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quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

Foi longe demais

Dias atrás conversava com uma senhora avançada em anos, com uma lucidez que talvez nem tivesse na juventude. Expunha a ela uma situação que vivi de perto, ainda que como observador, e numa determinada altura ela sentenciou que o perdão resolvera o imbróglio. Chegara o tempo do perdão, reforçou. E o disse com a autoridade de quem padeceu muito e perdoou ainda mais. Esta senhora tem formação espiritual para compreender em profundidade a caridade como alicerce do amor e de uma sociedade mais justa. Admirável, deixará saudade quando se for.

É comum que as pessoas restrinjam o sentido de caridade à ajuda material, à esmola. É como olhar a linha do horizonte com antolhos, ou o céu do fundo de um poço. A caridade não é uma virtude teologal à toa. Opera entre amigos, quando se releva uma indelicadeza, entre cônjuges, quando não se agrava uma impaciência, entre patrão e empregado, quando aquele compreende os limites deste e quando este procura entender as preocupações que por vezes maltratam quem empreende. Pode até obrar entre inimigos, quando uma das partes abre o peito e deixa de lado seus rancores. Lato senso, portanto, a caridade é tempero fundamental no panelão civilizatório. Mas a caridade, bela e indispensável, não deve infantilizar-se, resvalando para o sentimentalismo. Seria cair na tentação de fazer justiça com as próprias pieguices.

Numa manhã de domingo, num supermercado próximo de minha casa, a funcionária que pesa legumes esticou a cabeça e me disse que um sujeito estava a roubar nas gôndolas. Falou que é reincidente, que coloca inúmeras coisas sob seu casaco, inclusive bebida alcoólica. Perguntei como procediam em tais situações constrangedoras. Me respondeu que este cidadão, quando acusado, não nega que rouba. Retruca apenas que não tem dinheiro. Como reagir diante disto?

Conheci um paulista que trabalhou, na década de 50, nas minas de carvão do nosso estado. Viveu extrema penúria, que a juventude suporta. Me contou que por vezes tomava assento num boteco, com o estômago nas costas. Nada pedia, porque não tinha crédito. Mas beber, bebia. Porque, segundo ele, nem todos alcançam um pedaço de pão, mas nunca falta quem cacife um copo de cachaça. Não virou alcoólatra por pouco. Encarvoado até o último, foi resgatado pela formação que teve na casa paterna, que nem a pátina dos anos sepulta. Voltou para São Paulo e tocou a vida, a ponto de virar diretor industrial de uma empresa média. Não tinha cultura, mas sobejava experiência. Sabia lidar com as pessoas, suas mazelas e fazia a coisa andar.

Não faz muito os veículos de comunicação relataram um caso no mínimo bizarro. Um camarada deixou na porta de uma emissora de rádio um cartão de banco que, segundo ele, encontrara na rua, com a respectiva senha. Acompanhava o cartão devolvido um bilhete, explicando que uma certa importância em espécie fora sacada para comprar alimentos. É uma história singela que a muitos certamente comoveu. A própria vítima teria dito que não registraria a ocorrência na polícia. O que pensar? Esta reação pode ser entendida como caridade ou leniência com o erro?

Estaríamos diante de uma metáfora do bom ladrão? Não. O bom ladrão bíblico, cujos delitos desconhecemos, não mereceu a adjetivação porque fez bom uso daquilo de que se apropriou indevidamente. Seu valor, no pleno sofrimento da morte de cruz, foi o arrependimento. Na última hora, nos últimos momentos. Sua atitude, brotada de sua consciência, mereceu o perdão e a promessa gloriosa de que naquele dia mesmo estaria no reino dos céus. Há muitos que não entendem isto.  Talvez sejam os mesmos que não admitem o acolhimento do filho pródigo e se sintam lesados, como o filho que permaneceu junto ao pai. O bom ladrão é como um filho pródigo. É aquele que se arrepende. Seu antípoda, o que não se arrepende, não pode ser perdoado. É o caso lapidar de quem rejeita o próprio Espírito Santo, o pecado sem remissão.

A impunidade é uma chaga, pela qual respondem os poderes da república. A lei é necessidade civilizatória e sua aplicação uma exigência da vida social. Quando deixamos de lado as coisas simples e certas, empurramos camelos pelo buraco da agulha. Não estou a apregoar chibatadas para o ladrão. Para delitos leves, penas leves, mas alguma pena. A demagogia esquerdóide deseducou o povo e a leniência direitóide, movida a sentimento de culpa, ambas com a benção de certos membros criativos do judiciário, fizeram enormes estragos. Temos vários problemas graves, a começar pela corrupção e pelo modelo político patrimonialista, mas o coitadismo e o desprezo pelos valores morais estão certamente entre os Top Five de nosso infortúnio.

J. B. Teixeira



Jornada dos jovens para os jovens

Olá!
O cardeal-patriarca de Lisboa foi hoje recebido, em clima de festa, por mais de uma centena de jovens, no Aeroporto Humberto Delgado, no seu regresso do Panamá, onde foi anunciado que a Jornada Mundial de Juventude (JMJ) de 2022 vai decorrer em Portugal.
A Ecclesia transmitiu em direto a festa no aeroporto de Lisboa, no regresso do Panamá.

Pelo Vaticano o Papa Francisco deu esta terça-feira uma resposta à crise no matrimónio,no início do Ano Judicial assinalado com audiência ao Tribunal da Rota Romana, apontou que a “Igreja Católica e a sociedade devem promover as virtudes da “unidade e fidelidade” para responder à crise do Matrimónio”. Leia aqui.

