretada liberdade ou dignidade que é radicalmente absurda, bizarra e estranha. Será caso para dizer que o diabo anda à solta?

Que manipulação haverá por trás de toda esta engrenagem política? Que forças os obrigam a agir desta maneira com tanta veemência, por amor aos que sofrem não será certamente…

Feliciano do Rosário



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