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Bom
dia e bom domingo! Balasar
tem um novo santuário, o Santuário Eucarístico de Balasar. Um centro de culto
para acolher peregrinos da beata Alexandrina, beatificada pelo Papa João
Paulo II em 2004. Este sábado, os restos mortais de Alexandrina Maria da
Costa (1904-1955) foram trasladados da igreja paroquial de Balasar
para o novo santuário, que é um complexo religioso que assume a forma
simbólica de uma grande “tenda” bíblica e tem capacidade para cerca de 1800
pessoas sentadas.
O
Santuário Eucarístico de Balasar vai ser dedicado na tarde deste domingo,
numa celebração presidida pelo núncio apostólico em Portugal, D. Andrés
Carrascosa Coso. Este
sábado, D. Fernando Paiva, bispo de Beja, presidiu às Missa das exéquias de D. Vitalino Dantas,
que faleceu na última sexta-feira, agradeceu o “bem feito” pelo seu
antecessor na diocese alentejana, e desejou que o seu trabalho “dê frutos
abundantes”. A
Missa das exéquias e o funeral decorreram na Paróquia de Parada de Gatim, na
arquidiocese de Braga, região de onde era natural D. António Vitalino Dantas,
que foi bispo de Beja entre 1999 e 2016, depois de ter sido nomeado bispo
auxiliar de Lisboa em 1996. Este
domingo, para além da dedicação do Santuário Eucarístico de Balasar, em
Braga, vai ser inaugurada a “Igreja dos Povos”, em Évora, para acolher e
acompanhar as comunidades migrantes. O templo que vai acolher “todos os
povos” é a igreja do Convento Novo, junto às Portas de Avis, numa iniciativa
que é acompanhada pelo responsável pela Pastoral dos Migrantes na
Arquidiocese de Évora, o padre Rafael Morais, da Comunidade Canção Nova.
Na
Diocese do Algarve, o novo bispo, D. Vitorino Soares inicia o projeto
“FAROL – Fé que aproxima, Igreja que encontra” com o objetivo de
promover a “presença e a proximidade” junto das comunidades paroquiais da
diocese. Os primeiros encontros decorrem este domingo e nos próximos, a 11,
18 e 25 de outubro Na
segunda-feira, chega Lisboa, à Universidade Católica Portuguesa, a Trienal de
Arte das Universidades Católicas, promovida pelo Dicastério da Cultura e da
Educação, da Santa Sé, que promove exposições em sete países, sobre o tema da
empatia, convidando artistas a “lidar com os problemas da sociedade
contemporânea” e à “experiência da arte” como “maneira de permanecer humano”.
“A
experiência da arte é uma maneira de permanecer humano neste contexto da
ditadura do algoritmo”, afirma Nuno Crespo, curador-chefe da Trienal, no
programa 70×7 emitido este domingo, na RTP2, pelas 13h30, onde apresenta todo
o projeto. Votos
de um bom domingo! Paulo
Rocha |



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