“Já posso abraçar as minhas filhas”, foi o que disse a cristã Asia Bibi, esta terça-feira quando o Supremo Tribunal do Paquistão rejeitou um recurso contra a sua decisão de absolver a cristã das acusações de blasfémia, pelas quais tinha sido condenada à morte.
E nesta quarta-feira, pelas 15h o programa Ecclesia chega até si, basta ligar a RTP2 ou, se preferir a rádio, sintonize na Antena 1, pelas 22h45.

Tenha uma vida feliz!

Santa Jacinta de Mariscotti, 30 de enero

Santa Jacinta De Mariscotti
Respuesta al llamamiento de Cristo

ENERO 29, 2019 09:43 *  * TESTIMONIOS DE LA FE

«Hablar de un pulso entre Dios y un alma rebelde en referencia a Jacinta, significa reconocer el poder del don de la fe que obró en ella el prodigio de tornar la imposición paterna de ingresar la vida religiosa en un torrente de gracia»
Ningún apóstol que se precie puede pensar que los frutos de su acción evangelizadora exigen ciertos parámetros previos sin los cuales difícilmente pueden aflorar los sentimientos de conversión a su alrededor. La respuesta al llamamiento de Cristo está salpicada por multitud de matices, con frecuencia sorprendentes, que ponen de relieve claramente la dádiva divina que la impulsa. Es un don y como tal surge y se manifiesta en cualquier momento y circunstancia, aún en las más adversas. En un instante concreto los parámetros de la rebeldía caen hechos añicos ante el amor divino inundando para siempre el desierto inicial de un espíritu equívocamente combativo. Con frecuencia, el instrumento elegido por Dios para quebrar la huidiza voluntad ha sido el mazazo de la enfermedad. Aunque Jacinta se vio abocada a una vida que no deseaba para sí, finalmente antepuso la voluntad divina sobre la suya.
Pertenecía a una familia de origen nobiliario, creyente y practicante de Viterbo, Italia, donde nació el 16 de marzo de 1585. Su madre fue la condesa de Vignanello. Eran cinco hermanos. Ginebra, la primogénita, fue una virtuosa Terciaria Regular Franciscana y los otros cuatro hermanos fueron ejemplares en su vida y profesiones; uno de ellos falleció en la Curia de Roma. Los padres pusieron todo su empeño para que sus hijos recibieran la mejor educación. En el caso concreto de Jacinta (a la que impusieron el nombre de Clarice), consideraron que ellos no podrían igualar la formación que podría darle su hermana sor Inocencia (bautizada como Ginebra) en el monasterio de san Bernardino de Viterbo. Pero no calaron en Jacinta los aires del lugar. La austeridad conventual se contravenía con la tendencia a la laxitud de la adolescente, que, atraída con irresistible fuerza por lo mundano, se complacía en ello. Coqueta y vanidosa, se jactaba abiertamente del ilustre abolengo de su familia y las prebendas que llevaba anejas. Al final, dejó a las religiosas.
Su tan ansiado regreso estuvo marcado por una febril urgencia en aprovechar el tiempo perdido. El frenesí de las fiestas, la preocupación por el ornato, el abrazo a una vida ociosa fueron tales que su padre volvió a llevarla al convento para preservarla de males mayores. Y cuando iba a visitarla, recibía sus quejas: «Aquí me tienes de monja como has querido, pero yo quiero vivir de acuerdo con mi condición social».Por segunda vez su progenitor accedió a su salida. Y ella se dio de bruces con el fracaso. De nada valían sus afanes y esfuerzos para conseguir un buen partido, y veía esfumarse sus sueños matrimoniales que obtenían otras jóvenes, como su hermana Hortensia, sin darse tantas ínfulas ni vivir prendidas de sí mismas. Regresó al convento, aconsejada por sus padres, pero en contra de su voluntad. Los resultados fueron nefastos. Los diez primeros años de su vida en el monasterio los convirtió en un calco de lo que había en el exterior. Su celda era un expositor de lo mismo que albergaba dentro de sí: el vacío, por mucho que tiñese su habitáculo con adornos llenos de lujo. La estancia en el convento era dramática. Incapaz de darse a la oración y meditación, no soportaba las correcciones, ni atendía a la obediencia. A sus 20 años no ocultaba su desdén y animadversión por la vida religiosa.
Pero Dios se valió de la enfermedad para llevarla hacia Él. Se convirtió cuando un virtuoso franciscano al que llamaron para que la confesase, ya que le aterrorizaba su muerte, se quedó petrificado al ver su celda, y se negó a administrarle la confesión, recriminándola severamente: «¡El paraíso no se ha hecho para hermanas soberbias y vanidosas!». Impresionada, vistió el hábito, reemplazándolo por sus ricos vestidos, y se confesó entre lágrimas de arrepentimiento pidiendo perdón a sus hermanas. Pero no se liberó por completo de sus apegos. Y al enfermar de nuevo, santa Catalina de Siena, a través de una visión, medió para que su conversión fuese plena. Es decir, que Jacinta tenía 30 años cuando, a la par que peligraba su vida, sintió brotar en su corazón un manantial de piedad y penitencia que la conduciría a los altares. La austeridad y las disciplinas fueron desde entonces sus compañeras de camino. Determinó infligirse mortificaciones diversas queriendo unirse a la Pasión de Cristo. Ayunos y cilicios para un alma pecadora, que era como se sentía. Y para que la ayudasen en este camino de perfección, eligió a santos que habían pasado por circunstancias similares a la suya antes de convertirse: santa María Egipcíaca, san Agustín y santa Margarita de Cortona. Deliberadamente buscaba toda ocasión para vivir la humildad y la paciencia.
En ese itinerario espiritual, plagado de actos de amor y signados por una exquisita obediencia, llegó a ser maestra de novicias y vicesuperiora. En estas misiones tuvo que hacer acopio de humildad para formar a hermanas en las que apreciaba alguna virtud concreta que ella no había tenido. La oración y contemplación de la Pasión de Cristo le otorgaron la fortaleza en sus sufrimientos, viéndose adornada por el olvido de sí. Para ayudar a quienes experimentaban el extravío del pecado, que conocía por experiencia, fundó dos cofradías: la Compagnia dei Sacconi (Cofradía de los encapuchados) dedicada a la atención de los enfermos y moribundos, y la Congregación de los oblatos de María para fomento de la piedad, de la caridad y apostolado de los seglares. Jacinta recibió numerosos dones: de profecía, éxtasis, de milagros y penetración de espíritus, entre otros. Convirtió a muchos. Murió el 30 de enero de 1640 a los 45 años. Fue beatificada por Benedicto XIII –integrante de la familia Orsini, como su madre– el 1 de septiembre de 1762. Y fue canonizada por Pío VII el 24 de mayo de 1807.

