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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2023

Mais "transparência"... menos "tensão"


Foto: Conferência Episcopal da República Checa – Cirkev.cz

Passam por aqui as prioridades da consulta sinodal no nosso país que foram comunicadas pela equipa sinodal da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) perante a Assembleia Continental do Sínodo 2021-2024, que decorre em Praga.
“Ressoa a necessidade de sermos uma Igreja com maior transparência nos processos de decisão e na sua comunicação, que dialoga com o mundo a partir da cultura numa perspetiva de ‘rasgar caminhos’, trazendo o Evangelho e a espiritualidade para o centro do debate público”, refere o texto, lido durante os trabalhos da manhã de ontem, na capital da República Checa.
O texto assume a dificuldade em “acolher todos de igual forma” e em “aceitar a diversidade” no seio da Igreja – dando como exemplo os casais em segunda união, pessoas com atração pelo mesmo sexo ou em uniões homossexuais-, bem como em “valorizar a fragilidade”, particularmente a das pessoas com deficiência.
A equipa da CEP regista ainda “tensões diversas” no debate em curso sobre temas “ditos fraturantes” – o acesso das mulheres ao sacramento da ordem; a ordenação de homens casados; a identidade sexual e de género; a educação para a afetividade e sexualidade; e o celibato dos padres.
O texto foi lido em francês – uma das línguas de trabalho, ao contrário do português – por Carmo Rodeia e Anabela Sousa, da Equipa Sinodal Nacional da CEP.

Mais logo tem lugar a última sessão do curso «Questões fraturantes da Ética Cristã», promovido pela Escola Superior de Teologia e Ciências Humanas de Viana do Castelo. O curso, em formato on-line e orientado pelo padre Fábio Carvalho, encerra com o tema: «O Testamento Vital. A Ideologia e Teologia de Género».

A partir da 10h00, na Sala A da Fundação Cidade Lisboa , o Serviço Jesuíta aos Refugiados (JRS) promove, uma conferência sobre «Desafios e boas práticas na integração de pessoas migrantes em Portugal». Ao longo do dia, 4 sessões vão abordar questões fundamentais no âmbito da integração de migrantes em Portugal, como os desafios do acolhimento, resposta aos desafios da empregabilidade e iniciativas do acesso à saúde e à educação”, realça uma nota enviada à Agência ECCLESIA

Hoje assinala-se o Dia Mundial de Oração e Reflexão contra o Tráfico de Pessoas. Com o tema: «Caminhando pela Dignidade» vai congregar em Roma uma delegação internacional de jovens para refletir sobre este flagelo da humanidade.
Este ano, pela primeira vez desde sua criação – que ocorreu em 2015, por desejo de Papa Francisco – 15 jovens representantes das organizações parceiras vão reunir-se em Roma para uma semana de reflexões sobre o tráfico de seres humanos.
O evento vai ser transmitido online em 5 idiomas (inglês, espanhol, português, francês, italiano).

Na RTP2, pelas 15h00,  pode acompanhar o programa Ecclesia que conta hoje com as presenças de Maria Luísa Boléo, com mais de 60 anos dedicados à catequese e com o Padre Tiago Neto, responsável pelo Serviço da Catequese do Patriarcado de Lisboa.

Tenha um grande dia

Henrique Matos

 


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terça-feira, 7 de fevereiro de 2023

Los greco-católicos ucranianos cambian oficialmente de calendario: Navidad y Pascua como los latinos

Ucrania
La medida ha sido tomada por el sínodo De la Iglesia greco-católica ucraniana, después de consultar con sacerdotes, monasterios y fieles. El cambio entra en vigor el próximo uno de septiembre de 2023.


ReL


La iglesia oriental fiel a Roma más grande del mundo renuncia al calendario juliano. Sviatoslav Shevchuk, primado de la iglesia greco-católica ucraniana, anunció este lunes 6 de febrero que, a partir de otoño, cambiarán los calendarios litúrgicos, modificándose por tanto las fechas de varias de las fiestas, entre ellas la Navidad y la Pascua.

Los católicos ucranianos celebrarán la Navidad de 2023 el 25 de diciembre, y no el siete de enero como hasta ahora. De momento, continuarán celebrando la Pascua en una fecha posterior a la de la mayoría de los católicos. Aunque se modificará también posteriormente.

Un apoyo mayoritario

Shevchuk anunció que este cambio había sido solicitado por los obispos en una reunión sinodal a principios de este mismo mes de febrero. En la Iglesia Católica ucraniana, el sínodo es un órgano ejecutivo que gobierna la Iglesia de acuerdo con el primado y el Papa de Roma.

Los obispos tomaron esta decisión después de haber consultado con el clero y con los diferentes monasterios del territorio. Algunas regiones del país realizaron reuniones abiertas sobre el tema, mientras que otras encuestaron a sacerdotes y líderes parroquiales. 

