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quarta-feira, 4 de março de 2015

A Igreja Europeia ouve a voz angustiada de quem procura ajuda. E quer fazer mais

Terminou, no dia 26 de Fevereiro, em Paris, o Fórum de pastoral social que reuniu CCEE, COMECE, Caritas Europa, Justitia et Pax Europa, ICMC e Eza


Roma, 02 de Março de 2015 (Zenit.org)


Os responsáveis de algumas organizações católicas da Europa reuniram-se em Paris no dia 26 de Fevereiro, na sede da Conferência Episcopal da França, para analisar em conjunto alguns dos desafios mais importantes que eles estão enfrentando no contexto da vida social em diferentes países europeus.

Caritas Europa, a Comissão Internacional para as Migrações Católica (ICMC), o Centro Europeu para Questões dos Trabalhadores (EZA), a Conferência das Comissões de Justiça e Paz na Europa, que, juntamente com COMECE e CCEE, compartilharam uma avaliação sobre as múltiplas necessidades dos cidadãos europeus.

Ao mesmo tempo, os participantes - informa um comunicado – constataram também o enorme esforço que faz a Igreja católica na Europa para permanecer junta dos mais necessitados através de iniciativas concretas a nível local, nacional e também internacional. Esta constatação é um convite a aprofundar ainda mais o espírito de colaboração entre todas as pessoas e organismos que prestam o próprio serviço no âmbito social para o bem dos outros. A Igreja católica na Europa ouve com preocupação a voz, muitas vezes angustiada, de quem procura ajuda, convicta de que é chamada a fazer ainda mais.

Seguindo o exemplo encorajador do Papa Francisco, a Igreja na Europa renova o compromisso de continuar a sair para encontrar aqueles que precisam dela e para cuidar e acompanhar com generosidade das várias pessoas que procuram ajuda nas Organizações católicas e nas várias comunidades cristãs, por meio das quais se lhes oferece toda ajuda possível além do consolo do Evangelho.

Alguns dos desafios analisados ​​durante a reunião estiveram relacionados à questão do envelhecimento da população na Europa, explica a nota. Portanto: a crise económica, que gera novos pobres e muitas desigualdades inaceitáveis; o número crescente dos migrantes; as transformações do multiculturalismo; o problema da instabilidade do trabalho, e acima de tudo, a situação provocante criada pelo desemprego dos jovens; a fragilidade das famílias; as guerras e outras tantas formas de violência, tanto dentro e quanto fora da Europa.

Estas questões sociais, apesar de serem tão diferentes, estão ligadas entre si, e não podem ser tratadas separadamente na promoção do desenvolvimento integral da pessoa humana. Um sincero e respeitoso diálogo social, que veja a todos igualmente comprometidos, se torna urgente.

Através de seus muitos actores, a Igreja Católica actua como guardiã de um bem que humaniza e como promotor de uma civilização do amor; expressa preocupação pela actual situação e espera que todos aqueles que têm responsabilidades políticas, sociais e económicas se sintam igualmente comprometidos com toda a sociedade na busca de soluções concretas às realidades sociais difíceis dos cidadãos europeus, para envolver todos na promoção de uma economia que não mata, mas que desenvolve o bem comum.
A Missão da Igreja – reitera em conclusão o comunicado – é a de ser como o bom Samaritano, capaz de tornar-se próximo de todos oferecendo não só um consolo momentâneo, mas, especialmente a esperança no amor de Deus misericordioso.

Vaticano: ameaça de atentados existe, mas não há informação sobre planos concretos

Comandante da Gendarmaria Vaticana diz que o papa é respeitado pelo islão como a autoridade moral mais influente do mundo


Cidade do Vaticano, 02 de Março de 2015 (Zenit.org)


O comandante da Gendarmaria do Vaticano, Domenico Giani, declarou à revista Polícia Moderna, da própria corporação de segurança, que o papa Francisco é um dos homens mais influentes do mundo e, ao mesmo tempo, um dos mais expostos e vulneráveis a atentados.

Perguntado sobre as ameaças do Estado Islâmico à Itália e ao Vaticano, o comandante admite que “a ameaça existe” e que ele a monitoriza inclusive “por meio da comunicação mantida com os colegas italianos e estrangeiros”. Entretanto, ele observa que “uma coisa é a existência de uma ameaça e outra coisa é o planeamento de um ataque. Neste momento, posso dizer que não temos informação de planos de ataque contra o Vaticano ou contra o Santo Padre”.

O comandante, que já serviu a três papas, afirmou na entrevista que um dos momentos mais críticos foi “o que se sucedeu ao discurso de Bento XVI em Ratisbona, em 12 de Setembro de 2006. Se o relermos hoje, o discurso parece profético porque denunciava a degeneração de um certo islão extremista, mas, na época, houve protestos muito fortes contra o papa”.

Giani garante que existe boa colaboração com os países islâmicos, dos quais “chegam informações preciosas e testemunhos de estima e admiração pelo Santo Padre. Posso dizer que o Santo Padre é visto e respeitado no islão como a mais influente autoridade moral do mundo”.

Quanto ao estado de alerta da Gendarmaria, ele informa: “O nível de atenção é constantemente alto. Não existem só as ameaças do EI, mas também o perigo de actos solitários, que são mais perigosos porque são imprevisíveis. Penso em fanáticos, pessoas com problemas mentais ou simplesmente indivíduos que poderiam querer agir no Vaticano para atrair a atenção dos meios de comunicação”.

E como o papa vive esta situação? O comandante Giani não tem dúvidas: “O Santo Padre não pensa em abandonar o seu estilo directo com o maior número possível de pessoas. Como pontífice, ele é um sacerdote que não quer perder o contacto com o rebanho”.  Os encarregados da segurança do papa têm que “se adequar a ele, e não o contrário. Temos que fazer de tudo para que ele possa continuar realizando o seu ministério do jeito que ele deseja e considera melhor”.

