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O Vaticano confirmou
e Leão XIV manifestou
a sua alegria por regressar a um contexto onde viveu tantos anos. O Papa
vai realizar a viagem prevista ao Uruguai, Argentina e Peru, de 6 a 17 de
novembro, um mês após operação a nódulo cancerígeno no pulmão, e depois de
receber parecer médico favorável. “Estou feliz por poder regressar ao continente onde vivi
tantos momentos da minha vida. Que esta viagem constitua uma oportunidade
para abrirmos os nossos corações uns aos outros, fortalecermos a nossa
comunhão como irmãos e irmãs e renovarmos o nosso compromisso de anunciar o
Evangelho com alegria”. No Vaticano, o Papa alertou
para os efeitos de uma sociedade que fragmenta as pessoas, defendendo a
caridade como resposta à perda de dignidade, num encontro com as delegadas do
Capítulo Geral das Irmãs da Caridade de Santa Joana Antida Thouret, recebidas
em audiência. Por Itália, com a
ausência do Papa – cuja presença seria esperada nesta terça-feira, mas foi
aconselhado a não se deslocar a Assis
- o presidente italiano advertiu que a “inércia é injustificável” perante
conflitos, injustiças, pobreza e opressão, dirigindo-se ao encontro
internacional ‘Paz desarmada e desarmante’, promovido pela Comunidade de
Santo Egídio. “Ninguém está isento
de cumprir a sua parte”, afirmou Sergio Mattarella, numa mensagem lida na
abertura dos trabalhos, que reúnem responsáveis políticos e representantes de
várias comunidades religiosas. O encontro reune representantes
religiosos, responsáveis institucionais e membros da sociedade civil, 40 anos
após o Dia Mundial de Oração pela Paz convocado por São João Paulo II em
Assis. Notícias de
Jerusalém, com o cardeal Pierbattista Pizzaballa e organizações
internacionais de diálogo
inter-religioso a repudiaram o atentado contra uma igreja na Jordânia,
cujo balanço indica nove mortos. “Se o objetivo desta ação é expulsar-nos da Terra Santa e
obrigar-nos a fugir, o único resultado que vai alcançar será o de fortalecer
o nosso vínculo com ela e aprofundar ainda mais as nossas raízes neste
lugar”, declarou o patriarca greco-ortodoxo Teófilo III, citado hoje pela
Fundação Ajuda à Igreja que Sofre (AIS). Para o responsável
ortodoxo, representado em território jordano por vigários patriarcais em Amã
e Irbid, o ataque sangrento não abalará a determinação dos fiéis nem a
unidade nacional, reforçando antes a união entre cristãos e muçulmanos sob a
liderança da casa real hachemita. A Fundação Jornada
está a apoiar, capacitar e impulsionar projetos focados na juventude,
jovens que sonham e atuam apesar das condições difíceis de vida, e abriu
candidaturas ao Programa ‘Multiplica’ que tem um orçamento de 500 mil euros. Daniel Serra, da
Fundação, realça que “os jovens continuam a sonhar”, apesar das condições
difíceis de vida que enfrentam, em relação à habitação, ao custo de vida, à
dificuldade de terminar cursos e de conseguir encontrar um emprego digno, e
salientou que o foco da instituição “é o trabalho com a juventude em áreas
sociais”, porque também existem jovens que, “se calhar, não têm tantas
limitações e que têm este espírito de querer promover naqueles que têm menos
condições ou que são mais desfavorecidos”. Mais notícias em agencia.ecclesia.pt Lígia Silveira |

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