O mês de outubro tem
luzes missionárias… Os Leigos para o Desenvolvimento (LD), organização
não-governamental para o desenvolvimento (ONGD) católica, vai realizar sessões
de informação e esclarecimento sobre projetos e missões, antes de dar início
ao seu ciclo de formação 2022/2023. A organização ligada à Companhia de Jesus
(jesuítas) informa que estas sessões destinam-se a jovens, com idades
compreendidas entre os 21 e os 45 anos, que estão “interessados numa
experiência missionária em África e em Portugal”, pelo período mínimo de um
ano.
Os Leigos para o
Desenvolvimento vão realizar sessões, durante este mês, sempre às 21h00, no
dia 26 de outubro, em Lisboa, no CUPAV – Centro Universitário Padre António
Vieira, e no Porto, no CREU – Centro de Reflexão e Encontro Universitário –
Inácio de Loyola, e dia 27, em Coimbra, no CUMN, o Centro Universitário
Manuel da Nóbrega.
Os bispos das
comunicações sociais da Península Ibérica estiveram reunidos, de segunda a
quarta-feira, em Santiago de Compostela (Espanha) e afirmaram que a
comunicação deve estar “próxima das pessoas”, deve apelar a uma “esperança
maior” e ser “voz dos sem voz, do sofrimento da terra e da dor dos humanos”.
A comunicação social
enfrenta hoje duas possibilidades: “limitar-se ao pequeno jogo das intrigas
da sociedade de consumo em que vivemos, onde é difícil distinguir a verdade
da mentira, ou comunicar uma esperança realista e resistente, sendo a voz dos
sem voz, do sofrimento da terra e da dor dos humanos”, afirma o comunicado
final do encontro.
Propostas para hoje…
No entanto não esqueça de ver o programa ECCLESIA na RTP2, pelas 15h00, e
sintonizar na Antena 1, pouco depois da meia-noite e escutar uma conversa com
o irmão David, monge português a residir na comunidade ecuménica de Taizé, em
França.
Porque hoje a paz é gravemente violada, ferida e espezinhada, “a nossa oração tornou-se um ‘grito’”, afirmou o Papa Francisco na oração final do ato de culto realizado no Coliseu, no encerramento do encontro convocado pela Comunidade de Santos Egídio em que participaram três chefes de Estado e alguns dos mais altos representantes das várias religiões. Estes assinaram o “Apelo de Roma pela Paz”, em que se lê: “As religiões são e devem continuar a ser uma grande fonte de paz. A paz é sagrada, a guerra nunca pode ser sagrada!”.
Ao fim da tarde de dia 25 de outubro, o ato de oração protagonizado por diversos líderes de várias religiões concluiu o Encontro Internacional de Diálogo e Oração pela Paz entre as Religiões do Mundo que a Comunidade de Santo Egídio promoveu entre 23 e 25 de outubro. Na sua intercessão, Francisco rezou: “No silêncio da oração, esta noite, ouvimos o clamor pela paz: a paz sufocada em muitas regiões do mundo, humilhada por demasiada violência, negada também às crianças e aos idosos, que não são poupados da terrível dureza da guerra. O clamor pela paz é muitas vezes silenciado não apenas pela retórica da guerra, mas também pela indiferença. É silenciado pelo ódio que cresce enquanto lutam entre si.”
“Mas a invocação da paz não pode ser suprimida – continuou o Papa –, nasce do coração das mães, está escrita nos rostos dos refugiados, das famílias em fuga, dos feridos ou dos moribundos. E este grito silencioso sobe ao céu. Não conhece fórmulas mágicas para sair dos conflitos, mas tem o sacrossanto direito de pedir a paz em nome dos sofrimentos vividos, e merece ser ouvido. Merece que todos, começando pelos governantes, se inclinem para ouvir com seriedade e respeito. O clamor pela paz expressa a dor e o horror da guerra, mãe de toda pobreza.”
Francisco recordou ainda o apelo de São João XXIII em 1962, durante a “crise dos mísseis” que parecia precipitar o mundo na guerra nuclear: “Pedimos a todos os governantes que não permaneçam surdos a este grito de humanidade. Que façam tudo o que estiver ao seu alcance para salvar a paz”, para acrescentar: “Sessenta anos depois, estas palavras soam com uma impressionante relevância. Faço-as minhas. Não somos neutros, mas sim alinhados pela paz. Por isso, invocamos o ius pacis [Direito de Paz] como direito de todos para resolver os conflitos sem recurso à violência”
Apelo de Roma: trabalhar pela paz de todas as maneiras possíveis
Da mesma urgência na construção da paz partilha a declaração final da Assembleia Mundial de líderes das religiões do mundo, “Grito pela Paz”, formada por todos os responsáveis religiosos que participaram nestes dias de encontro promovido pela comunidade de Santo Egídio. Lê-se no “Apelo de Roma pela Paz” que foi lido e assinado no Coliseu: “Estamos diante de uma encruzilhada: ser a geração que deixa morrer o planeta e a humanidade, que acumula e comercializa armas na ilusão de se salvar dos outros, ou então a geração que cria novas formas de convivência, não investe em armas, abole a guerra como instrumento de resolução de conflitos e põe termo à exploração anormal dos recursos do planeta.”