Sobre a residência do papa na Casa Santa Marta, o comandante reconhece que é mais perigosa, porque o Palácio Apostólico é menos acessível. Mas “isto faz parte do que o Santo Padre escolheu” e ele não pensa em mudar por causa do risco potencial.

É mais fácil proteger o papa emérito Bento XVI, observa Giani, porque ele está no interior da Cidade do Vaticano, em um convento, e porque ele só faz um passeio por dia nos jardins, acompanhado por gendarmes.

Ao terminar a entrevista, Giani destacou a importância das óptimas relações entre a Gendarmaria do Vaticano e a polícia italiana.

Papa Francisco pede o fim da violência na Venezuela e confia o país à Virgem Maria

Ângelus: o papa rezou também pelo Iraque e pela Síria e assegurou suas orações aos cristãos e pessoas perseguidas


Cidade do Vaticano, 02 de Março de 2015 (Zenit.org)


Após a oração do ângelus deste domingo, o papa Francisco destacou a dramática situação do Iraque, da Síria e da Venezuela, país que ele confiou à especial protecção de Nossa Senhora de Coromoto.

“Queridos irmãos e irmãs, lamentavelmente não param de chegar notícias dramáticas da Síria e do Iraque, sobre violências, sequestros de pessoas e abusos contra os cristãos e outros grupos. Queremos assegurar aos atingidos por esta situação que não nos esquecemos deles, que estamos com eles e rezamos insistentemente para que, o antes possível, acabe a intolerável brutalidade da qual eles são vítimas”.

“Junto com os membros da Cúria Romana, ofereci por esta intenção a última santa missa dos exercícios espirituais que realizei na sexta-feira passada”, contou Francisco, pedindo que “todos, de acordo com as suas possibilidades, se preocupem em aliviar os sofrimentos dos irmãos em provação, muitas vezes só por causa da fé que professam. Rezemos por estes irmãos que sofrem pela fé na Síria e no Iraque. Rezemos em silêncio”.

O pontífice disse também que reza por outra situação dramática, a da Venezuela. “Desejo recordar também a Venezuela, que está vivendo novamente momentos de aguda tensão. Rezo pelas vítimas, em particular pelo jovem assassinado poucos dias atrás, em San Cristóbal. Exorto a todos a repudiar a violência, a respeitar a dignidade de cada pessoa e a sacralidade da vida humana, e os encorajo a retomar um caminho comum para o bem do país, reabrindo espaços de encontro e de diálogo sincero e construtivo”.

Francisco terminou a sua alocução confiando o país à protecção de Maria: “Confio aquela querida nação à materna intercessão de Nossa Senhora de Coromoto”.

Giani: "As honras fazem bem. Mas não ajudam a ir para o Céu"

O comandante da Gendarmaria do Vaticano revela que não é fácil defender o Papa e que alguns países islâmicos estão colaborando neste importante serviço


Roma, 02 de Março de 2015 (Zenit.org)


A revista Polizia Moderna publicou na edição de Março uma longa entrevista com Domenico Giani, comandante da Gendarmaria do Vaticano há 9 anos, 16 na activa no Vaticano, a serviço de três Papas. Uma interessante discussão sobre os problemas enfrentados pelos envolvidos na segurança do Papa Francisco e do Vaticano.

Na entrevista, o comandante dos Gendarmes é questionado se as ameaças do Isis contra a Santa Sé podem são credíveis. "Existe a ameaça", responde Giani: "é o que emerge das conversas que tenho com os colegas italianos e estrangeiros. Mas uma coisa é a existência de uma ameaça, outra coisa é um ataque planeando. No momento, posso dizer que não temos conhecimento de planos para atacar o Vaticano ou o Santo Padre".

A este respeito, perguntaram a Giani se existe uma colaboração com os países islâmicos: "Sim - afirma - e de muitos países islâmicos não chegam apenas informações valiosas, mas também demonstrações de estima e admiração pelo Santo Padre. Posso dizer que hoje o Papa é visto e respeitado pelo Islão como a autoridade moral mais influente do mundo. Seja por parte de autoridades religiosas como civis".

"Além disso - acrescenta Giani - acho que é evidente o grande respeito que Francisco demonstra para com todos os credos e o fato de que seu pontificado seja marcado pelo projecto de trazer a paz entre os povos através do diálogo inter-religioso".

Entre as questões, até mesmo a "dificuldade" que a Gendarmaria encontra na decisão do Papa Francisco de morar em Santa Marta. "O Santo Padre não pretende abandonar o estilo de seu pontificado, fundamentado na proximidade- rebateu o comandante da Gendarmaria - isto é, encontrar o maior número possível de pessoas. Mesmo como Papa - acrescenta – ele continua como um sacerdote que não quer perder o contacto com seu rebanho. Portanto, somos nós responsáveis ​​por sua segurança que temos de adequar a ele, e não vice-versa. Temos que fazer tudo o que podemos para que ele possa continuar a realizar o seu ministério como ele quer, e acreditar".

Clique aqui para ler o texto completo em italiano.

Papa pede orações pelos cientistas e pelas mulheres na Igreja

Intenções confiadas ao Apostolado da Oração para Março


Roma, 02 de Março de 2015 (Zenit.org)


Apresentamos as intenções de oração do Santo Padre para o mês de Março confiadas ao Apostolado da Oração.

Universal: Cientistas ao serviço do bem. Para que todos aqueles que se dedicam à investigação científica se ponham ao serviço do bem integral da pessoa humana.

Pela evangelização: Contributo da mulher na Igreja. Para que se reconheça cada vez mais o contributo específico da mulher na vida da Igreja.

