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O Papa recebeu, em
audiência privada, a líder da oposição venezuelana e prémio Nobel da Paz, María
Corina Machado, anunciou o Vaticano. Em comunicado
divulgado pelo comité político ao qual a ativista pertence, María Corina
Machado adianta que agradeceu ao Papa pelo seu “acompanhamento” da situação
no país e lhe pediu que “intercedesse pela libertação de mais de mil presos
políticos e pelo avanço sem demora da transição para a democracia na
Venezuela”. O secretário de
Estado do Vaticano afirmou,
em Bruxelas, que a paz verdadeira é mais do que “equilíbrio dos medos”. “A paz nasce do
reconhecimento do outro e não do equilíbrio dos medos”, declarou o cardeal
Pietro Parolin, na homilia da Missa a que presidiu na capital belga, como
legado pontifício para as comemorações dos 800 anos da Catedral de São Miguel
e Santa Gudula. Paz, esperança e
acolhimento procura o Encontro Cristão de Sintra 2026, uma iniciativa
ecuménica organizada
por várias Igrejas Cristãs, que vai já na sua 16ª edição. “É preciso dar esperança, e esta esperança que é, para nós,
Jesus Cristo tem que ser fomentada, tanto nos cristãos, porque, muitas vezes,
nós cristãos não temos a valorização de qual é a nossa real esperança, o que
é que nós de facto esperamos, mas é uma coisa que é muito abrangente de
coisas na sociedade de hoje, que é uma sociedade caracterizada sobretudo
pela indiferença. Eu não diria tanto pelo ódio, mas sobretudo pela
indiferença, o que passa no telejornal, enfim, a mim não me diz muito se há
respeito”, disse Luís Parente Martins, ligado à organização do Encontro
Cristão de Sintra. O encontro está
marcado para o dia 31 de janeiro, a partir das 21h00, no Centro Cultural Olga
Cadaval. No portal de
informação da Agência Ecclesia ainda ecos do II Encontro Nacional Sinodal,
que decorreu em Fátima. O bispo de
Portalegre-Castelo Branco disse
que o que “poderá ser novo” no atual caminho sinodal é “a função” das várias
instâncias de participação na Igreja Católica enquanto “lugares onde
efetivamente se vai construindo a decisão”. Para D. Pedro
Fernandes, é necessário “aproximar muito mais os processos de discernimento
dos processos de deliberação e perceber que as diferentes instâncias de
participação, os diferentes órgãos colegiais que existem nas igrejas locais,
devem entender-se não apenas como lugares onde os decisores vão escutar
coisas para eventualmente depois decidirem, mas como lugares onde
efetivamente se vai construindo a decisão, a partir da escuta do Espírito”. O obstáculo fundamental é a nossa dificuldade em escutar. E
temos dificuldade em escutar porque temos medo daquilo que a escuta nos
poderá trazer de novo e poderá implicar de transformação”. A terminar, deixo o
apelo à participação eleitoral no próximo dia 18 que o presidente da
Conferência Episcopal Portuguesa deixou. D.
José Ornelas apelou à participação de todos os eleitores nas eleições
presidenciais, valorizando o “gosto de participar na democracia” do país. “A gente pode sempre lamentar que isto podia ser melhor ou podia
ser pior, mas damos graças a Deus porque vivemos em democracia e podemos
eleger um presidente e esperar que toda a gente tenha a serenidade, o gosto
de participar na democracia deste país. Posso não concordar com este ou com
aquele, ou até com o processo, mas vou lá dizer que não concordo, porque, se
não, não tenho autoridade para abrir a boca e para dizer que aqueles que são
eleitos se responsabilizem por aqueles que os elegeram”, afirmou. Acompanhe o portal de
informação agencia.ecclesia.pt
onde encontra mais noticias que marcam cada dia. Desejo-lhe um
excelente dia! |
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