|
Olá bom dia e boas
passagens até 2026 O último dia de 2025
merece uma reflexão aprofundada… Cinco convidados de
vários setores e áreas do conhecimento olharam para 2025, e comentaram um ano
de ruturas, do apagão tecnológico às mudanças políticas e eclesiais, de
reconstrução e de esperança, no Programa ECCLESIA deste 31 de dezembro. “A primeira frase que
me ocorre é nem só de net vive o homem, mas de tantas outras coisas. Por
outro lado, é como a noite numa cidade, se por aventura se apagam todas as
luzes, passamos a ver as estrelas estão no céu, e eu acho que foi isso que o
apagão veio fazer”, disse o professor Miguel Panão, esta quarta-feira, à
Agência ECCLESIA. O ‘apagão’ em
Portugal aconteceu no dia 28 de abril, durante algumas horas, e é palavra do
ano, o investigador em Engenharia acrescenta que este acontecimento veio
apagar “uma série de conexões a algo que não é carnal, que é virtual”, e
obrigou as pessoas “a encontrar aquilo que é presencial, aquilo que são
contactos uns com os outros”. Um verão atípico
trouxe luto e perda de biodiversidade, a bióloga Margarida Zoccoli considera
que se continua “a reagir em vez de prevenir”, olhando para a área ardida e
para a resposta no terreno, e salienta que prevenir passa “por ouvir a
ciência, consultar e divulgar os relatórios do painel intergovernamental para
as alterações climáticas”. O presidente do
Centro de Estudos EuroDefense Portugal afirma que o conceito de “guerra
limpa” é um “verdadeiro mito” e um “enorme perigo” e considera a paz
desarmada é difícil “para não dizer impossível”. “É sempre construtivo
falar numa paz desarmada”, afirmou o antigo chefe do Estado-Maior-General das
Forças Armadas, considerando que, com o aumento da despesa no setor da
defesa, é “absolutamente” mais difícil a paz desarmada, “para não dizer que é
impossível”. Luís Valença Pinto
reconheceu numa entrevista Renascença/Ecclesia desta semana que “a Europa tem
de se armar de facto se quer prevenir a guerra”. “Aqui em Portugal, na
ponta sudoeste, podemos achar que é menos iminente, mas quando viajamos para
a Polónia, para os estados escandinavos, para os estados bálticos, toda a
gente está a esperar que a guerra comece esta noite. Isso é uma realidade
muito infeliz e muito triste”, afirmou. O presidente do
Centro de Estudos EuroDefense Portugal lembrou que “a defesa é uma política
pública essencial, a par de muitas outras políticas públicas”, e que “a
segurança e a defesa são uma exigência fundamental das sociedades”. Comentando a Mensagem
do Papa para o Dia Mundial da Paz, Valença Pinto referiu-se ao
desenvolvimento da inteligência artificial em contexto de conflitos armados,
afirmando que o conceito de guerra limpa é “um verdadeiro mito” e “um enorme
perigo”. Propostas para hoje…
No entanto não esqueça de ver o programa ECCLESIA na RTP2, pouco depois das
15h00. Depois fica disponível no site desta agência da Igreja Católica. Já sabe que pode
acompanhar toda a atualidade religiosa, em Portugal e no mundo, no site www.agencia.ecclesia.pt/portal/ Cumprimentos Luis Filipe Santos |
Sem comentários:
Enviar um comentário