Oração

Pai de Bondade, 
Tu nos criaste com inteligência e deste-nos o poder de cuidar da criação. Ao longo dos séculos, a humanidade foi desenvolvendo a técnica e a ciência, criando melhores condições de vida. Mas também, em nome do progresso, se cometem tantos abusos e a dignidade dos teus filhos fica submetida a outros interesses. Quero pedir-Te por todos os que se dedicam à investigação científica, para que usem a sua inteligência para o bem da pessoa humana e não para a degradação. 

Peço-te também para que na Igreja se reconheça cada vez mais o contributo da mulher, nas instâncias de decisão e no serviço à comunidade dos teus filhos.
Pai Nosso; Avé Maria; Glória…

São Simplício

Simplício guardou a fé e a defendeu, mantendo firmes os fundamentos da Igreja


Horizonte, 02 de Março de 2015 (Zenit.org) Fabiano Farias de Medeiros


“Em Roma, junto de São Pedro, São Simplicio, o papa, que, no momento da invasão da Itália pelos bárbaros, confortou os aflitos, incentivou a unidade da Igreja e reforçou a fé”, assim narra o Martirológio Romano sobre Simplício, nascido na cidade de Tivoli e filho de Castino. Sua data de nascimento é desconhecida e conforme o Liber Pontificalis, estas são as únicas informações sobre a infância de Simplício que posteriormente, já nos é apresentada como sucessor do Papa Hilário.

Simplício foi eleito Papa no dia 03 de Abril do ano 468. Seu testemunho pessoal de serviço pastoral e de oração, tornaram a eleição muito tranquila. O que não se observou em seu pontificado que ficou marcado pela grande queda do Império Romano. Após a morte de Valentiniano, sucederam diversos imperadores e também diversas ameaças de guerra, invasões e revoluções. Mas todas sucumbiram, pois Odoacro depôs Rómulo Augusto e intitulou-se rei da Itália. A isto se sucedeu uma série de novas investidas e o império Romano sucumbiu, mas Roma ficou de pé e resistiu graças a firmeza e zelo do Papa Simplício. A isto escreveu o historiador medieval Gregorovius: “o papado começou a sua ascensão e a Igreja de Roma crescia poderosamente sobre as ruínas, substituindo o império.”

Simplício combateu também com grande vigor o Cesaropapismo e a heresia monofisista e netorianista, dissipando-as através do firme propósito de adesão a verdadeira fé católica por parte dos padres, abades e todo o povo. Sobre este facto escreveu: "Esta mesma norma da Doutrina Apostólica está firmemente mantida por seus (de Pedro) sucessores, daquele a quem o Senhor confiou o cuidado de todo rebanho de ovelhas, a quem Ele prometeu não deixá-lo até o final dos tempos." Fundou ainda diversas Igrejas e expandiu diversas dioceses.
Faleceu no dia 10 de Março do ano 483 e enterrado na Basílica de São Pedro. Sua memória litúrgica foi fixada no dia 02 de Março.

Angelus: O caminho de Jesus leva-nos sempre à felicidade

Texto completo. Francisco condena a brutalidade dos que atacam a comunidade cristã na Síria e no Iraque e recorda a Venezuela


Roma, 01 de Março de 2015 (Zenit.org)


Apresentamos as palavras pronunciadas pelo Papa Francisco, da janela do Palácio Apostólico, diante de milhares de fiéis reunidos na Praça de São Pedro para rezar o Angelus. 

Irmãos e irmãs, bom dia.

Domingo passado a liturgia nos apresentou Jesus tentado por Satanás no deserto, mas vitorioso sobre a tentação. À luz desse Evangelho, tomamos novamente consciência de nossa condição de pecadores, mas também da vitória sobre o mal oferecida àqueles que seguem o caminho da conversão e, como Jesus, querem fazer a vontade do Pai. Neste segundo domingo da Quaresma, a Igreja nos indica a meta deste caminho de conversão, ou seja, a participação na glória de Cristo, que resplandece no rosto do Servo obediente, que morreu e ressuscitou por nós.

O Evangelho narra o evento da Transfiguração, o cume do ministério público de Jesus. Ele está a caminho de Jerusalém, onde se cumprem as profecias do "Servo de Deus" e se consumirá o seu sacrifício redentor. As multidões não compreendem isso: diante da perspectiva de um Messias que contrasta com suas expectativas terrenas, o abandonam. Eles achavam que o Messias seria um libertador do domínio romano, um libertador da pátria e esta perspectiva de Jesus não agrada, e eles o deixam. Também os Apóstolos não entendem as palavras com que Jesus anuncia o êxito da sua missão na paixão gloriosa paixão, não entendem! Jesus, então, toma a decisão de mostrar a Pedro, Tiago e João, uma antecipação de sua glória, que acontecerá após a ressurreição, para confirmá-los na fé e encorajá-los a segui-lo no caminho da prova, no caminho da Cruz. E assim, em um monte alto, imerso na oração, se transfigura diante deles: o seu rosto e toda a sua pessoa irradia uma luz fulgurosa. Os três discípulos se assustam, enquanto uma nuvem os encobre e soa do alto- como no Baptismo no Jordão - a voz do Pai: "Este é meu Filho muito amado; ouvi-o" (Mc 9,7). Jesus é o Filho que se fez Servo, enviado ao mundo para realizar através da Cruz o projecto de salvação, para salvar a todos nós. A sua plena adesão à vontade do Pai torna sua humanidade transparente à glória de Deus, que é Amor.

Jesus revela-se como o ícone perfeito do Pai, o esplendor da sua glória. É o cumprimento da revelação; por isso, ao lado dele transfigurado aparecem Moisés e Elias, representando a Lei e os Profetas, como se quisesse dizer que tudo termina e começa em Jesus, na sua paixão e na sua glória.