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El domingo Francisco será el primer Papa en la Península Arábiga: hay más de 3 millones de católicos

ReL  29 enero 2019

Filipinos, indios, ceilandeses, jordanos, palestinos, sirios, iraquíes... la Península Arábiga está llena de inmigrantes católicos, que han llegado buscando trabajo en las monarquías petroleras o escapando de las guerras siria e iraquí.

Según distintas fuentes, hay unos 2,4 millones de católicos en el vicariato de Arabia del Norte(www.avona.org, que cubre Bahrain, Kuwait, Qatar y, nominalmente, Arabia Saudí). Hay que sumarle otros 940.000 católicos en el vicariato de Arabia del Sur(sobre todo, en los Emiratos Árabes Unidos; muy pocos en los países vecinos más pobres, Omán y Yemen).

Por primera vez, un Papa en Arabia

A Emiratos Árabes llega el Papa Francisco el próximo domingo, convirtiéndose en el primer sucesor de Pedro que visita la Península Arábiga en misión pastoral.

El Papa estará en Abu Dabi del 3 al 5 de febrero, participando en un encuentro interreligioso internacional sobre la “fraternidad humana”. Le invita el jeque Mohammed bin Zayed Al Nahyan, que tiene el cargo de Ministro de la Tolerancia, y la Iglesia católica local. Además, el país celebra un "Año de la Tolerancia".

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Una escena del encuentro de Jóvenes Católicos de octubre de 2018 en Emiratos Árabes

En Emiratos Árabes hay bastante estabilidad política, aunque la agencia católica AsiaNews recuerda que "no carece de aspectos oscuros, como son su implicación en la guerra de Yemen y los casos de represión interna".

Libertad de culto, pero no plena libertad religiosa

El padre Bishoy, párroco de la catedral de San Antonio, en Abu Dabi, subraya que la visita papal corona la política de “tolerancia” de los Emiratos, que él alaba. Que el Papa sea invitado a Emiratos Árabes es una forma de plantar cara a los que promueven “el fanatismo y el extremismo”.

Inmigrantes en Abu Dabi explican en AsiaNews que tienen libertad para practicar la fe, pero no es del todo exacto. Hay libertad de culto para acudir a las pocas iglesias del país... si los jefes musulmanes lo permiten (el domingo no es festivo). Pero no se pueden realizar actividades religiosas en las calles, ni procesiones, ni predicaciones ni invitar a un musulmán a hacerse cristiano. Tampoco hay libertad para criticar el Islam. Pero para la inmensa mayoría de inmigrantes, poder ganarse la vida, ir a misa y que sus hijos reciban catequesis ya es suficiente alegría.

El evento será retransmitido por la televisión de los Emiratos, y por otros canales de noticias. No solo los católicos están ilusionados y esperanzados; también lo están los cristianos de diversas iglesias orientales, como pueden ser los numerosos cristianos egipcios de la Iglesia Copta -la iglesia cristiana más numerosa de Oriente- presentes en el país.

"Hablar y comprendernos, salvaguardando la diversidad"

El Ministro de la Tolerancia, el jeque Nahyan Ben Mubarak Al Nahyan, confirma que el pontífice se reunirá con líderes religiosos musulmanes de primera línea, y con políticos y personalidades de la cultura local. El jeque puntualiza: “Nuestra definición de tolerancia es comprender a los demás; hablar, pero salvaguardando la diversidad”. Que parece una forma de decir "hablar, sí, pero nada de convertirse al cristianismo".

El ministro alude al “bello mosaico” formado por rasgos diferentes entre sí, ya sea “por religión, cultura u otros comportamientos”. Su deseo a futuro es que el encuentro interreligioso con Francisco pueda concluirse con una declaración conjunta final, que funcione como una hoja de ruta entre los distintos credos “para que trabajen con el objetivo de crear un mundo mejor”. Y concluye diciendo que “este es el mensaje más fuerte que podemos enviar a cuantos tratan de dividirnos, a aquellos que crean desconfianza entre nosotros”.

Primeras comuniones en la iglesia de San José en Abu Dabi en 2015


Misa completa de Primeras Comuniones en la catedral de Abu Dabi en 2017



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terça-feira, 29 de janeiro de 2019

El Tribunal Supremo de Paquistán confirma la libertad de Asia Bibi: ella sigue oculta en el país