El cambio oficial se producirá el próximo día uno de septiembre, aunque las parroquias tienen permiso hasta 2025 para amoldarse al nuevo calendario. "Más del 90% de los católicos ucranianos encuestados en Ucrania apoyan el cambio del calendario juliano", dijo el arzobispo Sviatoslav.

El cambio introducido por la Iglesia ucraniana se produce mientras el Papa Francisco y el Patriarca Bartolomé I, cabeza de la Iglesia Ortodoxa Griega, mantienen conversaciones para encontrar una fecha común para celebrar la Pascua.

Por su parte, la Iglesia Ortodoxa Autónoma de Ucrania, la más grande del país, también se prepara para sustituir el calendario juliano. Se espera que discutan la reforma del calendario en la reunión que mantengan sus obispos este próximo mes de mayo.

Con cifras de julio de 2002, la Iglesia greco-católica ucraniana tiene unas 3.400 parroquias, con cerca de 3.000 sacerdotes y 1.300 religiosos y religiosas. Constituyen el 8,8 % de los ucranianos, que junto al 0,8 % de los latinos, llegan casi al 10 % de la población ucraniana. 

Un 60 % de sus 41 millones de habitantes son ortodoxos; greco-católicos el 8,8 %; romano-católicos un 0,8 %; y protestantes, un 1,5 %.

Para ayudar a las víctimas de la guerra en Ucrania, Cáritas Española ha abierto esta web y la cuenta Caixabank ES31 2100 5731 7502 0026 6218 



Cáritas Internacional apela a apoios para a Síria e Turquia

Terramoto fez mais de 3.500 mortos

 | 6 Fev 2023

© UnochaAli Haj Suleiman Busca por sobreviventes continua em Samada, na Síria, após terramoto de 6 de fevereiro

Continua a busca por sobreviventes em Samada, na Síria, depois do terramoto desta segunda-feira. Foto © Unocha / Ali Haj Suleiman.

O número de vítimas do terramoto que abalou na madrugada desta segunda-feira, 6 de fevereiro, a região sudeste da Turquia e o norte da Síria não para de aumentar, e as necessidades de ajuda também não. A Cáritas Internacional já lançou um apelo para recolha de donativos destinados a ajudar os dois países.

Na Síria, o terramoto atingiu uma zona já dilacerada pela guerra e onde mais de 80% da população vive na pobreza. “É uma grande área que foi atingida, onde vivem muitos refugiados e na qual há temperaturas muito baixas”, refere Laura Stopponi, chefe do escritório da Cáritas italiana, ao Vatican News, acrescentando que “só a angariação de fundos pode ser ativada nestes momentos, porque as zonas são de difícil acesso. O governo turco pediu ajuda internacional precisamente porque não é fácil chegar à zona afetada, que é muito vasta”.

Os donativos podem ser feitos diretamente no site da Cáritas Internacional, preenchendo um formulário e utilizando um cartão de crédito. No mesmo local, estão também disponíveis os dados para quem prefira efetuar uma transferência bancária.

De acordo com um comunicado da Cáritas portuguesa, “os escritórios da Cáritas Anatólia [Turquia] e as propriedades adjacentes desabaram e as instalações estão inacessíveis”, mas “a equipa da Cáritas está em segurança”, apesar de ainda não ter sido possível estabelecer contacto com alguns dos agentes locais.

“A Catedral de Iskenderun desabou, as escolas e o bispado não estão acessíveis. Também a igreja da comunidade siríaca e da ortodoxa foram totalmente destruídas. A situação está em constante evolução”, refere Paolo Bizzeti, vigário apostólico de Anatólia e presidente da Cáritas na Turquia, citado pelo Vatican News.

O arcebispo de Homs e diretor da delegação da Cáritas na Síria, Jean Abdo Arbach, descreve, através da Fundação Ajuda à Igreja que Sofre, o estado de desespero em que se encontram as populações, em especial nas cidades e regiões mais afetadas, como é o caso de Alepo, Idlib, Lattakia, Hamã ou Tartous. “A população está num estado de absoluto desespero e angústia. Há pessoas a vaguear pelas ruas, sem saber para onde ir, e à procura desesperada de familiares e amigos. Muitas pessoas morreram ou estão desaparecidas”, relata, pedindo “ajuda urgente”.

A Conferência Episcopal Italiana (CEI) decidiu já doar 500 mil euros do fundo “oito por mil” (que os cidadãos italianos destinam à Igreja Católica), como primeira forma de ajuda às vítimas da catástrofe.

