O vídeo está em inglês, mas o seu sentido é tão óbvio que torna desnecessária a tradução.
Traduzimos a frase essencial que diz à mulher por telefone o seu marido. Sem dúvida, aconselhamos a ver o vídeo inteiro antes de ver a tradução.
TRADUÇÃO DO VÍDEO: Quando a mulher chama o seu marido para dizer-lhe que Aaron desapareceu, ele diz-lhe: «Não temos nenhum filho. Decidimos não tê-lo. Todos os anos temos a mesma conversa. Sinto-o, tinha esquecido a data». Ela não superou essa decisão que tomaram de abortar o seu filho.
É sacerdote da Congregação dos Missionários do Sangue Precioso, fundada por São Gaspar do Búfalo, e vive em Itália.
Actualizado 24 de Abril de 2013
Aci
Quando o Beato João Paulo II visitou a Tanzânia nos anos 90 “eu estava fazendo o serviço militar obrigatório, escapei-me do campo e por uma pequena rádio escutei toda a sua mensagem e isso tocou-me”, relata o sacerdote africano, David Alexander Kinabo, que actualmente é missionário em Itália.
Desejo ser missionário O Padre Kinabo natural da Tanzânia assinala que “apesar que não estava no seminário, tinha o desejo de converter-me em missionário e ser sacerdote e logo que o escutei (João Paulo II), enviei uma carta aos Missionários do Sangue Precioso, fundada por São Gaspar do Búfalo”.
Na quarta-feira 5 de Setembro de 1990 o Papa Wojtyla assinalou na Missa celebrada no Estádio Kilimanjaro em Moshi, Tanzânia que “vocês queridos irmãs e irmãos são a feliz colheita dos missionários – acrescentando posteriormente – poderiam inundar o mundo com a luz”.
O Papa peregrino enfatizou ao povo africano que “é o seu momento de converter-se em testemunhas de Cristo na Tanzânia, o continente africano e até aos confins da terra”. Estas palavras pronunciadas pelo beato, foram aquelas que levou a determinar ao Padre Kinabo, que nesse momento tinha 23 anos, a responder ao chamado à vocação religiosa.
Evangelizar na Europa Apesar de a África ser o continente que por muitos anos foi evangelizado pelos europeus, agora sai ao encontro da Europa para proclamar a palavra de Deus e a re-Evangelizar. Para o Padre David, isto é como “aquele que investe o seu dinheiro numa campanha e depois retorna ao investidor em frutos”.
A feliz colheita dos missionários Como bem dizia o Beato “são a feliz colheita dos missionários”. O sacerdote conta que há uns dias visitando Pompeia “uma primeira Missa a celebrou um africano, a segunda outro africano que falava em italiano e francês, provavelmente do Congo ou Ghana, e também estava eu. Maravilhei-me e comentámos: agora estamos todos aqui”.
Trabalho na Tanzânia e Itália Desde que ingressou no seminário, o sacerdote estudou 10 anos na Tanzânia, logo foi enviado para Roma para a sua ordenação que foi efectuada pelo Arcebispo de Dar-es-Salaam (Tanzânia), Cardeal Polycarp Pengo. Posteriormente regressou à Tanzânia a servir por cinco anos e em Outubro de 2005 foi enviado novamente para Itália, país em que permanece desde há oito anos sendo “uma bela experiência, apesar da diferença cultural, acolheram-me bem. Até mudaram-me o nome já não me chamam Padre David, dizem-me Padre D”.
O Amor de Deus leva-te a evangelizar O Padre Kinabo disse aos missionários de África que “não tenham medo de vir à Europa, primeiro de tudo é uma chamada de amor própria de Deus, às pessoas, ao povo, à Europa para evangelizar, este deve ser o nosso fundamento, o amor que empurra para evangelizar a mensagem que temos recebido, é o amor de Deus que te leva aos confins da terra".
"A palavra de Deus pode-se inserir em cada cultura, raça e nação, por isso é importante ser cristão, católico, levar essa mensagem de paz de alegria, ainda que algumas vezes pregamos segundo a nossa cultura, de maneira simples, ao modo de África. Há tantas pessoas que te agradecem quando fazes uma pregação, quando as pessoas se identificam, então se sentem bem e acolhem-te, às vezes canto no meu idioma swahili”. Agora missionário em Itália O Padre David respondeu ao chamado de Deus no seu coração, como assinala a congregação à qual pertence, “os missionários são chamados a lugares que significam um desafio para eles”.
Actualmente o Padre é capelão de uma pequena capela que pertence à Paróquia Preciosísima Sangre em San Roco, Bari, Itália.
Uma nova escalada na tensão já insuportável do drama sírio:
foram sequestrados os bispos Mar Gregorios Yohanna Ibrahim, metropolita
de Aleppo para os sírios ortodoxos, e Mar Boulos el-Yazji, metropolita
ortodoxo de Aleppo. Mais uma descarga de medo e de incertezas se derrama
no tribulado coração dos cristãos sírios.
O que vai acontecer depois deste sequestro? Zenit perguntou a um
padre que persevera na missão em seu país e na sua paróquia em Aleppo.
Para a segurança do sacerdote, da sua família e da sua comunidade, ele
preferiu não revelar a sua identidade: "Meu nome não é importante. O
importante é que a voz, o testemunho, o sofrimento e a esperança dos
cristãos sejam conhecidos e anunciados".
Queríamos ouvir deste padre os ecos da vida quotidiana à sombra do
desconhecido, daquilo que ele definiu como "a desordem organizada". O
que nos surpreendeu foi constatar que, apesar das nuvens negras que se
adensam sobre a Síria, ainda há uma réstia de esperança que não se
baseia num optimismoingénuo, mas numa visão de fé enraizada nas palavras
de São Paulo, que a essa altura já se transformaram em experiência:
"Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, a angústia, a
perseguição, a fome, a nudez, o perigo, a espada? Está escrito: Por amor
de ti somos entregues à morte todo dia, somos considerados ovelhas que
vão para o matadouro. Mas em todas estas coisas somos mais do que
vencedores, por virtude daquele que nos amou".
Este grito de esperança não é lirismo, mas realidade diária,
traduzida todos os dias em escolha consciente: permanecer, não pela
terra, mas pelo povo de Deus, que, como diz Santo Agostinho, faz a sua
peregrinação histórica "entre as perseguições do mundo e as consolações
de Deus".
ZENIT: A guerra impôs um calendário de emergência. Qual é a sua agenda diária como padre?