Para além desta constatação dramática, o apelo refere diretamente a responsabilidade dos crentes: “Nós, crentes, devemos trabalhar pela paz de todas as maneiras que nos seja possível. (…) Infelizmente, mesmo entre nós, às vezes dividimo-nos, abusando do santo nome de Deus: pedimos perdão, com humildade e vergonha. As religiões são e devem continuar a ser uma grande fonte de paz. A paz é sagrada, a guerra nunca pode ser sagrada! A humanidade deve acabar com as guerras ou será a guerra que acabará com a humanidade. (…) Vamos reabrir imediatamente um diálogo sério sobre a não proliferação nuclear e o desmantelamento de armas nucleares.”
Pela sua importância, reproduzimos na íntegra o “Apelo de Roma pela Paz” (tradução do 7MARGENS):
Reunidos em Roma no espírito de Assis, rezámos pela paz, segundo as várias tradições, mas em concordância. Agora nós, representantes das Igrejas Cristãs e das religiões mundiais, voltamo-nos para o mundo e para os líderes dos Estados. Damos voz àqueles que sofrem com a guerra, dos refugiados e das famílias de todas as vítimas e dos caídos. Com firme convicção dizemos: chega de guerra! Vamos parar todos os conflitos. A guerra traz apenas morte e destruição, é uma aventura sem retorno em que todos somos perdedores. Calem-se as armas, declare-se imediatamente um cessar-fogo universal. Ativem-se de imediato negociações capazes de levar a soluções justas para uma paz estável e duradoura, antes que seja tarde demais. Reabra-se o diálogo para cancelar a ameaça de armas nucleares.
Após os horrores e dores da Segunda Guerra Mundial, as Nações puderam reparar as profundas lacerações do conflito e, por meio de um diálogo multilateral, fazer nascer a Organização das Nações Unidas, fruto de uma aspiração que, hoje mais do que nunca, é uma necessidade: a paz. Que não se perca agora a memória do que é a tragédia da guerra, mãe de toda pobreza.
Estamos diante de uma encruzilhada: ser a geração que deixa morrer o planeta e a humanidade, que acumula e comercializa armas, na ilusão de se salvar dos outros, ou então a geração que cria novas formas de convivência, não investe em armas, abole a guerra como instrumento de resolução de conflitos e põe termo à exploração anormal dos recursos do planeta.
Nós, crentes, devemos trabalhar pela paz de todas as maneiras que nos seja possível. É nosso dever ajudar a desarmar os corações e apelar à reconciliação entre os povos. Infelizmente, mesmo entre nós, às vezes dividimo-nos, abusando do santo nome de Deus: pedimos perdão, com humildade e vergonha. As religiões são e devem continuar a ser uma grande fonte de paz. A paz é sagrada, a guerra nunca pode ser sagrada!
A humanidade deve acabar com as guerras ou será a guerra que acabará com a humanidade. O mundo, nossa casa comum, é único e não nos pertence a nós, mas sim às gerações futuras. Portanto, vamos libertá-lo do pesadelo nuclear. Vamos reabrir imediatamente um diálogo sério sobre a não proliferação nuclear e o desmantelamento ase armas nucleares.
Vamos recomeçar juntos a partir do diálogo que é remédio eficaz para a reconciliação dos povos. Invistamos em todas as formas de diálogo. A paz é sempre possível! Não mais a guerra! Nunca mais uns contra os outros!
Roma, 25 de outubro de 2022
[lida e assinada no final da Assembleia Mundial de líderes das religiões do mundo, “Grito pela Paz”]
Damián Cano ha contado su testimonio de conversión y sanación en un vídeo que ha difundido MaterMundi TV. Es la historia de un médico argentino, que buena parte de su vida se instaló en el orgullo y la autosuficiencia, y más adelante, a raíz de una desgracia, avanzaba hacia la autodestrucción.
Una infancia de desafecto
La vida de Damián Cano parte de cimientos debilitados en su infancia: sus padres no eran afectuosos, él se crio con baja autoestima y sufrió bullying y acoso de compañeros.
De niño, su relación con Dios “era bastante pobre y lejana. Conocía a un Dios castigador, muy lejos de un Dios Amor. La catequesis fue muy pobre e iba a misa muy pocas veces”.
Encontró refugio en el deporte. Después, en la universidad y la profesión médica. A medida que avanzaba en el mundo adulto y laboral, dejaba más lejos a Dios, "y mi vacío interior y mis heridas se agrandaron".