“Em nome da Igreja em Itália, expresso as minhas profundas condolências e proximidade à população provada por este trágico acontecimento, assegurando orações pelas vítimas, seus familiares e feridos. Enquanto nos unimos a quantos foram atingidos por esta calamidade, fazemos votos para que a máquina da solidariedade internacional comece imediatamente a garantir uma rápida reconstrução”, afirmou o cardeal Matteo Zuppi, arcebispo de Bolonha e presidente da CEI.

Também o Papa Francisco fez questão de expressar a sua dor, nos telegramas endereçados ao núncios apostólicos de ambos os países afetados.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, assegurou por seu lado que as Nações Unidas estão “totalmente empenhadas em apoiar a resposta” nas áreas afetadas pelo terramoto. “A ONU está a mobilizar-se para apoiar a resposta de emergência e vamos assim trabalhar juntos, em solidariedade, para assistir todos os atingidos por esta catástrofe, muitos dos quais precisavam já, desesperadamente, de ajuda humanitária.”



Vidas sob escombros

São muitas vidas sob escombros... E ainda mais as vítimas mortais... Na Síria e na Turquia, luta-se contra o tempo para encontrar sobreviventes de um grande terramoto, para salvar vidas escondidas pelos escombros de tanta destruição...

O Papa Francisco manifestou-se “profundamente entristecido” pelas consequências do terramoto 7,8 na escala de Richter (num máximo de 10), que provocou milhares de mortes. Sentimentos partilhados por todos, que provocam a proximidade a um povo pela oração e à ajuda, que a Cáritas coordena.

"Estou profundamente entristecido pelas muitas vidas perdidas pelo terremoto na #Turquia e na #Síria. Confiando aqueles que morreram à misericórdia do Senhor, rezo pelos envolvidos nos trabalhos de socorro" (Papa Francisco).

Em Praga, decorre uma etapa fundamental do Sínodo dos Bispos 2020-2024, a Assembleia Continental Europeia, onde estão representantes de 39 conferências episcopais da Europa, nomeadamente Portugal. Trabalhos que vamos continuar a acompanhar, na Agência ECCLESIA.

“Sinto a necessidade de sublinhar como, precisamente a partir desta etapa continental, devemos estar mais atentos às vozes ‘dentro’ da Igreja, às que agitam e muitas vezes sacodem o corpo eclesial. Na consulta conseguimos ouvir todas as vozes, menos a voz de quem não falou, porque não pôde ou não quis” (secretário-geral do Sínodo dos Bispos, cardeal Mario Grech).

Neste dia, e como acontece em cada terça-feira, os temas para o programa que partilhamos consigo na RTP2 são exclusivamente sobre a JMJ Lisboa 2023, hoje com destaque para o projeto “Mãos que Cantam”, um coro formado por pessoas surdas que vai participar nas celebrações da Jornada Mundial da Juventude.

Votos de uma ótima jornada!

Paulo Rocha

 

 


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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2023

Fuerte terremoto sacude Siria y Turquía: miles de muertos y muchas iglesias reducidas a escombros

terremoto
Las cifras actuales apuntan a más de 500 personas fallecidas en Siria y casi 300 en Turquía. Numerosas iglesias se han destruido y la Iglesia local pide ayuda: "La pared y el techo de la iglesia siríaca se derrumbaron; la iglesia ortodoxa también se ha derrumbado y hay policías bajo los escombros".


ReL


"Un desastre total", así ha definido el vicario de Anatolia, Paolo Bizzeti, el terremoto que ha matado este domingo a miles de personas en Turquía y Siria.

"La catedral de Iskenderun (la iglesia de la Anunciación, un edificio del siglo XIX) se ha derrumbado. Todos los edificios están inservibles, por ahora en la comunidad cristiana local no hay víctimas", ha comentado a AsiaNews.

SiriaLas hermanas del Verbo Encarnado sobre las ruinas de su iglesia en Siria.

El obispo y presidente de Caritas Turquía, ya ha anunciado la apertura de una campaña para ayudar a la población. "El terremoto se dio en medio de la noche, eran pasadas las 4 de la mañana y la mayoría de las personas descansaban en sus casas. Ahora el temor es grande por las posibles réplicas que se pueden producir", explica.

"Intenté contactar con varias personas pero muchas zonas enteras estaban aisladas, no era posible comunicarse por teléfono. Estamos alojando a unas setenta personas que quedaron sin hogar en una iglesia", señala John Farhad Sadredin, responsable de Caritas Anatolia.

"Varios edificios se han derrumbado en Antioquía, en uno de estos se encuentra desaparecido un miembro de nuestra comunidad. Hay al menos 200 edificios derrumbados, están tratando de recuperar a las víctimas. La pared y el techo de la iglesia siríaca se derrumbaron; la iglesia ortodoxa también se ha derrumbado y hay policías bajo los escombros. Buscamos un billete para poder regresar, pero la pista del aeropuerto de Hatay está destruida. Los hospitales y la comisaría tienen daños", asegura.

