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domingo, 11 de outubro de 2026

Balasar

Bom dia e bom domingo!

Balasar tem um novo santuário, o Santuário Eucarístico de Balasar. Um centro de culto para acolher peregrinos da beata Alexandrina, beatificada pelo Papa João Paulo II em 2004. Este sábado, os restos mortais de Alexandrina Maria da Costa (1904-1955) foram trasladados da igreja paroquial de Balasar para o novo santuário, que é um complexo religioso que assume a forma simbólica de uma grande “tenda” bíblica e tem capacidade para cerca de 1800 pessoas sentadas.

O Santuário Eucarístico de Balasar vai ser dedicado na tarde deste domingo, numa celebração presidida pelo núncio apostólico em Portugal, D. Andrés Carrascosa Coso.

Este sábado, D. Fernando Paiva, bispo de Beja, presidiu às Missa das exéquias de D. Vitalino Dantas, que faleceu na última sexta-feira, agradeceu o “bem feito” pelo seu antecessor na diocese alentejana, e desejou que o seu trabalho “dê frutos abundantes”.

A Missa das exéquias e o funeral decorreram na Paróquia de Parada de Gatim, na arquidiocese de Braga, região de onde era natural D. António Vitalino Dantas, que foi bispo de Beja entre 1999 e 2016, depois de ter sido nomeado bispo auxiliar de Lisboa em 1996.

Este domingo, para além da dedicação do Santuário Eucarístico de Balasar, em Braga, vai ser inaugurada a “Igreja dos Povos”, em Évora, para acolher e acompanhar as comunidades migrantes. O templo que vai acolher “todos os povos” é a igreja do Convento Novo, junto às Portas de Avis, numa iniciativa que é acompanhada pelo responsável pela Pastoral dos Migrantes na Arquidiocese de Évora, o padre Rafael Morais, da Comunidade Canção Nova.

Na Diocese do Algarve, o novo bispo, D. Vitorino Soares inicia o projeto  “FAROL – Fé que aproxima, Igreja que encontra” com o objetivo de promover a “presença e a proximidade” junto das comunidades paroquiais da diocese. Os primeiros encontros decorrem este domingo e nos próximos, a 11, 18 e 25 de outubro

Na segunda-feira, chega Lisboa, à Universidade Católica Portuguesa, a Trienal de Arte das Universidades Católicas, promovida pelo Dicastério da Cultura e da Educação, da Santa Sé, que promove exposições em sete países, sobre o tema da empatia, convidando artistas a “lidar com os problemas da sociedade contemporânea” e à “experiência da arte” como “maneira de permanecer humano”.

“A experiência da arte é uma maneira de permanecer humano neste contexto da ditadura do algoritmo”, afirma Nuno Crespo, curador-chefe da Trienal, no programa 70×7 emitido este domingo, na RTP2, pelas 13h30, onde apresenta todo o projeto.

Votos de um bom domingo!

Paulo Rocha

 

 


agencia.ecclesia.pt

      



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