Época de prestigio y dinero
Adquirió prestigio y dinero como médico. También admiración entre las mujeres. Describe así esa época de éxitos externos: "la autosuficiencia, el egoísmo, la soberbia, la vanidad, la manipulación, la lujuria… Creía que yo tenía el control sobre todo, y que todo lo bueno que me pasaba era solo gracias a mí y a mi esfuerzo. Siempre creía tener razón”.
Damián Cano, de joven, presumía de éxito, vehículos, vacaciones...
Al final de la carrera, conoció a Stella, su esposa. Se enamoró de ella sinceramente, de toda la persona, no solo de su físico. Pero reconocen que se casaron "sin saber amar y con nuestro baúl de amor casi vacío". “No entendía, ni me interesó entender tampoco, lo que era el Sacramento del Matrimonio». Se casó por la Iglesia por costumbre.
Tenían buena casa, coches caros, hoteles y vacaciones caros y esperaron 5 años a tener su primer hijo. Fue una niña a la que llamaron Ana Belén.
El accidente mortal
Yendo de excursión un fin de semana, sufrieron un grave accidente y la niña, de 2 años, quedó en coma. Damián, como médico, intentó reanimarla allí mismo. La niña se murió en sus brazos. Damián rezó instantáneamente a Dios: «Dios, que no se muera, déjamela, aunque quede discapacitada (porque sabía que su cerebro estaba sufriendo falta de oxígeno). Y después, sentí mi orgullo dañado porque había fallado en la resucitación, en mi tarea como médico”.
Aún estaba impactado y descentrado, cuando llegó un hombre que le hizo volver en sí y les llevó a un centro médico, para que Stella pudiera recuperarse de sus daños, que también eran graves. Hoy Damián considera que aquel desconocido fue como "un abrazo de Dios", que, dice, "me sacó un poco la bronca, la locura, y me permitió volver a pensar con claridad".
Nueve años de depresión y crisis
Tras el accidente y la muerte de su hijita, el matrimonio quedó muy dañado. Ambos sufrieron ansiedad, depresión e ideas suicidas. Tuvieron más hijos pero sufrían las peleas de los padres. "Escucharon insultos, gritos, portazos, cosas que un niño no debe escuchar". En otra crisis, Damián se sentía hundido, no podía trabajar, y eso destrozaba su autosuficiencia y autoestima. "Estaba enojado, embroncado, con ira. Culpaba a Dios, me culpaba a mi mismo y culpaba a los demás”.
"La desesperanza incluso nos llevó a varios intentos de suicidio, a Stella y a mí", confiesa.
El día antes de fugarse de casa
"Cuando toqué fondo, decidí abandonar a mi esposa, y a mis dos hijos de 4 y 8 años, e irme a 2.500 km de distancia, escapando de los problemas", recuerda. Iba a abandonar a su familia.
"Pero el día antes de irme, el 15 de noviembre de 2007, me invitaron a un grupo de oración. Y fue como si yo me dijera: 'A ver, este Jesús del que tanto hablan, que soluciona problemas graves, qué puede hacer por mí..., como desafiándolo'".
Fue a aquella oración en la parroquia. Y en tres horas su vida cambió por completo.
"Lloré mucho, eso me hizo sentir muy liberado y fue un momento muy profundo. Nunca había experimentado algo así. No conocía el amor de Jesús, pero ahí lo sentí como un susurro en mi alma. No fue una voz, fue un susurro. Él me entendía, me valoraba, estaba conmigo... Me mostró que yo vivía en la oscuridad y que abandonar a mi familia estaba mal. Con mucha dulzura, me dijo las cosas que hacía mal, me mostró todas mis heridas. Me despabiló. Nunca me había sentido tan amado como en ese momento. Del mismo lugar de donde venía ese amor indescriptible, venían correcciones y llamadas de atención hechas con mucha ternura. ¡Me sorprendió mucho eso!"
"Después me confesé. Hacía mucho que no me confesaba. Y me sentí perdonado. Recuerdo la canción que cantaron esa noche: Hoy has cambiado mi lamento en una danza, del sepulcro me libraste, me diste la libertad. Y yo sentí eso: que me habían sacado del lugar donde estaba muerto en vida".
Tres horas antes, quería abandonar a su familia. Tres horas después, saltando de felicidad, lleno de paz, estaba, dice, "decidido a reconquistar a mi esposa y a ser padre para mis hijos".
Una vida nueva: perdón y sanación
Antes de esa tarde, Dios era solo un "bombero", a quien acudía para apagar un incendio, un problema. Pero desde ese momento, Damián quiso buscar la voluntad de Cristo, y su vida cambió. "Él me lleva cada día, me levanta. Ya no sólo sobrevivo. Ahora vivo. Es un hermoso camino", afirma.
