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Bom dia!
O dia de ontem ficou
marcado pela divulgação do quarto relatório de atividades do Grupo VITA,
cuja apresentação decorreu em conferência de imprensa no Seminário de
Alfragide (Amadora). No documento, o organismo alerta
para a persistência de “desafios estruturais” na prevenção de abusos na
Igreja Católica em Portugal e adverte que a “visão
sacralizada” dos sacerdotes contribui para o silêncio e para
a invisibilidade da violência. Sobre a continuidade
da estrutura, cujo horizonte inicial era de três anos, a
coordenadora do Grupo VITA afirmou
que “essa é uma decisão última e total da Conferência Episcopal em
articulação com a CIRP [Conferência dos Institutos Religiosos
de Portugal]". Relatório em números
Em reação ao
documento, a Conferência Episcopal Portuguesa reconheceu as “oportunidades de
melhoria” identificadas e anunciou
que vai analisar as propostas para a continuidade do Grupo VITA na
próxima Assembleia Plenária, de 13 a 16 de abril. No plano
internacional, à saída da residência pontifícia, em Castel Gandolfo, onde
passou o seu dia semanal de descanso, o Papa apelou
à oração pela paz no Médio Oriente e rejeitou a “violência”
na resolução de conflitos. Ainda no dia de ontem, Leão
XIV assinalou
o Dia da Memória, que evoca as vítimas do Holocausto, condenando
"todas as formas de antissemitismo". Fátima acolhe hoje o
2ºdia das jornadas de formação do clero das dioceses do centro
(Aveiro, Coimbra, Guarda, Leiria-Fátima, Portalegre-Castelo Branco e Viseu),
que contará com a reportagem da Agência ECCLESIA. Ontem, o vice-presidente da
Conferência Episcopal Portuguesa, D. Virgílio Antunes, alertou
para o risco de “estagnação” sem formação e pediu “renovação das relações”
aos sacerdotes. Hoje convido-o a
assistir ao Programa ECCLESIA, com destaque para o II encontro
nacional do Movimento Laudato Si em Portugal, que decorre no
próximo sábado. Desejo-lhe uma ótima
quarta-feira! Leonor João |