Páginas

sábado, 4 de novembro de 2017

Cardeal Sarah: Ideologia de género é mortal e demoníaca

O Prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos no Vaticano, Cardeal Robert Sarah, na sua intervenção no tradicional ‘National Catholic Prayer Breakfast’, em Washington (Estados Unidos), no qual se reuniram diversos líderes do país para tratar diversos temas de grande importância, afirmou que a ideologia de género é “demoníaca” e um “impulso mortal” que ataca as famílias.

O Cardeal africano reiterou ainda que defender a família é uma tarefa fundamental na sociedade actual: “Não é uma guerra ideológica. Trata-se na verdade de defender-nos a nós mesmos, os nossos filhos e as gerações futuras ante uma ideologia demoníaca (a ideologia de género), a qual afirma que as crianças não necessitam de mães nem de pais. Ela nega a natureza humana e quer expulsar Deus de gerações inteiras”.
“A ruptura das relações fundamentais na vida da pessoa – por meio da separação, do divórcio ou das imposições distorcidas da família como a convivência e as uniões do mesmo sexo – é uma ferida profunda que fecha o coração ao amor, conduz ao cinismo e à desesperança”.
Estas situações, confirmou o Cardeal, “prejudicam as crianças pequenas ao deixá-las com uma dúvida existencial profunda sobre o amor. São um escândalo e um obstáculo, que faz com que os mais vulneráveis não acreditem em tal amor, e um peso, que esmaga e que pode impedir que se abram ao poder de cura do Evangelho”.

“Por esta razão o Santo Padre, aberta e vigorosamente, defende o ensinamento da Igreja sobre a anticoncepção, o aborto, a homossexualidade, as tecnologias reprodutivas, a educação das crianças e muitos outros”, indicou o Cardeal.
Actualmente, continuou o Cardeal Sarah, “a violência contra os cristãos não é somente física” como a que sofrem os fiéis do Oriente Médio nas mãos do Estado Islâmico, “mas também política, ideológica e cultural”.
“Esta forma de perseguição religiosa é tão ou mais prejudicial, mas é mais escondida. Não destrói fisicamente, mas espiritualmente”, precisou.
Por isso, o Cardeal disse que actualmente e “em nome da ‘tolerância’ os ensinamentos da Igreja sobre o matrimónio, a sexualidade e a pessoa humana estão a ser destruídos” e criticou a legalização das uniões de mesmo sexo e o mandato abortista da administração Obama.
Como africano, o Cardeal tem muitas críticas a fazer ao Ocidente: “Pessoalmente, estou empenhado contra a chantagem das Nações Unidas, que quer impor o culto da ideologia de género aos países africanos em troca de ajuda ao desenvolvimento. Procuram impor uma visão da família ocidental. (…)
Toda a moralidade, todos os valores cristãos foram relativizados. Os jovens já não têm mais pontos de referência. Mas, não é atacando a família que se protege a sociedade. Eu diria que é o contrário. A família é a célula humana mais atacada no Ocidente, até mesmo do ponto de vista financeiro e económico. Eu acho que, como cristão, é hora de colocar Deus no centro da sociedade. Recordando o título do seu livro, o Cardeal concluiu: “Dieu ou rien” (Deus ou nada).
O cardeal africano advertiu inúmeras vezes sobre as duas grandes ameaças do nosso mundo de hoje: o fundamentalismo islâmico e a ideologia de género, duas realidades de origem demoníaca, totalitárias e violentamente intolerantes, destruidores da família, da sociedade, da Igreja, e abertamente cristianofóbicos.

Suzana Maria de Jesus




Maturidade e discernimento...

A maturidade é um estado de conhecimento, juízo, prudência e saber que se alcança e que possibilita orientar a própria psicologia de maneira positiva, permitindo-nos organizar a nossa vida pessoal de modo a que produza os resultados adequados.

Os anos cronológicos, não garantem, por si sós, a maturidade psicológica, porque esta requer um extenso processo de formação, que nem sempre chega a um fim feliz.

Assim, devemos apontar, como primeiro elemento indicativo de maturidade, a unificação, que consiste na organização da vida de acordo com motivos transcendentes. Isto significa capacidade para harmonizar as diversas componentes da personalidade e para integrar tendências e valores, de modo que todas as dimensões da pessoa se unifiquem à volta de um ideal determinado.

Nesta perspetiva, o conhecimento próprio e a autocrítica são imprescindíveis para superar atitudes e circunstâncias que são causa de frequentes frustrações e que tornam mais difícil a relação com os outros. Conseguir a maturidade supõe ter adotado a medida certa da vida dando às coisas a importância relativa que elas têm: nem mais nem menos.

A pessoa madura tem, por si própria normalmente, uma natural estima e respeito, sem precisar de grandes títulos externos. É a maturidade que dá à pessoa o peso necessário para a auto-estima. É o seu substrato prévio, porque a maturidade integra muitas virtudes: realismo, moderação, equilíbrio, objetividade, serenidade, prudência, responsabilidade, capacidade de análise, reflexão, controle da emotividade, capacidade de decisão, segurança, desprendimento, em suma, uma personalidade madura.

