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terça-feira, 20 de janeiro de 2026

4300 missionários até ao final de fevereiro em 75 localidades de Portugal

A Missão País 2026 está a decorrer desde meados de janeiro e até ao fim do mês de fevereiro em 75 localidades de Portugal continental e ilhas, reunindo 4300 missionários de 60 faculdades. 

A semana de missão vive da sua simplicidade, que é ir ao encontro de uma localidade e estar durante uma semana a viver a vida dessa localidade em contacto com a comunidade. Isto é o que estamos à espera. O novo é porque conhecemos pessoas novas, histórias novas e aí é que começam as pequenas surpresas a surgir e é também disso que vive a missão, deste encontro com o outro”.

Cada Missão País tem a duração de uma semana, reúne 50 missionários e oito chefes, todos estudantes universitários, que se dividem em comunidades, que são “uma equipa” que realizam atividades em conjunto ao longo da missão e “podem estar na escola, num lar, nos centros de dia, porta-a-porta, a preparar o grande e famoso teatro ou então também na reabilitação de espaços”.

Maria Belo Braga, da Nova School of Business and Economics, e Bernardo Carpinteiro, da Universidade Católica Portuguesa, são os chefes da Missão País 2026, que tem como lema «A Paz esteja convosco» e estiveram no programa ECCLESIA a partilhar a experiência missionária como uma «das melhores coisas» do percurso académico

Papa manifestou “profunda tristeza” pelo “trágico acidente” ferroviário em Adamuz, na Córdova (Espanha), do qual resultaram inúmeras mortes e feridos, e ofereceu orações pelo descanso eterno dos falecidos, num telegrama ao presidente da Conferência Episcopal Espanhola.

Um descarrilamento envolveu dois comboios de alta velocidade, este domingo à noite, em Córdoba, no sul de Espanha; pelo menos 39 pessoas morreram, incluindo um dos maquinistas, 122 pessoas ficaram feridas, 48 ​​das quais permanecem hospitalizadas, incluindo cinco menores, segundo dados do jornal El Mundo.

Ainda pelo Vaticano, o Papa Leão XIV afirmou que aprecia os “muitos sinais de esperança” encontrados entre os cristãos da Finlândia, ao receber no Vaticano uma delegação ecuménica do país nórdico, por ocasião da festa de Santo Henrique.

“Numa época em que as pessoas são frequentemente tentadas pelo desespero, temos a missão essencial, como mensageiros cristãos da esperança, de levar a luz do Senhor aos recantos mais obscuros do nosso mundo”, disse o Papa, esta segunda-feira, 19 de janeiro, lembrando que o Jubileu da Esperança terminou, mas a “esperança cristã não conhece fim nem limites”.

A apresentação da Carta Ecuménica, assinada pelas Igrejas cristãs, decorre hoje na Universidade Católica Portuguesa, com transmissão online, a partir das 15h.

O arcebispo de Maputo enviou uma mensagem de “solidariedade, proximidade e esperança” e apelou à ajuda de todos para reconstruir casas e também “reconstruir relações”.

Em Moçambique, desde o início da época chuvosa, em outubro, já morreram pelo menos 94 pessoas, devido às fortes chuvas, situação que se agravou sobretudo desde o final de dezembro, segundo o Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres (INGD) de Moçambique; de 21 de dezembro a 13 de janeiro morreram oito pessoas e cerca de 4.000 casas foram destruídas.

“Olhando já para o pós-cheias, somos chamados não apenas a reconstruir casas, mas também a reconstruir relações, atitudes e responsabilidades, para que situações semelhantes encontrem um povo mais preparado, mais atento e mais solidário”, afirmou D. João Carlos Nunes numa mensagem divulgada pela Arquidiocese de Maputo.

Também a Cáritas Diocesana de Xai-Xai, alertou para situações de “pessoas isoladas nos tetos das casas”, por causa das chuvas e cheias no território, e fez um apelo à solidariedade de “todas pessoas de boa vontade”.

No portal agencia.ecclesia.pt encontra mais noticias para ler, ver e ouvir.

Tenha um excelente dia!

Lígia Silveira

 

 


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