Siria

El terremoto sorprendió a la gente mientras dormía, a las cuatro de la mañana.

El terremoto tuvo una magnitud de 7,8 en la escala de Richter y azotó, sobre todo, Turquía y Siria, aunque millones de personas lo sintieron en Líbano, Israel o Grecia. En Turquía la cifra de muertos es de 284 personas, pero sigue aumentando con el paso de los minutos. Hay más de 2.300 heridos. Se estima que es el peor en la historia reciente del país, con al menos 40 réplicas ya registradas.

En Gaziantep, el castillo, uno de los símbolos más famosos de la ciudad, se ha derrumbado. En la vecina Siria, donde el presidente Bashar al-Assad presidió una reunión de emergencia, ya hay 427 víctimas (más otras 120 en las zonas controladas por los rebeldes) y el número de heridos supera los 600.

"Hay muchas muertes en Siria, se han reportado daños en Alepo, Tartus, Idlib y en muchas otras ciudades. En el obispado han caído piedras de la mezquita cercana, parte del minarete se ha derrumbado. Hay daños en toda la ciudad, primero la guerra que causó tantos daños y ahora el terremoto… vamos a evaluar el desastre, luego con las diversas organizaciones cristianas nos moveremos para llevar ayuda a las poblaciones afectadas", señala Antoine Audo, obispo caldeo de Alepo y expresidente de Caritas Siria. 



Esperança

Bom dia e boa semana a si, que nos acompanha,

O Papa acaba de completar uma histórica visita a África, com passagens pela República Democrática do Congo e Sudão do Sul. Seis dias carregados de mensagens fortes e momentos de festa, apesar do sofrimento das populações, que merecem uma leitura ou releitura cuidada. Para o futuro, fica a esperança de novos compromissos pela paz e a reconciliação, nos dois países.

De regresso ao Vaticano, Francisco falou de um mundo em guerra, por causa do comércio de armas, criticou a “instrumentalização” da morte de Bento XVI, e apontou a novas viagens no futuro, passando pela JMJ de Lisboa.

Em Praga, começou este domingo a etapa continental do Sínodo 2021-2024. Portugal participa com uma delegação de 14 pessoas, de forma presencial e online, como explicamos hoje no programa ECCLESIA (RTP2), a partir das 15h00.

No Porto, o tema “Teologia da paz perante (os fenómenos d)a violência e (d)a guerra” vai estar em debate, até 9 de fevereiro, no Centro Regional da Universidade Católica Portuguesa.

De domingo, recordo ainda a entrevista conjunta Ecclesia/Renascença, com a presidente da Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos, e o programa ‘70x7’, sobre a Academia de Jovens Líderes Ubuntu.

Despeço-me com votos de boas notícias, sempre,

Octávio Carmo

 

 


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domingo, 5 de fevereiro de 2023

Francisco, Welby y Greenshields vuelan juntos hacia Roma: les despidió el presidente Mayardit

Desde su silla de ruedas, junto al avión de vuelta, Francisco bendice a Mayardit, presidente de la República de Sudán
Desde su silla de ruedas, junto al avión de vuelta, Francisco bendice a Mayardit, presidente de la República de Sudán, que es católico


ReL


Tras la misa en Juba, centrada en la predicación sobre "la luz del mundo y la sal de la tierra", finalizó la peregrinación del Papa Francisco en Sudán del Sur. El Papa Francisco, el Primado de la Comunión Anglicana, Justin Welby, y del Moderador de la Iglesia presbiteriana de Escocia, Ian Greenshields, fueron trasladados al Aeropuerto Internacional de Juba, en cuya sala VIP les recibió el Presidente de la República, Salva Kiir Mayardit, en un breve encuentro privado.

Mayardit es de etnia dinka, católico y padre de familia numerosa y al pie del avión pidió al Papa que le hiciera una bendición, para la cual se quitó el sombrero negro vaquero que le suele caracterizar.

El Pontífice saludó a las delegaciones, recibió el homenaje de una Guardia de Honor y después los tres líderes religiosos subieron al avión A359/ITA rumbo a Italia, a las 10.56 hora de Roma. La llegada al aeropuerto de Fiumicino está prevista para las 17.15.

Francisco se traslada en silla de ruedas al avión que desde Juba le devolverá a Roma

Se espera que, como es habitual en los vuelos de retorno tras un viaje, el Papa responda a las preguntas de los periodistas, aunque yendo acompañado de Welby y Greenshields puede que el formato sea distinto al de otras ocasiones.

