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Bom dia! Celebramos hoje a
Solenidade de Pentecostes. Cinquenta dias após a Páscoa, a Igreja Católica
assinala a descida do Espírito Santo sobre os apóstolos. Esta grande festa é,
acima de tudo, um sinal de unidade na diversidade. Uma reflexão para
acompanhar hoje no programa ‘70x70’, a partir das 15h15, na RTP2. Hoje é também um dia
de celebração especial no Vaticano, onde o Papa preside à Missa da solenidade
pelas 10h00 locais (09h00 em Lisboa), na Basílica de São Pedro, antes da
recitação do ‘Regina Caeli’, no adeus ao tempo pascal, pelo meio-dia de Roma. Este sábado, Leão XIV
visitou Acerra, no sul de Itália, para uma contundente na condenação da
destruição ambiental na região da Campânia. Na Praça Calipari, perante cerca
de 15 mil pessoas num território severamente afetado pelo despejo ilegal de
resíduos tóxicos, o Papa exigiu
o desmantelamento de "alianças criminosas" e a construção de um
pacto social. Ainda em Acerra, num
encontro na Catedral de Santa Maria Assunta com bispos, clero e familiares
das vítimas da poluição, Leão XIV apelou
a uma resistência cívica, denunciando os "interesses obscuros" e a
criminalidade que alimentam a crise ambiental. Por cá, o patriarca
de Lisboa, D. Rui Valério, presidiu à 42.ª Bênção
de Finalistas Universitários na Alameda da Universidade. Perante milhares
de jovens, o patriarca desafiou-os a assumir a vida como uma missão,
rejeitando a indiferença e assumindo a responsabilidade na resposta aos
desafios do país. Ainda este sábado,
foi apresentado em Coimbra um "relatório estratégico" do Grupo
VITA, elaborado com o contributo de vítimas de violência sexual. O
documento, enviado à Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) e à Conferência
dos Institutos Religiosos de Portugal (CIRP), exige alterações estruturais na
prevenção de abusos no seio da Igreja. D. José Traquina,
presidente cessante da Comissão Episcopal da Pastoral Social, sublinhou em
Fátima a necessidade de dar respostas imediatas às vulnerabilidades das
comunidades. Durante o Encontro
Nacional Cáritas/Grupos Paroquiais 2026, o bispo de Santarém defendeu que
o conhecimento profundo do território é essencial para uma colaboração
qualificada com o Governo e as autarquias. Hoje, a irmã Cristina
Isabel Quirino faz a sua profissão
solene no Mosteiro de Monte Real. Numa entrevista à ECCLESIA, a religiosa
recorda como descobriu a sua vocação e a forma como Deus transformou a sua
vida “muito serenamente”. Despeço-me com votos
de boas notícias, sempre, Octávio Carmo |
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