Damián pudo perdonar a sus padres. Cristo le sanó la herida por la pérdida de su hija. "Los recuerdos del accidente ya no duelen", afirma. De tomar dosis máximas de ansiolíticos por insomnio, pasó a dormir en paz sin medicación. "Aprendí a perdonar y pedir perdón, a los demás y a mí mismo".
Damián Cano y su esposa Stella, un matrimonio reunido y sanado por Dios.
Con el perdón, y orando juntos, Damián y su esposa volvieron a sentirse unidos. "Empecé a disfrutar la misa, la confesión, me enamoré de la Palabra de Dios, descubrí a Mamita María, como mi mamá. Hoy necesito rezar el Rosario todos los días. Lo rezo con nuestra familia del cielo, y con María Belén, nuestra hija en el cielo". Un matrimonio veterano en la fe les acompañó y ayudó a crecer en la fe.
Damián también empezó a sentirse más cercano a los enfermos y ancianos. Hoy a menudo lleva la comunión a enfermos e incapacitados. Como matrimonio, Damián y Stella en la actualidad intentan ayudar a otros padres en proceso de duelo por haber perdido a sus hijos. "Los escuchamos, oramos a la luz de la Palabra, estamos cerca de ellos y damos nuestro testimonio, sabiendo con certeza donde está nuestra hija María Belén, en el Cielo". Este grupo que acompañan se llama Dios Refugio y Fortaleza. Tratan de llevar la luz de Dios allí donde hay tristeza.
Damián Cano ha contado su testimonio en 25 min. en este vídeo de MaterMundi TV.
A expressão partiu do
Presidente da República, na tarde de ontem, quando se inscrevia na JMJ Lisboa
2023. Marcelo Rebelo de Sousa visitou a sede do COL em Lisboa e em declarações
aos jornalistas, afirmou que este “vai ser o maior encontro coletivo” em
Portugal.
“É o mundo a vir até nós e nós a irmos até ao mundo”, acrescentou, falando
num momento “espectacular” de encontro e celebração.
Foto: Lusa/EPA
“Basta de guerra!
Vamos parar todos os conflitos. A guerra traz apenas morte e destruição, é
uma aventura sem regresso, em que todos somos perdedores.” A expressão ecoou
ontem no Coliseu de Roma que acolhia o encerramento do encontro
inter-religioso pela Paz. A iniciativa promovida pela Comunidade de Santo
Egídio contou com a presença do Papa Francisco.
Os representantes religiosos pediram negociações que levem a “soluções justas
para uma paz estável e duradoura, antes que seja tarde demais” e retomem o
diálogo para “anular a ameaça de armas nucleares”.
A saúde mental junto
das crianças e adolescentes motiva esta tarde, um webinar
promovido pelas Irmãs Hospitaleiras e cofinanciado pela Direção-Geral de
Saúde (DGS), no âmbito do Programa Nacional para a Saúde Mental. «NO Stress:
A viagem que não acaba» é o tema desta sessão
que busca a melhoria da qualidade de vida de crianças e adolescentes, através
da promoção da sua saúde mental e prevenção do stress pós-traumático
associado à pandemia Covid-19.
Hoje, no Centro
Universitário Padre António Vieira em Lisboa e no Centro de Reflexão e
Encontro Universitário no Porto, os Leigos para o Desenvolvimento promovem sessões
de informação e esclarecimento sobre projetos e missões, neste mês ‘Outubro
Missionário’.
Num comunicado enviado à Agência ECCLESIA, a organização ligada à Companhia
de Jesus (jesuítas) informa que estas sessões destinam-se a jovens, com
idades compreendidas entre os 21 e os 45 anos, que estão “interessados numa
experiência missionária em África e em Portugal”, pelo período mínimo de um
ano. Amanhã será em Coimbra, no Centro Universitário Manuel da Nóbrega.
Esta tarde, na RTP2,
o programa Ecclesia apresenta a 4ª Edição do Festival Internacional
Infantojuvenil Canto pela Paz que acontece no próximo domingo. Filipe Dias
revela o que se pretende com esta iniciativa.
O secretário de Estado do Vaticano, Pietro Parolin, considerou a renovação do acordo provisório com a República Popular da China sobre a nomeação de bispos católicos “um compromisso imperfeito”, mas indicou vários frutos positivos desse acordo.
A Santa Sé revelou nos últimos dias que tinha chegado a bom porto a segunda revisão do acordo, cujas negociações decorreram nos últimos meses sob grande secretismo. O conteúdo do texto revisto continua também a ser secreto.
Em entrevista a Andrea Tornielli, publicada pelo Vatican News, o cardeal Parolin indicou “três frutos principais” conseguidos com o acordo. O primeiro é que, desde que o texto foi assinado, em setembro de 2018, todos os bispos da Igreja Católica na China “estão em plena comunhão” com o Papa, não tendo havido mais “ordenações episcopais ilegítimas”. Um resultado concreto é que, na oração eucarística das missas, passou a mencionar-se explicitamente o Papa, “algo que era impensável anos atrás”, refere o secretário de Estado.
