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domingo, 3 de abril de 2022

Papa diz que viagem a Kiev é “proposta em análise”

Na viagem para Malta

 | 2 Abr 2022

O Papa Francisco, no voo para Malta (2 Abril 2022), ao receber um quadro, pintado por Daniel Jude Okeoguale, refugiado com quem se encontrará durante a viagem ao país, dia 3 Abril. Okeoguale sobreviveu a um naufrágio, no Mediterrâneo, e evoca na obra todos os que morreram na mesma viagem e ele não conseguiu salvar. Foto © Vatican Media
O Papa Francisco, no voo para Malta (2 Abril 2022), ao receber um quadro, pintado por um refugiado com quem se encontrará neste domingo. O autor sobreviveu a um naufrágio, no Mediterrâneo, e evoca na obra os que morreram na mesma viagem e ele não conseguiu salvar. Foto © Vatican Media.

 

O Papa Francisco admitiu neste sábado, em declarações aos jornalistas durante o voo para Malta, que uma eventual viagem a Kiev é “uma proposta em análise”. O Papa está no pequeno país do Mediterrâneo desde sábado e ali permanece até este domingo, 3 de Abril.

Sem adiantar mais pormenores, a hipótese da viagem do Papa poderia, desse modo, responder ao desejo já manifestado pelo Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, e pelo presidente do município de Kiev, Vitaliy Klitschko. Zelensky falou com o Papa dia 22 de Março, manifestando a vontade de receber Francisco, e o autarca da capital ucraniana disse, duas semanas antes, que a presença do Papa na cidade seria “fundamental para salvar vidas” e solidificar o “caminho para a paz”.

Antes da partida, ainda na manhã de sábado, o Papa encontrou-se com um grupo de famílias ucranianas, acolhido em Itália pela comunidade católica de Santo Egídio e pelo esmoler pontifício, cardeal Konrad Krajewski.

No grupo, conta a Ecclesia, havia três mães com crianças entre os 5 e os 17 anos, além de uma família que incluía mãe e pai, três filhos e uma avó destes, com 75 anos.

No voo para Malta, Francisco recebeu ainda um quadro, pintado por Daniel Jude Okeoguale, um refugiado com quem se encontrará neste domingo. Okeoguale sobreviveu a um naufrágio, no Mediterrâneo, e evoca na obra todos os que morreram na mesma viagem e ele não conseguiu salvar.

Já no seu primeiro discurso em Malta, o Papa evocou as “trevas da guerra” que ameaçam a Europa, alertando para uma possível “Guerra Fria alargada”.

“Pensávamos que invasões doutros países, combates brutais pelas estradas e ameaças atómicas fossem sombrias recordações dum passado distante. Mas o vento gélido da guerra, que só traz morte, destruição e ódio, abateu-se prepotentemente sobre a vida de muitos e sobre os dias de todos”, afirmou, no Palácio do Grão-Mestre, perante autoridades políticas e representantes da sociedade civil.

“Foi precisamente do leste da Europa, do Oriente onde primeiro aparece a luz, que chegaram as trevas da guerra”, acrescentou o Papa. “Mais uma vez, um poderoso qualquer, tristemente fechado em anacrónicas reivindicações de interesses nacionalistas, provoca e fomenta conflitos”, afirmou, em mais uma referência implícita ao Presidente russo, Vladimir Putin.

“Quanto precisamos duma ‘medida humana’ face à agressividade infantil e destrutiva que nos ameaça, frente ao risco ‘Guerra Fria alargada’, que pode sufocar a vida de gerações e povos inteiros”.

Alertando para o agravamento da emergência migratória, com os refugiados da “martirizada Ucrânia”, pedindo “respostas amplas e partilhadas”, o Papa acrescentou: “Não podem apenas alguns países arcar com o problema inteiro, na indiferença de outros! Nem podem países sancionar, para seu próprio interesse, acordos obscuros com criminosos que escravizam as pessoas. Infelizmente, isto acontece.”

