Páginas

quinta-feira, 2 de abril de 2026

Apelos à paz, no Tríduo para a Páscoa

Bom dia, paz e bem!!

“Ao aproximar-se a Páscoa, rezemos pelos doentes, pelos pobres e pelas vítimas inocentes da guerra, para que Cristo, com a sua Ressurreição, conceda a todos a paz e o consolo” - Papa Leão XIV (1 abril)

O pontífice apelou a uma trégua, na Páscoa, pedindo ao presidente dos EUA e outros líderes internacionais que procurem soluções de diálogo para travar a guerra, em declarações aos jornalistas à saída da Villa Barberini, em Castel Gandolfo.

“Voltem à mesa para dialogar, procuremos soluções para os problemas, procuremos formas de reduzir a violência que se está a promover. Que a paz, especialmente na Páscoa, possa reinar nos nossos corações”, disse Leão XIV, no último dia de março.

“Deveria ser o tempo mais santo e sagrado de todo o ano. É um tempo de paz, é um tempo de muita reflexão, mas, como todos sabemos, mais uma vez no mundo, em muitos lugares, estamos a assistir a tanto sofrimento, tantas mortes, até mesmo de crianças inocentes.”

A Igreja Católica começa as celebrações do Tríduo Pascal, evocando a instituição da Eucaristia e do sacerdócio, hoje, Quinta-feira Santa.

A Missa vespertina da Ceia do Senhor marca o início deste tempo com um caráter festivo, recordando o mandamento do amor através do rito do lava-pés. O Papa Leão XIV cumpre gesto com 12 padres de Roma, na Basílica de São João de Latrão. Na minha comunidade, a Paróquia da Baixa da Banheira (Diocese de Setúbal), quem quiser levanta-se e vai para o altar. E na sua?

O Tríduo Pascal, como o nome indica, são três dias até ao Domingo de Páscoa, recordamos e celebramos os momentos da paixão, morte e ressurreição de Jesus Cristo.

“Irmãos e irmãs, que a Páscoa que nos preparamos para celebrar renove em nós a graça de sermos, como Maria Madalena, como Pedro e João, testemunhas do Ressuscitado” – Papa Leão XVI (audiência pública de quarta-feira)

Celebre este Tríduo Pascal também connosco, com as notícias, informações, entrevistas, que vamos publicar em www.agência.ecclesia.pt, e com os Programas Ecclesia, na televisão (RTP2) e na rádio pública (Antena 1), sem esquecer o dominical 70X7. Esta equipa vai estar a trabalhar todos os dias, atenta ao país, ao Vaticano, e ao mundo.

Cumprimentos,
Carlos Borges

 

 


agencia.ecclesia.pt

      



quarta-feira, 1 de abril de 2026

Missa Crismal reúne presbitério diocesano na Sé e evidencia a unidade da Igreja


A Sé Catedral acolheu hoje a celebração da Missa Crismal, um dos momentos mais significativos da vida da Igreja Diocesana, reunindo o Bispo, o presbitério e numerosos fiéis, numa expressão visível de comunhão e unidade.

A Eucaristia foi presidida por D. Fernando Paiva, sendo concelebrada por grande parte dos sacerdotes da Diocese, que, neste contexto, renovaram as suas promessas sacerdotais, reafirmando o compromisso de serviço ao Povo de Deus.

Durante a celebração, foram benzidos os Óleos dos Catecúmenos e dos Enfermos, e consagrado o Óleo do Santo Crisma, que será utilizado ao longo do ano nos sacramentos do Batismo, Confirmação, Ordem e na Dedicação de igrejas e altares. Estes óleos acompanham a vida da Igreja, sendo sinais da ação de Deus que fortalece, cura e consagra o seu povo.

Na sua homilia, D. Fernando Paiva sublinhou a importância da vida e missão dos sacerdotes, destacando a centralidade da alegria, da comunhão e da missão no exercício do ministério, bem como o papel dos sacramentos na vida da Igreja e dos fiéis.