Na situação actual, o trabalho pastoral como sempre vivemos está
suspenso. Virou trabalho de ajuda humanitária. As visitas pastorais e as
várias actividades têm um corte diferente, precisamente para responder à
situação de emergência actual. Nós transformamos duas escolas, por
exemplo, com a colaboração da Comissão para o Desenvolvimento da Síria,
em locais de acolhimento para refugiados muçulmanos, para mostrar que a
Igreja está a serviço do homem, de todos os homens, independentemente da
sua origem étnica ou religiosa. Quanto às obras de caridade e de alívio
da dor, nós trabalhamos como paróquia em ligação estreita com a Cruz
Vermelha e com a Caritas. Mas continuamos celebrando a missa diária nas
áreas ainda habitadas e vemos um aumento na frequência diária dos fiéis.
Os cristãos começaram a procurar mais a esperança que vem do Cristo
ressuscitado dentre os mortos! Eu acho importantíssimo também enfatizar
que muitos padres estão comprometidos de modo estável com os leigos no
serviço de apoio material, nas paróquias e nas dioceses.
ZENIT: Vocês já receberam alguma ameaça como paróquia?
É bem conhecido, infelizmente, que muitas igrejas, inclusive igrejas
antiquíssimas que são património de toda a humanidade, foram destruídas.
Graças a Deus, a nossa igreja ainda não recebeu ameaças directas. Mas
muitos paroquianos nossos foram ameaçados e tiveram que deixar o país,
ou pelo menos se deslocar para regiões menos conturbadas. Apesar disso, e
em especial na proximidade das grandes festas, foram encontrados carros
com bombas perto das igrejas. A divina providência permitiu que os
nossos concidadãos percebessem o perigo, e por isso as bombas foram desactivadas a tempo de não explodir.
ZENIT: O que os cristãos de Aleppo esperam da Igreja?
As pessoas nos fazem perguntas diariamente, mas eu acho que todas
convergem no fim para este ponto: devemos deixar o país ou ficar e
preservar a presença cristã no Levante? Eu, e eu digo isso com
sinceridade, aconselho o seguinte: quem pode, que se afaste daqui, mesmo
que seja momentaneamente. É verdade que nós temos que dar testemunho de
Cristo no meio do caos que estamos vivendo. Mas esta resposta eu não
quero que seja idealista e abstracta. A realidade diária é dramática e
nós vivemos uma grande desordem. Não sabemos, quando saímos de manhã, se
vamos voltar para casa à noite. É por isso que a minha resposta para as
pessoas é a seguinte: cada um tem que se colocar diante da sua própria
consciência e avaliar as suas escolhas, considerando a situação da sua
família. Você tem que fazer a escolha ditada pelo discernimento da
vontade de Deus. Vamos olhar as coisas com realismo: o que a Igreja pode
oferecer concretamente para os cristãos sírios agora? Nós estamos mais
do que agradecidos pelo apoio de todos os cristãos, especialmente do
papa Francisco, com seus apelos reiterados em favor "da amada Síria".
Somos muito gratos pelo apoio que recebemos. Mas a verdade é que uma
cesta de ajuda para a comida não é suficiente. Os cristãos de Aleppo, da
Síria toda, procuram segurança, perspectivas, esperança. Com as ajudas,
se não formos assassinados, podemos viver uma semana, um mês, talvez um
ano... E depois? Por isso, a resposta tem que ser dada por cada um por
si mesmo, de acordo com a sua consciência e com as suas possibilidades.
ZENIT: Por que o senhor não deixa a Síria?
Em primeiro lugar, porque a Síria é o meu país. E como cristão, eu
pertenço a esta nação. Em segundo lugar, e mais importante, pela minha
missão sacerdotal. Apesar de todas as certezas e possibilidades que eu
tenho se deixar o país, como a autorização de residência em um país
estrangeiro e a possibilidade do visto, o chamado de Cristo para mim,
como sacerdote, continua sendo o de oferecer o sorriso da esperança: não
o meu, pessoal, nem o da instituição eclesiástica, mas o do próprio
Cristo! Só quando não houver mais cristãos aqui é que eu vou estar
pronto para deixar o país. Se eu tivesse que sair, carregaria no meu
coração um remorso mais amargo do que a morte, que é o de abandonar
amigos e filhos com quem eu vivi os bons tempos, e que agora, no meio da
tempestade, eu teria abandonado.
ZENIT: Os dois bispos foram libertados, mas o fato do
sequestro em si é uma questão grave. Que peso isso teve no seu espírito e
nos paroquianos?
Foi um choque enorme. Nós sentimos uma angústia imensa. A pergunta
que fazemos é esta: se eles violaram esta sacralidade, qual vai ser o
próximo passo? A pergunta mais séria é: qual é o sentido deste
sequestro? Que sentido faz sequestrar dois bispos quando todo mundo sabe
que eles não pouparam nenhum esforço para levar as diversas partes até a
mesa de diálogo? Que sentido tem sequestrar duas pessoas que têm o objectivo da concórdia e da paz? O sequestro deles é um atentado contra o
diálogo e a paz. Esta é a contradição. O drama. É um gesto estúpido e
arrogante que não encarna nenhuma sabedoria, nem política, nem social,
nem religiosa.
ZENIT: Nessa mistura de horror, medo, coragem, resistência e entrega, qual é a palavra que ressoa mais forte?
A palavra mais forte que eu posso dar é esta: permanecer em Cristo.
Essa permanência não é fraqueza diante da força do agressor, mas é
construída na missa diária, que nos une todo dia ao Cristo crucificado
na esperança da ressurreição. Ele é o nosso pão de cada dia e o nosso
baluarte nesta tempestade. Diante do desespero, nós gritamos: Cristo é a
nossa esperança.
"A esperança vem a nós vestida em trapos, para que a
possamos vestir com uma roupa de festa" (Paul Ricoeur). Muito
esperávamos pela libertação dos dois bispos sírios, sequestrados
segunda-feira, 22 Março. A apreensão insustentável pelo seu sequestro e a
real dificuldade de comunicação com diversas fontes para certificar-se
da notícia levou-nos à esperança de que as miragens pudessem saciar a
nossa sede de sucesso.
No momento em que a notícia saiu no site da Oeuvre d'Orient, Zenit -
Edição árabe estava entrevistando um sacerdote sírio de Aleppo (cf.