Criticando as “seduções da autocracia, nos novos imperialismos, na agressividade disseminada”, Francisco lamentou: “Há tempos que a guerra tem vindo a ser preparada, com grandes investimentos e comércio de armas. E é triste ver como o entusiasmo pela paz, surgido depois da II Guerra Mundial, se enfraqueceu nas últimas décadas, bem como o percurso da comunidade internacional, com alguns poderosos que avançam por conta própria à procura de espaços e zonas de influência.”

No discurso, o Papa referiu ainda que o exemplo de Malta, no coração do Mediterrâneo, pode inspirar todos, lembrando que “a paz gera bem-estar, e a guerra só pobreza”.

“Precisamos de compaixão e cuidados, não de visões ideológicas e populismos, que se alimentam com palavras de ódio e não levam a peito a vida concreta do povo, da gente comum”, apelou, recordando também as crises no Médio Oriente, “o Líbano, a Síria, o Iémen e outros contextos dilacerados por problemas e violência”.

 

Migrações, “dívidas de injustiças passadas”

Barco com refugiados no Mediterrâneo. Foto © ACNUR

Barco com refugiados no Mediterrâneo: pessoas que fogem por causa de “dívidas de injustiças passadas”, diz o Papa. Foto © ACNUR

 

Para Francisco, os problemas globais requerem soluções globais, num diálogo “cada vez mais alargado”. Por isso, apelou: “Voltemos a reunir-nos em conferências internacionais pela paz, onde o tema do desarmamento seja central, com o olhar fixo nas gerações vindouras! E que os enormes fundos que continuam a ser destinados para armamentos sejam aplicados no desenvolvimento, na saúde e na alimentação.”

No mesmo discurso, o Papa referiu-se ainda à crise migratória que representa as “dívidas de injustiças passadas”, com a exploração de povos e recursos naturais.

“O fenómeno migratório não é uma conjuntura do momento, mas marca a nossa época. Traz consigo as dívidas de injustiças passadas, de tanta exploração, de mudanças climáticas, de desditosos conflitos cujas consequências se pagam”, afirmou, citado ainda pela Ecclesia.

Apelando à corresponsabilidade europeia, para gerir as “massas de pessoas” que se deslocam para o norte, o Papa disse que a migração é “um dado real, que não se pode enjeitar com anacrónicos fechamentos, porque não haverá prosperidade nem integração no isolamento”.

“O Mediterrâneo precisa de corresponsabilidade europeia, para voltar a ser teatro de solidariedade e não a dianteira dum trágico naufrágio da civilização. O mare nostrum não pode tornar-se o maior cemitério da Europa”, acrescentou ainda, agradecendo a Malta e à sua população o acolhimento que oferecem aos refugiados, “em nome do Evangelho, da humanidade e do sentido de hospitalidade típico dos malteses”.

Em 2021, quase dois mil migrantes desapareceram ou afogaram-se no Mediterrâneo – um aumento face aos 1401 em 2020, segundo dados da Organização Internacional para as Migrações citados pela Ecclesia.

Esta é a primeira viagem internacional do Papa em 2022 e acontece depois da passagem de Francisco pelo Chipre e Grécia, com visita à ilha de Lesbos, em Dezembro.

O lema escolhido para a viagem – prevista para 2020 e adiada por causa da pandemia – é uma frase dos Actos dos Apóstolos (Actos 28, 2): “Trataram-nos com extraordinária humanidade”, que evoca o naufrágio do apóstolo Paulo, no ano 60, e que daria início à evangelização da ilha. A ilha já recebeu as visitas de João Paulo II, em 1990 e 2001, e de Bento XVI, em 2010. O Papa regressa a Roma neste domingo, 3, ao final do dia.



Portas Abertas

Um bom dia e santo domingo para si!

