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segunda-feira, 29 de dezembro de 2025

O Jubileu não fecha a porta, abre a missão

Bom dia,

O Ano Santo de 2025 encerrou-se este domingo ontem, a nível diocesano, em todo o mundo. Mas, como sublinharam vários bispos portugueses, fechar a Porta Santa não significa encerrar a esperança, mas sim escancarar a missão.

Leiria-Fátima: «Na Igreja não há estrangeiros». D. José Ornelas encerrou o Jubileu com uma homenagem aos Papas Francisco e Leão XIV e um apelo veemente contra os "nacionalismos xenófobos", pedindo o acolhimento de quem chega. Ler notícia

Setúbal: O flagelo da violência doméstica. O cardeal D. Américo Aguiar denunciou a violência dentro de portas e pediu proteção para as "famílias reais", exortando a diocese a não ficar presa ao sofrimento. Ler notícia

Lisboa: Famílias como «celeiro de humanidade». O patriarca D. Rui Valério afirmou que o fim do Jubileu não é o término da missão e desafiou as famílias a serem "altares da esperança" onde se protege a vida. Ler notícia

Évora: Ação Social Paroquial é prioridade. D. Francisco Senra Coelho quer frutos práticos do Ano Santo: mais formação na Doutrina Social da Igreja e a criação de grupos de caridade em cada paróquia. Ler notícia

Vila Real: Caminhar em conjunto. Após o centenário da diocese e o Ano Santo, D. António Augusto Azevedo sublinha a consolidação de uma dinâmica sinodal e comunitária. Ler notícia

Porto: Um Sínodo Diocesano. D. Manuel Linda reservou para este dia um anúncio que vai mobilizar as comunidades católicas e a sociedade civil nos próximos meses. Ler notícia

Em declarações à ECCLESIA e Renascença, o presidente do Centro de Estudos EuroDefense Portugal, general Valença Pinto, avisa que a "paz desarmada" é um conceito difícil de aplicar na realidade atual e que a Europa precisa de se armar para prevenir conflitos. Ler entrevista

No Vaticano, Leão XIV pediu orações especiais pelas famílias que sofrem "por causa da guerra", confiando as vítimas à Sagrada Família de Nazaré. Ler notícia

O programa ECCLESIA volta à RTP2 hoje, pelas 15h00, para uma revista do ano. Mudança de pontificado, novo governo, autárquicas, inteligência artificial e conflitos armados marcaram 2025. Passamos em revista as memórias destes meses históricos com Carolina Berlim, do Departamento de Comunicação dos Jesuítas em Portugal, e João Maldonado, jornalista da Renascença.

Despeço-me com votos de boas notícias, sempre,

Octávio Carmo

 

 


agencia.ecclesia.pt

      



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