A mensagem para os discípulos e para nós é esta: "Escutai-o!". Escutem Jesus, Ele é o Salvador: sigam-no. Ouvir Cristo, de facto, consiste em assumir a lógica do seu mistério pascal, colocar-se em caminho com Ele para fazer da própria existência um dom de amor aos outros, em dócil obediência à vontade de Deus, com atitude de despojamento das coisas mundanas e de liberdade interior. Em outras palavras, estar preparado para "perder a própria vida" (cf. Mc 8,35), doando-a a fim que todos os homens sejam salvos: assim, nos encontraremos na felicidade eterna. O caminho de Jesus sempre nos leva à felicidade, não se esqueça! O caminho de Jesus sempre nos leva à felicidade. Haverá sempre uma cruz no meio, das provas mas no final sempre nos leva à felicidade. Jesus não nos engana, nos prometeu a felicidade e nos dará se seguirmos em seus caminhos.

Com Pedro, Tiago e João subamos também nós hoje ao Monte da Transfiguração e paremos para contemplar o rosto de Jesus, para colher a mensagem e traduzi-la em nossas vidas, para que nós também possamos ser transfigurados pelo amor. Na realidade, o amor é capaz de transfigurar tudo. O amor transfigura tudo! Vocês acreditam nisso? Sustente-nos neste caminho a Virgem Maria, que agora invocamos com a oração do Angelus.

(Depois do Angelus)

Queridos irmãos e irmãs,

Infelizmente, não para de chegar notícias dramáticas da Síria e do Iraque, relativas a violência, sequestros de pessoas e abusos que atingem cristãos e outros grupos. Queremos assegurar aos envolvidos nestas situações que não nos esquecemos deles, mas estamos próximos e rezamos insistentemente para que o quanto antes se coloque um fim à brutalidade intolerável da qual são vítimas. Junto com os membros da Cúria Romana ofereci nesta intenção a última Santa Missa dos Exercícios Espirituais, sexta-feira passada. Ao mesmo tempo peço a todos, segundo as suas possibilidades, que se empenhem para aliviar o sofrimento daqueles que são provados, muitas vezes, por causa da fé que professam. Rezemos por estes irmãos e irmãs que sofrem por causa da fé na Síria e no Iraque... Rezemos em silêncio...

Desejo recordar também a Venezuela, que está vivendo novamente momentos de grande tensão. Rezo pelas vítimas e, em particular, pelo menino morto há alguns dias em San Cristobal. Exorto todos a rejeitar a violência e a respeitar a dignidade de cada pessoa e a sacralidade da vida humana e encorajo-os a empreender um caminho comum pelo bem do país, para abrir espaços de encontro e de diálogo sincero e construtivo. Confio o querido país à materna intercessão de Nossa Senhora de Coromoto.

Dirijo uma cordial saudação a todos - famílias, grupos paroquiais, associações - peregrinos de Roma, da Itália e de outros países.

Saúdo os fiéis de San Francisco, Califórnia, e os jovens das paróquias da ilha de Formentera.

Grupos de Fontaneto d'Agogna e Montello; Corpo de Bombeiros de Tassullo; e os jovens de Zambana.

Saúdo cordialmente os seminaristas de Pavia, juntamente com seu reitor e director espiritual. Eles acabaram de terminar o retiro e hoje retornam à diocese. Pedimos por eles e por todos os seminaristas a graça de se tornarem bons sacerdotes.

Desejo a todos um bom domingo. Não se esqueça, por favor, rezem por mim. Bom almoço e adeus!

Estudiando historia, ella se hizo provida; y estudiando al doctor Nathanson, se hizo católica

Terry Beatley, de Iniciativa Oseas, un eco de Nathanson hoy

Terry Beatley junto a una imagen del doctor Bernard Nathanson, ex-abortista, cuyo legado quiere difundir al máximo
Actualizado 3 marzo 2015


Terry Beatley, de 51 años, es la fundadora y dirigente de la Iniciativa Oseas (www.hosea4you.org), una plataforma que busca formar a las mujeres en Estados Unidos con respecto a los engaños de la industria del aborto.

Hoy Terry es católica y provida, pero no siempre fue así. Cuenta su historia en el Catholic Herald de Virginia.

Creció en una pequeña ciudad de Virginia. Su padre era episcopaliano no practicante. Su madre era católica y la bautizó católica, pero no la formó ni educó en la fe. Ya de adulta acabaría en la Iglesia de los Nazarenos, nacida a principios del siglo XX como una iglesia metodista, más bien conservadora.

Los negros esclavos y los niños por nacer
Casada y con dos hijas decidió educar a sus niños en casa. Estudiando con sus hijas la Guerra Civil norteamericana se sintió impresionada por cómo en aquella época se consideraba que los negros eran una especie de subhumanos… y cómo eso se parecía a la consideración de los niños por nacer en la cultura del aborto moderna.

Una amiga católica la invitó a la Marcha por la Vida de Washington, un evento multitudinario que se da cada año en enero, y al ver tanta gente defendiendo la vida “algo se encendió en mí”, explica.

Investigó la historia del aborto en Estados Unidos y la de Margaret Sanger, la fundadora de la multinacional abortista Planned Parenthood, defensora de la eugenesia y de la eliminación-o al menos, la reducción de nacimientos- de los “menos aptos”, lo cual incluía, según ella, a negros y pobres.

Pero lo que de verdad le impulsó a ser una activista por la vida fue constatar que la industria del aborto busca socavar y minar los derechos de los padres, llegar a los niños y adolescentes engañando o ignorando a los padres e implantar en ellos su ideología. Eso la animó a actuar.

Dios la guió hacia el doctor Nathanson
Se puso en oración, y sintió que Dios la animaba a conocer en persona al doctor Bernard Nathanson, probablemente el más famoso de los médicos abortistas arrepentidos, autor en persona de más de 5.000 abortos, incluso el de un bebé que era su hijo.

