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Bom domingo, que
assinala o Dia
Mundial do Migrante e Refugiado. Na sua mensagem, Leão XIV lembra os
menores forçados a migrar e afirma que são “os mais vulneráveis”, a exigir
intervenção nos países de origem, proteção nas rotas migratórias e
acolhimento nos países de destino “Os menores migrantes são mais facilmente reduzidos à invisibilidade
por não terem adultos que os protejam e apoiem. É necessário intervir nos
países de origem para eliminar as eventuais causas que os obrigam a fugir,
além de oferecer proteção e acolhimento nos países de trânsito e de chegada”. Estes dias, as
mensagens do Papa partem de França para todo o mundo. Numa Eucaristia ao ar
livre na Praça
da Concórdia, perante centenas de milhares de pessoas, Leão XIV desafiou
os católicos franceses a construir uma “nação renovada” a partir das suas
raízes cristãs. “Aspirai a redescobrir um horizonte cheio de luz, a
construir uma nação renovada a partir das suas raízes regadas pela fé. Não
guardeis a fé em Jesus Cristo só para vós mesmos, mas deixai-a transbordar
para saciar e preencher as pessoas que encontrardes”. Na sua passagem pela
Cidade Luz, Papa visitou hoje a ‘Maison
Bakhita’, um centro diocesano de acolhimento de pessoas em situação de
exclusão, em Paris, e apelou ao acompanhamento permanente dos novos
batizados, sublinhando o número crescente de adultos que procuram os
sacramentos numa sociedade francesa “fortemente secularizada”; depois, em
Lourdes, invocou o fim da guerra e a defesa dos direitos humanos, numa oração
proferida na Gruta das Aparições de Massabielle. “Que [os governantes] façam ouvir a sua voz para promover
a defesa dos direitos humanos fundamentais, bem como a paz no mundo,
rejeitando para sempre as lógicas da guerra”. Este sábado,
Alfândega da Fé acolheu o I
Encontro de Missionários Digitais, que terminou com um concerto do DJ
Padre Guilherme. O propósito deste encontro foi juntar agentes da
comunicação, nos vários formatos, e pensar o caminho a seguir no ambiente
digital para cumprir o dever de todos os batizados: anunciar o Evangelho. O valor
da relação entre pessoas, a necessidade de caminhar como peregrinos, a
coragem de se “lançar” num continente novo e a necessidade de criar
referencias para quem ensaia habitá-lo foram temas de diálogo que vão ser um
contributo para o que a Igreja Católica em Portugal considerar oportuno fazer
nesta área. Votos de um ótimo
domingo, tendo presente os migante s refugiados, nomeadamente os menores... Paulo Rocha |
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