Portas abertas para a paz, portas abertas para acolher quem foge da guerra e da miséria. Foram estas as mensagens fortes do Papa no primeiro dia da sua viagem a Malta, que se conclui hoje, num centro de migrantes, no coração do Mediterrâneo. Uma ilha de tradição e vida católica, que o Papa desafiou a manter a longa tradição de hospitalidade que a distingue – como pôde constatar o próprio Apóstolo Paulo, após um naufrágio.

Ainda deste primeiro dia de visita chega um novo gesto de atenção de Francisco pela Ucrânia – e a confirmação de que uma viagem a Kiev se encontra em estudo.

Por cá, as portas da Diocese de Viseu abrem-se para receber os símbolos da Jornada Mundial da Juventude, das mãos dos seus irmãos da Guarda. Um evento que Portugal recebe pela primeira vez, em 2023, e que vai gerar mudança – diz quem já viveu a experiência.

A nossa programação começa cedo: às 06h00 estamos na Antena 1 da rádio pública, para falar sobre a nova tradução do Livro de Jeremias; pelas 07h25, na RTP2, o 70x7 traz até si as celebrações dos 375 anos de proclamação de Nossa Senhora da Conceição como padroeira de Portugal, em Vila Viçosa; e às 10h30, na Renascença, a entrevista conjunta tem como convidado o padre Duarte da Cunha, antigo secretário-geral do Conselho das Conferências Episcopais Europeias, para falar sobre a guerra, a pandemia e os desafios de futuro para o continente.

Despeço-me com votos de boas notícias, sempre,

Octávio Carmo

 


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sábado, 2 de abril de 2022

Beja: Igreja de Nossa Senhora do Pé da Cruz é uma «autêntica jóia»

Templo de fachada sóbria evoca Paixão de Cristo na riqueza do interior


Beja, 02 abr 2022 (Ecclesia) – O padre José Maria Coelho, secretário da Comissão de Arte Sacra da diocese de Beja, disse à Agência ECCLESIA que a Igreja de Nossa Senhora do Pé da Cruz é uma “autêntica jóia” que merece uma visita em tempo de Quaresma.

“A Igreja de Nossa Senhora do Pé da Cruz é muito bonita, vale a pena visitar porque conjuga pintura, joalharia, talha, pintura mural e azulejos, tudo ligado à paixão de Cristo, é uma das melhores capelas de Beja, que, quem vê por forma é muito sóbria mas por dentro é uma jóia”, explica o sacerdote.

Situada “fora das muralhas da cidade”, o templo já existia no século XV, mas “o que ostenta é do século XVII”, com “características maneiristas e influência barroca no interior”.

Segundo o padre José Maria Coelho a Igreja de Nossa Senhora do Pé da Cruz, ligada ao “mistério da redenção e às tradições de Quaresma no Alentejo”, vem da influência das ordens mendicantes.

A imagem que dá nome à igreja “insere-se na devoção à Senhora da Piedade”, mas esta imagem tem a “cruz por trás, segundo a tradição é uma devoção antiga em Portugal”.

“As ordens religiosas, nomeadamente as mendicantes com os seus conventos que havia aqui, influenciaram a devoção do povo e depois também pela existência de uma irmandade c o mesmo nome, irmandade de Nossa Senhora do Pé da Cruz, que tinha por missão enterrar os mortos e cuidar dos que estavam condenados à pena de morte, que naquele tempo existia”, refere.

O sacerdote conhece bem o templo e considera que, neste tempo de preparação para a Páscoa, pode ser um bom local de visita para “oração e contemplação”.

“O ambiente leva à meditação da paixão de Cristo, dor e sofrimento mas acolhendo toda a dor de todos, também de todas as mães que veem os filhos na guerra, ali Nossa Senhora assume junto da cruz a dor da humanidade”, indica.

O templo, classificado em 1963 como imóvel de interesse público, está fechada, “abrindo aos primeiros sábados do mês para culto”, e pode ser visitado após contacto com a paróquia do Salvador.