Cuando la tecnología de ultrasonidos mostró a Nathanson el horror de lo que había hecho, se hizo un fuerte defensor de la vida, y reveló como durante años él y el lobby abortista Naral, que ayudó a fundar, inventaron y falsearon datos e historias para legalizar el aborto. Nathanson, que fue educado como judío pero durante muchos tiempo se consideró ateo, se bautizó católico años después, en 1996.

El 1 de diciembre de 2009 Nathanson, con 83 años, dos antes de morir, recibió a Terry Beatley en su modesto apartamento de Nueva York.

“Enseñe usted la estrategia con la que engañé a América, diga que el cofundador de Naral afirma: amaos unos a otros, el aborto no es amor. Basta de matar, el mundo necesita más amor”, le dijo el anciano doctor. Ella se comprometió a transmitir ese mensaje con un apretón de manos, “una auténtica alianza”, según ella.

Política y difusión
Sus siguientes pasos Terry los dio en la política provida: aliándose con comunidades afroamericanas, derrotaron a un senador que había ganado 7 legislaturas y las había dedicado a favorecer el aborto y su lobby.

Sin embargo, aunque veía que “si das la verdad la gente cambia la dirección”, se convenció de que Dios no la quería en política, sino cumpliendo su promesa a Nathanson: difundiendo la verdad sobre el aborto.

La oración que la hizo católica
Conoció entonces al padre John McCloskey, sacerdote de renombre por haber ayudado a la conversión de algunas personalidades públicas, incluyendo al mismo Nathanson. Él la invitó en un encuentro a orar ante el altar de una hermosa iglesia. Allí, orando de rodillas, sintió que Dios le indicaba que ese sería su lugar, su hogar, desde donde cumplir su promesa a Nathanson.

“Me puse a llorar, se caía el maquillaje por mi cara”, recuerda Terry.

Terry comentó al sacerdote que admiraba la firmeza de la Iglesia Católica en la defensa de la verdad sobre el derecho a vivir. El padre McCloskey le guiñó el ojo y dijo: “Ah, vas a ser un caso fácil”. Poco después ella se reintegró plenamente en la fe católica de su bautismo.

“No tenía ni idea de que Dios me haría volar a Chicago para hacerme entender que me quería haciendo mi misión como católica”, reconoce hoy.

Un libro, y quizá una película, sobre Nathanson
Su iniciativa Oseas (inspirada en Oseas 4,6: “Mi gente perece por falta de conocimiento”) ofrece seminarios presenciales y digitales, muy centrados en recordar que el primero de los derechos es el derecho a la vida, y orientados al público femenino.

También está preparando un libro sobre el doctor Nathanson y espera que pueda convertirse en una película. “La victoria está en amar a la gente con la verdad”, asegura.

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San Milad y sus 20 compañeros asesinados por la yihad por odio a su fe cristiana, nuevos mártires

Inscritos en el martirologio de la Iglesia copta

Cristianos coptos egipcios asesinados por el Estado Islámico
Su historia es la misma que narran las Actas de los Mártires de los primeros siglos. Asesinados por la espada del islam por puro odio a su fe cristiana  

Actualizado 3 marzo 2015


Se negaron a adorar a los falsos dioses, permanecieron fuertes en la fe de su bautismo, fueron decapitados mientras invocaban el nombre de Jesús.

Los veintiún egipcios asesinados en Libia por las milicias del califato islámico han entrado inmediatamente a formar parte del grupo de los santos. El patriarca de la Iglesia copta Tawadros II ha establecido que su memoria se inscriba en el Synaxarium, el martirologio de la Iglesia copta, y que sean recordados y venerados cada octavo día del mes de Amshir, que corresponde al 15 de febrero del calendario gregoriano.

Ese es el día en el que el califato hizo público el vídeo de su asesinato. Y coincide en el calendario litúrgico copto con la fiesta de la presentación de Jesús en el templo.

Invocaban en nombre de Jesús antes de ser asesinados
En el vídeo todos pudieron ver que en el momento de la decapitación algunos de ellos invocaban en árabe el nombre de Jesús y susurraban oraciones.

De quien se percibieron más claramente las palabras fue de Milad Saber, hijo de campesinos de una aldea del Egipto Medio. Milad era célibe, mientras que la mayoría de sus compañeros estaban casados, con uno o más hijos pequeños. Quince procedían de Al-Our y seis de otras cinco aldeas de la misma zona, en los alrededores de la ciudad de Samalut. Más de ochenta de sus compañeros siguen aún en Libia, procedentes de estas mismas aldeas.

Es una región con una gran presencia de cristianos y con una iglesia muy antigua, situada en un cerro sobre el Nilo, que es meta de peregrinaciones: la tradición narra que María, José y Jesús se detuvieron en ese lugar durante su huída a Egipto.

Reciben constantes agresiones
Y es también una región, cuya capital es Minya, en la que a menudo los coptos han sido objeto, también recientemente, de hostilidades y agresiones a manos de los musulmanes, con poca o ninguna defensa por parte de las fuerzas de seguridad.

El Gobierno egipcio con los familiares de los asesinados
Pero muchas cosas han cambiado en los días de su martirio. El primer ministro egipcio, junto a otros seis ministros, ha visitado una por una las casas en las que viven los padres, las esposas y los hijos de los asesinados y ha dicho sentirse «orgulloso de que Egipto tenga estos mártires en el paraíso".

A los cristianos les ha asegurado: «Todos vosotros sois un gran valor para la nación. Estamos dispuestos a sacrificarnos por todos los hijos de Egipto". Ha anunciado que hará construir una iglesia en memoria de los mártires en la aldea de  Al-Our, a expensas del Estado.

Al Sisi también construirá una iglesia en honor a los mártires
El presidente egipcio Abdel Fattah al Sisi no ha sido menos. Ha anunciado la construcción de una iglesia en honor de los mártires precisamente en Minya, la capital del Egipto Medio en la que numerosas iglesias coptas llevan aún los signos de los últimos ataques llevados a cabo por musulmanes fanáticos.

