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sábado, 6 de junho de 2026

¡Hola Madrid!

Bom dia!
O Papa inicia hoje a visita que o vai levar à Espanha, de 6 a 12 de junho, num roteiro que inclui as cidades de Madrid e Barcelona, terminando com duas etapas no arquipélago das Canárias.

A viagem tem início esta manhã, em Madrid, com uma cerimónia oficial de boas-vindas no Palácio Real, seguida de uma visita de cortesia aos reis de Espanha e de um encontro com autoridades, sociedade civil e corpo diplomático. Aqui, o Papa profere a primeira das 22 intervenções previstas, entre discursos, saudações e homilias, que vamos acompanhar de perto, como sempre.

Num mundo cada vez mais automatizado, frio e digital, como podemos permanecer humanos? Esta é a questão central que o Secretariado da Pastoral Social da Diocese do Porto propõe debater hoje, entre as 10h30 e as 12h00, na conferência sobre a encíclica ‘Magnifica Humanitas’, que decorre no Auditório de Vilar, no Porto.

A este respeito, o presidente da APEC sublinha a importância de os alunos desenvolverem consciência crítica e deixa um alerta claro para o risco da "preguiça" face à Inteligência Artificial. Na mesma linha, o bispo do Funchal destaca que as orientações mais recentes sobre o tema são "muito mais do que dar normas", assumindo-se como um verdadeiro chamamento "para não perdermos o humano".

A agenda informativa ainda está marcada pelos apelos deixados na última solenidade do Corpo de Deus. Em Évora, o arcebispo lançou um forte desafio, pedindo que a Igreja se torne um "pálio contra o abandono e a solidão". Uma realidade dura e bem visível no terreno, atestada pelo alerta de uma missionária da Canção Nova sobre o drama da solidão, tantas vezes silenciosa, nas aldeias do Alentejo.

Em Leiria, D. José Ornelas recusou atitudes racistas e elogiou a força da solidariedade. No Funchal, o núncio apostólico em Portugal pediu um anúncio renovado da fé a um mundo "distraído e fragmentado". Já o bispo de Bragança-Miranda apelou à construção de uma nova sociedade e alertou para o poder imenso (e a responsabilidade) das nossas palavras. No Algarve, D. Manuel Quintas afirmou que "só uma Igreja apaixonada pela Eucaristia se torna geradora de vocações e ministérios".

Despeço-me com votos de boas notícias, sempre,

Octávio Carmo

 

 


agencia.ecclesia.pt

      



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