A sugestão de visita, em tempo de Quaresma, integra o programa de rádio ECCLESIA deste sábado, 02 de abril, na Antena 1 da rádio pública, pelas 06h00, ficando depois disponível online.

SN




Francisco recibe al presidente polaco Andrzej Duda en un encuentro marcado por la guerra de Ucrania

Andrzej Duda y el Papa Francisco.El Presidente de Polonia, Andrzej Duda, fue recibido por el Papa Francisco la mañana de este 1 de abril en un encuentro que estuvo centrado en los refugiados y el conflicto de Rusia y Ucrania.

J.M.C.

La mañana de este viernes 1 de abril, el Papa Francisco ha recibido en el Palacio Apostólico Vaticano al Presidente de Polonia, Andrzej Duda.

Según informó la Oficina de Prensa de la Santa Sede, el encuentro, de 35 minutos de duración, estuvo centrado en el conflicto de Rusia y Ucrania, la seguridad y la paz en Europa y la situación de los refugiados y desplazados. 

Tras el encuentro, Duda informó de que el pontífice le preguntó "con gran interés sobre la situación de Ucrania". El le mencionó sobre las conversaciones mantenidas con el presidente ucraniano Volodimir Zelenski y expresó que, "para los polacos, está claro que esto es como un ataque brutal no provocado".

En el tradicional intercambio de regalos, el Pontífice obsequió al presidente polaco una Medalla de San Martín y algunos documentos pontificios.

El Presidente de Polonia, Andrzej Duda y el Papa Francisco.

El Presidente de Polonia, Andrzej Duda, junto a su esposa Agata Kornhauser durante la entrega de regalos protocolaria en el encuentro con el Papa Francisco. 

Por su parte, el presidente Andrzej Duda regaló al Papa unos discos musicales de Chopin y una pintura del Cardenal Stefan Wyszyński, Arzobispo Primado de Polonia entre 1948 y 1981, también considerado el mentor de San Juan Pablo II y el pastor que salvó la fe de los polacos bajo el régimen comunista.

Antes de concluir la recepción, Francisco hizo a Duda y su esposa un regalo que "no viene del protocolo sino del corazón", la bendición papal por los 25 años de matrimonio "en homenaje a los años de paciencia mutua".

Tras el encuentro con el Papa Francisco, Duda se reunió con el Secretario de Estado Vaticano Pietro Parolin y el Secretario de Relaciones con los Estados, Richard Gallagher.





Francisco “profundamente entristecido” com relatos de indígenas do Canadá

Após semana de audiências

7Margens | 1 Abr 2022

papa francisco com representantes de incígenas do canadá, foto vatican media abril 2022

No final da audiência, o Papa afirmou que ficaria feliz por voltar a estar com os representantes dos povos nativos do Canadá quando visitar as suas terras. Foto © Vatican Media.

O Papa terminou esta sexta-feira, 1 de abril, uma semana de audiências com representantes dos povos nativos do Canadá, tendo-se manifestado “profundamente entristecido” pelas histórias de sofrimento que alguns deles lhe contaram, relata o Vatican News. “Pela conduta deplorável desses membros da Igreja Católica, peço perdão a Deus e digo-vos de todo o coração: tenho muita pena. Junto-me aos meus irmãos, os bispos canadianos, pedindo o vosso perdão”, disse Francisco aos seus interlocutores.

“É assustador pensar nessa vontade determinada para incutir um sentimento de inferioridade nas pessoas e roubar-lhes a sua identidade cultural”, acrescentou Francisco, que concluiu: “Sem indignação, sem memória histórica e sem compromisso de aprender com os erros do passado, os problemas permanecem sem solução e voltam novamente”.