Mas, para além da relação inter – pessoal, o homem é um ser social, sociável, aberto aos demais. Daí que, qualquer pessoa, os outros, são parte importante da sua vida. A sua realização plena como pessoa está, necessariamente, ligada aos outros, uma vez que a felicidade depende, em grande medida, da qualidade da nossa relação com as pessoas do nosso âmbito familiar, profissional, social, etc. Felicidade – maturidade, constituem um binómio, dificilmente separável.

Mas não se pode perder de vista que cada pessoa não se relaciona apenas com os outros, mas também consigo mesma: mantém uma conversa frequente na sua própria interioridade, um diálogo espontâneo, ocasionado por vivências e reflexões pessoais que cada um faz continuamente.

Esse diálogo interior pode ser estéril ou fecundo, destrutivo ou construtivo; obsessivo ou sereno. Depende do modo como é estabelecido e do tipo de pessoa de que se trata. Se possui um mundo interior sadio e bem cultivado, esse diálogo será esclarecedor, porque proporcionará a luz necessária para interpretar a realidade, proporcionando oportunidades de considerações muito valiosas.

A relação consigo mesmo, melhora ao ritmo do grau de maturidade alcançado por cada pessoa. As avaliações que cada pessoa madura faz acerca de si própria, e da realidade alheia, costumam ser classificações realistas, porque aprendeu a não cair facilmente nessas idealizações ingénuas que, ao não serem concretizadas, produzem desencanto.

A pessoa madura sabe não dramatizar perante os obstáculos, encontrados na concretização dos projectos que se propõe. Dialoga no seu interior de forma serena e objetiva, de modo que nem ela, nem os demais, se surpreenderão com os resultados. Mantém uma relação consigo própria simultaneamente cordial e exigente. Raramente cria conflitos interiores, porque sabe ultrapassar as suas preocupações, procurando a solução adequada. Possui autoconfiança e se alguma vez se engana não perde o equilíbrio interior.

Nas pessoas imaturas, ao contrário, esse diálogo interior de que vimos falando, costuma converter-se numa fonte de problemas: o não valorizar as coisas na sua justa medida, faz com que, com frequência os seus pensamentos criem falsas expetativas que, ao não se realizarem, provocam conflitos interiores e dificuldades de relacionamento com os demais.
Uma pessoa madura e equilibrada tende a ver sempre com afeto a própria vida e a dos outros. Contempla toda a realidade circundante com desejo de enriquecimento interior, porque quem vê com carinho, descobre sempre algo bom no objeto da sua visão. E ao dilatar e enriquecer o seu interior dessa maneira, dilata e enriquece o seu amor e o seu conhecimento, torna-se mais otimista, mais alegre, mais humana, mais próxima da realidade dos homens e das coisas.

Esta sabedoria de viver com raízes na educação clássica greco-romana, foi imensamente enriquecida com a revelação cristã, que trouxe, além de profundos conhecimentos sobre o ser humano, um novo modelo – Jesus Cristo – e as forças necessárias para viver de acordo com o Modelo proposto. 
                      