Diário de um sacerdote de Aleppo). Em alguns momentos recebemos diversas
comunicações e confirmações da Síria do definitivo desfecho. O site da
"Rússia Alyawm" também tinha difundido detalhes fornecidos por fontes
locais que afirmavam que "autoridades políticas e religiosas intervieram
no assunto e pressionaram para a libertação dos dois bispos”, e que
depois de "negociações difíceis" tinha-se chegado ao acordo para
libertar os dois prelados.
Por volta das 23h30 da terça-feira, 23 de Abril, Zenit conseguiu
finalmente entrar em contacto com uma fonte que colabora com o
metropolita ortodoxo de Aleppo, mons. Boulos el-Yazgi. A fonte negou a
notícia da libertação e disse: "Houve uma grande confusão na difusão de
notícias conflitantes [...] porque aqui [em Aleppo] as comunicações são
interrompidas muitas vezes."
"Devemos dizer a verdade sobre a não libertação para que o caso dos
dois bispos sequestrados não seja arquivado prematuramente",
acrescentou.
E à pergunta sobre o status quo das negociações, a fonte
reiterou: "Nenhuma novidade. Os dois bispos não foram libertos e não
temos informações precisas sobre o local onde se encontram".
Uma declaração conjunta de dois patriarcas, além disso, e para evitar
qualquer mal-entendido, o patriarca ortodoxo de Antioquia e todo o
Oriente, S.B. Mar Ignatius Zakka I e o Patriarca sírio-ortodoxo de
Antioquia e todo o Oriente, Mar Yuhanna Yazgi X, publicaram um
comunicado oficial conjunto que apresenta as circunstâncias do sequestro
da segunda-feira. Os dois bispos, Mons. Gregorios Yuhanna Ibrahim mons.
Boulos el-Yazgi, estavam "voltando para Aleppo, de uma missão
humanitária". Os dois prelados foram, provavelmente, com o compromisso
de negociar a libertação do pe Michel Kayal, um jovem sacerdote arménio e
do pe Maher Mahfuz, um padre ortodoxo, sequestrados no dia 9 de Fevereiro de 2013.
No seu comunicado os dois patriarcas reafirmam que os cristãos na
Síria "são uma parte essencial do tecido dos povos aos quais pertencem.
Eles sofrem com todos os sofredores”.
O comunicado dirige um apelo urgente aos sequestradores para que
"respeitem a vida dos dois irmãos sequestrados" e os convida a "desistir
de todos os actos que disseminem divisões religiosas e confessionais
entre os filhos de uma única nação”.
Os dois patriarcas também expressaram a sua compreensão pela
“preocupação que paira no ânimo dos cristãos por causa de um tal
acontecimento” e convida-os à paciência e à confiança em Deus, lembrando
que “a defesa da nossa terra acontece em primeiro lugar por meio da
perseverança nela, e por meio do trabalho para fazê-la uma terra de amor
e de pacífica convivência”.
A declaração não esquece de dirigir mais uma vez um apelo ao mundo
inteiro, para que tomem medidas para "pôr fim ao drama que acontece na
Síria amada".
Os patriarcas Zakka e Yazgi também convidam os compatriotas
muçulmanos a trabalharem juntos e rejeitarem o usar seres humanos como objectos, “seja como escudos humanos nas lutas, seja como mercadorias de
troca económica ou política”.
Finalmente um apelo também vai dirigido aos sequestradores
lembrando-lhes que os dois sequestrados são “apóstolos do amor no
mundo”. O que testemunha o calibre dos dois bispos sequestrados não são
somente palavras, mas “o seu compromisso religioso, social e nacional”.
Portanto, o convite agora é de “colaborar para que esta situação
dolorosa seja tratada sem violência que só serve para os inimigos da
nação”.
... a nossa esperança ainda está vestida de trapos ... mas como diz
um dos últimos ditados publicado no dia 19 de Abril de Mons. Gregorios
Yohanna Ibrahim na sua página de Facebook: "A esperança ... é uma
pequena janela, mas, apesar da sua pequenez, ela abre enormes horizontes
na vida".
Nesta quinta-feira, um dia particularmente importante para a célebre cidade italiana
Roma,
Às 10h30 deste dia 25 de Abril, na catedral basílica de
Veneza, o patriarca dom Francesco Moraglia preside a missa na presença
dos fieis e das autoridades civis e militares da comunidade, durante a
festa dedicada ao evangelista São Marcos, padroeiro de Veneza e do povo
vêneto.
À tarde, às 17h30, também na catedral veneziana e novamente com a presença do patriarca, serão celebradas as vésperas solenes.
SOS crianças apoiará todos os protestos pacíficos contra as leis laicistas
Paris,
"As consequências da lei francesa do “casamento” gay cairão
principalmente sobre os pequenos, privados da possibilidade de ter uma
família normal, composta por um pai e uma mãe, fato que a psicologia
moderna considera essencial para o seu desenvolvimento normal”. Filippo
Campo, responsável pela campanha SOS Crianças, comenta desta forma o
“sim” da Assembleia nacional francesa à lei do casamento e da adopção de
crianças por casais do mesmo sexo.
"A campanha Sos Crianças – continua Campo – que há duas décadas
defende a inocência das crianças contra os assaltos de legislações
laicistas, não pode não elevar uma voz de protesto, anunciando que
sustentará as várias manifestações de reacção pacífica e legal que estão
sendo preparadas além dos Alpes. Um tal desprezo da lógica democrática,
que define o poder público expressão da vontade popular, não é um bom
sinal e só pode ser explicado porque o governo socialista de François
Holland está com o mínimo histórico de consensos e, portanto,
dificilmente será reeleito. Melhor impor agora a agenda da esquerda –
conclui o responsável do SOS crianças – passando por cima da vontade dos
cidadãos, que em números crescentes se manifestaram contra esta
medida".
O livro mais baixado na plataforma da Apple em espanhol é 50 perguntas sobre Jesus Cristo
Madrid,
O livro 50 perguntas sobre Jesus Cristo lidera a lista de downloads no top chart de
livros gratuitos do iTunes. Publicado na internet pela primeira vez em
maio de 2006 e em formato PDF, o título já foi baixado 3,9 milhões de
vezes desde então.
Segundo Guillermo Sanz, responsável pela edição e director de projectos digitais da www.opusdei.es, “o primeiro lugar revela a aceitação deste conjunto de respostas sobre a figura de Jesus Cristo”.