O segundo fruto foram as primeiras seis ordenações episcopais que ocorreram dentro do espírito do acordo e em conformidade com o procedimento estabelecido, que “deixa ao Papa a palavra final e decisiva”.
Neste mesmo período, também os primeiros seis bispos “clandestinos” viram a sua situação oficializada, passando a ser reconhecidos como bispos pelas instituições públicas. Este é o terceiro fruto.
Pietro Parolin refere, na entrevista, que o acordo permite “a consolidação de um bom diálogo institucional e cultural” com a China. No entanto, no seu âmago, ele diz respeito “aos bens essenciais para a vida quotidiana da Igreja” naquele país. Resultados: a validade dos sacramentos celebrados e “a certeza, para milhões de fiéis chineses, de poderem viver a sua fé na plena comunhão católica, deixando de ser suspeitos de não serem cidadãos leais ao seu país”.
Longo processo de aproximação
Há, no entanto, problemas que continuam em aberto. Segundo o responsável do Vaticano, ainda há muitas dioceses vagas e outras que têm bispos muito idosos. Há também dioceses “em que o caminho da reconciliação, tão desejado pelo Papa Francisco, está a marcar passo”. E há, finalmente, dioceses nas quais, “apesar dos esforços e da boa vontade, não é possível ter um diálogo frutífero com as autoridades locais”.
As dificuldades exigem “novos passos, numa relação de colaboração que tem múltiplos protagonistas: a Santa Sé, as autoridades centrais [da China], os bispos com suas comunidades e as autoridades locais”. E exigem a “diplomacia da paciência”, como dizia o Papa, em julho deste ano, numa entrevista à Reuters.
É público que este acordo suscitou e suscita vivas reações, na China e fora dela. O expoente máximo da contestação tem sido o bispo emérito de Hong Kong, o cardeal Joseph Zen, atualmente perseguido pelas autoridades chinesas e do qual se disse que o Vaticano não o apoiou com frontalidade para não perturbar a revisão do acordo agora renovado.
Mas no interior da República Popular da China a resistência continua a fazer-se sentir. Numa entrevista ao Vatican News, o cardeal filipino Luis Antonio Tagle, ele próprio com antepassados nascidos na China, reconhece isso mesmo: “A Santa Sé não ignora nem minimiza as diferenças de reações entre os católicos chineses diante do acordo, onde a alegria de muitos se confunde com as perplexidades de outros. Faz parte do processo. Mas é preciso ’sujar as mãos’ com a realidade das coisas como elas são”.
Para este purpurado, foi desenvolvido um processo longo de aproximação ao lado chinês, procurando identificar as fontes dos entraves e dificuldades históricas e encontrar modos de conciliar as posições de um lado e de outro. O ponto a que se chegou, apenas no tocante à nomeação de bispos, foi a possibilidade de encontrar “pastores bons e dignos”, que também fossem reconhecidos pelo lado chinês.
Tagle relativiza o facto de, ao abrigo do acordo, as autoridades civis chinesas intervirem no processo de nomeação dos prelados. Isso aconteceu em muitos outros lados e, segundo ele, sempre foi resultado de uma necessidade de adaptação às particularidades locais, sem sacrificar os princípios da Igreja. Dá o exemplo do “padroado real” que vigorou muito tempo no seu país e não esquece que “mesmo São Francisco Xavier e os jesuítas faziam a sua missão na Índia sob o patrocínio da Coroa portuguesa”.
O cardeal, atualmente nas funções de prefeito do Dicastério para a Evangelização dos Povos, no Vaticano, traça um quadro positivo das comunidades católicas na China:
“Vejo que as paróquias e as comunidades desenvolvem trabalhos pastorais e caritativos com fervor e criatividade em toda a China. Todos os anos há muitos novos batismos, incluindo entre adultos”, observou.
Daniel descubrió la Verdad tras años en la Nueva Era y probar la masonería o la teosofía luciferina
El de Daniel y su familia fue un viaje plagado de doctrinas espiritualistas, new age e incluso luciferinas que acabó en la Iglesia a raíz de una experiencia de paz.
A los 16 años, Daniel Lerin experimentó "una paz que no podía imaginar". Educado en una familia de origen católico pero entregada a gurús de la Nueva Era, el joven lo investigó todo para descubrir el origen de esa paz: teosofía, prácticas orientales, estudios bíblicos evangélicos… incluso probó en la masonería. Tras años de estudio y ser consciente de los orígenes "luciferinos" de algunas de estas prácticas o la "egolatría" que implicaban, Daniel ha alcanzado hoy con su familia la paz que siempre buscó.
Nieto de cubanos, nacido en Gijón, criado en Miami y residente en Jacksonville, Daniel ha experimentado tantas doctrinas espiritualidades como viajes ha realizado en su vida.