Maria Helena Marques
Prof.ª Ensino Secundário



sexta-feira, 3 de novembro de 2017

San Carlos Borromeo, 4 de noviembre

Cardenal arzobispo de Milán

San Carlos Borromeo
San Carlos Borromeo
«Cardenal arzobispo de Milán, otra de las grandes figuras de la Iglesia. Ascendió al cardenalato apenas entrado en la veintena. Ejerció su fecunda misión pastoral sellándola con su gran caridad, ardor apostólico, piedad y devoción»
Entre otros santos, este ilustre cardenal fue contemporáneo de Felipe Neri, Ignacio de Loyola, y Francisco de Borja. Se convertiría en una de las figuras representativas de la Contrarreforma. California honra su memoria con una misión que lleva su nombre gracias al gran apóstol franciscano y santo mallorquín, fray Junípero Serra, que lo eligió para nominar su segunda fundación en 1770. Los restos mortales de este heroico misionero, que fue beatificado por Juan Pablo II el 25 de septiembre de 1988, se custodian en el Duomo de Milán.
Carlos nació el 2 de octubre de 1538 en la fortaleza de Arona, propiedad de sus padres, los nobles Gilberto Borromeo y Margarita de Médicis, hermana del papa Pío IV. Era el tercero de seis vástagos, aunque la familia vivió la tragedia de la desaparición del primogénito que se cayó de un caballo. Precisamente este suceso fue interpretado por el santo como una señal del cielo que le invitaba a centrarse en la búsqueda del bien, para no ser sorprendido por la postrera llamada de Dios sin estar preparado. Fue un niño devoto, prematuro en su vocación, muy responsable, como lo fue en la asunción de las altas misiones que le serían confiadas. Con solo 12 años recibió la tonsura. Luego cursó estudios en Milán y en la universidad de Pavía, formación que completó provechosamente, a pesar de que no era excesivamente brillante, y además tenía una seria dificultad para expresarse. Su conducta intachable, en la que se advertía su gran madurez, le convirtió en modelo para otros estudiantes.
Ya había muerto su hermano mayor, cuando determinó ser ordenado sacerdote después de renunciar a sus derechos sucesorios y a los bienes que llevaba anejos. También se alejó de una vida, que sin ser disipada, era bastante despreocupada, por así decir. El lujo, la música, y el ajedrez formaban parte de su acontecer. Se doctoró a los 22 años. Unos meses antes, en enero de 1560, su tío Giovanni, elegido pontífice Pío IV tras la muerte de Pablo IV, lo designó cardenal diácono. Con posterioridad le encomendó la sede de Milán, a la que ascendió como arzobispo a la edad de 25 años, y en la que permaneció hasta el fin de sus días. Evidentemente, su carrera estaba siendo meteórica. Por si fuera poco, el pontífice añadió nuevas misiones como legado de Bolonia, de la Romagna, de la Marca de Ancona, del protectorado de Portugal, de los Países Bajos, de los cantones de Suiza y otras. Fueron tantas y de tal envergadura las responsabilidades que recayeron sobre él que no pueden sintetizarse en este espacio. Asumió todas con dignidad, y lo más sorprendente: aún sacaba tiempo para ocuparse de asuntos familiares, hacer ejercicio y escuchar música.
Como Pío IV lo retuvo junto a él, inicialmente no pudo afrontar in situ los graves desórdenes que había en Milán. Un día el arzobispo de Braga, Bartolomé de Martyribus, acudió a Roma, y Carlos le confesó: «Ya veis la posición que ocupo. Ya sabéis lo que significa ser sobrino, y sobrino predilecto de un papa, y no ignoráis lo que es vivir en la corte romana. Los peligros son inmensos. ¿Qué puedo hacer yo, joven inexperto? Mi mayor penitencia es el fervor que Dios me ha dado y, con frecuencia, pienso en retirarme a un monasterio a vivir como si solo Dios y yo existiésemos». El consejo que le dio el noble prelado luso fue que se mantuviese fiel a su misión. Pero más tarde, Carlos supo que el motivo del viaje de este obispo había sido renunciar a la suya, y naturalmente le pidió una explicación, que aquél le proporcionó con sumo tacto y delicadeza.
Gracias a su fe, tesón y energía logró que salieran adelante proyectos de gran calado en circunstancias adversas y sumamente difíciles. Fue un hombre de oración, caritativo, exigente y severo consigo mismo, piadoso y misericordioso con los demás, muy generoso con los pobres a los que constantemente daba limosna; un gran diplomático y defensor de la fe, así como restaurador del clero. Convocó sínodos, erigió seminarios y casas de formación para los sacerdotes, construyó hospitales y hospicios donando sus bienes, visitó en distintas ocasiones la diócesis, alentó en la vivencia de las verdades de la fe a todos, etc. Fue un ejemplar pastor entregado a su grey que luchó contra la opresión de los poderosos, e hizo frente también a las herejías, además de cercenar las costumbres licenciosas. «Las almas se conquistan con las rodillas», solía decir, sabiendo el valor incomparable que tiene la oración, siempre bendecida por Dios.
Pío IV murió en 1565 y Carlos pudo regresar a Milán. Desempeñó un papel decisivo en el Concilio de Trento y no tuvo reparos en sujetar a los religiosos y al clero con una severa disciplina. Por este motivo, los violentos se cebaran en él al punto de atentar contra su vida, como hizo Farina en su fallido intento el 26 de octubre de 1569, después de haberla tasado en veinte monedas de oro. Durante la epidemia de peste su objetivo principal fue atender a los enfermos acogidos en su propia casa; palió las carencias que tenían para poder vestirse utilizando los cortinajes del palacio episcopal. En 1572 participó en el cónclave que eligió a Gregorio XIII. Ese mismo año se convirtió en miembro de la Penitenciaría Apostólica.
Cuando en Milán se desató la epidemia de peste en 1576, socorrió a los damnificados, consoló a los afligidos enfermos en los lazaretos y ayudó a dar sepultura a los fallecidos. En 1578 fundó los Oblatos de San Ambrosio, congregación de sacerdotes seculares, las «escuelas dominicanas», una academia en el Vaticano, fundó el Colegio helvético para ayudar a los católicos suizos, y encomendó a Palestrina la composición de la Missa Papae Maecelli, entre otras acciones. Maestro y confesor de san Luís Gonzaga, le dio la primera comunión en julio de 1580. Sus conferencias y reflexiones se hallan compendiadas en la obra Noctes Vaticanae. Murió el 3 de noviembre de 1584. Pablo V lo beatificó el 12 de mayo de 1602, y también lo canonizó el 1 de noviembre de 1610.
in



Papa Francisco: Ser “hombres de la vida y no de la muerte”

Misa por los cardenales y obispos fallecidos este año (Texto completo)

