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sexta-feira, 15 de maio de 2026

«Informação especializada em redações generalistas» motiva encontro entre jornalistas

O Secretariado Nacional das Comunicações Sociais vai assinalar o Dia Mundial das Comunicações Sociais, que se assinala no próximo domingo, com um debate sobre o tema “informação especializada em redações generalistas”, que vai decorrer no dia 21 de maio, quinta-feira, na Agência Lusa.

A sessão vai contar com a comunicação de Luísa Meireles, diretora de informação da Agência Lusa, que introduz o tema, depois abordado em torno doa temática “religião”. Ana Isabel Costa, jornalista na RTP Antena 1, e Joaquim Franco, jornalista na TVI/CNN vão partilhar a experiência de trabalho do “tema religião nas redações generalistas”. A sessão vai contar também com a apresentação da mensagem do Papa para o Dia Mundial das Comunicações Sociais, por Octávio Carmo, que abordar o tema “Jornalismo no ambiente da IA”.

D. Alexandre Palma, eleito presidente da Comissão Episcopal das Comunicações Sociais na última Assembleia Plenária da Conferência Episcopal Portuguesa, encerra o encontro.

Em entrevista à Agência ECCLESIA, o novo responsável repudiou o uso de discursos violentos e de manipulação no espaço mediático, apelou à qualificação do debate público, e alertou para a degradação das relações nas plataformas digitais, pedindo a distinção entre a firmeza das convicções e a agressividade na forma “muito histriónica, muito violenta, nalguns casos”, de as comunicar.

 “A Igreja se quer ser, e quer, sal da terra e luz do mundo, não pode ser meia-luz, sombra, de alguma maneira, ou ser veneno na conversa”.

O papa visitou esta quinta-feira Universidade La Sapienza, de Roma, onde condenou o aumento das despesas militares na Europa e apelou a um compromisso universal com a paz.

“No último ano, o aumento das despesas militares no mundo, e em particular na Europa, foi enorme: não se chame defesa a um rearmamento que aumenta as tensões e a insegurança, empobrece os investimentos na educação e na saúde, desmente a confiança na diplomacia, enriquece elites a quem nada importa o bem comum”, advertiu Leão XIV.

O discurso papal centrou-se na rejeição da guerra e no impacto da inteligência artificial nos conflitos armados, pedindo que “não desresponsabilizem as escolhas humanas e não agravem a tragédia dos conflitos”.

Naquele local o Papa defendeu que a procura da verdade através do estudo e da investigação conduz inevitavelmente ao encontro com a transcendência divina.

Deixo-lhe ainda a sugestão para escutar a última conversa publicada no podcast «Alarga a tua tenda», com a irmã Myri, que está na Síria desde 2008.

Antes de ser Myri, um diminutivo que as irmãs de Belém lhe deram, era chamada Mária Lúcia – um nome sempre a corrigir junto dos professores e desconhecidos. A sede alimentou a sua vida, sem saber que palavras lhe dar, quase abandonou a Igreja porque em jovem não tinha respostas para as suas inquietações. Mas permaneceu porque intuía que pertencia a Deus – não sabia era como.

No portal de informação agencia.ecclesia.pt encontra mais informações para ver, ler e ouvir.

Tenha uma excelente sexta-feira!

Lígia Silveira

 

 


agencia.ecclesia.pt

      



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