A sus 35 años, cuenta en Cambio de Agujas que esta travesía comenzó cuando su familia, pese a haber sido criada en la fe, no pudo resistir el arrastre de la ola hippie de los 60, que les llevó a seguir por todo el mundo a un gurú como su maestro espiritual.
Fue con 16 años cuando se sobresaltó al sentir una paz "que no podía explicar".
"Me desperté una mañana y sabía que no nacía de mí, que tenía que ser de fuera. Estaba mucho más allá de cualquier paz que pudiese imaginar", explica. Décadas después comprende el mensaje que escuchó en ese momento: "Tú llamado va a ser hacer saber al mundo que esta paz es posible para cualquier persona".
Pero la travesía para encontrarla fue cuanto menos compleja. Daniel sabía que Dios fue el responsable de esa paz y ese mensaje, pero no sabía ni qué dios podía ser ni tenía en realidad ningún concepto claro de la religión cristiana. Solo que dedicaría su vida a buscar a su autor.
Buscando la Verdad... pero muy lejos de ella
Empezó por la filosofía, leyó a Platón, Nietzsche, Aristóteles… y no tardó en ser introducido a la Nueva Era, en un principio, convencido de que "cualquier creencia seguida de forma verdadera" le permitiría "llegar a Dios".
Sin más guía que algunas nociones filosóficas y espirituales, acabó inmerso en un curso de sanación a través de los "chacras" y "centros energéticos" de las personas como curandero.
"A veces, cuando hacía una curación, le indicaba a la persona el origen de su dolor. Me preguntaba que cómo lo sabía y yo le respondía que mis guías me lo revelaron cuando les pedí abrir su alma para tener acceso a sus centros energéticos", relata.
De creer que podía "llegar a Dios" acabó convencido de que en "el viaje" no había cielo o infierno y que lo único importante era "la conciencia humana para llegar al centro de su propio Dios".
Pese a que "todo parecía muy positivo", sabía que debía "faltar algo" y que aún "no había llegado a la verdad". Con una influencia cada vez más lejana del catolicismo de su infancia y sin conocer otros católicos en Miami, comenzó a frecuentar un grupo de estudios bíblicos protestante.
"Después del estudio sentí una paz mayor y más profunda que al salir de cualquier meditación y al estudiar la Biblia, notaba como [el cristianismo] tenía mucho que ver con el ser humano alabando y sirviendo a Dios", mientras que la experiencia en la Nueva Era "tenía más que ver conmigo".
"Tenía que ser mi propio Dios"
"Tenía que evolucionar a la próxima dimensión de la conciencia, llegar a ser mi propio Dios y cuando hice mis clases de curandero tuve que proclamar `yo soy´. Mi vida [en la Nueva Era] tenía que ver conmigo y el cristianismo con Dios"; explica.
Pero Daniel estaba decidido a no dejarse influir por ninguna de esas dos opciones. Quería descubrir la verdad por sí mismo. Tanto que, rezando, pidió a Dios que le dejase investigar su propio "potencial de llegar" a la verdad "buscando en la Nueva Era profundamente", con todo su corazón.
Durante los seis meses siguientes vivió no pocas "experiencias sobrenaturales" en santuarios, como uno en California, con personas "que revelaron cómo llegar a todo el potencial, que hacían curaciones, canalizaban espíritus y daban mensajes".
Pero la paz que sintió entonces era muy distinta a la que percibió en su adolescencia. "Era superficial, lo más profundo de mi corazón sentía que había algo duro y me creía superior a otras personas", relata.
En las oscuras aguas de la teosofía y la masonería
No le quedaba mucho para conocer la verdad de las prácticas "del este (orientales)" a las que estaba entregando su vida. Su sospecha de que "había un error" en todo ello se hizo definitiva cuando conoció a la oscura fundadora de la Teosofía y autora de La Doctrina Secreta, Madame Blavatsky.
"En ese libro se decía que Satanás es el rey de este mundo y el único rey que hay", que "es el salvador, la serpiente, el dragón y el logos, todo en uno" o que "es el verdadero salvador espiritual de la humanidad que liberó a Adán de ser el sirviente de Dios", explica.
Ya no sentía paz, sino "impacto y miedo". Entonces ecordó que en su primer curso como curandero la maestra les pidió leer este libro. Al preguntarla, confirmó sus sospechas: "Nos dijo que Lucifer era un ángel bueno pero con mala reputación por la Iglesia Católica, que era un ángel bueno que te ayuda a llegar a la luz".
Profundizando en su vida y mensaje llegó a conocer el caso de Alice Bailey, la discípula de Blavatsky y fundadora la Escuela Arcana o de Lucifer Trust, compañía difusora de las publicaciones sobre espiritualidad de la ONU bajo el nombre de Lucis Trust, según recoge su propia web.
