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Bom
dia! Hoje
venho ao seu encontro com um olhar especial para a histórica visita do Papa à
França, que se conclui hoje em Metz. Mas não só, porque as notícias são
muitas… Leão
XVI passou este domingo no Santuário de Lourdes, junto de dezenas de milhares
de pessoas, criticando as correntes que procuram
«redefinir o valor da vida humana» e sublinhando a necessidade de uma
conversão profunda na Igreja e na sociedade, com um apelo à oração
pela paz. Ainda
no Santuário mariano, num encontro com doentes, Leão XIV reforçou as suas críticas à legalização da
eutanásia, deixando um forte alerta: «O que é legal não é necessariamente
moral». Num
ambiente de enorme comoção, o Papa deixou também uma mensagem de esperança
aos doentes, presidindo à recitação do Rosário e
à tradicional procissão de velas em Lourdes. A
agenda papal incluiu momentos de particular exigência e proximidade com o
sofrimento. Leão XIV reuniu-se com vítimas de abusos de forma
privada durante cerca de duas horas, assumindo o compromisso de trabalhar
para que «o mal vivido não se repita». Antes, o Papa esteve reunido com os bispos franceses, a quem
pediu «vigilância”, antes de elogiar a resposta da Conferência Episcopal aos
casos de abusos e desafiar os prelados a promoverem uma Igreja com voz livre,
num país marcado pela secularização. A
marcar os últimos dias em Fátima, milhares de jovens escuteiros participaram
na peregrinação nacional do CNE. O Papa associou-se a este momento
pedindo-lhes que sejam construtores de paz. A Missa foi presidida pelo núncio apostólico,
D. Andrés Carrascosa Coso, que elogiou a missão do escutismo católico. A
Igreja celebrou este domingo o Dia Mundial do Migrante e do Refugiado 2026,
centrado no trauma dos menores que deixam a sua terra – um alerta lançado pelo Papa que teve eco na
entrevista conjunta Ecclesia/Renascença. A responsável de um projeto de
acolhimento na Diocese de Coimbra afirmou que as recentes mudanças na lei
criaram «desconfiança» entre os imigrantes que nos procuram. Em
sintonia com este desafio de acolhimento, o cardeal D. Américo Aguiar iniciou
a sua visita pastoral à Paróquia da Amora (Diocese de Setúbal) com um apelo assertivo à construção de comunidades
onde «ninguém é estrangeiro». No
Funchal, D. Nuno Brás inaugurou o ano pastoral apelando à mobilização das comunidades
católicas. Já em Coimbra, a reportagem da ECCLESIA acompanhou o arranque do
ano, com novas dinâmicas que pode descobrir aqui. Nas
margens do Mondego, a Rede Cuidar da Casa Comum promoveu a caminhada «Passos pela Paz» sensibilizando para a
ecologia integral. Despeço-me
com votos de boas notícias e o convite para acompanhar o Programa ECCLESIA,
pelas 12h54, na RTP2. Octávio
Carmo |
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