Pero esta es sólo la última de las sorpresas que dado el general al Sisi, en el poder tras haber derrocado el régimen de los Hermanos Musulmanes, éste sí gran perseguidor de los coptos.

Al Sisi no es expresión de esa "laicidad" militar representada por los precedentes "rais" de Egipto, desde Nasser a Sadat y a Mubarak.

También él procede de los altos cuadros militares. Pero siempre ha sido, y aún lo es, un musulmán ferviente y precisamente por esto - parece - fue situado a la cabeza del ejército durante la efímera presidencia de Mohammed Morsi, precisamente por esos Hermanos Musulmanes que ahora él tiene bajo control.

Conoce de memoria el Corán y lo cita en cada uno de sus discursos, reza, ayuna en los tiempos establecidos, su esposa lleva velo y su hija el nicab integral.

Democracia y mundo islámico
Pero es también el estudiante modelo que en 2006, en los Estados Unidos, en el US Army War College de Pennsylvania, escribió una tesis doctoral sobre democracia y mundo islámico, que considera compatibles.

"Íbamos a la misma mezquita y era el más informado de todos sobre la historia islámica", ha relatado a Giulio Meotti del "Foglio" Sherifa Zuhur, que fue una de sus docentes estadounidenses. "Al Sisi se opone al extremismo islámico no sólo porque éste hace frente a Occidente, sino también porque ha dividido a los musulmanes, causando un gran daño a su capacidad de reinterpretar la fe en línea con los principios humanitarios modernos. Y en lugar de llevar al desarrollo de la región árabe, ha llevado a su disgregación".

Efectivamente, contra al Sisi, pragmático y pío, ya se ha desencadenado la fatwa de quien lo quiere muerto después del histórico y explosivo discurso que pronunció a finales de diciembre en la gran universidad islámica de al Azhar, como también después de su participación en la misa de Navidad en la catedral copta del Cairo, un gesto que no tiene precedentes.

Un hecho sorprendente
Una "revolución en el islam": así ha definido estos actos suyos el islamista Samir Khalil Samir, egipcio, jesuita, docente en la Université Saint-Joseph de Beirut y en el Pontificio Instituto de Estudios Árabes e Islamística de Roma.

He aquí los nombres de los veintiún mártires coptos asesinados en Libia por los verdugos del califato:

Milad Saber Mounir Adly Saad, célibe, de la aldea de Menbal;

Sameh Salah Farouq, casado, un hijo, de la aldea de Manqarius;

Ezzat Boshra Nassif,  casado, con un hijo de cuatro años, de la aldea de Dafash;

Mina Shehata Awad, de la aldea de Al-Farouqeyya;

Louqa Nagati Anis Abdou, veintisiete años, casado, con un hijo de diez meses;

Essam Baddar Samir Ishaq, célibe, ambos de la aldea de al-Gabaly.

De la aldea de Al-Our:

Hany Abdal-Massih Salib, casado, con tres hijas y un hijo;

Guergues Milad Sanyut, célibe;

Tawadraus Youssef Tawadraus, casado, con tres hijos de los siete a los trece años;

Kyrillos Boschra Fawzy, célibe;

Magued Soliman Shehata, casado, dos hijas y un hijo;

Mina Fayez Aziz, célibe;

Samouïl Alham Wilson, casado, con tres hijos de seis, cuatro y dos años;

Bishoï Stephanos Kamel, célibe;

Samouïl Stephanos Kamel, hermano de Bishoi, célibe;

Malak Abram Sanyut, casado, tres niños;

Milad Makin Zaky, casado, una hija;

Abanub Ayyad Ateyya Shehata, célibe;

Guergues Samir Megally Zakher, célibe;

Youssef Shukry Younan, célibe;

Malak Farag Ibrahim,  casado, una niña.

Naturalmente, estos no son los únicos cristianos que han caído víctimas del odio que tantos musulmanes nutren hacia los "apóstatas" del verdadero islam, que hacen coincidir con el que ellos profesan.

Los últimos de la serie son los cristianos armenios, los siríacos y sobre todo los asirios de treinta y cinco aldeas en el extremo noreste de Siria, a lo largo del río Khabur, ocupadas en los días pasados por el ejército del califato.

Han sido decenas los asesinados, centenares los secuestrados, miles los que han huido abandonando todo.

Lo irónico es que los abuelos de estos cristianos se habían refugiado allí en los años treinta del siglo pasado para huir de las masacres de las que eran víctimas en el recién creado Iraq.

"Abandonados por todos, este es su sentimiento", ha dicho el nuncio vaticano en Damasco, el arzobispo Mario Zenari.

Los últimos de los últimos, están indefensos
Efectivamente, los hombres de estas comunidades cristianas no tienen armas, no tienen ni curdos, ni suníes, ni chiíes que les defiendan, no tienen ningún apoyo de la coalición internacional anti-califato. Son de verdad los últimos de los últimos, con el único consuelo de los cristianos de otros países - por ejemplo, a través de Ayuda a la Iglesia que Sufre - que les ofrecen algo de auxilio en los lugares donde encuentran refugio.

Artículo publicado originalmente en Chiesa.espressonline.it
Traducción de Helena Faccia Serrano.


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Despiden a una trabajadora de guardería que se negaba a leer cuentos gays a los niños: otro acoso

Invocará el «acomodo razonable» de las creencias religiosas

La guardería despidió a la trabajadora cristiana por negarse a leer cuentos gays a los niños
Actualizado 2 marzo 2015

 
Parlamentarios de toda Europa avisan de que la discriminación contra los cristianos está siendo ignorada por gobiernos y tribunales, a la luz de una serie de casos que implican los derechos de trabajadores británicos a llevar cruces o a hablar de sus creencias.