O Papa referia-se ao facto de, entre 1863 e 1998, mais de 150 mil crianças indígenas terem sido tiradas às suas famílias e internadas nas escolas residenciais onde não tinham permissão para falar a sua língua nativa ou para realizarem quaisquer gestos característicos da sua cultura [ver 7MARGENS]. O internamento nestas instituições que se propunham assimilar à força as crianças autóctones tornou-se obrigatório na década de 1920, passando os pais a enfrentar a ameaça de prisão caso não cumprissem essa obrigação.

Estimativas de várias fontes apontam para que mais de 6.000 crianças tivessem morrido durante o seu internamento forçado e um número muito maior tivesse sido vítima de maus-tratos, abusos sexuais e outras violências. No Canadá, chegaram a existir mais de 130 escolas residenciais financiadas pelo Governo e administradas por autoridades religiosas, sendo a Igreja Católica responsável por cerca de 70 por cento desses estabelecimentos.

Usando da palavra na sexta-feira, o presidente da Conferência Canadiana dos Bispos Católicos (CCCB), Raymond Poisson, salientou o compromisso assumido pelos bispos canadianos: “A nossa história recente está marcada pelo estigma de erros e falhas no amor ao próximo, em particular para com os membros das nações nativas que vivem há séculos no Canadá. Mas o nosso desejo de reconciliação é ainda maior. A nossa presença aqui [nas audiências papais] é um testemunho de nosso compromisso convosco e com cada um de vós”.

No final da audiência, o Papa afirmou que ficaria feliz por voltar a estar novamente com eles quando visitar as suas terras nativas. A viagem papal ao Canadá poderá ocorrer ainda este verão.




Três imagens

Olá bom dia

O que indicam estas imagens?

Claro que as imagens mais impressivas destes dias chegam infelizmente da Ucrânia, da guerra, da destruição! Estas, são imagens de construção! E apenas algumas das que fazem a história de um dia do pontificado do Papa Francisco:

- Perante delegações de povos indígenas canadianos, pediu “perdão” pelo envolvimento dos católicos na gestão de escolas residenciais para povos indígenas, confessando “indignação e vergonha”;

- Num livro-entrevista em que responde às questões levantadas por cem perguntas de pobres de todo o mundo, criticou os membros do clero que têm “carros de luxo” e disse: “Eu não ganho nada – essa é a resposta – mas mesmo nada! Sou sustentado e, se precisar de alguma coisa, peço. Dizem-me sempre que sim, na verdade. Não se discute com o Papa! Se eu precisar de sapatos, peço”;

- Numa audiência à Fundação Italiana de Autismo, afirmou que as pessoas com deficiência são protagonistas de uma sociedade inclusiva e pediu que as organizações civis e comunidades eclesiais trabalhem em conjunto para combater a “cultura do descarte”.

Mensagens que vale a pena revisitar, na Agência ECCLESIA; lá encontra também o programa Ecclesia emitido na Antena 1, no início deste sábado, onde partilhamos projetos que concretizam atitudes próprias deste tempo da Quaresma: a conversão e o perdão.

Desejo-lhe um bom fim de semana!

Paulo Rocha

 


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sexta-feira, 1 de abril de 2022

«Viacrucis, el Musical» destinará los beneficios de sus dos últimas funciones a Cáritas Ucrania


Toño Casado con los actores de "Vía Crucis. El musical".
Entre los actores de "Vía Crucis, el Musical" se encuentran Adrián Salzedo (El médico) como Jesús, Inma Mira (Sonrisas y Lágrimas) como María, María Virumbrales (33 el musical) es la Verónica o Laureano Ramírez (Hairspray) como el Cirineo.

ReL

Han pasado tres semanas del estreno de la última obra del sacerdote Toño Casado, Víacrucis, el Musical y su éxito ha sido rotundo: junto con el estreno mundial en la Catedral de Córdoba el 12 de marzo y agotar las entradas en todas las representaciones realizadas, el mismo Papa Francisco ha recomendando la asistencia, asegurando que "la obra fue genial" y ha agradecido la labor artística del sacerdote.  El Arzobispo de Madrid, Carlos Osoro también ha asistido a una de las representaciones.

