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Bom dia! A energia e entusiamo com que se apresenta sempre não fazem
prever a idade de Leão XIV, que nem no dia do seu aniversário abrandou o
ritmo. Nascido a 14 de setembro de 1955 em Chicago (EUA), o Papa celebrou
ontem 71 anos e manteve a agenda normal de trabalho, com várias audiências e
a inauguração da mostra
‘AQVA’, na Biblioteca Apostólica do Vaticano. Em dia de celebração,
Leão
XIV foi homenageado com um bolo e lembrou a memória da sua mãe,
bibliotecária; publicou um decreto sobre a construção de novos espaços
destinados à Biblioteca e aos Arquivos Apostólicos, com o objetivo de
preservar e promover a memória cultural; e anulou
as restrições salariais aplicadas aos funcionários e colaboradores da Santa
Sé durante o período da pandemia de Covid-19. Um dia em cheio que é
o reflexo de mais de um ano e quatro meses de pontificado, durante os qual o
Papa já visitou Espanha (junho de 2026); Argélia, Camarões, Angola e Guiné
Equatorial (abril de 2026); o Mónaco (março de 2026); e a Turquia e o Líbano,
com peregrinação a İznik por ocasião do 1700º aniversário do I Concílio de
Niceia (27 de novembro-02 de dezembro de 2025), bem como várias cidades
italianas.
Por cá, a ministra dos
Negócios Estrangeiros da Palestina encontrou-se com
o presidente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP), a quem afirmou que a
Igreja tem uma “palavra a dizer” sobre os conflitos no mundo. "A
Igreja e os cristãos de todo o mundo devem estar preocupados com o que está a
acontecer aos palestinianos e aos cristãos na Palestina",
disse Varsen Aghabekian Shahim. Por sua vez, D. Virgílio Antunes referiu
que a situação que o povo palestiniano vive mostra um dos “mais
graves problemas da humanidade”. O programa Ecclesia,
que agora é emitido às 13h00,
na RTP2, recebeu ontem o diretor do Serviço Nacional da Pastoral do Ensino
Superior, da Conferência Episcopal Portuguesa, que abordou os planos para o
novo académico. O padre Miguel Gonçalves destacou a relevância de estudantes
estrangeiros e das universidades para o interior. Uma entrevista para assistir aqui e ler aqui. Pela Ásia,
encontra-se a decorrer na Coreia do Sul a segunda reunião preparatória do
encontro da Jornada Mundial da Juventude, que ontem contou com a intervenção
do cardeal D. Américo Aguiar, que afirmou
que “organizar uma Jornada é difícil, mas viver depois da Jornada pode ser
ainda mais exigente”. Segundo o bispo, o “verdadeiro
legado” de uma JMJ “tem rosto” e que “não os números, nem os palcos, nem as
imagens aéreas de uma multidão impressionante”. Hoje, chamo a sua
atenção para duas iniciativas: a Confederação Portuguesa do Voluntariado promove
um encontro na Assembleia da República, que se divide em dois momentos
(durante a manhã na Sala do Senado e na parte da tarde no Centro
Interpretativo do Parlamento). O encontro centra-se na revisão da lei do
voluntariado. Já em Évora, inicia-se
a Semana de Formação Cáritas com o tema “Uma rede sinodal que transforma”. Pelas 12h52, convido-o a não perder o programa Ecclesia,
que conversa com Fátima Eusébio, diretora do Secretariado Nacional dos Bens
Culturais da Igreja, sobre um curso
de formação que aborda “procedimentos básicos” sobre conservação preventiva
do património e que hoje tem a primeira sessão. Desejo-lhe uma ótima terça-feira! Leonor João |
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