Misa presidida por el Papa Francisco 3/11/2017 © L'Osservatore Romano
Misa Presidida Por El Papa Francisco 3/11/2017 © L'Osservatore Romano
(ZENIT – 3 Nov. 2017).- “La fe que profesamos en la resurrección nos lleva a ser hombres de esperanza y no de desesperación, hombres de la vida y no de la muerte, porque nos consuela la promesa de la vida eterna enraizada en la unión con Cristo resucitado”, ha dicho el Papa Francisco.
A las 11:30 horas de esta mañana, en el Altar de la Cátedra de la Basílica Vaticana, el Santo Padre Francisco ha presidido la Santa Misa en sufragio de los cardenales y obispos fallecidos este año.
«Mi alma tiene sed de Dios, del Dios vivo: ¿cuándo entraré a ver el rostro de Dios?» (42,3). “Son palabras poéticas que expresan de manera conmovedora nuestra espera vigilante y sedienta del amor, de la belleza, de la felicidad y de la sabiduría de Dios”, ha explicado el Papa.
Estas palabras del Salmo –ha aclarado el Santo Padre– se habían quedado grabadas en el alma de nuestros hermanos cardenales y obispos que hoy recordamos. “Damos gracias por su servicio generoso al Evangelio y a la Iglesia” y ha añadido que Dios es fiel y nuestra esperanza en Él no es inútil.
Sigue el texto de la homilía del Papa:
Homilía del Papa Francisco
La celebración de hoy nos pone una vez más frente a la realidad de la muerte, haciendo que también se reavive en nosotros el dolor por la separación de las personas que han estado cerca de nosotros, y nos han ayudado; pero la liturgia alimenta sobre todo nuestra esperanza por ellos y por nosotros mismos.
La primera lectura expresa una firme esperanza en la resurrección de los justos: «Muchos de los que duermen en el polvo de la tierra despertarán: unos para vida eterna, otros para vergüenza e ignominia perpetua» (12,2). Los que duermen en el polvo, es decir, en la tierra, son obviamente los muertos, y el despertar de la muerte no es en sí mismo un retorno a la vida: algunos despertarán para la vida eterna, otros para vergüenza eterna. La muerte hace definitiva la «encrucijada» que ya está ante nosotros aquí, en este mundo: la senda de la vida, es decir, con Dios, o la senda de la muerte, es decir, lejos de Él. Esos «muchos» que resucitarán para la vida eterna son los «muchos» por los que Cristo ha derramado su sangre. Son esa muchedumbre que, gracias a la bondad misericordiosa de Dios, experimenta la realidad de la vida que no acaba, la victoria completa sobre la muerte a través de la resurrección.
En el Evangelio, Jesús fortalece nuestra esperanza, cuando dice: « Yo soy el pan vivo que ha bajado del cielo; el que coma de este pan vivirá para siempre» (Jn 6,51). Estas palabras remiten al sacrificio de Cristo en la cruz. Él aceptó la muerte para salvar a los hombres que el Padre le había entregado y que estaban muertos en la esclavitud del pecado. Jesús se hizo nuestro hermano y compartió nuestra condición hasta la muerte; con su amor rompió el yugo de la muerte y nos abrió las puertas de la vida. Con su cuerpo y su sangre nos alimenta y nos une a su amor fiel, que lleva en sí la esperanza de la victoria definitiva del bien sobre el mal, sobre el sufrimiento y sobre la muerte. En virtud de este vínculo divino de la caridad de Cristo, sabemos que la comunión con los muertos no es simplemente un deseo, una imaginación, sino que se vuelve real.
La fe que profesamos en la resurrección nos lleva a ser hombres de esperanza y no de desesperación, hombres de la vida y no de la muerte, porque nos consuela la promesa de la vida eterna enraizada en la unión con Cristo resucitado.
Esta esperanza, que la Palabra de Dios reaviva en nosotros, nos ayuda a tener una actitud de confianza frente a la muerte: en efecto, Jesús nos ha mostrado que esta no es la última palabra, sino que el amor misericordioso del Padre nos transfigura y nos hace vivir en comunión eterna con Él. Una característica fundamental del cristiano es el sentido de la espera palpitante del encuentro final con Dios. Lo hemos reafirmado hace poco en el Salmo Responsable: «Mi alma tiene sed de Dios, del Dios vivo: ¿cuándo entraré a ver el rostro de Dios?» (42,3). Son palabras poéticas que expresan de manera conmovedora nuestra espera vigilante y sedienta del amor, de la belleza, de la felicidad y de la sabiduría de Dios.
Estas palabras del Salmo se habían quedado grabadas en el alma de nuestros hermanos cardenales y obispos que hoy recordamos: nos han dejado después de haber servido a la Iglesia y al pueblo que se les confió con la mirada puesta en la eternidad. Por tanto, damos gracias por su servicio generoso al Evangelio y a la Iglesia, al mismo tiempo que nos parece oírles repetir con el Apóstol: «La esperanza no defrauda» (Rm 5,5). Sí, no defrauda. Dios es fiel y nuestra esperanza en Él no es inútil. Invoquemos para ellos la intercesión materna de María Santísima, para que participen en el banquete eterno, que con fe y amor gustaron ya durante su peregrinación terrena.
© Librería Editorial Vaticano
in