Sobrevolando el territorio sursudanés, el Papa ha hecho llegar un telegrama al presidente del país, como es práctica común en la diplomacia entre estados, con este texto: "Al dejar Sudán del Sur al término de mi peregrinación ecuménica de paz, deseo expresar mi más sincera gratitud a su excelencia, a las autoridades civiles y al querido pueblo de Sudán del Sur por su cálida acogida y hospitalidad. Renovando mis oraciones, invoco sobre la nación las abundantes bendiciones de Dios Todopoderoso".

El lector de ReL puede repasar aquí las actividades del Papa en Sudán:

- La Misa del Domingo en Juba;

- Su visita a los desplazados el sábado por la tarde;

- La oración ecuménica por la paz del sábado por la noche;

- Su encuentro con obispos y religiosos del país;

- El recuerdo de dos religiosas asesinadas en 2021, y otros testimonios;

- La alegría de los peregrinos que caminaron 9 días desde Rumbek;

- El encuentro el viernes con los políticos del país, pidiéndoles la paz.

Vídeo con la llegada al aeropuerto de Juba y la ceremonia de despedida al dejar Sudán de Sur.



O apelo do Papa no Sudão do Sul: “O cristão escolhe sempre a paz”

Peregrinação ecuménica pela paz

 | 4 Fev 2023

Papa fez oração ecuménica pela paz, juntamente com Justin Welby, arcebispo da Cantuária (Igreja Anglicana) e o pastor Iain Greenshields, moderador da Igreja da Escócia (Presbiteriana). Foto © Vatican Media, via Agência Ecclesia.

No Sudão do Sul, o Papa fez oração ecuménica pela paz, com Justin Welby, arcebispo da Cantuária (Igreja Anglicana) e o pastor Iain Greenshields, moderador da Igreja da Escócia (Presbiteriana). Foto © Vatican Media, via Ecclesia.

Num dos mais jovens países do mundo, que nasceu na esperança da paz mas rapidamente mergulhou na violência, o Papa Francisco quis deixar um forte apelo à paz, lançando as sementes também junto dos cristãos do Sudão do Sul.

No segundo dia de visita ao país, numa oração ecuménica, o Papa lançou a advertência: “Amigos caríssimos, quem se diz cristão deve escolher de que parte estar, deve escolher: quem segue Cristo escolhe a paz, sempre; quem desencadeia guerra e violência atraiçoa o Senhor e renega o seu Evangelho.”

Com milhares de pessoas reunidas no mausoléu John Garang, em Juba, Francisco disse — citado pelo agência Ecclesia — que a paz de Deus é mais do que uma “trégua entre os conflitos”. “Trabalhemos incansavelmente, queridos irmãos e irmãs, por esta paz que o Espírito de Jesus e do Pai nos convida a construir: uma paz que integra as diversidades, que promove a unidade na pluralidade”, acrescentou, com o primaz Justin Welby, arcebispo da Cantuária (Igreja Anglicana) e o pastor Iain Greenshields, moderador da Igreja da Escócia (Presbiteriana), a seu lado.

“O amor do cristão não é só para os vizinhos, mas para cada um, porque cada um em Jesus é nosso próximo, irmão e irmã – até mesmo o inimigo  – e, com maior força de razão, aqueles que pertencem ao nosso próprio povo, embora de etnia diferente”, complementou.

Construir a fraternidade entre os cristãos ajuda a “fazer passar a mensagem da paz na sociedade” e a contrariar uma “cultura baseada no espírito de vingança”. “A herança ecuménica do Sudão do Sul é um tesouro precioso, um louvor ao nome de Jesus, um ato de amor à Igreja sua esposa, um exemplo universal para o caminho de unidade dos cristãos”, acrescentou.

A oração ecuménica teve ainda uma prece de intercessão e misericórdia pela nação, num ato de unidade.


Igreja tem o dever de “erguer a voz” contra violência

Logo na manhã de sábado, também na capital do Sudão do Sul, o Papa (ainda citado pela Ecclesia) disse que a Igreja tem o dever de “erguer a voz” contra a violência e a injustiça, falando a membros do clero e de institutos religiosos, no mais jovem país africano (e o segundo no mundo, depois da recente independência dos Barbados).

“Também nós somos chamados a erguer a voz contra a injustiça e a prevaricação, que esmagam as pessoas e se valem da violência para, à sombra dos conflitos, melhor gerir os próprios negócios”, denunciou, na Catedral de Santa Teresa, em Juba.

No segundo discurso da sua “peregrinação ecuménica pela paz”, iniciada na sexta-feira, Francisco sublinhou que os responsáveis católicos “não podem permanecer neutrais face ao sofrimento provocado pela injustiça e as violências”. “Onde quer que uma mulher ou um homem sejam feridos nos seus direitos fundamentais, é ofendido Cristo”, acrescentou.


Guerra provoca “a maior crise de refugiados do continente”
Papa denunciou “a maior crise de refugiados do continente” africano, que se vive no Sudão do Sul, com a multiplicação de campos de deslocados, como este no Uganda. Foto © ACNUR.

