|
Bom dia, O Ano Santo de 2025
encerrou-se este domingo ontem, a nível diocesano, em todo o mundo. Mas, como
sublinharam vários bispos portugueses, fechar a Porta Santa não significa
encerrar a esperança, mas sim escancarar a missão. Leiria-Fátima: «Na Igreja não há
estrangeiros».
D. José Ornelas encerrou o Jubileu com uma homenagem aos Papas Francisco e
Leão XIV e um apelo veemente contra os "nacionalismos xenófobos",
pedindo o acolhimento de quem chega. Ler notícia Setúbal: O flagelo da
violência doméstica. O cardeal D. Américo Aguiar denunciou a violência dentro de
portas e pediu proteção para as "famílias reais", exortando a
diocese a não ficar presa ao sofrimento. Ler notícia Lisboa: Famílias como «celeiro de
humanidade».
O patriarca D. Rui Valério afirmou que o fim do Jubileu não é o término da
missão e desafiou as famílias a serem "altares da esperança" onde
se protege a vida. Ler notícia Évora: Ação Social Paroquial é prioridade. D. Francisco Senra Coelho
quer frutos práticos do Ano Santo: mais formação na Doutrina Social da Igreja
e a criação de grupos de caridade em cada paróquia. Ler notícia Vila Real: Caminhar em conjunto. Após o centenário da diocese
e o Ano Santo, D. António Augusto Azevedo sublinha a consolidação de uma
dinâmica sinodal e comunitária. Ler notícia Porto: Um Sínodo Diocesano. D. Manuel Linda reservou para este dia um anúncio que vai mobilizar as comunidades católicas e a sociedade civil nos próximos meses. Ler notícia Em declarações à
ECCLESIA e Renascença, o presidente do Centro de Estudos EuroDefense
Portugal, general Valença Pinto, avisa que a "paz desarmada" é um
conceito difícil de aplicar na realidade atual e que a Europa precisa de se
armar para prevenir conflitos. Ler entrevista No Vaticano, Leão XIV
pediu orações especiais pelas famílias que sofrem "por causa da
guerra", confiando as vítimas à Sagrada Família de Nazaré. Ler notícia O programa ECCLESIA
volta à RTP2 hoje, pelas 15h00, para uma revista do ano. Mudança de
pontificado, novo governo, autárquicas, inteligência artificial e conflitos
armados marcaram 2025. Passamos em revista as memórias destes meses
históricos com Carolina Berlim, do Departamento de Comunicação dos Jesuítas
em Portugal, e João Maldonado, jornalista da Renascença. Despeço-me com votos
de boas notícias, sempre, Octávio Carmo |
Sem comentários:
Enviar um comentário