Video del Papa: “Testimoniar el Evangelio en Asia”

Red Mundial de Oración del Papa

Vídeo del Papa, noviembre 2017. Captura de pantalla Youtube
Vídeo Del Papa, Noviembre 2017. Captura De Pantalla Youtube
(ZENIT – 3 Nov. 2017).- “Pidamos por los cristianos de Asia, para que favorezcan el diálogo, la paz y la comprensión mutua, especialmente con aquellos que pertenecen a otras religiones”, propone el Papa Francisco en el mes de noviembre de 2017.
Es el mensaje del Santo Padre en el video de noviembre, dentro de la iniciativa ‘El Video del Papa’, que cada mes difunde una intención para rezar propuesta en la Red Mundial de Oración del Papa.
Francisco, en este video, dice que en Asia, donde “la Iglesia es una minoría, el desafío es apasionante”, e invita a “promover el diálogo entre religiones y culturas”.
“El diálogo es una parte esencial de la misión de la Iglesia en Asia –indica el Papa–, pidamos por los cristianos de Asia, para que favorezcan el diálogo, la paz y la comprensión mutua, especialmente con aquellos que pertenecen a otras religiones”.

in



«¡Salid de allí, van al seminario!»: así se salvaron 232 seminaristas menores de manos de Boko Haram

2 noviembre 2017


Los terroristas de Boko Haram querían
matar a los seminaristas
La persecución de Boko Haram ha dejado muchas víctimas y damnificados en Nigeria. Muchos cristianos han experimentado sus ataques o han perdido a algún ser querido y ahora luchan para salir adelante.


El padre Newton, director del Seminario Menor de Maiduguri, cuenta a Ayuda a la Iglesia Necesitadalos terribles momentos que vivieron. “Estábamos en Shua, al sur de la diócesis de Maiduguri. El 26 de febrero de 2014, tras la Misa de la tarde, salimos a llevarle la comunión a uno de nuestros empleados, que está en silla de ruedas. A las ocho de la tarde, después de visitar a dos chicos enfermos que estaban en la enfermería, llamé a Maiduguri y me dieron la noticia: ¡Salid de allí, están ya en Shua y van al seminario!”.

En aquel momento, en el seminario vivían y estudiaban 232 menores, cuyas edades comprendían entre los 9 y los 17 años. Para que no entraran en pánico, este sacerdote los reunió a todos después de que fuera habitación por habitación rogándoles que apagasen las luces y se juntaran en el dormitorio principal.

"¡Que salgan, los vamos a matar!"
El padre Newton cuenta que “mientras salían, vi que los terroristas de Boko Haram estaban a las puertas, tenían tanques y gritaban con las armas en alto: ‘¿Dónde están los infieles? Que salgan. ¡Los vamos a matar!”.

Junto a otro sacerdote, logró ir sacando a los alumnos sin que los terroristas les vieran. Gracias a la Providencia, así lo asegura, los terroristas aún no habían rodeado todo el perímetro del seminario. Pudieron salir saltando la verja y sin parar de correr se pusieron a salvo. “En el seminario se quedaron Andy, el trabajador incapacitado, y otros de sus compañeros. Yo estaba preocupado por ellos”, reconoce el sacerdote.         
Asesinaron  a tres trabajadores del seminario                     
Unos días más tarde, se encontraron con Andy que milagrosamente había salido ileso del ataque. Él les contó que los yihadistas destruyeron la capilla y mataron a los otros tres trabajadores que se quedaron. Andy fue secuestrado y llevado ante un imán, que dijo que no le mataran porque al ser incapacitado no era apto para ser asesinado. Andy se salvó pero unos meses más tarde murió por la experiencia traumática que había vivido.

El sacerdote compañero del padre Newton cuenta que ha tenido que huir de Boko Haram en dos ocasiones. Escapó de su parroquia y fue enviado al Seminario Menor de Shua.

“Allí había paz hasta entonces. Yo estaba a cargo de un colegio nuevo que la diócesis había nombrado como nuestros mártires de Boko Haram. Nuestro lema era: La sangre de los mártires es la semilla del Evangelio”. Este padre que residía en el Seminario Menor describe que la huida fue un gran milagro: “Tres cruces que había sobre el muro del recinto cayeron y tiraron a bajo la pared, por lo que pudimos salir de allí más rápido”.

"Pasamos la noche tunbdos en la tierra"
Se quedaron agazapados entre la maleza.  Vieron cómo los terroristas entraban en el edificio que tenían iluminado con potentes focos mientras les buscaban. “Pasamos la noche tumbados en la tierra, permanecí todo el tiempo despierto”- comenta con resignación “Cuando volvimos, mi obispo me envió de vuelta a Maiduguri y aún estoy aquí”.