Papa denunciou “a maior crise de refugiados do continente” africano, que se vive no Sudão do Sul, com a multiplicação de campos de deslocados sul-sudaneses no país ou no exterior, como este no Uganda. Foto © ACNUR.

O Papa encontrou-se ainda com deslocados internos do Sudão do Sul no ‘Freedom Hall’, de Juba, junto dos quais denunciou “a maior crise de refugiados do continente” africano, apelando ao fim da guerra no país.

“Aqui perdura a maior crise de refugiados do continente, pelo menos com quatro milhões de desalojados, filhos desta terra, com a insegurança alimentar e desnutrição que afetam dois terços da população e com previsões que falam duma tragédia humana que se pode agravar ainda mais, no curso do ano”, alertou, na terceira intervenção da sua visita, iniciada na sexta-feira.

Dirigindo-se aos responsáveis políticos, da sociedade civil e da comunidade internacional, Francisco sustentou que “não se pode esperar mais”.

“Um número enorme de crianças nascidas nos últimos anos só conheceu a realidade dos campos de desalojados, esquecendo-se do ambiente de casa, perdendo a ligação com a própria terra de origem, com as raízes, com as tradições”, lamentou, também citado pela agência Ecclesia.

O encontro começou com a projeção de um vídeo comentado por Sara Beysolow Nyanti, vice-representante especial do secretário-geral da ONU, António Guterres, para a Missão das Nações Unidas no Sudão do Sul, e com o testemunho de crianças que fazem parte das milhares de pessoas a viver em campos de refugiados na capital do país africano.

“O futuro não pode ser nos campos de desalojados. É preciso – justamente como pedias tu, Johnson – que todos os rapazes como tu tenham a possibilidade de ir à escola e também o espaço para jogar futebol”, disse o Papa, após ouvir estes testemunhos.

Na véspera, no primeira dia da peregrinação ecuménica pela paz, o presidente sul-sudanês Salva Kirr anunciou a disponibilidade para retomar as negociações de paz com grupos de oposição do Sudão do Sul que não assinaram, em 2020, a Declaração de Roma. “Tenho consciência das grandes expectativas relativamente à implementação destes acordos”, assumiu, apontando à necessidade de “eleições credíveis e transparentes” como objetivo último deste processo, falando perante o Papa Francisco, o primaz Justin Welby e o pastor Iain Greenshields.



Francisco não larga os refugiados

Olá Bom Dia

O Papa Francisco continua atento aos dramas da humanidade. No Sudão do Sul (África) onde está em visita apostólica esteve no ‘Freedom Hall’, de Juba, junto dos quais denunciou a “maior crise” de refugiados do continente africano, apelando ao fim da guerra no país.

“Aqui perdura a maior crise de refugiados do continente, pelo menos com quatro milhões de desalojados, filhos desta terra, com a insegurança alimentar e desnutrição que afetam dois terços da população e com previsões que falam duma tragédia humana que se pode agravar ainda mais, no curso do ano”, alertou. Dirigindo-se aos responsáveis políticos, da sociedade civil e da comunidade internacional, Francisco sustentou que “não se pode esperar mais”.

O dia nacional da Universidade Católica Portuguesa (UCP) assinala-se no primeiro domingo do mês de fevereiro, dia 05, e este ano tem como tema “O Conhecimento ao Serviço da Fraternidade Social”.

Nesse dia, relevante para “toda a comunidade académica”, celebra-se uma Missa de Ação de Graças, na Sé de Braga, pelas 11h30, que vai ser presidida pelo Arcebispo de Braga, D. José Cordeiro. Para “engrandecer” esta comemoração, conta-se com a participação dos alunos, dos docentes e dos colaboradores. As «Líricas-Tuna Feminina» da UCP-Braga embelezam o final da eucaristia, com uma animada atuação musical.

Propostas para hoje… No entanto não esqueça de ver, às 17h31, o programa 70X7 na RTP2 que depois fica disponível no site desta agência da Igreja Católica. Mas antes, pouco depois das 06h00, pode escutar também o programa, mas com outras temáticas, na Antena1.

Já sabe que pode acompanhar toda a atualidade religiosa, em Portugal e no mundo, no site www.agencia.ecclesia.pt/portal/

Cumprimentos

Luis Filipe Santos

 


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sábado, 4 de fevereiro de 2023

Vídeo de 1964 mostra entrevista com padre pioneiro da teoria do Big Bang

Nos arquivos de TV flamenga

 | 3 Fev 2023



A estação de televisão belga-flamenga VRT redescobriu um vídeo de 20 minutos em que o padre e astrofísico Georges Lemaître, considerado o pai da teoria do Big Bang, explica a origem do universo a partir da teoria da expansão iniciada com a explosão maciça do que chamou de “átomo primordial” ou “ovo cósmico”.

