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quarta-feira, 16 de novembro de 2022

O que tem o tráfico humano a ver com a JMJ?

A irmã Gabriela Bottani que liderou durante os últimos sete anos a ‘Talitha Kum’, rede internacional da vida consagrada contra o tráfico de seres humanos, quer mobilizar os jovens neste campo e aponta à JMJ 2023, em Lisboa.

“Estamos a envolver jovens de diferentes culturas e realidades, que vão lançar em Roma um ano totalmente dedicado à luta contra o tráfico, para criar um movimento de transformação”, adiantou a responsável no encontro da RENATE – Rede Europeia de Religiosas contra o Tráfico e Exploração, que decorre em Fátima até quinta-feira.

A religiosa lembra que a maioria das vítimas são jovens e que são estes quem melhor pode falar às pessoas da sua idade, apontando o “sonho” de trazer o tema para a reflexão dos participantes na JMJ Lisboa 2023, com a colaboração das estruturas nacionais.

Com o olhar na JMJ Lisboa 2023 acontece já no próximo fim de semana a jornada diocesana da juventude, numa antecipação “empolgante” do grande encontro em agosto, mas agora vivido a nível local,

“É importante viver a nível diocesano o Dia Mundial da Juventude, é um ano especial, e a primeira vez a JMJ que se realiza em Portugal”, disse o padre Filipe Diniz.

A preparação para a JMJ do próximo ano, na capital portuguesa, tem contado com “várias iniciativas para tornar a comunicação cada vez mais inclusiva, como a interpretação em Língua Gestual Portuguesa dos conteúdos produzidos”, explica o Comité Organizador Local (COL), frisando que “um dos grandes objetivos é que grande parte dos momentos que dela fazem parte possam ser preparados e vividos por todas as pessoas de igual forma”.

“Acolher a deficiência na JMJ Lisboa 2023 é acolher a deficiência no concreto das nossas vidas, na organização da Jornada e na revitalização da Igreja portuguesa, desde já”.

A Agência ecclesia continua a acompanhar a cimeira do clima, COP27, que decorre no egito, hoje com o apelo dos líderes africanos para que se encontrem soluções climáticas para as comunidades mais vulneráveis.

“As alterações climáticas são uma realidade vivida por milhões de pessoas em toda a África. Comunidades em todo este continente estão a sofrer todos os dias com o aumento da frequência e da intensidade de secas, inundações, ciclones e ondas de calor. Um acordo na COP27 deve incluir financiamento para Perdas e Danos, que é uma compensação para países que sofrem com os impactos climáticos, mas não são responsáveis por causá-los”, afirmou o cardeal Fridolin Ambongo, arcebispo de Kinshasa e vice-presidente do Simpósio das Conferências Episcopais da África e Madagáscar (SECAM).

Espreite ainda o que o encontro «Juntos pela Europa» procurou fazer no encontro que decorreu no Porto, com apelos à unidade quando o continente vive na sombra da guerra na Ucrânia.

Mas há mais para ver, ler e ouvir em agencia.ecclesia.pt

Encontramo-nos lá?

Tenha um excelente dia!

Lígia Silveira

 


www.agencia.ecclesia.pt

      



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