El brazo parlamentario del Consejo de Europa ha presentado por primera vez una declaración formal pidiendo a los estados que reconozcan el principio de “acomodo razonable” de las creencias de los cristianos tradicionales en temas como la homosexualidad.

La primera prueba llega esta misma semana cuando se abre el caso en un tribunal laboral de una trabajadora de guardería que fue despedida por explicarle a una colega lesbiana sus creencias sobre el matrimonio del mismo sexo.

Sarah Mbuyi niega las acusaciones de que hostigó a la mujer –que no puede nombrarse por razones legales- durante la conversación que tuvo lugar en enero del año pasado. También asegura que se le pidió actuar contra sus creencias, pidiéndole que leyera a los niños cuentos sobre parejas del mismo sexo.

La señora Mbuyi cuenta con el apoyo del Centro Legal Cristiano, que ha encargado al abogado de derechos humanos Paul Diamond que la represente en el juzgado de Watford.

El equipo legal piensa utilizar una nueva declaración del Consejo de Europa, organismo internacional responsable del Tribunal Europeo de Derechos Humanos, insistiendo en que los cristianos son ahora víctimas de “intolerancia y discriminación” en todo el continente.
 
Sarah Mbuyi, la trabajadora cristiana despedida por no
leer cuentos gays a los niños de la guardería

Miembros de la Asamblea del Consejo de Europa –formada por diputados de parlamentos nacionales- aprobaron la resolución en respuesta a un informe que detallaba una serie de casos que implicaba a cristianos británicos. Incluían el caso de Gary McFarlane, antiguo consejero de relaciones humanas, y Lillian Ladele, funcionaria del registro matrimonial. Ambos se negaron a realizar tareas que consideraban que expresaban apoyo a la homosexualidad, algo que ellos creen que es contrario a la Biblia. También recogía el caso de Shirley Chaplin, una enfermera a la que prohibieron llevar una crucecita al cuello en el trabajo.

Los tres presentaron su situación al Tribunal Europeo de Derechos humanos, pero perdieron.

Sin embargo, el Tribunal sí apoyó las reclamaciones de Nadia Eweida, una azafata de British Airways que fue despedida porque la crucecita que llevaba contradecía la política de uniformes de la aerolínea.

“Numerosos actos de hostilidad, violencia y vandalismo se ha registrado en años recientes contra Cristianos y sus puestos de trabajo, pero estos actos a menudo son desatendidos por las autoridades nacionales”, afirma la declaración.

La expresión de la fe a veces es indebidamente limitada por la legislación nacional y por políticas que no permiten el acomodo de creencias y prácticas religiosas”, prosigue el texto.

Continúa pidiendo que los países adopten el principio de “acomodo razonable”, que significa que los trabajadores deberían poder objetar en conciencia a las tareas que están en conflicto con sus creencias si en la práctica es posible.

“El acomodo razonable de las prácticas y creencias religiosas constituye un medio pragmático de asegurar el ejercicio efectiva y pleno de la libertad religiosa”.

“Cuando se aplica con espíritu de tolerancia, el acomodo razonable permite a todos los grupos religiosos vivir en armonía en el respeto y aceptación de su diversidad”.
 
Papá Canguro y otro papá canguro con una
cangurita... a la que educarán sin experiencia
de feminidad ni de complementariedad, pero
eso no sale en el cuento...
(sobre los efectos
de esta educación, lea aquí
)

 
La señora Mbuyi declaró: “En un país cristiano, una persona debería tener la libertad de explicar lo que los cristianos creen si se le pregunta. Y en cualquier país, explicar la visión compartida de las religiones abrahámicas históricas sobre la sexualidad debería ser simplemente un tema de hechos e historia, y no ser tomado por nadie, empleados o superiores, como algo personal o abusivo”.

Andrea Williams, directora del Centro Legal Cristiano declaró: “Este es un caso directo de un empleador que no respeta los derechos religiosos y las libertades de un empleado y decide favorecer la postura de los homosexuales frente a la enseñanza histórica de hechos de una de las mayores religiones del mundo. En el tribunal, se explicará que los empleadores de la señora Mbuyi pedían que ella actuase contra su fe promoviendo entre los niños las uniones del mismo sexo. La señora Mbuyi fue despedida simplemente por sostener y expresar una visión sobre la homosexualidad basada en su religión, en una conversación. El tema central del caso es ver si los empleadores podían legalmente penalizarla por sostener y expresar esa postura”.

(Traducción de The Telegraph por ReL)

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Workshop - "Regras e Limites" - 14 de Março

No âmbito do programa de capacitação parental, realiza-se o Workshop intitulado "Regras e Limites", no dia 14 de Março de 2015 pelas 15,30 horas na Biblioteca Municipal de Grândola.



Informação do Núcleo Distrital de Beja da EAPN Portugal/Rede Europeia Anti-Pobreza 22-2015













Solicitação de colaboração em projecto financiado pela EDP


Somos alunas do 3º ano do Curso de Serviço Social da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Beja  a estagiar no Núcleo Distrital de Beja da EAPN Portugal/Rede Europeia Anti Pobreza e no Centro Social Cultural e Recreativo do Bairro da Esperança,  e estamos a participar num projeto denominado “Viver e Conviver com Alegria” da Fundação EDP e revista Visão (ver anexo), esta iniciativa tem como objetivo dar uma melhor qualidade de vida à população do Bairro das Pedreiras em Beja, promovendo essencialmente o desporto na vida das crianças deste Bairro. Para tal precisamos da vossa ajuda para votar. Basta LIKEEE

1º - Abre o link seguinte:
http://comunidadeedp.pt/todosqueremosumbairromelhor

2º- Regista a tua conta, no canto superior esquerdo onde diz “REGISTE-SE”, ou então, em: http://comunidadeedp.pt/todosqueremosumbairromelhor/register

3º- Abre o teu e-mail e confirma o teu registo em "CLIQUE AQUI", de seguida abre automaticamente uma nova pagina web para iniciar sessão com o seu e-mail e a password que criou.