Desde a semana passada, o livro também está disponível em formato
ePub na iBookstore da Apple, a loja de livros do iTunes, de forma
gratuita( http://itun.es/es/pad5L.l) Os top charts são os rankings da Apple sobre downloads de música, vídeos, apps e livros.
A equipe responsável por esse livro de consultas é composta por
professores de História e Teologia da Universidade de Navarra: Juan
Chapa (editor), Francisco Varo, Vicente Balaguer, Gonzalo Aranda,
Santiago Ausín e Juan Luis Caballero.
Guillermo Sanz comenta que “Jesus Cristo e as perguntas fundamentais
sobre a sua vida e os seus ensinamentos continuam gerando grande demanda
no mundo digital”. Os top charts de downloads gratuitos em espanhol contêm livros das mais diversas temáticas, desde Corrida para desocupados até guias para aprender inglês, manuais de usuário do iPad, Dom Quixote, Anna Karenina e um livro de receitas de bolos.
Em meio à oferta de milhares de livros gratuitos de todas as
temáticas, as perguntas sobre Jesus Cristo, respondidas por
especialistas, “atingiram a posição de liderança”, valoriza Sanz.
Mensagem do papa Francisco para o Congresso Eucarístico na Costa Rica
Roma,
A evangelização e a comunhão eclesial brotam da Eucaristia:
esta é a mensagem destacada pelo papa Francisco no texto assinado pelo
cardeal Tarcisio Bertone, secretário de Estado do Vaticano, escrito
especialmente para o IV Congresso Eucarístico Nacional da Costa Rica.
O evento foi realizado de 17 a 21 de Abril na cidade de Cartago,
situada cerca de 25 quilómetros a leste da capital San José. O tema do
encontro foi "A Eucaristia: pão da vida para o nosso povo".
O papa pediu que os católicos do país intensifiquem a vida de oração,
transformando a Eucaristia no "verdadeiro centro das comunidades
cristãs, onde o louvor e a acção de graças sejam o impulso para um
renovado compromisso com a evangelização e com a comunhão eclesial".
Na esperança de que os católicos obtenham "abundantes energias
espirituais" da Eucaristia para um mundo "cada vez mais justo e
reconciliado", o papa confiou a comunidade católica à protecção amorosa
de Nossa Senhora dos Anjos, padroeira do pequeno país centro-americano
que conta com cerca de 4,5 milhões de habitantes.
Apelo do Papa Francisco no final da audiência geral
Cidade do Vaticano,
No final da Audiência geral desta manhã, após as saudações
em diferentes idiomas, o Papa Francisco fez um forte apelo para a
libertação dos dois bispos sequestrados segunda-feira perto de Aleppo:
Gregorios Ibrahim e Paul Yazigi. Uma notícia que está preocupando muito o
mundo por alguns dias, especialmente ontem quando vários meios de
comunicação publicaram a notícia da sua libertação, imediatamente
negada.
"O sequestro dos Metropolitas grego-ortodoxos e sírio-ortodoxo de
Alepo - disse o Papa – que tem notícias conflitantes, é um sinal da
trágica situação que está atravessando a amada Nação Síria, onde a
violência e as armas continuam a semear a morte e o sofrimento”.
Lembrando na oração os dois Bispos “para que voltem rápido para as
suas comunidades”, o Papa pediu a Deus “iluminar os corações”, renovando
o “urgente” apelo dirigido no dia da Páscoa “para que cesse o
derramamento de sangue, se dê a necessária assistência humanitária à
população e se encontre o quanto antes uma solução política à crise”.
Declaração do Pe. Federico Lombardi sobre o sequestro dos Metropolitas de Aleppo
Cidade do Vaticano,
"Uma dramática confirmação da trágica situação na qual vive a
população da Síria e as suas comunidades cristãs”. Assim Pe. Federico
Lombardi, director da Sala de Imprensa vaticana, definiu o sequestro dos
dois Metropolitas de Aleppo, numa declaração divulgada ontem, antes da
notícia da possível libertação.
Os dois prelados, Mar Gregorios Ibrahim, da Igreja Sírio-Ortodoxa,
Paul Yazigi, da Igreja Greco-ortodoxa da Antioquia, foram sequestrados
segunda-feira passada, enquanto realizavam uma missão humanitária, e o
seu motorista foi assassinado.
"O Santo Padre Francisco - disse padre Lombardi - foi informado deste
novo gravíssimo fato, que contribui para o crescimento da violência nos
últimos dias e a uma emergência humanitária de grandes proporções."
O Papa, concluiu, “acompanha os eventos com participação profunda e
intensa oração pela saúde e a libertação dos dois sequestrados e porque,
com o compromisso de todos, o povo sírio possa finalmente ver respostas
eficazes ao drama humanitário e surgir no horizonte esperanças reais de
paz e de reconciliação”.
Catequese do Papa Francisco na Audiência Geral da quarta-feira.
Cidade do Vaticano,
Nesta quarta-feira, o Papa Francisco, em sua habitual
catequese semanal continuou aprofundando no Símbolo da fé: o Credo. Com
uma praça de São Pedro, mais uma vez, cheia de jovens e peregrinos, o
Papa dirigiu-lhes estas palavras:
***
Queridos irmãos e irmãs, bom dia!
No Credo professamos que Jesus "virá novamente na glória para julgar
os vivos e os mortos". A história humana começa com a criação do homem e
da mulher à imagem e semelhança de Deus e conclui com o juízo final de
Cristo. Muitas vezes esquecemos estes dois pólos da história e,
sobretudo, a fé no retorno de Cristo e no juízo final, às vezes não é
assim tão clara e forte no coração dos cristãos. Jesus, durante sua vida
pública, reflectiu muitas vezes na realidade da sua última vinda. Hoje
eu gostaria de reflectir sobre três textos evangélicos que nos ajudam a
entrar neste mistério: o das dez virgens, o dos talentos e o do juízo
final. Todos os três fazem parte do discurso de Jesus sobre o fim dos
tempos, no Evangelho de São Mateus.