El caso de Asia Bibia ha sacado a las calles en
numerosas ocasiones a los cristianos de Pakistán
y a los de otros países, contra la ley de
blasfemia y sus abusos
El Tribunal Supremo de Pakistán ha ratificado la libertad de Asia Bibi, al denegar el recurso que radicales islamistas habían presentado contra su absolución la pasada semana y que el tribunal ha resuelto hoy martes ante altas medidas de seguridad.
Esta madre de familia cristiana ha pasado 9 años en prisión por una acusación de "delito de blasfemia" que los tribunales han demostrado que no estaba fundamentada.
Asia Bibi fue absuelta en octubre de 2018 y puesta en libertad en noviembre. Actualmente se encuentra en un lugar secreto en Pakistán junto a su marido, Ashiq Masih.
Su liberación provocó numerosas protestas de islamistas radicales, con manifestaciones violentas en las calles en las que 1.800 integristas islámicos fueron detenidos, especialmente cuando atacaron a policías y a agentes del orden. La inmensa mayoría fueron puestos pronto en libertad.
Ante el gran caos organizado por los radicales, el Gobierno de Pakistán llegó a un acuerdo con los extremistas y permitió que pudieran presentar un recurso contra su absolución, que incluiría la prohibición de que Asia Bibi saliera del país mientras se resolvía.
Este recurso contra la libertad de Bibi fue presentado por el religioso musulmán Qari Salaam, el mismo que con su primera denuncia logró que esta madre de familia fuera encarcelada y separada de su marido e hijas durante 9 años.
Finalmente el Tribunal Supremo de Pakistán ha corroborado la libertad de Asia Bibi y ha reiterado que no existe ningún obstáculo para que deje el país. Varios países occidentales se han ofrecido a acoger a su familia, aunque es posible que el que lo haga no lo anuncie públicamente para protegerla mejor (y al país) de la ira de los fundamentalistas islámicos.

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Inauguran la primera iglesia en Cuba tras 60 años de comunismo: fue financiada por católicos de EEUU

Construida en un pueblo fundado para llevar a «contrarrevolucionarios»


La nueva iglesia fue construida en Sandino, localidad creada en la dictadura para llevar a familias "contrarrevolucionarias" / Radio Minas




Una iglesia católica ha podido ser construida e inaugurada por primera vez en Cuba desde que hace 60 años se instalara la férrea dictadura comunista a manos de Fidel Castro. Este histórico momento se produjo este pasado sábado 26 de enero en la localidad de Sandino, ante la alegría de los muchos fieles que vieron como por fin se podía erigir la iglesia y así tener un templo en el que rezar. Este país pese a décadas de comunismo mantiene una población católica que supera el 60%.
La nueva parroquia del Sagrado Corazón es una de las tres únicas iglesias que el régimen cubano ha autorizado a que se puedan construir en un estado que los Castro declararon ateo y que en su última constitución se declara laico, pese a que la libertad real está muy lejos de conseguirse. 
Una iglesia en la Cuba comunista financiada por católicos de EEUU
La autorización para estas tres construcciones y la devolución de alguna que otra propiedad que la dictadura expropió a la Iglesia cuando tomó el poder es una de las pequeñas mejoras de la situación de los católicos en la isla que se ha experimentado en los últimos años.
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Paradójicamente, la construcción de esta primera parroquia en más de seis décadas ha sido posible gracias a los fondos donados por los feligreses de la parroquia de San Lorenzo en la ciudad estadounidense de Tampa, precisamente el país más odiado por la dictadura comunista cubana.
El levantamiento del embargo por parte de EEUU, y la lenta apertura del propio Partido Comunista en Cuba ha ayudado también a que se haya podido materializar esta ayuda. El sacerdote de la parroquia de Tampa, Steven Dornquast, viajó a Cuba para asistir a la inauguración y allí dijo que “en la Iglesia Católica con el bautismo recibimos una identidad” y “ayudar a nuestros hermanos es parte de nuestra fe”.
Estos feligreses estadounidenses lograron recaudar y enviar a Cuba 95.000 dólares para la construcción de la parroquia, que tiene una capacidad para 200 personas y ocupa 800 metros cuadrados de un terreno que el Estado ha accedido ceder a la Iglesia.
Un pueblo creado por el régimen para llevar a "contrarrevolucionarios"
Este templo en Sandino es casi milagroso puesto que esta localidad se creó después del triunfo del golpe castrista. Situada a 250 kilómetros al oeste de La Habana se fundó para llevar a este lugar apartado a los que el régimen consideraba familias contrarrevolucionarias. Hasta la fecha no tenían un templo.
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La nueva parroquia tiene una capacidad para 200 personas
“Para la Iglesia es un hecho histórico. Este es un pueblo de desterrados de la región montañosa del Escambray (este del país). Muchas familias o sus descendientes que dejaron atrás a sus santos no tenían un templo en el cual orar”, afirma a Diario de CubaJuan Hidalberto Hernández, un feligrés de 60 años.
Pese a la gran noticia que supone la construcción de una parroquia 60 años después, lo cierto es que de momento sólo es algo anecdótico, al igual que la devolución de algunos locales y templos a la Iglesia. En 2013 y 2014 se hicieron públicas algunas de estas devoluciones, pero no han sido más desde entonces.
"Es poco lo que se ha percibido"
“Hay expectativas para otras devoluciones, aunque en el transcurso de estos últimos años, realmente es poco lo que se ha percibido.  Algunas diócesis han recibido algún terreno, algún local, pero realmente todavía faltaría mucho por devolver”, aseguraba a este mismo diario crítico con la dictadura monseñor José Félix Pérez, portavoz de la Conferencia Episcopal Cubana.
Además, explicaba que “algunas propiedades de la Iglesia que dejaron de ser suyas en el año 1961 o 1962 están ocupadas por instituciones oficiales o familias, y ya nunca volverán a ser de la iglesia; por ejemplo, colegios, hospitales, asilos de ancianos”.
Sobre los bienes devueltos, fuentes eclesiales aseguran que “el estado de conservación de estos inmuebles deja mucho que desear, lo que hace pensar que detrás de la restitución hay también razones económicas: el gobierno cubano no cuenta con los recursos necesarios para mantener edificios que se están deteriorando rápidamente y que después de ser expropiados en los años 60 se usaron para todo tipo de fines: como almacenes, hornos, comedores obreros o escuelas”.
Sin embargo, la Iglesia reclama dos ámbitos en los que no ha sido escuchado por el régimen. Por un lado, poder abrir escuelas y por otro tener acceso a los medios de comunicación.
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Tolerada, pero vigilada y controlada
Aunque los brotes verdes en cuanto a la libertad religiosa empiezan, la realidad cubana la definieron en una carta publicada en enero de 2018 tres sacerdotes católicos, apoyados por una buena parte del clero de la isla. Decían esto:
“La Iglesia es tolerada, pero no deja de ser vigilada y controlada. Se reduce la plena libertad religiosa con una controlada libertad de permisos de culto. Los cristianos pueden reunirse a compartir su fe, pero no les es permitido construir un templo. La Iglesia puede hacer procesiones e incluso misas públicas, pero siempre a condición de un permiso expreso de las autoridades, que, en caso de no otorgarlo, no permiten apelación ni dan explicación. La Iglesia puede alzar su voz en los templos, pero no tiene acceso libre a los medios masivos de comunicación y, en los escasos momentos en que esto ocurre, es siempre bajo censura. Los laicos son censurados cuando intentan aplicar a la práctica política y social su fe”.

