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O Secretariado
Nacional das Comunicações Sociais vai assinalar o Dia Mundial das
Comunicações Sociais, que se assinala no próximo domingo, com um debate sobre
o tema “informação especializada em redações generalistas”, que vai decorrer
no dia 21 de maio, quinta-feira, na Agência Lusa. A sessão vai contar
com a comunicação de Luísa Meireles, diretora de informação da Agência Lusa,
que introduz o tema, depois abordado em torno doa temática “religião”. Ana
Isabel Costa, jornalista na RTP Antena 1, e Joaquim Franco, jornalista na
TVI/CNN vão partilhar a experiência de trabalho do “tema religião nas
redações generalistas”. A sessão vai contar também com a apresentação da
mensagem do Papa para o Dia Mundial das Comunicações Sociais, por Octávio
Carmo, que abordar o tema “Jornalismo no ambiente da IA”. D. Alexandre Palma,
eleito presidente da Comissão Episcopal das Comunicações Sociais na última
Assembleia Plenária da Conferência Episcopal Portuguesa, encerra o encontro. Em entrevista
à Agência ECCLESIA, o novo responsável repudiou o uso de discursos violentos
e de manipulação no espaço mediático, apelou à qualificação do debate
público, e alertou para a degradação das relações nas plataformas digitais,
pedindo a distinção entre a firmeza das convicções e a agressividade na forma
“muito histriónica, muito violenta, nalguns casos”, de as comunicar. “A Igreja se quer ser, e quer, sal da terra e luz do
mundo, não pode ser meia-luz, sombra, de alguma maneira, ou ser veneno na
conversa”. O papa visitou esta
quinta-feira Universidade La Sapienza, de Roma, onde condenou o aumento das
despesas militares na Europa e apelou a um compromisso universal com a paz. “No último ano, o aumento das despesas militares no mundo,
e em particular na Europa, foi enorme: não se chame defesa a um rearmamento
que aumenta as tensões e a insegurança, empobrece os investimentos na
educação e na saúde, desmente a confiança na diplomacia, enriquece elites a
quem nada importa o bem comum”, advertiu Leão XIV. O discurso papal centrou-se
na rejeição da guerra e no impacto da inteligência artificial nos conflitos
armados, pedindo que “não desresponsabilizem as escolhas humanas e não
agravem a tragédia dos conflitos”. Naquele local o Papa
defendeu que a procura
da verdade através do estudo e da investigação conduz inevitavelmente ao
encontro com a transcendência divina. Deixo-lhe ainda a
sugestão para escutar a última conversa publicada no podcast «Alarga
a tua tenda», com a irmã Myri,
que está na Síria desde 2008. Antes de ser Myri, um
diminutivo que as irmãs de Belém lhe deram, era chamada Mária Lúcia – um nome
sempre a corrigir junto dos professores e desconhecidos. A sede alimentou a
sua vida, sem saber que palavras lhe dar, quase abandonou a Igreja porque em
jovem não tinha respostas para as suas inquietações. Mas permaneceu porque
intuía que pertencia a Deus – não sabia era como. No portal de
informação agencia.ecclesia.pt
encontra mais informações para ver, ler e ouvir. Tenha uma excelente
sexta-feira! |
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