Por último, el padre Newton cuenta con fe: “Doy gracias a Dios porque ninguno de los alumnos fueron asesinados.” Han tratado de volver y reabrir el seminario pero debido a los avisos y cartas de amenazas por parte de Boko Haram, han decido no poner en peligro a los alumnos. “Me han pedido que me vaya a vivir unos años fuera de la diócesis antes de volver para mi seguridad”.



in



El cardenal Rai será el primer líder cristiano que visitará Arabia Saudí desde tiempos de Mahoma

3 noviembre 2017


El cardenal Rai es patriarca maronita en el Líbano
Un pequeño signo de apertura se podría empezar a ver en Arabia Saudí, país en el que rige el wahabismo y donde el cristianismo está prohibido y no hay ninguna iglesia. Sólo hay misas clandestinas o en las embajadas de los países. Y todo ello mientras el número de cristianos sigue creciendo en el país debido a la gran cantidad de trabajadores, especialmente filipinos e indios, que llegan al país.


Y es que el patriarca maronita, el cardenal Bechara Rai, ha anunciado que realizará una visita oficial a Arabia Saudí en las próximas dos semanas, respondiendo a la invitación que le ha realizado el rey Salman y el príncipe heredero, Mohammad bin Salman.

Según informa AsiaNews, para el purpurado libanés se trata de la primera e histórica visita al reino ultraconservador wahabita que, en los últimos tiempos, ha dado curso a una serie de reformas económicas y sociales. Entre ellas, la apertura de los estadios y el permiso de conducir para las mujeres, inaugurando la emancipación de la visión fundamentalista del islam.

Visita "sin condiciones particulares"
En una entrevista concedida a la TV de Estado libanesa, el cardenal Rai ha confirmado la invitación de las máximas autoridades sauditas, subrayando que “en relación a la visita, no se han puesto condiciones particulares” y que ésta “durará un día”. “Mi rol no es político –agregó el purpurado-, y todos saben quién es el patriarca maronita”.

El líder cristiano libanés recuerda que en el pasado, allá por el año 2013, ya se había recibido una invitación para visitar Riad, enviada por el monarca anterior, el rey Abdallah. Sin embargo, este viaje nunca pudo ser efectuado, agrega, “debido a varias cuestiones [que no fueron mejor precisadas]”.

Recientemente el reino saudita ha emprendido una serie de reformas, por un fuerte pedido del príncipe heredero, en el contexto del programa “Vision 2030”, que comprende los ámbitos social, económico, cultural y religioso. Los historiadores y analistas recuerdan  que la visita del cardenal Rai es “la primera visita de un jefe religioso cristiano desde… los tiempos del Profeta”. En el pasado, el purpurado ya efectuó un viaje oficial a Qatar. 

Respondiendo al pedido de Juan Pablo II
Una fuente oficial del patriarcado ha referido que al cardenal “la invitación le ha sido transmitida oralmente”, a través del encargado de asuntos sauditas en el Líbano, Walid Boukhari. Una visita histórica, destaca la fuente, que relanza, una vez más, el rol del País de los Cedros como “mensajero del pluralismo para Oriente y Occidente”, como amaba repetir el Papa Juan Pablo II. 

El patriarca maronita y el Líbano se proponen, una vez más, como “puerta de un mundo árabe que se abre a la modernidad cada vez más, en un contexto regional signado por guerras –en Irak, en Siria- y por tensiones (Irán y Arabia Saudita, los países del Golfo y Qatar).

Por último, durante la visita relámpago a Riad, el cardenal Rai podría plantear la cuestión de Jerusalén y la paz en Tierra Santa, un problema que se viene arrastrando desde hace décadas sin resolverse, y en el cual se originan todas las demás crisis que caracterizan a la región.



in



Gran Congreso Internacional de cultura mozárabe en Córdoba: historia, liturgia, juegos y novelas

Del 22 al 26 de noviembre, los cristianos hispanos bajo el Islam, vuelven a la vida

Presentación del Congreso Internacional de Cultura Mozárabe, en Córdoba, del 22 al 26 de noviembre
3 noviembre 2017


Entre los días 22 y 26 de noviembre, Córdoba acoge el I Congreso Internacional sobre Cultura Mozárabe (www.congresoculturamozarabe.es), promovido por el Foro Osio, a través de la Diócesis y del Cabildo de la Santa Iglesia Catedral de Córdoba, y dirigido a estudiar lo mozárabe, afrontándolo desde diferentes ámbitos como la Liturgia, Historia, Literatura y Lengua, Música, Arte o Arquitectura entre otros.


¿Quiénes eran los mozárabes?
Los mozárabes eran los cristianos que vivieron bajo dominación musulmana en Al Andalus, la España islámica. Se les permitía el culto católico pero solo dentro de sus templos, sin expresiones públicas en las calles; tenían que pagar unos enormes impuestos en ceremonias humillantes, no podían poseer armas ni caballos ni proponer su fe a los musulmanes. 