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Quo Vadis ONU?

Há décadas que se desenvolve uma subversão silenciosa para concretizar um projeto de poder global, empenhado em impor novos paradigmas éticos, especialmente aos países membros da ONU, com uma intensa colonização das consciências.

Esta realidade histórica age através de forças culturais, económicas e políticas, com o objectivo de implementar uma nova ordem mundial, destituída das premissas cristãs, ordem imposta por diversas formas de manipulação, a qual é considerada a pior de todas as violências. “Uma nova ordem não apenas política, mas também religiosa, de uma religiosidade light, “sem dogmas, sem estruturas, sem hierarquias, sem morais rigorosas”, como afirma Juan Claudio Sanahuja, no seu livro “Poder Global e Religião Universal”.

Esta é, de facto, uma obra de leitura imprescindível para compreender a conjuntura da nossa realidade, como se delineiam os aspectos, a profundidade e a amplitude da actual crise que se tem vivido na Europa e na América, elucidando o processo e as estratégias de uma reengenharia social anticristã, visando minar a doutrina católica, desconstruindo conceitos, para corroer, por dentro, as bases do edifício cristão, destituindo a Igreja da sua identidade, numa estratégia pouco conhecida pelos cidadãos comuns porque estrategicamente silenciada pelos meios de comunicação social, fiéis servidores destes esquemas políticos.

Como exemplo do seu programa consideremos a perversão dos menores, a anticoncepção, o aborto, a eutanásia, a investigação com embriões humanos, a injusta legitimação jurídica de casais do mesmo sexo, a pornografia, etc. Inclui ainda o ensino às crianças desde os cinco anos, da normalidade da homossexualidade e da masturbação, instruí-las no uso de preservativos e da pílula do dia seguinte, mentalizando-os de que o aborto é um direito, como propõe a UNESCO.

Surge assim uma nova série de pseudo-direitos em esquema mental de “politicamente correcto”, de colonização das consciências, definido como modelos da nova cidadania, aos quais se anexam novos paradigmas éticos e religiosos, visando um projeto de poder global, com um pensamento único, mudando a cultura e a religião dos povos, moldando as consciências para conseguir cidadãos dóceis e adeptos desta nova ordem mundial.

Eclipsar Deus, fomentar a indiferença religiosa, a ausência difusa do sentido do transcendente na vida humana, num clima de secularismo e de relativismo ético, ou mesmo desacreditando a religião, nomeadamente, a Igreja Católica, é a ambição máxima para a concretização deste seu plano conjuntural, ao qual a intervenção da Maçonaria não tem sido estranha e deu muito do seu empenho durante todo o século XX.

Aconselho vivamente a leitura do livro supra citado, que tão bem nos elucida acerca destas questões importantes do nosso tempo, permitindo uma melhor abrangência não apenas do turbilhão de desafios que temos vindo a assistir, mas também para compreender o que tem vindo a acontecer à Igreja, em todos os ataques sofridos de dentro e de fora.

Artur Pereira dos Santos



Portugal Olé… Portugal Olé

A cidade de Lisboa vai receber a próxima Jornada Mundial da Juventude em 2022. Estamos todos de parabéns, todavia é preciso não esquecer um apelo que o Papa Francisco deixou aos bispos Portugueses, em 2015 na visita «Ad Limina». 
“Não pode deixar de nos preocupar a todos esta debandada da juventude, que tem lugar precisamente na idade em que lhe é dado tomar as rédeas da vida nas suas mãos”, assinalou Francisco, no discurso que entregou aos membros do episcopado católico de Portugal.
Espero que a JMJ de Lisboa daqui a três anos mostre que a debandada foi passageira e que os jovens portugueses sejam arautos não apenas naqueles dias. Na Agência ECCLESIA pode saber tudo sobre as jornadas do Panamá e o embrião das JMJ de Lisboa.