Tras años de estudio e investigación, Daniel no solo fue consciente de que "la Nueva Era era la rama espiritual de la masonería", sino que incluso frecuentó logias masónicas donde les prohibían mencionar si quiera "el nombre de Jesús".
Dos conclusiones que le llevaron a la Eucaristía: "Es un milagro"
Consciente de que todo ello suponía "un problema", Daniel llegó a una importante conclusión en su camino de búsqueda de la verdad.
"Las otras religiones enseñaban que el esfuerzo y la disciplina personal era lo que te llevaba a Dios. Pero no importaba cuánto intentase ser bueno o cuánto meditase, mi corazón siempre quería ir al mal. La única religión que me decía que Dios entraba en ti a cambiarte era el cristianismo y supe que la Nueva Era no era compatible con la experiencia humana, sino solo el cristianismo", relata.
Tras un traumático abandono de las corrientes New Age, Daniel y su mujer se aferraron al protestantismo como su último y más cercano rescoldo espiritual.
Pero al profundizar en la teología protestante, se dieron cuenta de que "dos buenos teólogos interpretaban un versículo de forma muy diferente o incluso contraria" y que, si querían tener una fe firme "tenían que creer en algún teólogo".
"Así empezamos a investigar a los Padres de la Iglesia y me di cuenta de que no creían en nada protestante. Que la Eucaristía era el Cuerpo y la Sangre de Dios, que honrar a los santos te ayuda y beneficia, que rezaban y veneraban a la Virgen y que tenían en el Papa y los obispos un sistema de autoridad", explica.
Algo de lo que carecía como protestante y que "causa problemas" al no disponer "de ninguna forma de conocer la correcta interpretación de la Biblia. En la Iglesia tienes el Magisterio y sabes que Dios da la autoridad para interpretar la Biblia".
Daniel comprendió que, al llegar a esta conclusión, su camino hacia la verdad que tanto había buscado estaba cerca de terminar. Poco después, sus hijos se bautizaron y sin si quiera conocer el Hogar de la Madre, la familia pasó a formar parte de él.
"Cada vez que puedo comulgar es sobrenatural, es un milagro. No puedo creer que Dios me esté dejando tomarle y entrar en un pecador como yo, limpiándome y llenándome de Su Espíritu. Que sea tan personal, que quiere compartirse conmigo, no solo en la doctrina, sino también en Su Cuerpo, Su Sangre, Su sacrificio. Es algo que no existe en el protestantismo y que me ha enriquecido la fe", concluye.
O Papa reza hoje pela
paz na Ucrânia e no mundo, no Coliseu de Roma.
Francisco vai rezar com
os representantes de Igrejas e Comunidades Cristãs e de religiões mundiais,
que estão reunidos em Roma, no encontro ‘O grito da paz’.
Este encontro
internacional, organizado pela Comunidade católica de Santo Egídio, que
chegou à sua 36ª edição, começou no domingo.
O presidente francês,
Emmanuel Macron, que participou, no domingo, nesta conferência
internacional, onde afirmou que a guerra na Ucrânia não deve fazer esquecer
outros conflitos, como “na Arménia, na Síria, no Iraque, no Corno de África e
no Próximo e Médio Oriente”, foi recebido pelo Papa Francisco, na manhã desta
segunda-feira, indica uma nota divulgada pela sala de imprensa da Santa Sé.
“A família não é uma
ideologia, mas uma realidade, e uma família cresce com a vitalidade da
realidade. Quando as ideologias vêm para explicar ou pintar a família,
acontece o que acontece e se destrói tudo. Há uma família que tem essa graça
de homem e mulher que se amam e criam” – Papa Francisco
O pontífice recebeu o Pontifício Instituto Teológico João Paulo II
para as Ciências do Matrimónio e da Família, em audiência, na Sala
Clementina, no Vaticano.
Neste segundo dia da
semana, a Jornada Mundial da Juventude Lisboa 2023 continuou em destaque no
site da Agência ECCLESIA, em www.agencia.ecclesia.pt,
depois da inscrição do primeiro peregrino, o Papa Francisco, no domingo.
A Diocese de Lamego apresentou o plano pastoral 2022-23, que tem o mesmo lema
da JMJ 2023 - «Maria levantou-Se e pôs-se apressadamente a caminho» - no
Teatro Ribeiro Conceição e na catedral da cidade; Do Porto continuam a chegar
novidades de mobilização e encontro na peregrinação dos
símbolos; A Diocese de Viseu escolheu a igreja de Madre Rita como a sua ‘igreja JMJ’,
e no Algarve o encontro mensal ‘Rumo ao 23’ foi dedicado à vocação sacerdotal.
Na nossa ‘agenda’ encontra notícias e informações de futuro, que
pode ser já amanhã ou no próximo mês, como a procissão onde vão participar a Cruz e o ícone de Nossa
Senhora, os símbolos da Jornada Mundial da Juventude, na cidade de Setúbal,
pelo rio e pela cidade, no Dia de Todos os Santos, a 1 de novembro.