Eran cada vez menos, porque muchos, cansados de la opresión y humillaciones, huían a los territorios cristianos, mientras que otros se convertían al Islam para mejorar su posición social. Un musulmán podía tener esposas o concubinas cristianas, pero los hijos de ellas serían musulmanes. Ni el esposo musulmán ni la ley permitían a una madre cristiana transmitir su fe a sus hijos en un matrimonio mixto. 


Un cristiano no podía tener esposa musulmana, ni tampoco criados musulmanes. Si un cristiano mataba a un musulmán, sería ejecutado. Si un musulmán mataba un cristiano, la pena era una multa (la multa por matar a un varón cristiano era equivalente a matar una mujer musulmana). En un juicio, la palabra de un cristiano contra la de un musulmán no valía nada: el cristiano sólo podía ganar presentando testigos musulmanes (a menudo pagados). 

En ese contexto, los cristianos mantuvieron su liturgia de la época visigótica, en latín, su identidad y costumbres, presionados por el contexto islámico en el que se encontraban. La mayoría, una vez se vieron en minoría, adoptaron la lengua árabe para la vida cotidiana y la vestimenta oriental. 

Los expertos del congreso
En el congreso de Córdoba participan expertos nacionales e internacionales. 

El profesor Matthieu Smyth tratará la Historia de los “Mozárabes de Córdoba, el mundo Celta y Occidental”. 

La doctora Alexandra Chavarría Arnau hablará de arqueología en su ponencia “Antes de los mozárabes: Los orígenes de la arquitectura cristiana en Hispania”. 

Se tratará en mesas redondas de los “Mártires cristianos de Oriente”, con representantes del Patriarcado de Moscú, el Patriarcado de Antioquía, el Patriarcado Ortodoxo de Rumanía y el Arzobispado de la Iglesia Siria Ortodoxa y se hablará con detenimiento de la “Liturgia Hispano-Mozárabe” con expertos de la Catedral de Toledo, el Arzobispado de Toledo y la Archidiócesis de Sevilla.

Oración real y viva al estilo mozárabe
Además de las jornadas académicas, se celebrarán dos lucernarios (oración de la tarde en el rito visigótico) y una misa solemne bajo el rito hispano-mozárabe, presididos por Juan José Asenjo Pelegrina (arzobispo de Sevilla), Francisco Javier Martínez Fernández (arzobispo de Granada) y Braulio Rodríguez Plaza (arzobispo de Toledo) respectivamente.

Se celebrará también una procesión con las reliquias de los mártires mozárabes de Córdoba.

Conciertos, juegos y exposiciones
La jornada cuenta también con tres conciertos de música visigótica y medieval a cargo de Diego Figueroa, Juan Carlos Asensio Palacios y la Asociación Cultural “UBI SUNT?”

Habrá también una gymkana sobre los mártires de Córdoba, que fueron 46 cristianos de toda condición -clérigos, laicos, hombres y mujeres- ejecutados en distintas ocasiones entre el año 850 y el 860, teniendo todos posibilidad de apostatar y negándose a hacerlo. (Más datos aquí).

Procesión con las reliquias de los mártires mozárabes de Córdoba; fueron 46, la mayoría fueron quemados tras su ejecución, los cristianos lograron conservar las reliquias de unos 28; están en la Basílica de San Pedro de Córdoba
Podrá verse una exposición de piezas mozárabes en la Santa Iglesia Catedral de Córdoba y una etapa del Camino de Santiago Mozárabe a su paso por Córdoba. 

También se emitirá del vídeo “Mártires de ayer y de hoy”, del Juan José Aguirre Muñoz, cordobés, obispo misionero en Bangassou (República Centroafricana), donde milicias islámicas y "antibandidos" (reconvertidas a su vez en bandidos) atormentan a la población. 

Una novela oficial... best seller desde 2001
La novela “El Mozárabe”, del sacerdote y novelista Jesús Sánchez Adalid (www.jesussanchezadalid.com), será la "novela oficial" del evento. Acaba de publicarse su reedición. "El Mozárabe", publicado por primera vez en 2001, cuenta la historia de un joven obispo mozárabe, criado en Al Ándalus, enviado como embajador a países cristianos, que contempla con ojos asombrados.

Jesús Sánchez Adalid, con la nueva edición revisada de El Mozárabe, su novela best seller desde 2001
Se vendió muy bien y ayudó a popularizar al autor, que ha escrito desde entonces muchas novelas históricas, con dos millones de ejemplares vendidos. Cuando el libro se escribió aún el yihadismo no era un tema de actualidad.

Sánchez Adalid inaugura el Congreso Internacional de Cultura Mozárabe con una ponencia: "Hablaré desde el punto de vista identitario, explicaré qué son los mozárabes. Me sedujo la idea de investigarlos y alentaré a las personas participantes a que hagan suya la idea mozárabe, la hagan suya y se enamoren de ella porque pertenece a todos. No es una cuestión de Córdoba, es cuestión de Zaragoza, Mérida, Toledo, Sevilla y Córdoba. Que la hagan suya y la integren como pieza fundamental en la comprensión del cristianismo hispano".

