Páginas

terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

«Luta heroica» do povo ucraniano

Bom dia!

Lembra-se onde estava quando soube do início da guerra na Ucrânia?

Assinalam-se hoje quatro anos desde 24 de fevereiro de 2022, o dia que não sai da memória do povo ucraniano que desde então é um símbolo de resistência. Histórias de perda, sofrimento e coragem marcam este conflito que parece não ter fim à vistaContinuam os ataques, os bombardeamentos, a violência, apesar dos apelos à paz.

Ao programa Ecclesia, o general Valença Pinto lamentou que a guerra esteja a ser colocada em “segundo plano na opinião pública” e refere que a Ucrânia deve ter, neste momento, “um grande sentimento de injustiça e até de perplexidade”, depois de “quatro anos de luta muito heroica”.  

A Liga Operária Católica/Movimento de Trabalhadores Cristãos aprovou, no sábado, “por unanimidade”, a moção “Trabalhamos para viver, não vivemos para trabalhar”, que contesta o novo pacote laboral em debate. “Esta reforma, que sendo apresentada como modernizadora, é uma perigosa regressão histórica e um retrocesso civilizacional que segue a lógica da desregulação neoliberal”, pode ler-se no documento.

Amanhã inicia-se a Bolsa de Turismo de Lisboa e nela vão marcar presença dois organismos da Conferência Episcopal Portuguesa: a Pastoral do Turismo (PTP) e o Secretariado Nacional dos Bens Culturais. O diretor do PTP adiantou que vai ser criada uma aplicação (app) com diversas informações sobre o património que se encontra nas igrejas e Rui Unas, conhecido apresentador e ator português, vai ser a voz do projeto.

Na esfera internacional, o presidente do Comité para as Migrações, da Conferência Episcopal dos Estados Unidos, manifestou-se contra novos megacentros de detenção de migrantes e criticou o plano de Washington de duplicar o número de vagas disponíveis. “A ideia de manter milhares de famílias em enormes armazéns deveria pôr à prova a consciência de todos os estadunidenses”, referiu. 

O monge trapista D. Erilk Vaden está a orientar o retiro de Quaresma do Papa e dos seus colaboradores da Cúria Romana. Na primeira meditação, o bispo afirmou que este tempo litúrgico conduz a “um espaço livre do supérfluo” e alertou para a “instrumentalização da linguagem e dos símbolos cristãos”.

Fundação portuguesa Gaudium Magnum emprestou cinco pinturas da sua coleção para serem expostas no Museu Diocesano de Barcelona. A exposição propõe uma reflexão aprofundada sobre a representação da vida monástica e da experiência espiritual na história da arte.

Convido-o a manter-se informado sobre a atualidade religiosa no site agencia.ecclesia.pt ou na televisão, através do programa Ecclesia que chega pelas 15h à RTP2.

Desejo-lhe uma ótima terça-feira

Leonor João

 

 


agencia.ecclesia.pt

      



Sem comentários:

Enviar um comentário