Em primeiro lugar lembremos que, com a Ascensão, o Filho de Deus
levou para junto do Pai a nossa humanidade assumida por Ele e quer
atrair todos a si, chamar todo o mundo para ser acolhido nos braços
abertos de Deus, para que no final da história, toda a realidade seja
entregue ao Pai. Há, no entanto, este "tempo imediato" entre a primeira
vinda de Cristo e a última, que é precisamente o momento que estamos
vivendo. Neste contexto do “tempo imediato” coloca-se a parábola das dez
virgens (cf. Mt 25,1-13). São dez jovens que esperam a chegada do
esposo, mas ele atrasa e elas caem no sono. Ao anúncio repetido de que
Esposo está chegando, todas se preparam para acolhê-lo, mas enquanto
cinco dessas, sábias, têm óleo para alimentar as próprias lâmpadas, as
outras, tolas, ficam com as lâmpadas apagadas porque não o têm; e
enquanto procuram chega o Esposo e as virgens tolas encontram fechada a
porta que leva à festa nupcial. Batem com insistência, mas agora é
tarde, o Esposo responde: não vos conheço.
O Esposo é o Senhor, e o tempo de espera da sua chegada é o tempo que
Ele nos presenteia, a todos nós, com misericórdia e paciência, antes da
sua vinda final; é um tempo de vigilância; tempo em que devemos ter
acesas as lâmpadas da fé, da esperança e da caridade, de ter aberto o
coração para o bem, para a beleza e para a verdade; tempo de viver
segundo Deus, porque não conhecemos nem o dia, nem a hora da volta de
Cristo. O único que nos é pedido é estarmos preparados para o encontro –
preparados para um encontro, para um lindo encontro, o encontro com
Jesus -, que significa saber ver os sinais da sua presença, ter viva a
nossa fé, com a oração, com os Sacramentos, ser vigilantes para não
dormirmos, para não esquecermos de Deus. A vida dos cristãos adormecidos
é uma vida triste, não é uma vida feliz. O cristão deve ser feliz, a
alegria de Jesus. Não durmamos!
A segunda parábola, a dos talentos, nos faz reflectir sobre a relação
entre como empregamos os dons recebidos por Deus e o seu retorno, onde
nos pedirá contas de como os temos utilizado (cf. Mt 25, 14-30).
Conhecemos bem a parábola: antes de partir, o patrão entrega a cada
servo alguns talentos, para que sejam utilizados bem durante a sua
ausência. Entregou cinco ao primeiro, dois ao segundo e um ao terceiro.
No período da ausência, os primeiros dois servos multiplicam os seus
talentos – moedas antigas -, enquanto que o terceiro prefere enterrar o
próprio e entregá-lo intacto ao patrão. Ao seu retorno, o patrão julga o
seu modo de obrar: louva os dois primeiros, mas o terceiro é lançado
nas trevas exteriores, porque escondeu por medo o talento, fechando-se
em si mesmo. Um cristão que se fecha em si mesmo, que esconde tudo o que
o Senhor lhe deu é um cristão... não é cristão! É um cristão que não
agradece a Deus por tudo o que Ele lhe deu! Isso nos diz que a espera da
volta do Senhor é o tempo da acção – nós estamos no tempo da acção -, o
tempo de frutificar os dons de Deus não para nós mesmos, mas para Ele,
para a Igreja, para os outros, o tempo de fazer sempre crescer o bem no
mundo. E especialmente neste tempo de crise, hoje, é importante não
fechar-se em si mesmo, enterrando o próprio talento, as próprias
riquezas espirituais, intelectuais, materiais, tudo o que o Senhor nos
deu, mas abrir-se, ser solidários, ter cuidado com o outro. Na praça,
vi que há muitos jovens hoje: é verdade, isso? Há muitos jovens? Onde
estão? A vocês, que estão no início do caminho da vida, pergunto:
pensaram nos talentos que Deus lhes deu? Pensaram em como colocá-los ao
serviço dos outros? Não enterrem os talentos! Apostem em grandes ideais,
aqueles ideais que ampliam o coração, aqueles ideais de serviço que
farão frutificar os vossos talentos. A vida não nos foi dada para a
conservarmos cuidadosamente para nós mesmos, mas nos foi dada para que a
entreguemos. Caros jovens, tenham um ânimo grande! Não tenham medo de
sonhar coisas grandes!
Finalmente, uma palavra sobre o juízo final, no qual se descreve a
segunda vinda do Senhor, quando Ele julgará todos os seres humanos,
vivos e mortos (cf. Mt 25, 31-46). A imagem usada pelo evangelista é a
do pastor que separa as ovelhas dos cabritos. À direita são colocados
aqueles que agiram de acordo com a vontade de Deus, socorrendo o próximo
faminto, com sede, estrangeiro, nu, doente, preso – disse
“estrangeiro”: penso em tantos estrangeiros que estão aqui na diocese de
Roma: o que fazemos por eles? - enquanto à esquerda vão aqueles que não
socorreram o próximo. Isso nos diz que seremos julgados por Deus sobre a
caridade, sobre como o amamos nos nossos irmãos, especialmente nos mais
frágeis e necessitados. É claro, devemos sempre ter em mente que somos
justificados, somos salvos pela graça, por um ato de amor gratuito de
Deus que sempre nos precede; sozinhos, não podemos fazer nada. A fé é
principalmente um dom que nós recebemos. Mas para dar frutos, a graça de
Deus requer sempre a nossa abertura a Ele, a nossa resposta livre e
concreta. Cristo vem para levar-nos à misericórdia de Deus que salva. O
único que nos é pedido é confiar Nele, corresponder ao dom do seu amor
com uma vida boa, feita de acções animadas pela fé e pelo amor.
Queridos irmãos e irmãs, que olhar para o juízo final nunca nos dê
medo; mas nos leve a viver melhor o presente. Deus nos oferece com
misericórdia e paciência este tempo para que aprendamos a reconhecê-lo a
cada dia nos pobres e nos pequenos, nos comprometamos pelo bem e
sejamos vigilantes na oração e no amor. O Senhor, no final da nossa
existência e da história, possa reconhecer-nos como servos bons e fieis.
Obrigado.
Na catequese de hoje, Papa Francisco aprofunda na fé no retorno de Cristo e no juízo final
Brasília,
“A fé no retorno de Cristo e no juízo final – disse Papa
Francisco na catequese dessa quarta-feira – não é assim tão clara e
forte no coração dos cristãos”. Portanto, para iluminar mais essa
verdade do nosso Credo o Papa reflectiu hoje em três textos evangélicos:
“o das dez virgens, o dos talentos e o do juízo final”.
Vigilância:
Fazendo uma leitura da primeira parábola, o Papa disse que a parábola
das dez virgens coloca-se no contexto do “tempo imediato” que estamos
vivendo, o tempo que está entre a primeira e a última vinda de Cristo.