Nos Açores, Viana do Castelo, Algarve e Leiria… a maioria do clero está presente em jornadas de formação permanente. Formas de atualização para que os pastores sejam cada vez mais semeadores.
Já sabe que o nosso site http://www.agencia.ecclesia.pt/ está em permanente atualização com a atualidade religiosa. Na RTP2, pelas 15.00, o programa ECCLESIA leva até si as notícias e pelas 22:45, na Antena 1, oiça-nos nas ondas radiofónicas.
Propostas para hoje
Luis Filipe Santos

Beata Villana (Vilana) delle Botti, 29 de enero

Sepultura De La Beata Vilana Delle Botti, En Florencia (Wiki Commons - Baldiri)
Pasó del lujo a la pobreza

ENERO 28, 2019 10:27 * TESTIMONIOS DE LA FE

«Esta beata pasó del lujo a la pobreza. En la historia de su conversión se halla el trazo de la fealdad que percibió un día ante un espejo, viendo desdibujadas en él sus hermosas facciones. El resto de su vida fue una gran penitente»
La convicción de que nada sucede porque sí, sino que la voluntad de Dios se halla de por medio buscando siempre lo mejor para sus hijos, es un sentimiento que no se despega de quienes le siguen. Si no lo comprenden enseguida, lo verán plasmado después en sus biografías. Que Él permita que otros se dediquen a torcer caminos ajenos no es más que un signo de la libertad en la que nos ha creado. A Vilana sus padres le indujeron a tomar una vía que no se hallaba en sus planes. Eligieron por ella hasta que ella decidió por sí misma; esa es la diametral diferencia que marca la frontera entre quien se deja arrastrar por las circunstancias o presiones, y la de quien se sobrepone y, con la gracia de Dios, ejerce una supremacía frente a éstas. Unida a su conversión, el Altísimo quiso bendecirla con la de una parte de su familia, y dispuso su ánimo para aceptar con fortaleza el sufrimiento prematuro que le aguardaba. Antes, supo arrancarse otra de las enfermedades del alma: la espesa vanidad que cercena el progreso personal y espiritual.
Pertenecía a una acaudalada familia florentina ya que su padre, Andrea di Messer Lapo delle Botti, había hecho fortuna como comerciante. Vilana nació en Florencia, Italia, en 1332, una época histórica harto compleja para la ciudad, signada por vaivenes de índole político, pero que iban a tener grave repercusión a nivel económico y espiritual. En este entramado, su familia, como el resto de los ciudadanos florentinos, verían condicionada su vida seriamente. Por si fuera poco, otras agresiones imprevisibles de carácter atmosférico que también se manifestaron, ya hicieron acto de presencia cuando ella tenía un año de vida aproximadamente. Así en 1333 Florencia quedó devastada a causa de una gravísima inundación.
La beata era contemporánea de santa Catalina de Siena. No sintió la llamada a la conversión y al seguimiento de Cristo siendo niña, como le sucedió a Catalina, pero el hecho religioso no le resultaba indiferente. Y siendo adolescente, incluso intentó vincularse a la vida conventual, aunque la edad, unos 13 años, constituía un veto para su admisión. Además, como comprobaría más tarde, su padre tenía otros planes para ella.
Entre tanto, a la opresión ejercida por el duque de Atenas sobre la población, con el consiguiente levantamiento de ésta, siguió en 1348 la epidemia de peste que asoló Europa. La crisis financiera y los efectos de esta catástrofe provocada por este nuevo azote que diezmó la ciudad, perdiendo la vida decenas de miles de florentinos, sumió a aquélla en un caos de grandes proporciones. En años sucesivos se fue constatando hasta qué punto llegó a influir en la conducta de los ciudadanos, si bien no afectó tanto a hogares como el de Vilana.
Llegada la hora, su familia la empujó al matrimonio en contra de su voluntad. Se casó en 1351 con Piero di Stefano Rosso Benintendi, y junto a él pudo frecuentar selectos círculos sociales. Muy pronto se le olvidaron los influjos de la vida religiosa. Se insertó de lleno en el ambiente del lujo y oropeles, sin mayores preocupaciones que dejarse llevar por ellos. Un día, mientras se engalanaba para una de las fiestas fastuosas a las que solía acudir, el espejo le devolvió una imagen espantosa. Otros espejos a los que recurrió para contemplarse mostraban esa misma faz horrenda. No pudo sostener su mirada, y quedó tan sobrecogida por la visión, entendiendo que era su propia alma, que acudió de inmediato a Santa María Novella, buscando el perdón que ardientemente brotaba de lo más recóndito de su ser. Este instante marcó el inicio de su conversión.
Cuando atravesó el dintel del convento de los dominicos era una mujer completamente distinta, que quería expiar su disoluta conducta anterior. Siguió unida a su esposo, pero llevando vida austera, marcada por la oración, penitencia y piedad. Mientras, llena de caridad, incluía en sus acciones cotidianas la asistencia a los pobres para los que no dudó en mendigar. Obtuvo la conversión de su padre, e influyó de manera determinante en la de su esposo, que ponía en solfa la fe, conduciéndole a una existencia sosegada, con esperanza. En su momento, de acuerdo con él y después de liberarse de sus bienes, tomó el hábito como terciaria dominica. Entre sus lecturas se hallaba el evangelio, con especial atención a las cartas de san Pablo, y biografías de santos, entre otros textos espirituales.
No había llegado a la treintena cuando la enfermedad comenzó a hacer mella en su vida. La acogió como signo de personal expiación, gozosa de poder ofrecerse a Cristo a quien dulcemente llamaba: «Cristo Jesús, amor mío crucificado».Sus experiencias místicas fueron creciendo exponencialmente, y fue bendecida por numerosos favores extraordinarios como, por ejemplo, visiones de Cristo crucificado y de la Virgen María. A veces, conforme iba arreciando la enfermedad, rogaba a su confesor que no pidiese por su recuperación. Quería ofrendarla, con paciencia y gozo místico, por los desmanes de su pasado. Y en medio de consuelos celestiales aspiraba a asumir el sufrimiento para asemejarse más a Cristo.
El maligno la asedió en numerosas ocasiones, incluido el instante en el que se hallaba en su lecho de muerte, cuando paralizada por completo en sus extremidades, en el momento de recibir la Unción, el diablo apareció vestido de anacoreta; quería inducirla a pensar que estaba siendo abandonada. Pero ella, segura de la presencia de Cristo, lo arrojó fuera de sí. Murió en Florencia el 29 de enero de 1361, a los 29 años, mientras leían el texto evangélico de la Pasión. Su culto fue confirmado por León XII el 27 de marzo de 1824.