O vídeo, que pode ser visto acima, contém a entrevista dada por Lemaître a 14 de fevereiro de 1964 e que foi transmitida na época. Fazendo referência aos textos que elaborara em 1931, o astrofísico explica como tudo mudou na década de vinte (do século passado): “antes da teoria da expansão do universo, pensávamos que o universo fosse estático”, fosse igual ao que sempre fora. A teoria por ele avançada de um Big Bang inicial trouxe consigo todo um debate sobre a criação: que haveria antes desse Big Bang? Defendend que Deus não é o “relojoeiro do universo”, o astrofísico acrescenta que a ciência permite perceber como Deus está escondido por detrás da realidade física e que a teoria da expansão aponta para “um começo muito diferente do estado atual do universo, um começo de multiplicidade que pode ser descrito (…) como desintegração de toda a matéria na forma de átomos”. Mas sendo uma realidade tão diferente daquela que conhecemos, não tem que ter um antes temporal – ali sempre esteve tudo quanto deu origem ao que está contido no universo em expansão.

Num outro vídeo, realizado pelo The Thomistic Institute, é ilustrada a decisiva contribuição do padre Georges Lemaître para o avanço da astrofísica e são apresentadas as suas teses sobre a expansão do universo. Até agora, de acordo com Catholic News Agency, que no dia 1 de fevereiro noticia o achado, não se conhecia nenhum vídeo com Lemaître, apenas existiam fotografias suas, sendo a mais popular aquela em que ele aparece ao lado de Albert Einstein.



Francisco aos jovens: “Das vossas mãos pode vir o que falta a este país”

Terceiro dia na RD Congo

 | 2 Fev 2023

papa francisco em encontro com jovens no estadio dos martires em kinshasa congo, foto twitter papeenrdc

As bancadas do estádio dos Mártires, em Kinshasa, encheram-se de jovens para o encontro com o Papa. Foto reproduzida a partir da página de Twitter @#PapeEnRdc.

Mais de 80 mil jovens e catequistas provenientes de todas as partes da República Democrática do Congo (RDC) encheram o estádio dos Mártires, o maior do país, na manhã desta quinta-feira, 2 de fevereiro, para o muito aguardado encontro com o Papa. O entusiasmo era tal que o discurso de Francisco foi várias vezes interrompido por aplausos e cânticos. O Papa não se importou. É que esse entusiasmo só reforçava a mensagem que queria transmitir: é das mãos dos jovens “que pode vir o que falta” ao Congo, e ao mundo.

“Jovem que sonhas com um futuro diferente, é das tuas mãos que nasce o amanhã; das tuas mãos, pode vir a paz que falta a este país”, disse o Papa, visivelmente feliz e contagiado pelo ambiente de alegria que se vivia no estádio. E insistiu: “És indispensável e responsável pela tua Igreja e pelo teu país; fazes parte duma história maior, que te chama a ser protagonista: criador de comunhão, campeão de fraternidade, corajoso sonhador dum mundo mais unido”.

Mas Francisco não se ficou pelas palavras bonitas. Como um pai, fez questão de explicar aos jovens “concretamente, como fazer”. E, voltando às mãos, pediu-lhes que olhassem para elas e se perguntassem: “Para que servem estas minhas mãos? Para construir ou destruir, dar ou reter, amar ou odiar? Vê! Podes apertar a mão e fechá-la, torna-se um punho; ou podes abri-la e colocá-la à disposição de Deus e dos outros. Aqui está a opção fundamental, desde os tempos antigos”, afirmou.

Apontou então cinco “ingredientes para construir o futuro” que podem ser associados “aos dedos duma mão”: oração, comunidade, honestidade, perdão e serviço.

O polegar, o dedo mais forte, simboliza a oração, “que faz pulsar vida” e é o que permite que uma pessoa cresça e amadureça. “A oração é a arma mais poderosa que existe. Transmite-te o conforto e a esperança de Deus. Abre-te sempre novas possibilidades e ajuda-te a superar os medos”, garantiu Francisco, exortando os jovens a falarem com Jesus com liberdade e franqueza, permitindo-lhe assim intervir na sua vida diária.

Quanto ao dedo indicador, simboliza a comunidade, porque “com ele, indicamos algo aos outros”, explicou o Papa, pedindo: “não deixeis que a vossa juventude seja arruinada pela solidão e o isolamento. Imaginai-vos sempre juntos, e sereis felizes, porque a comunidade é o caminho para estar bem connosco mesmos, para ser fiéis à própria vocação”. Apesar de ir sozinho poder por vezes parecer “aliciante”, reconheceu Francisco, “depois deixa dentro apenas um grande vazio”.