“O Esposo é o Senhor, e o tempo de espera da sua chegada é o tempo que
Ele nos presenteia, a todos nós, com misericórdia e paciência, antes da
sua vinda final”, afirmou o Papa. Agora é o tempo de vigilância: de
manter acesas as lâmpadas da fé, da esperança e da caridade e “de ter
aberto o coração para o bem, para a beleza e para a verdade; tempo de
viver segundo Deus”. Temos que fazer de tudo para não dormirmos, porque
“a vida dos cristãos adormecidos é uma vida triste”.
Dons recebidos:
Tendo diante dos olhos a segunda parábola, a dos talentos, o
pontífice afirmou que agora estamos no tempo da acção, e não podemos
enterrar os nossos talentos, os nossos dons, como o fez o servo
preguiçoso da parábola. Enterrar o próprio dom, é “fechar-se em si
mesmo”, disse o Papa e “um cristão que se fecha em si mesmo, que esconde
tudo o que o Senhor lhe deu não é cristão!” Portanto, agora é o tempo
da espera, o tempo “da acção – nós estamos no tempo da acção -, o tempo de
frutificar os dons de Deus não para nós mesmos, mas para Ele, para a
Igreja, para os outros, o tempo de fazer sempre crescer o bem no mundo”,
comentou o Papa.
Vendo também que a Praça de São Pedro estava repleta de jovens,
lançou-lhes este questionamento: “A vocês, que estão no início do
caminho da vida, pergunto: pensaram nos talentos que Deus lhes deu?
Pensaram em como colocá-los ao serviço dos outros? Não enterrem os
talentos!”. “Apostem em grandes ideais” -exortou o Papa, porque “A vida
não nos foi dada para a conservarmos cuidadosamente para nós mesmos, mas
nos foi dada para que a entreguemos"
Juízo final:
Por fim, trazendo à tona a passagem narrada em Mt 25, do grande juízo
final, o pontífice, também recordou Jesus como estrangeiro, como os
estrangeiros que estão em Roma: “penso em tantos estrangeiros que estão
aqui na diocese de Roma: o que fazemos por eles?”. Porque a matéria do
juízo final será, o amor. “Isso nos diz que seremos julgados por Deus
sobre a caridade, sobre como o amamos nos nossos irmãos, especialmente
nos mais frágeis e necessitados”, sabendo que só a Graça de Deus que nos
salva, e que o único que nos é pedido é correspondermos a Ele.
Que olhar para o juízo final não seja motivo de medo, mas de viver
melhor o presente, pois "Deus nos oferece com misericórdia e paciência
este tempo para que aprendamos a reconhecê-lo a cada dia nos pobres e
nos pequenos, nos comprometamos pelo bem e sejamos vigilantes na oração e
no amor", disse ao final o Papa.
Na missa de hoje na Casa Santa Marta, Papa Francisco recorda que o
verdadeiro caminho da Igreja é o amor e não a organização, a burocracia
ou os grandes números
Cidade do Vaticano,
Nas missas matinais na Domus Sanctae Marthae Papa Francisco
dá o melhor de si mesmo. Além das famosas "frases de efeito" e as
características metáforas tão amadas e citadas por jornalistas, o Papa
dá a cada dia, em pílulas, uma visão clara do que a Igreja, da qual ele é
a cabeça, deveria ser e fazer.
A mensagem da homilia desta manhã foi mais clara do que nunca: "A
Igreja não é uma ONG", mas é "uma história de amor." É estranho pensar
que estas palavras, o Papa falou na frente de alguns funcionários do
IOR. Tanto é assim que o próprio Papa disse-lhes: "Desculpe-me, hein!
... Tudo é necessário, os departamentos são necessários... eh, tudo bem!
Mas são necessário até certo ponto: como ajuda para esta história de
amor”. “Quando a organização toma o primeiro lugar – destacou – o amor
vem pra baixo e a Igreja, pobrezinha, se torna uma ONG. E este não é o
caminho".
Para explicar este conceito, o Santo Padre partiu das leituras do
dia, que contavam as histórias da primeira comunidade cristã que vê
sempre mais crescer o número dos seus discípulos. Um aspecto positivo,
que se torna negativo – disse o Papa – no momento em que força a fazer
“pactos” para ter ainda mais “sócios nesta empresa”.
O caminho que Jesus quis para a sua Igreja é, pelo contrário,
sublinhou o Santo Padre: “o caminho das dificuldades, o caminho da cruz,
o caminho da perseguição ... E isso nos faz pensar: mas o que é essa
Igreja? Essa nossa Igreja, porque parece que não seja um empreendimento
humano".
"Não são os discípulos que fazem a Igreja – acrescentou – são
enviados, enviados por Jesus”, enviados ao mesmo tempo pelo Pai. E é “no
coração do Pai” que começa esta ideia da Igreja: “Não sei se o Pai teve
uma ideia – disse Bergoglio – o Pai teve amor e começou esta história
de amor tão longa nos tempos e que ainda não terminou”.
"Nós, mulheres e homens de Igreja - continuou - estamos no meio de
uma história de amor: cada um de nós é um elo desta cadeia de amor. E se
nós não entendemos isso, não entendemos nada do que seja a Igreja".
É o caminho do amor, na verdade, o único caminho que a Igreja pode
percorrer e onde pode fortificar-se. Ela “não cresce com a força
humana”: este foi o erro de muitos cristãos ao longo dos séculos
“erraram por razões históricas, erraram o caminho, fizeram exércitos,
guerras religiosas”. E também nós hoje “aprendemos com os nossos erros
como vai a história de amor”. Uma história que cresce “como a semente de
mostarda, cresce como o fermento na farinha, sem ruído” como disse
Jesus Cristo.
A Igreja, portanto, cresce "de baixo, lentamente” sublinhou o Santo
Padre, e quando “quer vangloriar-se da sua quantidade e cria
organizações, departamentos e se torna um pouco burocrática, a Igreja
perde a sua principal substância e corre o perigo de transformar-se numa
ONG. E a Igreja não é uma ONG...”
Então, o que é a Igreja no concreto? "É Mãe", afirmou o Papa
Bergoglio:" Há tantas mães nesta missa. O que vocês sentiriam se lhes
dissesse: ‘Mas, a senhora é uma organizadora da sua casa? 'Não, eu sou a
mãe".