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segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

Eco do Claustro





La JMJ de 2022 será en Lisboa: el obispo tiene algo que decir... y también la Virgen de Fátima

ReL 28 enero 2019

Obispos en Panamá agitan las banderas portuguesas
al anunciarse que Lisboa acoge la JMJ 2022

El Patriarca de Lisboa, el cardenal Manuel Clemente, afirmó en declaraciones a la cadena católica EWTN, que la Virgen de Fátima tendrá “un papel fuertísimo” en la próxima Jornada Mundial de la Juventud (JMJ) que se realizará en Lisboa en el año 2022


"Este movimiento juvenil católico que vemos en Portugal, la devoción mariana, la devoción a Nuestra Señora de Fátima es muy fuerte”, detalló el cardenal de la capital portuguesa.

“De todas las revelaciones y manifestaciones de Nuestra Señora en la historia, la de Fátima está más ligada a los Papas, al ministerio del Papa y a todo aquello que se refiere a él. Todo esto confluye y va a ser muy bueno”, añadió.

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Los jóvenes portugueses, con gran dinamismo misionero

Sobre lo que Portugal puede ofrecer en la JMJ de 2022, el Cardenal Clemente indicó que eso es “su propia juventud, porque si este evento va a darse en Lisboa, se debe también a la fuerza, a la voluntad, al deseo de la juventud católica portuguesa que está con un dinamismo misionero muy fuerte”.

“En este momento hay miles de universitarios católicos portugueses que, entre los dos semestres de estudios, hacen misiones en aldeas, en pueblos de todo el país. No son más porque la capacidad logística no lo permite”, resaltó. “Por lo tanto, hay un movimiento católico fuertísimo que ahora también se quiere ofrecer a todo mundo, algo que va a ser una gran fuerza en esta jornada”, concluyó.

El cardenal Farrell hizo el anuncio

Fue el Cardenal Kevin Farrell, Prefecto del Dicasterio para los Laicos, la Familia y la Vida, quien hizo el anuncio al finalizar la Misa de clausura de la JMJ Panamá 2019. En el Campo San Juan Pablo II – Metro Park en Panamá, el Cardenal Farrell señaló que “como dijo el Santo Padre, tenemos ahora que salir de aquí y poner en práctica todo lo que hemos aprendido. La próxima Jornada Mundial de la juventud será en Portugal”.

“Es una excelente noticia y también una feliz confirmación de algo que ya esperábamos hace mucho tiempo en Portugal”, dijo el Patriarca de Lisboa en declaraciones a la agencia Ecclesia. “Nuestras 20 diócesis desde hace mucho tiempo tienen este sueño de ver una Jornada Mundial de la Juventud en Portugal, y ahora esta será en Lisboa”, agregó.

El Patriarca invitó luego “a los jóvenes de todo el mundo” a participar de la JMJ Lisboa 2022, especialmente a los que están ligados a Portugal “por la historia y por la tradición”, como “las Iglesias africanas de expresión portuguesa, pero no solo ellas”.

“Todos allá van a tener mucho gusto y empeño y vamos a hacer todo lo posible para que se dé de manera fabulosa. Tan fabulosa como fue la feliz noticia que Francisco nos acaba de dar: Lisboa, 2022, Jornada Mundial de la Juventud”, concluyó el cardenal portugués.




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Es la décima vez que atacan la catedral de Jolo: 18 muertos; los obispos tienden la mano a la paz




Atentado con dos hombres-bomba suicidas en la
catedral de Jolo, que ha dejado 18 muertos
y docenas de heridos
Este domingo 27 de enero, la misa de las nueve de la mañana estaba a punto de empezar en la catedral de Jolo (Sulu, Filipinas) y un terrorista suicida se hizo explotar con bombas que causaron numerosas víctimas dentro del templo. Quince segundos después, cuando acudían autoridades y militares, un segundo terrorista suicida con bombas estalló en el aparcamiento de la iglesia, matando a varios soldados.
El recuento final de la Policía de la Región Autónoma del Mindanao Musulmán (ARMM), según su portavoz Gerry Besana, es algo menor de lo inicialmente calculado, pero aún así es brutal:
- han muerto 5 soldados, 1 guardia costero y 12 civiles
- han sido heridas 83 personas, incluyendo 6 niños de entre 5 y 10 años

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Los obispos filipinos han publicado una nota. "Condenamos este acto de terrorismo que se ha registrado a pocas horas del referéndum sobre la Bangsamoro Organic Law (BOL). Mientras iniciamos una nueva etapa del proceso de paz con la creación de la Región Autónoma Bangsamoro en el Mindanao musulmán (BARMM), pedimos a nuestros hermanos cristianos estrechar las manos de todas las comunidades musulmanas e indígenas amantes de la paz, en defensa frente al extremismo violento", dice la nota.
Estado Islámico reivindicó el domingo por la noche este atentado contra los católicos de Jolo y la organización SITE Intelligence Group, que estudia el yihadismo, le da credibilidad.
En las islas de la provincia de Sulu, donde viven 1,6 millones de habitantes, la inmensa mayoría de la población es musulmana o indígena de creencias animistas, y apenas hay unos 30.000 católicos, con una docena de sacerdotes y cinco parroquias.
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Filipinas tiene un Estado aconfesional y 102 millones de habitantes, de los que un 80% son católicos, un 10% protestantes y un 5% musulmanes, concentrados en las regiones del suroeste.
El obispo Angelito Rendon Lampon, que fue obispo en Jolo y ahora es el nuevo arzobispo de Cotabato, recordó: “En mis 20 años [en Jolo], desde 1998 hasta la semana pasada, lanzaron siete granadas contra nuestra catedral”.
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Sebastiano D'Ambra es un veterano misionero experto en el diálogo por la paz, para evitar que el yihadismo arrastre a más gente a la violencia en Filipinas
El análisis de un veterano misionero por la paz
Sebastiano D’Ambra, un misionero del Instituto Pontificio de Misiones Extranjeras (PIME), que vive en Mindanao desde hace más de 40 años, es un experto en el diálogo por la paz en el sur de Filipinas, a través de su movimiento Silsilah.
Ex capital del Sultanato de Sulu –explica el Padre D’Ambra – Jolo es un lugar histórico para la comunidad islámica de Mindanao. Los cristianos representan una minoría muy pequeña. Con el correr de los años, la violencia y las amenazas de los grupos radicales los han empujado a huir de la ciudad. En este momento sólo quedan algunos miles. La catedral de Jolo se encuentra en el centro de la ciudad y siempre está vigilada por militares, porque constituye un blanco sensible. En el pasado, las relaciones entre musulmanes y cristianos solían ser buenas. La ubicación céntrica de la catedral lo demuestra. En el último tiempo, con el avance de varios grupos fundamentalistas, el lugar de culto terminó bajo la mira de quien quiere su destrucción”.
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La provincia de Sulu son unas islas filipinas
de mayoría musulmana, un antiguo sultanato; 
Jolo es su capital