Para ampliar información y conocer con detenimiento el programa del encuentro o inscribirse, de forma gratuita, en las actividades y sesiones académicas, visite la página web www.congresoculturamozarabe.es o llame al teléfono [+34] 620 580 666.




in



Conheça a mais jovem Diocese do país

Olá bom dia,
Esta sexta-feira assinalamos os 40 anos da Diocese de Viana do Castelo, a mais jovem diocese do país, com uma edição especial do Semanário ECCLESIA que contará com uma grande entrevista ao bispo daquele território minhoto, D. Anacleto Oliveira.
O que foi feito, os projetos que estão por cumprir, que futuro para a comunidade católica do Alto Minho, as histórias à volta da criação desta diocese, é o que procuramos apresentar também através da reportagem no terreno, junto das pessoas.
Na Agência ECCLESIA não esquecemos a análise ao Centenário das Aparições de Fátima, com base nos números apresentados pelos responsáveis do santuário da Cova da Iria.
O ciclo de comemorações começou em 2010 e durante este período de 7 anos o Santuário de Fátima distribuiu mais de 10 milhões de euros em ajuda social e apoio à Igreja em Portugal.
E no âmbito da Semana Nacional da Educação Cristã que está a decorrer, propomos um ouvido atento à emissão do Programa ECCLESIA desta sexta-feira, a partir das 22h45 na Antena 1, com especial destaque para um projeto católico orientado para a construção de uma escola na Guiné Bissau.
Sem esquecer que, no Programa ECCLESIA na RTP2, a partir das 15h00, poderá como habitualmente refletir sobre as leituras do próximo domingo.
Continue na nossa companhia e um ótimo fim-de-semana!
José Carlos Patrício


quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Eco do Silêncio - Novembro 2017





La intervención de un Síndrome de Down en el Capitolio se hace viral: «Mi vida merece la pena»

2 noviembre 2017


Frank Stephens compareció en el Capitolio
con una intervención clara y contundente
Frank Stephens es escritor, actor, ha impartido clases en la universidad y además es síndrome de Down, por lo que es también portavoz de la Global Down Syndrome Foundation. Sin embargo, este ciudadano estadounidense se ha hecho conocido mundialmente por su reciente intervención en el Capitolio, concretamente en la Cámara de Representantes, que se ha convertido en viral.


Esta persona con síndrome de Down comparecía en el marco de una comisión sobre investigación científica, en una intervención brillante,llena de determinación pero también de humor, que duró siete minutos.

“Sólo por si hay alguna confusión, permítanme decir que no soy un científico investigador. Sin embargo, nadie sabe más de la vida con Síndrome de Down que yo. Sea lo que sea que aprendan hoy, recuerden esto: soy un hombre con Síndrome de Down y mi vida merece la pena”.

"No creo que deba justificar mi existencia"
Stephens denunció también aquellos que desde esa misma Cámara defienden y justifiquen que un ser humano puede ser asesinado antes de nacer por el mero hecho de ser Down. En su opinión, esta mentalidad “está profundamente influida por un prejuicio desfasado”.

“He estado dos veces en la Casa Blanca y no he tenido que saltar la valla”, bromeó, antes de asegurar ya con otro tono: “En serio, no creo que deba justificar mi existencia”.

Vídeo con la interevención de Frank Stephens en el Capitolio subtitulado por Actuall

No a las "soluciones finales"
De este modo, Frank Stephens agregó que “tengo una gran vida. He dado clases en universidades, actuado en una película premiada, en un programa de televisión galardonado en los Emmy y he hablado a miles de jóvenes sobre el valor de la inclusión”.

Recordó además que hay países como Islandia o Dinamarca, donde las autoridades presumen de que ya se abortan el 100% de los bebés que detectan con este síndrome. “Seamos los EEUU. No Islandia ni Dinamarca. Persigamos respuestas, no ‘soluciones finales’”, agregó, haciendo referencia al exterminio nazi perpetrado contra los judíos.

Stephens habló a los presentes de tres argumentos a su favor frente a los que “cuestionan el valor de las personas con síndrome de Down".

"Somos una fuente inusual y poderosa de felicidad"
El primero de ellos es –aseguró- que “somos un regalo médico a la sociedad, un plan para la investigación médica sobre cáncer, Alzheimer y trastornos del sistema inmunitario”.

El segundo punto se centra en la felicidad de estas personas. Citó un estudio realizado por la Universidad de Harvard, que muestra que las familias con una persona down perciben su vida con un grado de felicidad mayor que la media. “Somos una fuente inusual y poderosa de felicidad. Sin duda la felicidad tiene un valor”.

Por último, quiso hacer reflexionar a los presentes asegurando que la existencia de personas como él sirven de termómetro y de alerta. “Somos el canario en la mina de carbón. Le damos al mundo la oportunidad de pensar sobre la ética de elegir qué humanos merecen una oportunidad de vivir”.



in