A Igreja, portanto, não é uma organização - disse - não cresce “com
os militares”, mas com a força do Espírito Santo. E nós, acrescentou,
“todos juntos, somos uma família na Igreja que é a nossa Mãe”. Papa
Francisco, como em todos os dias no final da Missa, elevou uma oração à
Maria, mãe de Deus e mãe nossa, para que “nos dê a graça da alegria, da
alegria espiritual de caminhar nesta história de amor”.
A França assiste à votação final sobre o casamento homossexual
Paris,
"É evidente que o governo francês de François Hollande faz
do casamento entre pessoas do mesmo sexo, com a possibilidade adicional
de adoptarem crianças, uma questão de vida ou morte", escreve Francesco
Belletti.
"Para as centenas de milhares de famílias, pacíficas, acompanhadas
de suas crianças, vem nas ruas uma resposta de uma polícia bem armada
com equipamentos anti-distúrbios. Franck Talleu, acusado de passear pelo
parque, com seus filhos, protestando contra a lei proposta pelo
governo, foi parado pela polícia, detido e liberado apenas quando
concordou em não continuar usando seus trajes de protesto. Sessenta e
sete jovens que protestavam de maneira absolutamente pacífica e
silenciosa em frente ao Parlamento foram inexplicavelmente parados.
Alguns parlamentares da oposição, depois de realizada a enésima
manifestação pacífica contra a nova lei, do lado de fora da Assembleia
Nacional, foram impedidos de entrar no edifício.
"As praças da França estão fervendo cada vez mais", mas o governo, em
vez de abrir espaços de reflexão, prefere responder com aceleração,
chegando a antecipar para hoje a data da votação final da medida que
pretende evitar outra grande manifestação anti-governamental prevista
para maio.
"É uma triste vitória da ideologia: o poder repressivo da polícia
está sendo usado contra a liberdade de expressão dos cidadãos, sob o
pretexto de uma falsa ‘batalha pela liberdade e pelos direitos’".
Em menos de 24 horas foram sequestrados e libertados
Roma,
Os dois bispos ortodoxos, Bulos Yazigi e Yuhanna Ibrahim
foram sequestrados ontem e libertados hoje. Notícia divulgada pela
edição árabe de ZENIT, e confirmada posteriormente pelo L'Oeuvre d'Orient de Paris.
A notícia do sequestro foi dada pelo site Ora pro Síria.
Os dois bispos ortodoxos de Aleppo voltavam de uma cidade onde estavam
para uma missão humanitária. O carro foi interceptado. Um grupo de
homens armados, depois de matar o diácono que dirigia, sequestrou os
dois bispos.
Sobre o acontecido o porta-voz do Vaticano, Pe. Federico Lombardi,
declarou que “o sequestro dos dois Metropolitas de Aleppo,
respectivamente da Igreja Síria Ortodoxa, Mas Gregorios Ibrahim, e da
Grega Ortodoxa de Antioquia, Paul Yazigi, bem como a morte do motorista,
confirma a dramática situação em que vive a população da Síria e a
comunidade crista”.
Padre Lombardi disse que o Papa Francisco foi informado sobre o
gravíssimo fato “que se soma à violência crescente dos últimos dias e à
vasta emergência humanitária que atinge o país. Francisco acompanha os
eventos com muita participação e preces intensas pela saúde e a
libertação dos dois bispos sequestrados e para que, com o esforço de
todos, o povo sírio possa finalmente ver respostas eficazes ao drama
humanitário e o surgimento no horizonte de esperanças reais de paz e
reconciliação”.
Segundo declara a Radio Vaticana, padre George Abou Kazen,
administrador apostólico de Aleppo, os dois bispos sequestrados na Síria
cumpriam uma missão: libertar dois sacerdotes, também sequestrados há
alguns meses.
Em 15 de Fevereiro os sequestradores prometeram que iriam
libertá-los. As vítimas foram um padre do rito arménio católico e um
padre do rito bizantino grego ortodoxo. Ao que parece, os bispos
chegaram a um acordo e foram buscar os dois sacerdotes. Depois, alguma
coisa ainda desconhecida aconteceu.
Na entrevista concedida a Francesca Sabatinelli, padre Kazen afirmou
que o motorista do bispo sírio ortodoxo, que morreu, era cristão do rito
romano, católico. “Era um paroquiano nosso”.
Sobre uma provável solicitação de resgate, padre Kazen disse não
saber de nada e que “não precisa encorajar a violência dando armas para
as pessoas, mas buscar uma justa reconciliação, um diálogo entre todos.
Sabemos bem que precisamos das pessoas de fora, potências que não são
sírias. Estes encorajam a violência e a guerra. Que encorajem o diálogo!
E isso que precisamos. O diálogo, a reconciliação: essa é a via justa
para a paz”.
Depois, chegou a notícia da libertação. A situação continua grave, mas pelo menos os dois bispos estão vivos e livres.
36ª Convenção Nacional dos Grupos e Comunidades da Renovação Carismática na Itália acontece de 25 a 28 de Abril em Rimini
Roma,
"Acolhamos a Palavra com a alegria do Espírito Santo" (cf. 1
Ts 1,6) será o lema da 36º Convenção Nacional dos Grupos e Comunidades
da Renovação Carismática (RC) da Itália, em resposta ao convite do papa
Bento XVI: "...E continuem a testemunhar a alegria da fé!".
O encontro nacional mais importante da RC no país, durante este Ano
da Fé, começa na tarde desta quinta-feira, 25 de Abril, e vai até
domingo, 28, na Feira de Rimini.
A programação dos quatro dias, disponível em www.rns-italia.it, prevê
momentos de oração em comum, celebrações eucarísticas, liturgias
penitenciais, confissão sacramental, oração de invocação do Espírito
sobre jovens, famílias, indivíduos e sacerdotes, adoração em comunidade
com animação espiritual da "Sarça Ardente" para consolação, libertação e
cura, oração pelas Igrejas perseguidas, depoimentos, relatos, encontros
de testemunho e evangelização para jovens, famílias e sacerdotes.
Entre os muitos convidados esperados estão o cardeal Vinko Puljic,
arcebispo de Sarajevo; dom Rino Fisichella, presidente do Pontifício
Conselho para a Promoção da Nova Evangelização; dom Vincenzo Paglia,
presidente do Pontifício Conselho para a Família; dom Francesco
Lambiasi, bispo de Rimini; dom Santo Marcianò, arcebispo de
Rossano-Cariati, e o pe. Raniero Cantalamessa, pregador da Casa
Pontifícia.
