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domingo, 12 de abril de 2026

Basta!

Um apelo e uma imagem muito forte do Papa Leão XIV, na esperança de que as vozes das crianças possam escutadas.

“Recebo muitas cartas de crianças das zonas de conflito: ao lê-las, percebe-se, com a verdade da inocência, todo o horror e a desumanidade das ações que alguns adultos exaltam com orgulho. Ouçamos a voz das crianças”, pediu no final da vigília da paz, realizada este sábado.

«Parai! É tempo de paz! Sentai-vos às mesas do diálogo e da mediação, não às mesas onde se planeia o rearmamento e se deliberam ações de morte!»

Por cá, destaque para a grande entrevista de D. José Ornelas antes de terminar o segundo mandato à frente da Conferência Episcopal portuguesa, onde olha:

- para a sociedade portuguesa e para o perigo do populismo

- para a escalada de guerras e alertou para “novos nazismos” a acontecer

- para o processo sinodal na Igreja

- para uma eventual visita do Papa Leão a Portugal

- para as compensações financeiras a dar às vítimas de abusos sexuais na Igreja

A entrevista é emitida hoje, no programa 70X7, na RTP2, e publicada na íntegra no portal de informação.

Este sábado, em Fátima, durante o encontro das Comissões Diocesanas de Proteção de Menores e Adultos Vulneráveis, D. José Ornelas pediu que as compensações não fossem tributas pelo Estado.

A coordenadora do Grupo Vita confirmou a disponibilidade para dar continuidade ao trabalho iniciado há três anos, afirmando, no entanto que essa decisão está dependente da Assembleia plenária dos bispos de Portugal, que tem início amanhã.

Mais noticias em agencia.ecclesia.pt

Desejo-lhe um excelente domingo!

Lígia Silveira

 



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sábado, 11 de abril de 2026

Vigília pela paz

Bom dia e bom fim de semana

Começo por destacar as notícias que vão chegar ao portal ecclesia.pt, ao início do dia: a análise dos acontecimentos dos últimos seis anos, que correspondem aos dois mandatos de D. José Ornelas como presidente da Conferência Episcopal Portuguesa. Uma entrevista que vai ser emitida no programa 70x7 (parte de uma longa entrevista que publicamos integralmente também este domingo).

Do Vaticano, reafirmam-se apelos à paz. No encontro com os bispos da Igreja Caldeia, o Papa Leão XIV lembrou que “não serão as ações militares a criar espaços de liberdade ou tempos de paz, mas apenas a promoção paciente da convivência e do diálogo entre os povos”.

Um tema que vai estar particularmente presente na Vigília de Oração pela Paz, que decorre este sábado no Vaticano, à qual se associam diferentes dioceses em todo o mundo, e que pode acompanhar no nosso portal de informação.

Das notícias da última jornada informativa, destaque para a apresentação do livro “Os Mártires do Novo Milénio”, de Robert Royal, que esteve em Lisboa e disse que o Parlamento Europeu deveria criar “uma comissão para estudar os atos anti-cristãos”.

Votos de um ótimo fim de semana!

Paulo Rocha

 



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sexta-feira, 10 de abril de 2026

Beja: Bispo realiza vigília pela paz na Sé, em união com o Papa

Beja, 09 abr 2026 (Ecclesia) – O bispo de Beja anunciou a realização de uma vigília de oração pela paz no próximo dia 16 de abril, pelas 21h, na Sé diocesana, em união com o Papa.

Numa mensagem dirigida à diocese, D. Fernando Paiva explica que a iniciativa, organizada pelas paróquias da cidade, é “aberta a todos os diocesanos”.

No Domingo de Páscoa, Leão XIV convocou uma vigília de oração pela paz, presidida por si, na Basílica de São Pedro, no Vaticano, no dia 11 de abril, pelas 18h (menos uma em Lisboa).

No texto, o bispo de Beja lembrou as palavras do pontífice, exortou a diocese a acolher o apelo deixado pelo Papa e a abrir “o coração à paz de Cristo”, deixando que ela transforme a vida de cada um, as relações e as comunidades.

Além do momento de oração de 16 de abril, D. Fernando Paiva convidou diocesanos a unirem-se “em oração, participando nas celebrações da Eucaristia, onde será elevada a Deus uma intenção especial, na Oração dos Fiéis, pela paz no mundo e pela conversão dos corações”.

O bispo desafiou também cada um a participar, nas próprias paróquias ou arciprestados, “nos momentos de oração pela paz que forem promovidos — vigílias, celebrações, recitação do terço ou tempos de adoração —, fazendo deste tempo um caminho comum de súplica e esperança”.

“Que o Senhor nos conceda a graça de sermos instrumentos da Sua paz, começando pelo nosso próprio coração, nas nossas famílias e nas comunidades onde vivemos. Que o Senhor a todos abençoe na sua paz”, concluiu.

LJ