A Missa Crismal, celebrada na proximidade da Páscoa, constitui um momento privilegiado de encontro do clero com o seu Bispo, tornando visível a unidade da Igreja particular e renovando o sentido da missão comum.

A celebração contou com a participação de fiéis vindos de diversas paróquias da Diocese, que se uniram em oração neste tempo forte da caminhada quaresmal, já em preparação imediata para o Tríduo Pascal.

Leia a homilia de D. Fernando Paiva, Bispo de Beja em: https://diocesedebeja.pt/portfolio-item/homilia-da-missa-crismal-alegria-comunhao-e-missao/

Veja a galeria de fotografias em: https://flic.kr/s/aHBqjCPFoU


Abril e os sacerdotes em crise

Bom dia!

Inicia-se hoje o mês de abril e com ele chega uma nova intenção de oração do Papa, dedicada aos sacerdotes em crise. No vídeo divulgado na tarde de ontem, Leão XIV sublinha a necessidade de cuidar, escutar e acompanhar os membros do clero.

“Hoje colocamos nas tuas mãos todos os sacerdotes, especialmente os que atravessam momentos de crise, quando a solidão pesa, as dúvidas obscurecem o coração e o cansaço parece mais forte do que a esperança”, referiu. Segundo o pontífice, os padres “não são funcionários nem heróis solitários, mas filhos amados, discípulos humildes e queridos, e pastores sustentados pela oração de seu povo”.

Depois do bloqueio policial ao patriarca latino no acesso à Basílica do Santo Sepulcro, no domingo, o Vaticano convocou o embaixador de Israel para abordar a situação, que considerou um “lamentável acidente”. A Santa Sé informa que, durante a conversa, na segunda-feira, foi expresso pesar pelo ocorrido, sobre o qual foram oferecidos esclarecimentos, e tomou-se nota do acordo alcançado entre o Patriarcado Latino de Jerusalém e as autoridades locais quanto à participação nas liturgias do Tríduo Pascal na Basílica do Santo Sepulcro, em Jerusalém.

É já amanhã que se iniciam as celebrações do Tríduo Pascal, ciclo central do calendário católico ligado à morte e ressurreição de Jesus Cristo. Na Sexta-feira Santa, no Coliseu de Roma, o Papa Leão XIV vai levar a Cruz em todas as estações da Via-Sacra. De acordo com a Sala de Imprensa da Santa Sé, as meditações das 14 estações foram escritas, este ano, pelo franciscano Francesco Patton, que foi custódio da Terra Santa entre 2016 e 2025.

Ontem, o núncio apostólico em Portugal presidiu à Missa Crismal da Diocese das Forças Armadas e de Segurança, na igreja da Memória, em Lisboa, e desejou que a celebração “reacenda em todos — pastores e fiéis — o ardor” de serem “todos enviados numa missão”. Em Angra do Heroísmo, na Sé, o bispo diocesano afirmou que é necessário pedir “seriamente pela paz”, dom que “só Deus pode dar aos homens”.

No plano internacional, o arcebispo de Teerão apelou ao fim da guerra no Golfo e da lógica de retaliação, numa vigília de oração pela paz na cidade de Roma, esta segunda-feira. “Nunca mais a guerra, aventura sem retorno; nunca mais a guerra, espiral de lutos e violências”, afirmou o cardeal Dominique Mathieu, numa intervenção citada pelo portal ‘Vatican News’. O responsável católico foi forçado a abandonar a capital iraniana no dia 8 de março, devido à guerra no Médio Oriente.

Hoje convido-o a assistir à emissão do Programa Ecclesia, na RTP2, pelas 15h02, com destaque para o livro “A estrela e o espelho. Compreender hoje os pecados capitais”, da autoria do padre Mário Rui de Oliveira. 

Desejo-lhe uma ótima quarta-feira,

Leonor João

 

 


agencia.ecclesia.pt