Especial presença no encontro será a do bispo auxiliar e pró-vigário
da diocese de Buenos Aires, dom Eduardo Horacio García, que trabalhou
durante dez anos com o então cardeal Jorge Mario Bergoglio, agora papa
Francisco. Dom García fará um relato inédito da história do papa: "Do
padre Bergoglio ao papa Francisco", traçando o perfil humano, espiritual
e social daquele episcopado.
Espaços significativos de liderança estão reservados para os jovens,
para as famílias e para os sacerdotes, com sessões dedicadas a enfatizar
o seu papel social e eclesial e o seu novo protagonismo no tocante à
"nova evangelização". Será dada especial atenção também às Igrejas
perseguidas, com a presença de testemunhas da Síria, do Iraque, do Egipto, da Nigéria e da Eritreia.
De acordo com a tradição, os anfitriões da convocação serão o
presidente nacional da RC, Salvatore Martinez, responsável pelas
conclusões da convenção; o coordenador nacional da RC, Mario Landi; a
directora Marcella Reni; o conselheiro espiritual nacional da RC, pe.
Guido Pietrogrande, sdb; e os membros do Comité Nacional de Serviço e do
Conselho Nacional da RC.
O Serviço Nacional de Música e Canto, orquestra sinfónica rítmica com
coro polifónico de cerca de cem membros, animará as várias sessões a
fim de envolver activamente os participantes nos momentos de oração e nas
celebrações.
Em paralelo ao congresso "para os adultos", haverá três encontros
infanto-juvenis: Bebés, Crianças e Jovens, divididos pelas faixas
etárias de 3 a 5, de 6 a 10 e de 11 a 14 anos.
“O encontro”, declara Martinez, “será uma grande oportunidade para
enfatizar a alegria de toda a Igreja pela recente eleição do papa
Francisco. O sofrido e audaz ato de renúncia de Bento XVI trouxe
profeticamente um grande derramamento do Espírito Santo no mundo
inteiro. Nossa 36ª Convenção Nacional fala de alegria, de uma alegria
especial, divina, que não conhece a morte. É a alegria do Senhor Jesus,
que está faltando em nosso mundo, animado por tristes paixões e
necessitado de uma verdadeira renovação! É a alegria de Jesus vivo e
operante, que dá brilho à fé na Igreja e promove a "nova evangelização".
Bento XVI abriu de par em par, diante de nós, as portas da fé: agora,
nós as cruzamos com a passagem amorosa do papa Francisco. Na convocação
de Rimini acontecem e se repetem todo ano sinais extraordinários de
conversão e de cura, de consolo e de libertação. Voltam a florescer e a
brotar o Evangelho nos lábios dos homens, os carismas em actividade na
história, a paixão no serviço de todos os homens. Grande espaço será
reservado à oração: nada muda a história e resolve as crises espirituais
mais do que a oração. O programa deste ano terá páginas de
extraordinária actualidade. Os protagonistas são jovens, famílias,
sacerdotes, mas também as testemunhas das Igrejas perseguidas da Ásia e
da África, para lembrar às pessoas que a força que vence o mundo é a
fé!”.
A Convenção Nacional italiana dos Grupos e Comunidades da RC poderá
ser acompanhada, na Itália, pelo canal Telepace e pela Rádio Maria.
Frei Pizzaballa, OFM, custódio da Terra Santa, lança apelo ao mundo
Roma,
Depois das mudanças acontecidas no Egipto, a situação na
Síria indica inequivocamente como está se transformando o panorama no
Oriente Médio. Até um ano atrás, teria sido impossível prever estes
cenários. Ao longo destes meses de grande tensão, com a Síria dilacerada
por lutas internas e com os conflitos parecendo assumir cada vez mais
as características de uma guerra civil, os franciscanos, juntamente com
alguns poucos outros expoentes da Igreja Latina, estão empenhados em
apoiar as necessidades da população cristã local.
A Custódia da Terra Santa está presente em várias partes do país:
em Damasco, em Aleppo, em Lattakiah, em Oronte. Os dispensários médicos
dos conventos franciscanos, de acordo com a tradição da Custódia, se
tornam lugares de refúgio e de abrigo para todos, sem fazer qualquer
discriminação entre os grupos étnicos de alauítas, sunitas e cristãos,
nem entre os rebeldes e os partidários do governo.
Em um momento como este, marcado pela grande confusão e pela
perplexidade, muitas empresas, especialmente de importação e de
exportação, fecharam as portas. Não resta nenhum indício dos milhares de
turistas que alimentavam uma indústria moderna e próspera, e que
geravam centenas de postos de trabalho nos sectores de transportes, de
hotelaria e de serviços.
Os agricultores estão em sérios apuros. O embargo internacional
impede qualquer possibilidade de exportação e os preços despencaram. Os
mais vulneráveis são atingidos de modo inevitável e sofrem a falta de
fornecimento de energia e de água. Nas cidades maiores, falta energia eléctrica durante várias horas por dia, quando não falta o dia todo. O
combustível é racionado. Tudo isto cria enormes problemas para a
população, que se vê obrigada a lidar com as temperaturas de inverno sem
a possibilidade de aquecimento.
Estar junto com as pessoas, acolher e cuidar daqueles que precisam,
independentemente de raça, de religião e de nacionalidade. Garantir, com
presença confiante, o serviço religioso aos fieis, para eles
compreenderem a importância de permanecer no próprio país. Tudo isto
continua sendo o sentido da missão franciscana, em tempos não muito
diferentes daqueles em que São Francisco instava os seus frades a
manterem firmes os valores do Evangelho. Em suas exortações singelas,
Francisco reflectia a graça recebida do Senhor, e, na experiência da vida quotidiana, testemunhava o acolhimento da fé como o bem mais caro e
precioso a cultivar e fortalecer. Nós, frades, que somos ricos deste
extraordinário exemplo, herdado sem qualquer mérito, temos a tarefa de
imitar e difundir os ensinamentos do nosso mestre no seio das futuras
gerações, para que elas continuem no caminho que ele abriu com imenso
amor e humilde dedicação.
Pedimos a todos os amigos da ATS Pro Terra Sancta o apoio concreto
para os cristãos sírios e para as muitas obras de caridade da Custódia
da Terra Santa. Os fundos levantados serão prontamente entregues aos
irmãos que vivem na Síria, que os empregarão com sabedoria e cuidado.
Agradeço muito a quem puder espalhar este apelo e envio a todos os melhores votos de Paz e Bem!