Ação pastoral, social, educativa e liturgia são caminhos onde a congregação iniciada por seis irmãs procura «criar e recriar» carisma

Beja, 18 mai 2026 (Ecclesia) – A congregação das Irmãs Oblatas do Divino Coração assinalou 100 anos da sua fundação e 80 da presença na Diocese de Beja, afirmando a “inspiração” das fundadoras para “criar e recriar” hoje um projeto em formas distintas.
“Na ação pastoral, social e educacional, na atividade litúrgica e nos outros lugares onde as pessoas se movem e comovem”, identificou a Superiora Geral da congregação, a Irmã Teresa Geraldo, num comunicado publicado no portal da Diocese de Beja.
“A memória das nossas fundadoras deve inspirar-nos a criar e recriar, vencer fraquezas e dificuldades, para nos mantermos unidas no mesmo projeto”, sublinhou, afirmando um projeto que não é da congregação mas, indicou, “é para glória de Deus”.
O comunicado recorda o ano de 1946, quando seis mulheres – Mariana Durão, Maria Dionísio, Maria Henriqueta, Maria José Raposo, Maria da Luz Mendes e Beatriz Bandeira de Mello de Gamboa – iniciariam oficialmente a vida comunitária e celebraram os votos na congregação das Irmãs Oblatas do Divino Coração.
Na celebração, presidida pelo Bispo de Beja, D. Fernando Paiva indicou a “forte ligação da congregação à diocese, não apenas afetiva, mas também institucional”.
Ao chegar à diocese, recordou, D. Fernando Paiva quis conhecer o carisma da congregação, e partilhou a missão das irmãs Oblatas: “Somos como as oblatas do altar: ao serviço da Igreja, em particular da Diocese de Beja.”
A celebração contou ainda com uma “viagem na história” sobre a congregação para “revisitar episódios, rostos e acontecimentos marcantes dos 100 anos de missão”, destaca o comunicado, num momento conduzido pelo padre Luís Fernandes, pároco de Alvalade e Ermidas-Sado.
LS

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