"Desde el año 2000, la iglesia y los espacios circundantes han sido objeto de varios atentados: nueve en total, que costaron la vida de 11 personas y heridas a otras 59”.
Mientras que casi toda las regiones musulmanas de Filipinas aceptaban con un "sí" mayoritario la creación de una región autónoma en Bangsamoro, en las islas de Sulu se votaba "no". “En Jolo, en el referéndum triunfó el ‘no’, un hecho extraño, pero previsible: un líder islámico muy influyente, Sakur Tan, invitó a la población a oponerse a la autonomía. Sus planes políticos no son muy claros, pero la etnia que él representa, los Tausug, siempre han manifestado descontento en relación a los Maguindanao, el grupo islámico llamado a pilotar la fase de transición hacia el Bansgamoro autónomo”, explica el padre D’Ambra.
El veterano misionero tiene un consejo: "la gente no debe desalentarse, debemos esperar que los musulmanes se ubiquen en primera línea. Si bien es cierto que, por un lado, los atentados de Jolo harán que aumente el miedo, por otro, infundirán más coraje".
LISTA DE ATENTADOS CONTRA LA CATEDRAL DE JOLO
3 de junio del 2000 

Arrojan una granada a la catedral, sin víctimas. Esos días se negociaba una liberación de rehenes.

27 de marzo de 2006

Unas bombas matan a 5 personas y causan 17 heridos en un edificio multiusos para actividades solidarias y cooperativas cerca de la catedral. La Policía declara que los terroristas habían pensado primero en atacar la catedral pero después pensaron que el nuevo objetivo servía a la vez de blanco religioso y comercial.

7 de julio de 2009

Artefacto improvisado explota ante una tienda a 100 metros de la catedral, mata a 6 personas, hiere a 40. La policía encuentra otros 2 artefactos similares en una motocicleta a 100 metros de la catedral.

27 de octubre de 2009

Una granada explota justo fuera de la catedral antes de la hora de comer: solo hay daños materiales

31 de diciembre de 2009

Una granada frente a la catedral, tarde en Nochevieja, hiere a un soldado

10 de enero de 2010

Explota sin causar heridos una granada justo al lado del muro de la iglesia en un domingo por la mañana, 20 minutos antes de misa. La Catholic News Agency cita testigos que vieron a un hombre tirar la granada contra las tumbas de dos obispos allí enterrados.

21 de mayo de 2010

Una granada explota en la plaza frente a la catedral, dañando su verja de entrada. No causa heridos.

1 de agosto de 2012

Una granada cae sobre el techo de la catedral y explota sin causar heridos.

14 de agosto de 2013

Una granada explota fuera de la catedral, dejando al menos una persona herida.

27 de enero de 2019 

Doble atentado con hombres-bomba suicidas, separado por unos segundos. El recuento más detallado de víctimas mortales es de cinco soldados, un miembro de la guardia costera y 12 civiles; además otras 83 personas resultaron heridas. Entre los heridos hay 6 niños entre 5 y 10 años.

Nota íntegra de los obispos de Filipinas
Los obispos católicos, reunidos en nuestra asamblea plenaria en Manila, hoy hemos recibido tristes noticias del Pbro. Romeo S. Saniel, OMI, administrador apostólico de Jolo, sobre los atentados con explosivos perpetrados contra la Catedral de Nuestra Señora del Monte Carmelo durante la misa dominical.
Expresamos nuestras condolencias a las familias de los numerosos soldados y civiles asesinados por las explosiones. Asimismo, expresamos nuestras condolencias a aquellos que resultaron heridos y extendemos nuestra solidaridad a los demás fieles que se encontraban en la Catedral así como al resto de la comunidad eclesial en la vicaría apostólica de Jolo.
Al mismo tiempo, condenamos este acto de terrorismo que se ha registrado a pocas horas del referéndum sobre la Bangsamoro Organic Law (BOL). Mientras iniciamos una nueva etapa del proceso de paz con la creación de la Región Autónoma Bangsamoro en el Mindanao musulmán (BARMM), pedimos a nuestros hermanos cristianos estrechar las manos de todas las comunidades musulmanes e indígenas amantes de la paz, en la defensa contra el extremismo violento. Que todas las religiones de paz puedan guiarnos en nuestra búsqueda de un futuro más luminoso para los pueblos de Mindanao.
De la Conferencia Episcopal de las Filipinas,
+ Rómulo G. Valles, Arzobispo de Davao, 
Presidente, CBCP, 27 de enero de 2019




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