4º- Depois procura o projeto com o nome "VIVER E CONVIVER COM ALEGRIA” em Beja e é só clicar em “VOTAR”.



Beja/Música: «Terras sem Sombra» volta com nova direção artística e aposta na Europa do Sul

11º edição vai ser apresentada esta quarta-feira em Lisboa

Terras sem Sombra
Lisboa, 02 mar 2015 (Ecclesia) - A Diocese de Beja vai apresentar esta quarta-feira, a 11.ª edição do festival ‘Terras sem Sombra’, numa conferência de imprensa marcada para o Museu da Electricidade, em Lisboa.

A iniciativa vai contar com a presença do novo director artístico do festival, o crítico de música espanhol Juan Ángel Vela del Campo, de 67 anos, anuncia um comunicado enviado hoje à Agência ECCLESIA pelo Departamento do Património Histórico e Artístico da Diocese de Beja, revelando o nome do sucessor do italiano Paolo Pinamonti.

Juan Ángel Vela del Campo, natural de Bilbau, é ensaísta e crítico musical do diário espanhol 'El País', desde 1987, e director artístico do Festival de Flamenco de Roma, desde 2005. Há mais de uma década é presença semanal num programa da rádio espanhola Cadena Ser, e dirigiu e apresentou, durante 11 anos, o programa de televisão "Música Noche", no Canal +.

A iniciativa aposta numa "ligação profunda à vida artística" da Europa do Sul, com realce para Portugal, Espanha, Itália, França e Malta, bem como na valorização da música, do património e da biodiversidade do Baixo Alentejo e do Alentejo Litoral.

O historiador José António Falcão, que criou o Festival em 2003, volta a assumir as funções de director-geral; Sara Fonseca, vogal da direcção do Departamento do Património Histórico e Artístico da Diocese de Beja, é a directora-executiva do Terras sem Sombra.

A coordenação das acções de salvaguarda da biodiversidade corre a cargo de Pedro Azenha Rocha.

O programa tem início marcado para Almodôvar, a 14 de Março, e termina a 4 de Julho, incluindo ainda acções de divulgação da aguardente de medronho, "produto de excelência de Almodôvar e dos concelhos limítrofes".

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Muere el dueño de Nutella: «Todo lo debemos a la Virgen de Lourdes, sin ella podemos poco»

Michele Ferrero
 
Michele Ferrero
Actualizado 1 marzo 2015


Hace unos días murió en Montecarlo, después de meses de enfermedad, Michele Ferrero, 89 años, padre de la Nutella, pero también de los Mon Cheri, de los huevos Kinder, del Ferrero Rocher, de la Fiesta, del Pocket Coffee y de todos los productos estrella de esta empresa alimentaria italiana nacida en 1946.

Estaba considerado el hombre más rico de Italia, con un patrimonio de 26.800 millones de dólares, y la cuarta fortuna de Europa.

La Virgen de Lourdes...
Como dijo Michele Ferrero en las celebraciones del cincuentenario de la fundación de la empresa: “El éxito de la Ferrero lo debemos a la Virgen de Lourdes, sin ella podemos poco”. Y de hecho una pequeña estatuilla de la Virgen está presente en cada uno de los establecimientos de todo el mundo.

De peregrinación a Lourdes con sus empleados
Michele era un hombre dotado de una fe sólida. Una vida la suya lejos de los focos y de la prensa rosa. Cada año iba en peregrinación a Lourdes llevando consigo a los top manager, y organizaba la visita al santuario francés también para los empleados. Él mismo acostumbraba a presidir la procesión de antorchas.

Entre rosarios y oraciones se discutían las estrategias del grupo”, asegura Giuseppe Rossetto, alcalde de Alba durante diez años.

Creó Nutella en 1964
Nació en 1925. No se hizo rico con ingenierías financieras, sino con productos dulces. Creó Nutella en 1964, con una crema de cacao mejorada respecto a la que fabricaba su padre.

En los 80 lanzó el famoso "huevo kinder" de chocolate, y también los lujosos dulces de chocolate Ferrero Rocher y Mon Cheri. Facturaba 8.000 millones de euros al año: sólo Nestlé le ganaba en tamaño en el sector de la confitería.

Pensando en los trabajadores
Construyó su imperio valorando lo mejor de Italia con productos de calidad y capacidad de innovación. Pero su mayor talento era saber implicar a los colaboradores y mostrar una particular atención a los empleados, a la hora de formarles. “Mi única preocupación – dijo una vez – es que la empresa sea cada vez más sólida y fuerte para garantizar a todos los que trabajan un puesto seguro” .

Más de 34.000 trabajadores en todo el mundo
Bajo su dirección, la productora de Nutella se convirtió en uno de los primeros grupos reposteros a nivel mundial, presente en 53 países con más de 34.000 empleados y 20 establecimientos productivos, y 9 empresas agrícolas.

En Italia, donde las huelgas abundan siempre, asombraba la inexistencia de huelgas en sus empresas. Ferrero creó en 1983 una Fundación que lleva el nombre de su mujer y sus dos hijos y a través de la que se beca a estudiantes, se ofrece asistencia sanitaria a los trabajadores que se van jubilando y se organizan conferencias, exposiciones y conciertos con el lema: “Trabajar, Crear, Dar".

Alejado de los focos
Era muy reservado. Mantenía bajo secreto la fórmula exacta de Nutella. Llevaba 50 años sin conceder una entrevista y existen muy pocas fotografías suyas. Se suelen usar las que se le tomaron en el entierro de su primogénito en 2011, oficiado por el cardenal Tarsicio Bertone.


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