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Bom dia! O pontificado de Leão
XIV continua a ser marcado por apelos à reconciliação e à defesa dos
mais vulneráveis. A sua deslocação a Angola tem sido disso um exemplo. Na Missa a que
presidiu nos arredores de Luanda, o Papa deixou mensagens fortes, denunciando
a "chaga da corrupção" e pedindo um esforço conjunto para a
superação das divisões herdadas da guerra civil. Leia a notícia completa: https://agencia.ecclesia.pt/portal/angola-papa-denuncia-chaga-da-corrupcao-e-pede-superacao-das-divisoes-da-guerra-civil/ Ainda em solo
angolano, num momento de grande devoção no Santuário da Muxima, o Santo Padre
apelou
a um compromisso renovado com os mais pobres e exigiu o fim de todas as
formas de violência. Na sua constante
vigilância sobre o estado do mundo, o Papa lamentou
publicamente os recentes ataques na Ucrânia, enquanto saudou, com esperança,
a trégua alcançada no Líbano. A este respeito, a
embaixadora de Portugal junto da Santa Sé destacou,
em entrevista à Agência ECCLESIA e Renascença, que o Vaticano mantém a sua
postura firme na recusa de qualquer “sacralização” da força armada,
privilegiando sempre os caminhos da diplomacia e do diálogo. Por cá, com os olhos
postos no futuro, a Diocese da Guarda aprovou
um conjunto de 11 prioridades estratégicas. O objetivo é impulsionar a
renovação pastoral e aproximar as comunidades. Deve lembrar-se que o
dia 20 de abril foi Domingo de Páscoa, em 2025. Foi também a última
aparição pública de Francisco, que viria a falecer no dia seguinte. Para
evocar o seu pontificado, converso com a jornalista Rosa Pedroso Lima, autora
da obra ‘Recordar Francisco’, no Programa ECCLESIA, a partir das 15h00, na
RTP2. Despeço-me com votos
de boas notícias, sempre, Octávio Carmo |
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