A próxima edição
internacional da JMJ vai decorrer na capital portuguesa de 1 a 6 de agosto de
2023. Esta terça-feira, não perca no Programa ECCLESIA, na RTP2, pelas 15h00,
o encontro preparatório internacional que decorreu em Fátima e Lisboa.
Cumprimentos, e tenha
um bom dia, também na nossa companhia,
Carlos Borges
Neste
dia das Missões, podia falar das mais de quatro de dezenas de Irmãos de S. João
de Deus que foram missionários em terras distantes desde 1943 até hoje. Destes,
cerca de uma dezena, foram ordenados sacerdotes para a Hospitalidade na Ordem nos
quais me incluo com dois anos de missionário em Luanda.
Podia
falar do Jubileu dourado do Pe. José Maria Antunes, sacerdote em que participei
em Lourenço Marques em 1972. Este Padre foi missionário muito zeloso e ativo em
dois centros de psiquiatria e em leprosarias, em Moçambique desde 1943 a 1975.Podia
falar de tantos outros irmãos enfermeiros que cuidaram da saúde de milhares de
doentes em Moçambique. Podia ainda falar das doze sessões de formação que
realizei em países de missão Além-mar oito deles com missões da Ordem.
Vou
limitar-me a evocar um outro Irmão enfermeiro e sacerdote que foi missionário
em Moçambique durante 30 anos. Refiro-me ao Pe. Manuel Nogueira que desde 2010
o postulador geral de então, o Pe. Elias Tripaldi, iniciou os preparativos de beatificação
para responder a solicitações de Nampula, preparativos que, em 2021, o novo
postulador, Pe. Dario Vermi, fez avançar.
O
Pe. Manuel faleceu em 26 de outubro de 2003 após uma vida extraordinária de
atividade apostólicas e virtudes heroicas em Nampula que continuam a ser
evocadas por muitos que o conheceram e receberam dele formação humana e cristã.
Um deles é o sacerdote da diocese de Nampula, Pe. Eurico, que o Bispo atual nomeou
vice-postulador. Embora o processo ainda não tenha sido aberto, os preparativos
da vasta documentação continua a ser reunida e catalogada por um grupo de
pessoas nomeadas, entre elas a Dra Carmina Montezuma curadora do Museu S. João
de Deus.
O
Pe. Manuel Nogueira não foi apenas um de quase meia centena de Irmãos
missionários em Moçambique, Angola e Timor-Leste. Desde rapaz, na escola e na
catequese, impressionava a freguesia pela sua inteligência brilhante, memória e
dotes prodigiosos de falar em público e exemplo. Mereceu até a alcunha de
“bacharel” por falar muito e com conhecimento. Durante a formação foi estudante,
formador, professor e aluno de enfermagem na Casa de Saúde do Telhal. Depois do
curso de Filosofia brilhante no Seminário de Angra do Heroísmo e da
licenciatura em Teologia na Universidade Lateranense em Roma, veio a associar atividades
de formação, ensino de enfermagem e, em 1972, a manter uma atividade prodigiosa
como enfermeiro e missionário em Nampula. No fim dos anos 70, quando era
enfermeiro na Clínica de psiquiatria da Ordem nacionalizada e missionário da
diocese de Nampula, passou por experiências muito dolorosas, nas prisões de
Nampula e Namaacha, quando a independência de Moçambique seguia a cartilha
marxista-leninista. Tudo apenas por mobilizar gente para a evangelização e as celebrações
cristãs de crianças, jovens e adultos, muitas vezes reunidas debaixo dos
cajueiros por a capela ser reservada a formação marxista-leninista. Passado
algum tempo, regressado à liberdade sem qualquer julgamento, foi sendo
reintegrado nas suas funções de enfermeiro no hospital e na vida missionária diocesana
e da Ordem; continuou a catequizar, batizar, casar milhares de crianças, jovens
e adultos. Ainda teve de aceitar dezenas de solicitações dos Superiores e do
Bispo para ser formador, professor de muitas disciplinas e de latim da Universidade
Católica, recém-inaugurada, e mais de uma dúzia de funções, entre diretor
espiritual, redator da revista e boletins, pároco, membro de inúmeros
organismos e comissões diocesanos, etc. E, assim, entregando a sua vida a
alimentar corpos famintos com contentores de ajudas recebidas de várias partes
do mundo; e a dar o alimento do Evangelho ainda a maiores famintos da sabedoria
de Deus e do Evangelho. Bem pode ser evocado, conhecido, imitado e intercedido
como enfermeiro nas pegadas de S. João de Deus e no seguimento de Jesus a
cumprir a sua ordem: “Sereis minhas testemunhas” (At 1, 8). E que
testemunha! Só com a fortaleza do Espírito Santo.