Según informan los responsables de la obra teatral, dos últimas funciones tendrán lugar en la Catedral de la Almudena, cuyos beneficios serán destinados a Cáritas Ucrania. Tendrán lugar a las 20:00 y a las 22:00 horas, y se pueden adquirir gratuitamente en este enlace. En la misma catedral podrán realizarse los donativos.

Víacrucis, el musical recorre las estaciones de la pasión a través de 16 "oraciones-canciones", que hablan del sacrificio, el valor, la maternidad, la traición, la soledad o la muerte", en palabras de Toño Casado a Religión en Libertad.

Adrián Salcedo.

Adrián Salcedo (El Médico) interpreta a Jesús en "Viacrucis, el Musical".

Se trata de un concierto que presenta de manera emocionante, sorprendente y renovada el mensaje de sacrificio de amor de la pasión apoyándose en la más profunda tradición como es la oración del Viacrucis y las Imágenes populares. Se propone al espectador un viaje inmersivo a la Semana Santa, la tradición de las procesiones, en el marco de los grandes musicales de Broadway. 

La obra incluye, además, "un mensaje de esperanza y de unión, unido con la palabra de Dios que va hilando este acontecimiento de sacrificio y donación" y pretende ayudar a los asistentes "a verse reflejados junto con Jesús, también presente en nuestro vía crucis".

Algunos de los actores más representativos de este musical son Adrián Salzedo (El médico) como Jesús, Inma Mira (Sonrisas y Lágrimas) como María, María Virumbrales (33 el musical) es la Verónica o Laureano Ramírez (Hairspray) como el Cirineo.

Puedes adquirir aquí tus entradas de forma gratuita.



Folha Paroquial de S. José/S. João Baptista de 3 de abril de 2022 - 5.º Domingo da Quaresma





Novidades PAULUS 📚

amigo de francisco

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Vai haver compasso?

Olá!

Duas notícias da nossa página trazem ânimo a este tempo de Quaresma onde a paz tarda... A Páscoa vai trazer a alegria da Ressurreição, a renovação da esperança, mas também o retomar da visita pascal, o tradicional "Compasso". Para isso a Conferência Episcopal Portuguesa já deixou algumas orientações, alertando para os cuidados necessários no atual contexto de pandemia, que “infelizmente, ainda permanece”. E na sua zona vai haver Compasso?

Mas também o Papa Francisco vai retomar as celebrações tradicionais da Semana Santa, no Vaticano, depois de dois anos marcados por limitações impostas pela pandemia. A Praça de São Pedro, o Coliseu e a Basílica do Vaticano vão acolher as cerimónias. Por cá a ECCLESIA já tem a equipa a postos para lhe trazer as melhores mensagens destes dias.

Outra notícia que ganha destaque é que a organização da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) Lisboa 2023 divulgou que as comunidades católicas portuguesas vão acolher de 26 a 31 de julho de 2023 os “Dias nas Dioceses”, o encontro de jovens que decorre antes da JMJ,  em Lisboa.

“Para esta semana está a ser preparado um programa com cinco pilares: acolhimento, descoberta, missão, cultura e envio. Os jovens vão ficar alojados preferencialmente em casas de famílias nas paróquias de acolhimento e em instalações públicas”, indica a organização.

Já sabe... o site da ECCLESIA é o local certo para encontrar mais informações atualizadas sobre a vida da Igreja, ao nível nacional e internacional. Pelas 15h00 pode acompanhar-nos na RTP 2 e ficar a par da liturgia deste domingo.

Amanhã, pelas 06h00, pode sintonizar a Antena 1 e tenha o melhor acordar com o programa ECCLESIA, que o convida à atitude de perdoar.

Que tenha uma boa sexta-feira com votos de paz!

Sónia Neves

 


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