O Papa alertou então para os perigos das drogas, que segundo ele muitas vezes levam as pessoas a esconderem-se dos outros e “da vida verdadeira, para te sentires omnipotente”, quando na realidade nos tornam “privados de tudo”. E pediu também aos jovens que se guardem “do regionalismo, do tribalismo, que parecem reforçar-vos no vosso grupo quando, pelo contrário, representam a negação da comunidade”.

Um grito em uníssono: “Não à corrupção!”

“Nada e ninguém pode substituir a força de estar juntos, a luz dos olhos, a alegria da partilha”, afirmou Francisco, convidando todos os presentes a dar as mãos. Foto © Vatican Media.

Referindo-se ao facto de os jovens quererem estar “conectados com os outros” o Papa lembrou ainda que “o mundo virtual não é suficiente”, porque “nada e ninguém pode substituir a força de estar juntos, a luz dos olhos, a alegria da partilha”. De resto, aquele momento dos jovens com Francisco estava a ser a prova disso mesmo, mas o Papa quis reforçar a mensagem e propôs uma “experiência”: “Durante alguns momentos, por favor, dai a mão a quem está ao vosso lado. Senti-vos uma única Igreja, um único Povo”. Os jovens acederam e, de repente, os 80 mil estavam de mão dada, e a cantar a uma só voz. O estádio vibrava.

Quando finalmente voltou a fazer-se silêncio e o Papa pôde fazer-se ouvir, assegurou-lhes: “Nesta aventura, não estais sozinhos; apoia-vos a Igreja inteira, espalhada por todo o mundo. Trata-se dum desafio difícil, mas possível. E tendes também amigos que, das bancadas do Céu, vos impelem para estas metas”. Referia-se aos mártires congoleses Beato Isidoro Bakanja e Beata Maria Clementina Anuarita. Os jovens, alguns deles com cartazes que pediam que estes mártires fossem “santos subitos”, aplaudiram mais uma vez.

Francisco retomou depois o raciocínio e, voltando-se para o dedo médio, o mais alto, disse que simboliza a honestidade, “uma coisa imprescindível” e que “significa não se deixar enredar nos laços da corrupção”. Mas mais uma vez parou o discurso e fez uma pergunta diretamente aos jovens: “Uma pessoa corrupta é honesta ou não é honesta?”. A resposta foi um forte “não!”. “Então digamos todos juntos: não à corrupção!”, pediu o Papa. O grito de Francisco e dos jovens ecoou pela cidade.

“Não vos deixeis manipular por indivíduos ou grupos que procuram servir-se de vós para manter o vosso país na espiral da violência e da instabilidade, para continuarem a controlá-lo sem consideração por ninguém”, insistiu. E mais uma vez fez questão de mostrar que acredita neles: “Sede vós os transformadores da sociedade, os conversores do mal em bem, do ódio em amor, da guerra em paz. Quereis sê-lo? Se quiserdes, é possível… E sabeis porquê? Porque cada um de vós tem um tesouro que ninguém vos pode roubar: são as vossas opções”.

Um pedido final

papa francisco em encontro com jovens no estadio dos martires em kinshasa congo, foto twitter papeenrdc (1)

“A alegria que hoje tendes, guardai-a e não deixeis que se apague”, pediu o Papa aos jovens. Foto reproduzida a partir da página de Twitter @#PapeEnRdc.

Chegou a vez de falar do quarto dedo da mão, o anelar, que significa perdão, ou seja: “poder recomeçar” sem esquecer o passado, mas sem se “resignar com o facto de poder repetir-se”.

O perdão significa também aceitar a ideia “de que ninguém é perfeito e que todos, não apenas eu, têm o direito de começar de novo”, disse Francisco, lembrando no entanto que é impossível perdoar os outros sem primeiro ser perdoado por Deus e exortando os jovens confessar-se regularmente.

“Oração, comunidade, honestidade, perdão. Chegamos ao último dedo: o mindinho.” Sendo o dedo mais pequeno, representa o serviço, pois “quem serve faz-se pequenino, como “uma semente minúscula que parece desaparecer na terra e, em vez disso, dá fruto”.

Francisco pediu então aos jovens que se perguntem diariamente o que podem fazer pelos outros e como podem servir melhor a Igreja, as suas comunidades e o seu país, e agradeceu aos muitos catequistas presentes pela forma como já se colocam ao serviço: “para muitas comunidades, sois vitais como a água! Fazei-as crescer sempre com a clareza da vossa oração e do vosso serviço”.

No final, Francisco deixou um pedido a todos os presentes: “A alegria que hoje tendes, guardai-a e não deixeis que se apague. (…) Juntos, saí do pessimismo, que paralisa. A República Democrática do Congo espera, das vossas mãos, um futuro diverso, porque o futuro está nas vossas mãos”.